domingo, 15 de março de 2020

Eu quis uma noiva azul que me viesse do céu.
Uma esperança como a minha esperada.
A minha amada
Por pura e transparente no seu vėu
Como uma cousa assim, uma cousa do céu.

(Caldas, poeta potiguar do Assu. Se ele, Caldas, tivesse publicado seus milhares de poemas, com certeza teria alcançado a glória, o seu sonho maior: um Nobel de Literatura!)

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GILKA MACHADO (1893-1980) NONA REFLEXÃO Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o uma vez, outra vez (sonhos insanos!)... e desespero haja maior...