sexta-feira, 10 de abril de 2009

ASSU ANTIGO


Assu na década de trinta. A fotografia é do acervo do engenheiro Tarcísio Amorim. Dê um clic na fotografia.
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GETÚLIO VARGAS NO ASSU

Em 1933, o presidente Getúlio Vargas, de passagem para Mossoró/Rn esteve na cidade de Assu. Ezequiel Fonseca Filho era  intendente/prefeito daquele município. Ezequiel mandou embandeirar a Rua Frei Miguelinho até a sua residência (Sobrado da Baronesa onde atualmente funciona a Casa de Cultura e a Academia Assuense de Letras). Getúlio colocou o chapéu na chapeleira, tomou champanhe e prosseguiu viagem para Mossoró, importante cidade do oeste potiguar. Na fotografia acima, podemos conferir aquele estadista (com uma taça na mão) ao lado de Dix-sept Rosado. entre outros. Há informações que o presidente Vargas exigia que em todas as cidades brasileira fosse dado o seu nome, a um um logradouro (praça). Naquele instante fora reivindicado por Ezequiel Fonseca, a construção da Ponte Felipe Guerra sobre o Rio Piranhas/Açu. Fica o registro.

Fernando Caldas

ASSU BICAMPEÃO

Quando o Assu foi bicampeão de futebol de salão (hoje futsal), em 1966, no Palácio dos Esportes, em Natal. Vejamos a taça (daquele campeonato interiorano) erguida por Nazareno Tavares "Barão". E a festeira cidade de Assu virou carnaval. Lembro-me bem de uma modinha que os assuenses cantavam naquele dia festivo, que diz assim: "Assu bicampeão, do litoral até o sertão (...). Era tecnico daquela seleção Edson Queiroz que foi funcionário do Banco do Brasil, agência de Assu. Seus jogadores se não falha a memória eram Rui, Anchieta, Leleto, Mazinho, Lambioi, Maninho, Mauro e Agapito que eram cearenses. Fica esse registro de muita importância para o esporte assuense. L

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DURVAL SOARES DE MACEDO

Durval era tipo baixo, voz rouca, bom de copo. Eu era ainda menino quando o conheci pelas ruas do Assu vendendo cabo de vassoura, espanador e outros utensílios domésticos que fabrica na sua casa. Certa vez, se dirigiu a casa do médico Ezequiel Fonseca Filho, seu cliente. Ao chegar na residência daquele clínico, declamou de improviso estes versos adiante transcritos:

Quem tiver cavilação
Se apodera de doente
Dizendo pra toda gente
Não tenho melhora, não.
Mande fazer meu caixão
Cavar minha sepultura
Me disse uma criatura
Foi dia da Conceição
- A medicina não cura
- A dor da separação.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

"O RIO DE MINHA ALDEIA" I


O título acima é de um poema de autoria do poeta portugues Fernando Pessoa. Este blog vai postar a partir de hoje, com ilustração do poeta fotojornalista Jean Lopes (com a sua permissão) poemas produzidos pelos bardos assuenses sobre o Rio Piranhas (também chamado antigamente de Rio do Peixe) ou Assu. Começamos com João Celso Filho com o poema intitulado "O Rio" que numa feliz inspiração escreveu:

Qual uma enorme jibóia
o rio ondula na areia,
espuma,
e a espuma que boia,
serpenteia...

E cheio o rio... pragueja!
Infla-lhe o ventre das águas
e é quando então,
rumoreja,
duras mágoas...

Imprecauções, gritos loucos,
soluça o rio, soluça
e pelas margens,
aos poucos,
se debruça.

E rola e cai e se arrasta
e as águas solta, esparze-as
pela terra,
que se afasta
pelas várzeas.

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

ASSU ANTIGO

Antiga Casa Paroquial. Demolida para alargar a rua chamada popularmente como "Beco do Padre", hoje Rua Fernando Tavares. Visinho a casa da escritora Maria Eugênia. Monsenhor Júlio Alves Bezerra (que é nome de rua na cidade de Assu) morou naquela casa onde funcionou também a Divulgadora Assuense (organização de Herval Tavares), a Casa do Estudante e a central telefônica que pertencia a paróquia de São João Batista. Aquela casa foi demolida no início do no de 1983. Era prefeito Ronaldo Soares.

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CASARÃO

Casarão rural. Distrito de Banguê - Assu.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

A CIDADE

"A Cidade", jornal do Assu, que circulou ininterupitamente durante 25 anos. Era seu diretor, redator e gerente, os irmãos Francisco, Palmério e Otávio Amorim., respectivamente. A edição abaixo é data de 13 de dezembro de 1925, número 581. A fotografia acima é do governador José Augusto, e logo abaixo, a direita, vejamos o Cel. Francisco Martins Fernandes que foi auto comerciante em Assu. Aquela edição está publicado uma matéria sobre a inauguração da luz elétrica na cidade de Assu, que era pública e particular, convênio celebrado entre o Cel. Francisco Martins e a Intendência Municipal (hoje prefeitura). Clique na fotografia para uma melhor visualisação.

LEMBRANÇAS DA POLÍTICA III

Tenho o prazer (não é para promoção pessoal, não) de informar que a propaganda política abaixo (do autor deste blog) serviu de comentário quando José Agripino esteve pela primeira vez na cidade de Assu, em campanha para o governo do Rio Grande do Norte, em 1982. Foi a primeira propaganda que circulou na terra potiguar com o JA (de José Agripino), segundo ele próprio informou a Raimundo pontes (da Sinwal) que recepcionava na sua casa o hoje senador José Agripino. E lá se vão 29 anos.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

"ASSUENSE PREMIADO NA NOVA ZELÂNDIA"


"Jean Lopes conquista prêmio internacional"
"O fotógrafo assuense Jean Lopes é finalista num concurso internacional de fotografia na Nova Zelândia. Promovido por uma editora e com temática voltada para a amizade, família, amor e risos, o concurso M.I.L.K. selecionou 150 trabalhos do mundo todo. Cada um dos finalistas receberá quinhentos dólares e disputará o prêmio de 5oS$ mil. O resultado final sai no dia 31 desse mês, e será escolhido por Elliatt Erwett, fotógrafo da lendária agência Magnum de fotografia, um dos organaizadores do prêmio.
As fotos premiadas serão impressas numa edição luxuosa e ainda farão parte de uma exposição itinerante.
Na primeira edição, realizada há dez anos, disputaram o concurso mais de 17 mil fotógrafos, incluindo 4 fotojornalistas consagrados com o Pulitzer Prize o mais importante da imprensa americana. Na ocasião, foram mais de 40 mil trabalhos, provenientes de 160 países. Os números desse ano ainda não foram divulgados.
Flagrante em dia de laser
Jean Lopes conta que estava na praia de Ponta do Mel, em Areia Branca. Percebeu que um grupo de crianças se divertiam brincando com um cachorro. Elas corriam, e o cacchoro coria atrás. "Uma hora, a garotinha se distanciou do grupo", conta o fotógrafo, "e acabou alcançada pelo animal". O flagrante lembra um antigo anúncio da Coopertone e é o resultado de um olhar apurado e a paixão pelo ofício. Era o último dia de 2005 e Jean ia passar o reveillon na praia. Encontrou o grupo e percebel alí uma foto em potencial. "E como já disseram: é preciso crer para ver", diz o fotógrafo, reforçando uma das características mais marcantes de todo bom fotojornalista, a capacidade de antever a situação."
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domingo, 5 de abril de 2009

LEMBRANÇAS DA POLÍTICA II

Fernando Caldas (Fanfa) cumprimentando o então governador da Bahia Antônio Carlos Magalhães (1927-2007)que era chamado pelos seus ferrenhos adversários como "Toninho Malvadeza" e pelos seus correligionários como "Toninho Ternura". A fotografia acima fora tirada no Centro de Convenções da Bahia, em 1985. Naquele instante disse-me aquele governante baiano: "Quando se encontrar com José Agripino dê um forte abraço nele." E eu tive o prazer de dar aquele abraço no governador José Agripino quando estive em seu gabinete no Palácio Potengi em companhia do prefeito Ronaldo Soares. Antônio Carlos era egresso da velha UDN, ARENA, PDS (partido pelo qual elegi-me vereador do Assu, 1983-88), PFL e Democratas, sua última agremiação partidária. É o Assu "em evidência", no dizer do meu conterrâneo Junior Soares.

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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO