sexta-feira, 13 de maio de 2011


Por Cristina Costa

No olhar se revela
Tudo aquilo que se sente
O que se esconde de mais íntimo
O que se deseja intensamente.

...A alegria transparece
Nos olhos com seu brilhar
A tristeza não se esconde
Tira o brilho do olhar.

Ainda que o rosto consiga
Enganar e disfarçar
O brilho que vem dos olhos
É a alma a respirar.





quarta-feira, 11 de maio de 2011


 
Por Cristina Costa
 
Eu quero
Não sei se o que quero
É certo ou errado.
Se quero o perfeito
Ou a imperfeição.

Eu só quero
O meu anjo
De pele morena,
E olhos de mansidão.

Quero amar e ser amada
Como musa delicada
Possuída e encarnada
Como fera indomada
Numa doce e louca paixão.Ver mais

Postado por Fernando Caldas

Não se iludam meus amores, eu não pertenço a ninguém,
eu sou do vento, do mar, do céu, do tempo...
Fechei meu coração pra balanço e o resultado não foi nada agradável:
Estou falida!
Pois bem.
Fechei meu coração e joguei a chave fora.

Luna.

(Do blog Emoções e Solidão) 

PARTICIPE DO 1. CONCURSO LITERÁRIO PAGUE MENOS

PagueMenos
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Postado por Fernando Caldas

Pelos ares - Mariano Tavares - Músico potiguar de Açu

A Serenata de Otoniel

Existem várias versões acerca da origem da modinha mais difundida no Nordeste e mais cantada nas serenatas potiguares. Trata-se da composição intitulada "A serenata do pescador", nome original, mas que o povo, com o seu poder mágico de transformar as coisas, denomina apenas de "Praieira", de Otoniel...

De todas as versões que correm, registramos a mais atualizada, ou seja, a própria palavra do autor do poema, quando de uma enquete promovida pelo folclorista Veríssimo de Melo, nas colunas de " A República", em 1958.

Dizia Otoniel Meneses:

- Em 1923, eu era remador e orador do "Sport Clube de Natal". Ao se aproximar o regresso dos pescadores que fizeram o "raid" de Natal ao Rio de Janeiro, em jangadas, pediram-me para escrever um discurso de saudação e uns versos alusivos ao acontecimento. Escrevi logo o discurso. Mas os versos deram-me maior trabalho. Passei uma semana toda acordado, escrevendo-os. Imaginei um pescador que voltava de viagem, cantando uma serenata à porta da namorada. No dia seguinte - era o dia da solenidade - reli os versos e achei-os "frios". Não gostei. É tanto que fiz o discurso e não tive coragem de declamar os versos. Dei o título de "A serenata do pescador", mas o povo preferiu mudá-lo para "Praieira", aproveitando a primeira palavra da estrofe inicial.

Como viram, o autor contou a história verdadeira, tantas vezes escutadas nas tertúlias, na casa do pai do autor de Trovadores Potiguares, musicata e sebenteiro Gabriel Saraiva, um dos maiores amigos (e até compadre), do poeta Otoniel Meneses.

Composto o poema, Otoniel Meneses andou mostrando-o a seus colegas, que achavam uma jóia da poesia. Todos eram unânimes em que o poema fosse musicado. Foi quando surgiu o poeta Bezerra Júnior, que lhe apresentou o violonista Eduardo Medeiros, clarinetista de primeira grandeza e um dos tocadores de violão, por música, na época em que surgiu " Praieira". Posta a música por Eduardo Medeiros, a célebre canção natalense foi cantada, oficialmente, pela primeira vez, em dezembro de 1923, no teatro "Carlos Gomes", pela voz deliciosa de Deolindo Lima, uma das figuras de maior projeção nos meios artísticos de Natal antiga.

Recordaremos aqui que, tanto o poeta Otoniel Meneses, quanto o compositor Eduardo Medeiros, foram dois perfeitos seresteiros do passado. Com eles, tomamos parte em várias serenatas e reuniões sociais, nas residências daqueles que apreciam uma bonita voz, ao som do violão e violino dos irmãos Carolino, de Israel Botelho e de tantos outros amantes da " causa" do pinho...

Nas serestas dos nossos dias, ou seja, nos dias atuais, mesmo com toda a transformação do mundo, " Praieira" continua a ser cantada, aplaudida e exaltada pela musicalidade de sua extensão artística, notadamente por um "trio" que está ficando célebre nas atuais noitadas artísticas da cidade. É o trio composto por José Maux Júnior, Jaime dos Guimarães Wanderley e Evaristo de Sousa, as três vozes mais agudas da cidade.

Há pouco, o "Coral Municipal de Natal" estilizou a simpática canção de Otoniel Meneses e por gosto se pode ouvir a " Praieira" no ritmo de coral, em quatro vozes. É um espetáculo que emociona e que enche de grandeza aquele de quem já se dissera que, apesar do ostracismo em que vive, não deve nada a terra potiguar, mas o Rio Grande do Norte lhe deve tudo...

Gumercindo Saraiva

(Do Alma do Beco)

Postado por Fernando Caldas










Na próxima sexta-feira, dia 13 a partir das 09:00h a Secretaria de Cultura estará na comunidade de Vila Nova com a 4ª edição do programa O CINEMA VEM A COMUNIDADE.


Confira a programação:
09:00h às 19:00 - Exposições fotográficas
14:00h - Jogos educativos e esportivos
19:00h - Filmes sobre a comunidade de VILA NOVA e a LUTA PELO PETRÓLEO
19:30h - Filme O PEQUENO PRÍNCIPE, baseado no livro Best Seller de ANTONIE DE SAINT-EXUPÉRY

Após a apresentação dos filmes haverá discussão com a comunidade.

O CINEMA VEM A COMUNIDADE é um projeto da Secretaria de Cultura e Turismo e nesta edição tem a parceria com a SEMTHAS, com a Secretaria de Esporte e Lazer e Secretaria de Educação.

(Do Blog de Auíziolacerda)

MINISTRO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL ASSEGURA CONSTRUÇÃO DE NOVA BARRAGEM NO LEITO DO RIO PIRANHAS/AÇU


O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, assegurou que a Barragem de Oiticica, que complementará o projeto de contenção de cheias do rio Piranhas/Açu, no Vale do Açu, e resolverá o abastecimento d'água no Seridó, será construída. O representante do governo federal antecipou que quer assinar o convênio passando a execução da obra para o Estado, ainda este mês. O anúncio foi feito por ele quarta-feira da última semana, dia 4, numa audiência com a governadora Rosalba Ciarlini, do DEM, a bancada federal e o ministro da Previdência Social, o senador licenciado Garibaldi Filho, do PMDB.

Apontada pela presidenta Dilma Rousseff como uma das prioridades de sua administração, a Barragem de Oiticica será construída nas imediações do município de Jucurutu e terá capacidade de armazenar mais de 640 milhões de metros cúbicos de água, permitindo a construção de um canal de integração das principais barragens do Seridó. Serão investidos cerca de 280 milhões de reais, de acordo com projeções técnicas.

Além de ter acatado o projeto executivo para dragagem do rio Pataxó, assegurando recursos financeiros da ordem de 7 milhões e 300 mil reais, que também servirá para evitar inundações na região do Vale do Açu, o ministro recebeu pedido da governadora para que haja esforço no sentido de que o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca, Dnocs, elabore um projeto para o rio Piranhas/Açu, protegendo o município de Ipanguaçu, que já tem mais de 150 famílias desabrigadas pelas enchentes. Estiveram também na audiência o senador Paulo Davim, do PV, e os deputados Sandra Rosado, do PSB; Rogério Marinho, do PSDB; Fábio Faria, do PMN; Fátima Bezerra, do PT; Felipe Maia, do DEM; e, Henrique Alves, do PMDB, além do diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagens, DER, engenheiro civil Demétrio Torres.

Fonte: Princesa do Vale

(Do Blog de Aluiziolacerda)

terça-feira, 10 de maio de 2011

PRA RELEMBRAR

Postado por Fernando Caldas

Nos teus braços aconchego-me
Sinto o teu calor
Meu coração flutua
No teu amor.

...Viajo no teu esplendor
Leve, sinto
Tua aurea de luz
Minha respiração é profunda.

Protegida nos teus braços
É momento de sonho, acordo
Sem proteção
Meu coração chora.

Na solidão
Sinto falta dos teus braços
Dos teus abraços
Do teu perfume.

Do teu olhar doce
Da tua alma, choro
Choro,
Perdida no tempo.

Minha alma condena-me
Tristeza,
Queria estar
Nos teus braços.

Por Cristina Costa

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO