sábado, 11 de fevereiro de 2012

‘Beco dos Sapateiros’ vira cartão postal no Centro do Assú

















Os assuenses contam a partir deste sábado, 11 de fevereiro, com o ‘Beco dos Sapateiros’, no Centro da cidade, totalmente revitalizado, após ato inaugural feito pelo prefeito Ivan Júnior. A prefeitura do Assú trabalhou por meio da secretaria municipal de Infra-Estrutura para valorizar o espaço urbano, resgatar a história e atender à população.

Entre as melhorias executadas com recursos próprios da prefeitura num total de R$ 34.454,94, o espaço recebeu pórticos nas entradas e saídas, piso, iluminação, bancos, jardins e vários painéis artísticos e culturais, transformando o espaço num cartão postal.

A solenidade contou com a presença de várias autoridades e um excelente público em geral, num gesto de reconhecimento ao trabalho, compromisso e responsabilidade pública exercido cotidianamente pela administração municipal.

Os comerciantes e profissionais instalados naquela área – na maioria, sapateiros – foram representados durante o ato protocolar por Claudionor de Melo Soares, popularmente conhecido por ‘Nozinho’.

Nozinho disse que Assu aplaude e reconhece o trabalho da atual administração, pontuando palavras que, segundo ele, norteiam a trajetória dessa gestão: paixão no que faz, garra ao realizar, superação para ultrapassar os obstáculos e sensibilidade para atender os pleitos da população, citando como prova das suas palavras o trabalho de revitalização do ‘Beco dos Sapateiros’.

Fonte: AD Comunicação

IPANGUAÇU



Por Renato Caldas

Ipanguaçu, que desfraldas
No tronco velho dos caldas
A bandeira do civismo,
Luiz Gonzaga morreu
Porém lutou e venceu
A sanha do comunismo:


Morre Dona Mocinha, irmã de Lampião

11 DE FEVEREIRO DE 2012 - 10H17 


 Morreu, na tarde dessa sexta-feira (10), em São Paulo, Maria Ferreira Queiroz, mais conhecida como Dona Mocinha. Ela era a última irmã viva de Virgolino Ferreira da Silva, Lampião. O corpo serialevado ao Velório Salete, em Santana, na Zona Norte de São Paulo, e o sepultamento estava marcado para ocorrer no Cemitério Chora Menino, às 12h deste sábado (11).


Dona Mocinha com chapéu de cangaceiro no reencontro com parentes 
do Recife em São Paulo, em 2009 / Foto: Glauco Araújo do G1


Familiares disseram que ainda ontem, Dona Mocinha chegou a ser internada num hospital, com problemas pulmonares, mas não resistiu.

Funcionários do Museu do Cangaço, localizado em Serra Talhada, Sertão pernambucano, informaram que Maria Ferreira morava em Santana, Zona Norte da capital paulista, com os filhos.

Assim como Lampião, Dona Mocinha nasceu em Serra Talhada, mas não chegou a atuar no bando do cangaceiro porque era muito pequena na época. Apesar disso, estudiosos do cangaço afirmaram que, por ser irmã de Virgolino, ela virou referência histórica.

Em nota divulgada ontem aos meios de comunicação de Pernambuco, o Museu do Cangaço informou que Dona Mocinha tinha 104 anos. Mas sempre houve uma polêmica em relação à idade dela, pois o seu documento de identidade afirmava que havia nascido em 1906, no entanto ela possuía outro documento, comprovando que tinha nascido em 1910.

O corpo de Maria Ferreira Queiroz será velado no Velório Salete, localizado no mesmo bairro onde ela morava. Já o sepultamento será realizado ao meio dia, no Cemitério Chora Menino, em São Paulo.

Com NE10



www.vermelho.com.br

O RISO

O riso é a crença mais pura
Das alegrias terrenas...
- Um'ave levando as penas
No coração da ventura...

João Lins Caldas

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ASSU ANTIGO

'Sobrado de Sebastião Cabral' como é conhecido, pelos assuenses das antigas. No primeiro andar (escada e piso de madeira) daquela  edificação, funcionou a Casa Dantas, armazém de Amaro Sena, muito antes teria funcionado a prefeitura municipal na gestão de Edgard Borges Montenegro, também a  divulgadora Voz do Município, armazém de secos e molhados de um português que, não se sabe ao cert, o seu nome, além do escritório do Advogado Expedito Silveira. Funcionou também no pé da escada daquele prédio, a oficina de concerto de calçados do sapateiro Santos Varela. Hoje, no térreo daquele edifício funciona a importante casa comercial denominada Bethe Boutique, do casal Elizabethe e Astênio Tinôco. Parede e meia com a casa do afamado poeta potiguar Renato Caldas, para dar lugar lugar a um prédio comercial. Mais história a contar sobre este sobrado.








Aratu no Facho comemora 15 anos com muita festa neste sábado, 11

Movimento Cultural Aratu no Facho, que este ano comemora 15 anos, promove neste sábado, 11, sua tradicional prévia carnavalesca para os moradores e veranistas da praia de Tabatinga e região. Seis orquestras de frevo garantirão a alegria dos participantes durante o percurso, que sairá às 16h do trevo de Tabatinga. O evento será finalizado com shows das bandas Pura Tentação e Pedro Lucas.

O objetivo dos organizadores este ano é resgatar as origens do Movimento Aratu no Facho como a melhor festa de rua pré-carnavalesca do Rio Grande do Norte. Por isso, o evento será aberto ao público, exceto o show final, que terá ingressos à venda no local.

Mais informações:

Gabriela Barreto - 9927.6822.
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Leonardo Sodré                                 João Maria Medeiros
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


Para as palavras do coração
não é preciso voz
um único gesto basta.

Quero silêncio
que espero e que procuro.
Busco silêncio!

Silêncio que não contenho
presságio doce
caindo dos meus lábios como prece.

Como saudades
que se reencontram na pele.
no instante do cheiro
no momento do corpo.

E lentamente
toda palavra cala
e de repente
nenhum silêncio fala.

E a vida passa
apressada
E tudo que deixamos de dizer
um ao outro
silenciosamente seria ouvido.

Na saudade silenciosa
de nós dois
é quando melhor nos entendemos.

E o mundo gira
sem abraço.
E os olhos desviam
o encontro.

E o coração sangra
um sonho não vivido
no sopro de um adeus
silencioso de nós dois.

De: Cristina Costa

Para as palavras do coração
não é preciso voz
um único gesto basta.

Quero silêncio
que espero e que procuro.
Busco silêncio!

Silêncio que não contenho
presságio doce
caindo dos meus lábios como prece.

Como saudades
que se reencontram na pele.
no instante do cheiro
no momento do corpo.

E lentamente
toda palavra cala
e de repente
nenhum silêncio fala.

E a vida passa
apressada
E tudo que deixamos de dizer
um ao outro
silenciosamente seria ouvido.

Na saudade silenciosa
de nós dois
é quando melhor nos entendemos.

E o mundo gira
sem abraço.
E os olhos desviam
o encontro.

E o coração sangra
um sonho não vivido
no sopro de um adeus
silencioso de nós dois.

De: ristina Costa

Alexandre Garcia, Eu Apoio. Conteúdo de IA   · Na linguagem empolada de Luiz Edson Fachin, "impende" dizer que ele — sem "men...