segunda-feira, 22 de outubro de 2012


"Começou o horário de verão! E nessa mudança, nosso relógio biológico é afetado diretamente. Com efeitos semelhantes aos de uma viagem de avião com diferença de fuso horário, essa hora adiante pode causar na rotina, entre outras coisas, uma alteração na produção da melatonina, hormônio que regula o sono, causada pela falta de luz. Consequentemente, isso pode atrapalhar o ciclo do sono e acarretar em mudanças de humor, por exemplo. Os grupos mais sensíveis às mudanças são os idosos e as mulheres, que já têm oscilações no organismo relacionadas à produção de hormônios. Para evitar que horário novo afete ainda mais a saúde, é recomendável evitar atividades estimulantes próximas a hora de dormir – como praticar exercícios físicos, assistir a filmes ou ler livros que exijam maiores reflexões e trabalho, bem como ingerir bebidas com cafeína."

domingo, 21 de outubro de 2012

MOMENTOS DA MINHA INFÂNCIA

SERRA AGUDA

Eu cresci atrás daquela serra

A trilha é o estradão

Ainda sinto cheiro da terra

E da plantação do algodão.



Hoje me vem a lembrança

E começo a chorar

Das coisas boas da vida

Quando morei por lá.



A estrela d'alva e a lua

Brilham o seu clarão

Noites memoráveis

Das caçadas do sertão.



Amanhece o dia

A serrinha desperta em flor

O perfume da caatinga

Liberando todo o odor.



Esse momento de criança me fascina

O sonho me convida a voltar

Das lembranças de Serra Aguda

Como é belo recordar.

Marcos calaça, jornalista (UFRN)

Vereador 'uniformado'

Título do blog.

O escritor potiguar Valério Mesquita narra que "O vereador Jorge Ribeiro, de Ielmo Marinho, era considerado um homem paciente. Fala mansa e arrastada, detinha mais um item no seu currículo: a soneca. Até em plenário Jorge achava espaço para um cochilo. Bastava que um dos colegas esticasse um pouco mais o discurso, logo se ouvia o seu ronco. Certa vez, o calor estava forte e o edil tirou o paletó colocando-o no encosto da cadeira. Em seguida, o dorminhoco “viajou”. Um dos pares, por gozação, retirou seu paletó, levando-o para outra sala. O presidente da casa foi até o vereador e ponderou: “Meu nobre colega, dormindo em plenário e, além disso, todo à vontade, cadê a ética?”. Aí ele perguntou: “Cadê meu paletó que tava aqui? O senhor como chefe da casa vai dar conta. Eu entrei nesta porra todo “uniformado!”

Postado por Fernando Caldas
ano de eleicao 180412 humor politico Ano de eleições Municipais...

"Feche os olhos, e apenas sinta!
O vento batendo no rosto, o calor de um abraço, a vida positiva no ar, as flores da primavera, o poder de uma amizade verdeira, a exaltação do amor, um simples toque da pessoa amada, o poder

 de um olhar, sinta a vida... E VIVA da melhor maneira possível!"

(A.D)

De: Infinito Particular
Foto: Boaaaaa Tarde!

"Feche os olhos, e apenas sinta! 
O vento batendo no rosto, o calor de um abraço, a vida positiva no ar, as flores da primavera, o poder de uma amizade verdeira, a exaltação do amor, um simples toque da pessoa amada, o poder de um olhar, sinta a vida... E VIVA da melhor maneira possível!"

(A.D)


♥ ¸.•* Infinito Particular *•.¸ ♥

  • O pobre me deu uma esmola de Deus te favoreça
    "Deus te favoreça!" Favoreça-me Deus com essa esmola do pobre.

    Caldas, poeta norte-rio-grandense

"Caminho dos Queijos" é opção para a região Seridó


Cleonildo Mello - da Agência Sebrae RN

A vocação natural do Seridó para a pecuária leiteira se constitui numa relevante oportunidade econômica para os municípios da região. A expertise dos seridoenses na fabricação de queijos de coalho e de manteiga potencializa a criação de um roteiro, com foco na Copa da FIFA 2014, que levaria turistas a uma experiência sensorial com esses produtos lácteos, típicos do sertão potiguar e as queijeiras artesanais. A ideia do 'Caminho dos Queijos' no Rio Grande do Norte é defendida por Fernando Oliveira, responsável pela implantação do projeto Queijo Artesanal na região da Serra da Canastra, em Minas Gerais. Além de valorizar uma atividade tradicional da área, o roteiro contribuiria para efetivar a interiorização do turismo no estado.

"Percebo que isso será inevitável. O turista estrangeiro que vier a Natal para a Copa estará em busca de experiências gastronômicas locais. O europeu é muito qualificado na questão queijos e, com certeza, vai querer provar do que existe na região, os alimentos típicos. A proposta seria o turismo apoiando o queijo e a pecuária existentes na região", justifica. Leonardo Oliveira veio ao Rio Grande do Norte no início da semana para conhecer os laticínios do Seridó e participar do painel 'Mercado Privado: Produção de Queijos e Agregação de Valor', ministrado no Espaço Empreendedor do Sebrae na 50ª Festa do Boi, em Parnamirim.

Iniciado há cinco anos, o trabalho desenvolvido pelo especialista levou o queijo feito artesanalmente nos sete municípios da Serra da Canastra a ser considerado patrimônio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O projeto cresceu tanto que foi estendido a outras regiões mineiras, como Araxá e Serro, e também outros estados.

"Se divulga muito o destino praia, mas existem coisas belíssimas na região produtora de queijo do estado. O queijo de coalho é muito anterior aos queijos mineiros. Acho que está se perdendo tempo para valorizar mais essa atividade", alerta Oliveira, referindo-se a possibilidade de produtores, com apoio do Sebrae e parceiros, entrarem com o registro de Indicação Geográfica para agregar valor ao queijo de coalho. "Apesar da tradição, não vejo aqui essa parte histórica e cultural, como acontece em Minas Gerais, com identidade própria", compara.

Segundo Fernando Oliveira, o Rio Grande do Norte tem três fatores favoráveis a esse processo: a existência de um Centro Tecnológico do Queijo do Seridó (CT Queijo), um perfil empreendedor do seridoense e um forte apelo turístico, gerado pelas paisagens e a atividade pecuária.
Elisa ElsieQueijo e outros derivados no RN: para especialistas, os produtos podem render novas experiências ao turismo durante a Copa de 2014Queijo e outros derivados no RN: para especialistas, os produtos podem render novas experiências ao turismo durante a Copa de 2014

O mestre-queijeiro André Guedes, da Escola Queijaria Suíça de Nova Friburgo (RJ), também é favorável à valorização dos queijos potiguares. A queijaria produz queijos suíços na área fluminense entre as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo. O especialista em queijos maturados chegou inclusive a ministrar cursos no CT do Queijo, em Currais Novos, e também participou das discussões do painel organizado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte na Festa do Boi. Mas a opinião dele é apostar no queijo de manteiga para criar uma identidade potiguar. 

Derivados de leite de cabra também são aposta

Além de um roteiro, uma alternativa para fomentar o fortalecimento da pecuária do estado é apostar em produtos derivados do leite de cabra. Hoje, a ovinocaprinocultura potiguar vem apresentando curvas de declínio, sendo grande parte em função dos atrasos no repasse do Programa do Leite. No início eram mais de 800 produtores cadastrados. Hoje, restam apenas 100. A produção de queijos finos a partir do leite desse tipo de rebanho seria importante para dar novo fôlego à atividade. "É possível não só fabricar queijos, mas também outros produtos, como o doce de leite caprino, que é mais macio e comercialmente rentável", orienta Guedes.

Experiências exitosas não faltam. O caso da empresa pernambucana Campo da Serra exemplifica bem como o beneficiamento de leite de cabra dá certo. Instalada na cidade de Gravatá e com empórios no Recife, a empresa fabrica queijos finos com leite caprino. Semanalmente, são processados mil litros do leite, que são transformados em queijos maturados - os tipos holandês Casablanca e italiano pecorino - e frescos, como o boursin, de origem francesa, e o feta, originalmente da Grécia, em pleno semiárido nordestino. "Fechamos contrato com quatro produtores da região que têm o compromisso de entregar a quantidade necessária de leite para a produção. A baixa qualidade do produto ainda é o grande problema da ovinocaprinocultura no Nordeste", admite Vitória Barros, fundadora da queijaria.
Tribuna do Norte, caderno Eonomia

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO