sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Despedida de Solteiro
Já não se casam mais como antigamente,
tudo hoje é modernizado, o avanço social faz com que não recordemos de
praxes matrimoniais dos tempos do meu avô, pra refrescar a mémória,
vamos repetir o que fez o grande menestrel da poesia varzeana Renato
Caldas, sua exuberância poética, transcendia outros horizontes, seu
Livro "Fulô do Mato e o seu "Reboliço", provocou grande revolução na
arte e cultura do povo.
O preâmbulo serve pra lembrar que
nestas próximas horas (anunciaram que seria amanhã), diante da
população assuense e de ilustres visitantes, estará se casando o
prefeito Ivan Júnior.
Casório comunitário, coisas dos tempos modernos, mistura de chic com brega.
Convém lembrar que em épocas mais
remotas, o noivo aproveitava a véspera do casamento pra fazer a
despedida de solteiro, caía na esbórnia, ladeado dos amigos mais
próximos, enchia a cara com direito a seresta e muita birita.
Contam que o poeta Renato Caldas fez
uma despedida solteiro que ficou nos anais da memória popular, preferiu
fazer a despedida logo após celebrar o matrimônio, estando todos os
convidados ainda na igreja dando parabéns.
Muitas damas da sociedade assuense abraçavam sua estimada Fausta e o poeta aproveitou o ensejo pra sair de fininho.
Passou 48 horas na ribalta, farreou até
enjoar, chegando em casa foi surprendido com a reação da esposa: Isso é
coisa que você faça?
Me deixar nos pés do padre e sair com seus companheros pra farrear: A reposta foi mias surpeendente ainda, "fale baixinho, agora foi que vim buscar o violão".
Postado por Aluizio Lacerda
Flipipa terá painel sobre modernismo e Cascudo
A abordagem modernista e a inclusão de Cascudo escritor serão visitados sob vários olhares. Cinco convidados participam do Painel, três deles ligados ao Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Rio-Grandenses, vinculado ao Departamento de Letras da UFRN, entre outros departamentos: Humberto Hermenegildo, Suely Costa, José Luiz Ferreira, além do pernambucano Neroaldo Pontes e do potiguar radicado no Rio de Janeiro, professor Nonato Gurgel, que será o mediador.
Especialista em Literatura brasileira, crítica literária e modernismo, além de pesquisador do Núcleo Câmara Cascudo, o professor Humberto Hermenegildo evocará as relações entre Câmara Cascudo e o pernambucano Joaquim Inojosa de Andrade através das correspondências trocadas pelos intelectuais, tendo como interlocutor o paulista Mário de Andrade. Além de estabelecer vínculos entre os autores, as cartas apontam o cenário de difusão do movimento no Nordeste e este para o Brasil.
De acordo com o professor José Luiz Ferreira, o painel vai percorrer o movimento modernista a partir de Cascudo. "Como o tempo será curto, cada convidado vai abordar um aspecto dessa temática. No meu caso, farei a leitura comentada do poema Não Gosto de Sertão Verde'", comentou o professor. "Neste poema, a própria temática do sertão é o elemento estético que o insere no modernismo. Cascudo apresenta o sertão a partir desse aspecto duplo." José Luiz Ferreira é professor da área de Letras na UFERSA e atua em temas como tradição literária e cultural, modernismo, regionalismo e modernidade literária.
A leitura poética também foi a escolha da escritora e professora Maria Suely da Costa. Sua participação será a leitura do poema "Banzo".
O modernismo no Nordeste será a abordagem do pernambucano Neroaldo Pontes de Azevedo. Ex-reitor da Universidade Federal da Paraíba, Neroaldo é um estudioso do tema. A mediação do painel ficará a cargo de Nonato Gurgel, professor de Teoria Literária na UFRJ. Nonato também lançará durante o Flipipa o livro "Luvas na Marginália - escritos em torno da poética de Ana C".
O Flipipa acontece de 22 a 24 de novembro na avenida Baía dos Golfinhos . A entrada é franca. Entre os autores convidados estão Luís Fernando Veríssimo, Sérgio Santa'Anna, Reinaldo Moraes, João Paulo Cuenca, Tatiana Salem Levy, Zuenir Ventura, Joyce Pascowitch, Bené Fonteles, Ana Miranda, Nelson Xavier, Antônio Cícero.
Fonte: Tribuna do Norte
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Poemas são desprezíveis lamúrias
Que os ditos poetas escrevinham
Em sebentas folhas de papel…
Se queres poesia, e bela,
Olha o céu e o mar, escuta a brisa
E as aves
Que os ditos poetas escrevinham
Em sebentas folhas de papel…
Se queres poesia, e bela,
Olha o céu e o mar, escuta a brisa
E as aves
E a tua respiração. Melhor poesia
Não há!
Arre, que mania a de querer
Saber do que não se sabe…
Presunção de olhar onde nada existe
E de falar do que ninguém vê…
[Emílio Miranda]
Não há!
Arre, que mania a de querer
Saber do que não se sabe…
Presunção de olhar onde nada existe
E de falar do que ninguém vê…
[Emílio Miranda]

As únicas fotografias que mostram o verdadeiro Lampião e seus cangaceiros foram registradas pelo mascate Benjamin Abrahão em meados da década de 1930. Lampião, vaidoso, permitiu que o mascate registrasse as imagens que imortalizaram o bando nas estampas de jornais e revistas durante o Estado Novo. As fotografias foram disputadas pela imprensa da época e mobilizaram o público...
Imagem: Virgulino Lampião e Maria Bonita à frente dos cangaceiros, fotografados em 1936
disponível em:
http://
Marcações: Semióticas
sábado, 3 de novembro de 2012
RELEMBRANDO FATOS DA POLÍTICA POTIGUAR
Fernando Caldas
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO
![Há dias em que as palavras são mais difíceis. Talvez por serem mais delicadas… as pessoas a quem as dizemos…
(Simples-mente)
[Emílio Miranda]](https://m.ak.fbcdn.net/sphotos-b.ak/hphotos-ak-ash3/s480x480/533531_239589382835283_1347831654_n.jpg)

![O mais forte é o que vence pelo silêncio.
(Simples-mente)
[Emílio Miranda]](https://m.ak.fbcdn.net/sphotos-d.ak/hphotos-ak-prn1/s480x480/69147_238569469603941_1572402205_n.jpg)


![Foto: Poemas são desprezíveis lamúrias
Que os ditos poetas escrevinham
Em sebentas folhas de papel…
Se queres poesia, e bela,
Olha o céu e o mar, escuta a brisa
E as aves
E a tua respiração. Melhor poesia
Não há!
Arre, que mania a de querer
Saber do que não se sabe…
Presunção de olhar onde nada existe
E de falar do que ninguém vê…
[Emílio Miranda]](https://m.ak.fbcdn.net/sphotos-a.ak/hphotos-ak-ash3/c0.0.403.403/p403x403/546950_504402086246279_2147252756_n.jpg)
