quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

De Renato Caldas

O poeta Renato Caldas, sempre ia a casa de Severo Santiago, que era também fazedor de versos. Lá pras tantas, num bate papo na calçada da residência de Santiago, é indagado pelo dono da casa: "Renato, me diga aí as três melhores coisas do mundo": Renato respondeu de imediato: "Cerveja gelada, boi na invernada e mulher pelada". "Pois bem, Renato, agora diga as três piores": Renato sem nem pestanejar, soutou essa: "Cerveja quente, boi doente e mulher dos outros que a gente quer pra gente". A esposa de Severo presente, soltou uma boa gargalhada e entrou. Renato olhou pra Severero, dizendo: "Viu o que você provocou, amigo. Agora, durma no sofá!"

Fernando Caldas

Assuenses das antigas

 
 Fotografia do blog: Assu na ponta da língua.

Arcelino Costa Leitão e Maria Olímpia Neves de Oliveira - Maroquinhas. "Seu" Costa, foi prefeito do Assu, 1958-62, e Maria Olímpia, também foi prefeita da terra assuense, 1963-67. A fotografia fora tirada no escritório da residência daquele casal, na casa da avenida Senador João Câmara, hoje demolida para dar lugar a prédios comerciais de propriedade de Sebastião Diogenes, onde funcionau o bar Brutinhos.  Costa faleceu, salvo engano, em 1977, e Maroquinhas ainda vive seus bons noventa anos de idade, residindo atualmente na capital federal, funcionária pública aposentada pelo INCRA, então INDA, emprego que ela conseguiu por merecimento, com o amigo de Mossoró-RN, Dix-Zuit Rosado, quando presidente nacional daquela reparticão federal. A fotografia é do blog: Assu na ponta da língua.Fica o registro.

Fernando Caldas


O amor que morre para amar não volta.
O amor que morre para amar não volta.
Pare de olhar para trás. Você já
sabe onde esteve, agora precisa
saber para onde vai.
 
De: Luz de uma nova Era
Pare de olhar para trás. Você já
sabe onde esteve, agora precisa
saber para onde vai.

Corredor da Folia e arquibancadas estão prontos para o Carnatal 2012

Micareta começa nesta quinta, dia 6, e termina no domingo, dia 9.

Corredor da Folia e setor Azul das arquibancadas já estão prontos.

Do G1 RN

Entrada do 'Corredor da Folia' está pronto para o Carnatal 2012 (Foto: Augusto Gomes/G1)Entrada do 'Corredor da Folia', que está pronto para o Carnatal 2012 (Foto: Augusto Gomes/G1)







O Carnatal 2012 – carnaval fora de época de Natal -  começa nesta quinta-feira (6) e segue até o domingo (9). A estrutura do 'Corredor da Folia' já está pronta. São 80 camarotes montados. O setor Azul de arquibancadas, localizado na Av. Prudente de Morais, também está finalizado e tem capacidade para 1.800 pessoas, segundo informações da Destaque Promoções, organizadora do evento.
O setor de camarotes Rosa, na Av. Lima e Silva, está em fase de acabamento com conclusão prevista para esta terça (4), de acordo com Marcel Macedo, social media da Destaque Promoções.

Os camarotes temáticos foram instalados ao longo do trajeto, que este ano se estende pelas avenidas Prudente de Morais, Lima e Silva, Romualdo Galvão e Amintas Barros.
Os foliões ainda podem adquirir os abadás na Central do Carnatal, localizada no Natal Shopping. Contudo, o sábado (8) do Nana -  comandado pela banda Chiclete com Banana -  está indisponível. Teve todas as 4 mil unidades vendidas.

Cerveja & Coco, Balada e Pirraça também estão praticamente esgotados, de acordo com a Destaque. "Mesmo assim as vendas continuam. Enquanto houver abadá, a Central do Carnatal estará aberta. Inclusive nos quatro dias do evento", afirmou Marcel.
No vídeo ao lado, o juiz José Dantas de Paiva dá dicas e orienta sobre os cuidados necessários para os pais que pretendam levar crianças e/ou adolescentes ao Carnatal.
Na quinta-feira (6), o primeiro bloco entra na avenida às 18h30 e o último às 20h. Na sexta (7), a folia também inicia às 18h30 e o último trio começa a tocar às 21h.

No sábado (8), de acordo com a programação, a micareta te início às 17h30 e o último bloco se apresenta às 21h. Já no domingo (9), último dia de folia, o primeiro bloco sai às 17h30 e o último vai para a avenida às 18h30.
Mais informações no site do Caranatal.
Carnatal se tornou a maior festa da cidade (Foto: Canindé Soares)Carnatal se tornou a maior festa da cidade (Foto: Canindé Soares)






* O Carnatal
Para os foliões não há como negar: a expectativa pelo próximo Carnatal começa sempre que um acaba. É assim desde 1991, quando foi criado o que seria, por mais de 20 anos, a maior e melhor micareta do Brasil. Muito mais do que números grandiosos, case de sucesso, o Carnatal agrega alegria, felicidade e oferece entretenimento para o povo potiguar, que passa o ano na expectativa de reviver os quatro dias de folia mais animados da cidade.
Mas esse ano o Carnatal vem cheio de novidades, afinal, a capital potiguar cresceu, apareceu e passou a ter ainda mais importância como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Hoje, Natal planeja sua reestruturação para receber o Arena das Dunas, estádio principal do campeonato mundial , que será construído no espaço do antigo Machadão, onde por tantos anos circularam os trios elétricos da maior festa da cidade.
E como não poderia deixar de ser, o Carnatal acontecerá, acompanhando essa etapa de desenvolvimento tão importante para o nosso estado. O percurso ganhou novas adaptações, o trajeto será alterado, mas a festa terá a mesma alegria. “O evento servirá ainda de piloto para as festividades realizadas durante o Mundial em Natal, seguindo o modelo da Fan Walk da Cidade do Cabo, na Copa do Mundo de 2010”, disse Roberto Bezerra, um dos diretores da Destaque Promoções.
* Da redação do CarnataL

ANTIGA RIQUEZA DO SERTÃO



ALGODÃO: O NOSSO OURO BRANCO

A mata virou capoeira e algumas áreas estão ficando desétricas, provocadas pelo desmatamento. E o tempo está passando. Lá se vão duas décadas e meia, com novas gerações, e o espaço agrícola que um dia foi devorado no golpe da foice e do machado para dar lugar a pequenas plantações de algodão, milho e feijão, já está quase todo ocupado pela capoeira e pela criação de gado. Pela natureza nascem alguns arbustos compatíveis ao solo. Porém, no seio da mata renascida, resquício de uma época que se apresenta na retina fatigada do olhar saudoso do sertanejo, aparecem alguns pés de algodão viçosos que se abrem em flores e em frutos. Por várias décadas, principalmente a de 70 e início da de 80, do século XX, que foi a que eu presenciei, o algodão era a riqueza nas propriedades, foi o ouro branco do sertão.

Duas ‘carreiras’ de feijão e uma de milho, sendo que a de milho era alternada com a semente do algodão. Assim era a configuração da plantação na roça do camponês depois da terra molhada pelo 'inverno' e preparada para o plantio. O feijão e o milho, assim como permanecem até os dias atuais, eram destinados a subsistência da família e eram colocados em silos quando a safra era boa. Nos anos de boa colheita, o excedente era comercializado nas feiras mais próximas.

E o algodão? O algodão era a galinha dos ovos de ouro do homem da roça. Era quem garantia a renda adquirida através da safra e servia para comprar as vestimentas da família, um móvel novo para a casa, uma bicicleta, um boi de campina, um arado. Isso nas pequenas e médias propriedades. Já nas grandes fazendas, os agricultores tinham lucros maiores e, com isso, compravam caminhões, tratores, carroças, casas em Natal, carros particulares e algo mais.

Os ‘apanhadores’ de algodão saíam bem cedinho com o bisaco e o cabaço com água, no piar do passarinho ou no cantar do galo. “Vamos ver quem apanha mais?”. Havia sempre uma disputa. Falavam sempre que fulano ou sicrano era um grande ‘apanhador’. A unidade de medida era a arroba -15 quilos, levado à balança sempre no final da tarde. Caderneta na mão, Chico colheu 16 kg, José, 20; Maria, 17. A soma era acumulada por toda a semana e o pagamento, só após a venda do produto, no sábado, dia de feira na cidade. Na cidade circulavam caminhões e tratores com carroças 'carregados' de trouchas de algodão, que eram vendidas nas algodoeiras locais ou em outros centros. Vale salientar que o comércio era grande, muitos agricultores tinham imensos armazéns no centro da cidade para armazenar essa riqueza. Circulava muito dinheiro, além de festas como ano novo, carnaval, semana santa, São João, padroeiro da cidade, Natal. Imagine que o nosso município, Pedro Avelino, tinha quase 14 mil habitantes.

“Sai de cima do algodão, menino!, você vai adoecer, vai se coçar, pode cair e quebrar o braço”, esbravejava a mãe do garoto, cuidadosa. O depósito do produto era feito na primeira sala da casa ou no alpendre, a famosa varanda. Havia época que mal dava para adentrar para o interior da residência. O estoque chegava a tocar no telhado e as crianças se apropriavam da ‘ruma’ daqueles capuchos branquinhos para desenvolverem algumas peripécias. Dessa 'brincadeira' eu participei quando papai arrendou a fazenda Serra Aguda, no final da década de 60. 

Com o tempo e por conta da ausência de políticas públicas em defesa do pequeno produtor rural, sobretudo, assistência técnica, o algodão foi aos poucos sendo consumido por uma praga, apenas conhecida como ‘bicudo’. Vencido, sem nenhuma alternativa que possibilitasse salvar a lavoura, a produção foi cessando até o seu esgotamento final.

E hoje, esquecido no seio da caatinga, a sua presença é apenas o testemunho que faz brotar na lembrança a sentença de um tempo que não volta mais.

Marcos Calaça, jornalista (UFRN)
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Luís de Camões

Imagem de: Mais De Um Milhão De Românticos
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís de Camões 

*Adriano Ferris*


POR FAVOR VAMOS AJUDAR A ENCONTRAR ESSA JOVEM!!!! COMPARTILHEM!!!! ELA VAI VOLTAR, EM NOME DE JESUS!!!!!
NOME: KARYNE VIANNA DA CONCEIÇÃO - @[100001072792192:2048:Kaah Viianna]
IDADE: 15 ANOS DATA DE NASCIMENTO: 27/09/1997
DESAPARECEU DURANTE A MADRUGADA DE 02/12/2012.
POR FAVOR, SE POR ACASO VEREM ESSA MENINA, ENTREM EM CONTATO NOS TELEFONES:
Casa: (41) 3079-4895
Celulares: (41) 9198-3570/(41) 8851-6580/(41) 9106-1483
COMPARTILHEM!!!! QUEREMOS A KARYNE DE VOLTA.
@[1305248020:2048:Rodrigo Vianna]|@[100000776968591:2048:Luciene Vianna]|@[100001342465444:2048:Cezar Vianna da Conceição]|@[100001147779186:2048:Luann Vianna]














NOME: KARYNE VIANNA DA CONCEIÇÃO - Kaah Viianna
IDADE: 15 ANOS DATA DE NASCIMENTO: 27/09/1997
DESAPARECEU DURANTE A MADRUGADA DE 02/12/2012.
POR FAVOR, SE POR A
CASO VEREM ESSA MENINA, ENTREM EM CONTATO NOS TELEFONES:
Casa: (41) 3079-4895
Celulares: (41) 9198-3570/(41) 8851-6580/(41) 9106-1483
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Inter TV Cabugi grava programa “RN Móvel” em Extremoz

O programa RN Móvel, que identifica problemas e soluções em cidades e bairros da Grande Natal, está com sua equipe de produção em Extremoz ouvindo os cidadãos do município nas proximidades da Estação Ferroviária. Na terça e quarta-feira (04 e 05) a equipe – depois de identificar as questões colocadas pelos munícipes -, grava o programa que irá ao ar na quinta-feira, 06, às 12h.

De acordo com informações de Antonio Costa e Anderson Augusto, da equipe de produção da emissora, o programa é semanal e objetiva prestar serviços de forma intinerante para mostrar os aspectos positivos e negativos e também colher ações em prol da cidadania que sirvam de exemplo.

O programa RN Móvel estreou no dia 05 de novembro. Ele pretende ser um porta–voz das comunidades, cobrando dos gestores soluções para cada caso apresentado, com a presença de algum representante de órgãos ou prefeituras envolvidas para que esclareça as situações colocadas no ar. (LS).



Fotos: Max Jordani

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO