quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


CHUCHU
Para quem não gosta ou não sabe, o chuchu é um alimente muito importante que pode ajudar, e muito, a manter o peso e no tratamento da pressão alta. Veja:

O chuchu é uma fonte de minerais e fibras que auxiliam na digestão e no funcionamento do intestino.
Possui vários nutrientes, como ferro, magnésio, potássio, fósforo, cálcio, vitaminas do complexo B e pequenas quantidades de vitamina C, que beneficiam o sangue, os ossos, a pele e a saúde geral.
Por ser composto por 90% de água, também ajuda na hidratação do organismo.
Para dieta é ótimo, pois tem apenas 30 calorias em cada 100 gramas. Além de ser diurético, combatendo a retenção de líquidos.
Como o tomate, o chuchu é um fruto, com sementes internas envolvidas pela parte comestível.
Os brotos de chuchu são ricos em nutrientes como as vitaminas C e B, e também são excelentes fontes de cálcio, fósforo e ferro.
É recomendado no tratamento da pressão arterial para isso basta cozinha-lo sem sal.
Pode ser utilizado em uma variedade de receitas como suflês, sopas, refogados, tortas, recheado, gratinado, em omeletes e saladas.
A melhor época para comprá-lo é de junho a outubro, quando sua safra é maior e os preços menores.
Na hora de escolher o alimento prefira os mais verdinhos e não os deixe na geladeira por mais de uma semana.

"Merci"
CHUCHU
Para quem não gosta ou não sabe, o chuchu é um alimente muito importante que pode ajudar, e muito, a manter o peso e no tratamento da pressão alta. Veja:

O chuchu é uma fonte de minerais e fibras que auxiliam na digestão e no funcionamento do intestino.
Possui vários nutrientes, como ferro, magnésio, potássio, fósforo, cálcio, vitaminas do complexo B e pequenas quantidades de vitamina C, que  beneficiam o sangue, os ossos, a pele e a saúde geral.
Por ser composto por 90% de água, também ajuda na hidratação do organismo.
Para dieta é ótimo, pois tem apenas 30 calorias em cada 100 gramas. Além de ser diurético, combatendo a retenção de líquidos.
Como o tomate, o chuchu é um fruto, com sementes internas envolvidas pela parte comestível.
Os brotos de chuchu são ricos em nutrientes como as vitaminas C e B, e também são excelentes fontes de cálcio, fósforo e ferro.
É recomendado no tratamento da pressão arterial para isso basta cozinha-lo sem sal.
Pode ser utilizado em uma variedade de receitas como suflês, sopas, refogados, tortas, recheado, gratinado, em omeletes e saladas.
A melhor época para comprá-lo é de junho a outubro, quando sua safra é maior e os preços menores.
Na hora de escolher o alimento prefira os mais verdinhos e não os deixe na geladeira por mais de uma semana."Merci"

"Os três desejos de Alexandre"

Açu ontem, Assú hoje(04/12/12)
A casa de doutor Edgard Montenegro na rua Prefeito Manoel Montenegro
Fotografias de Rosimar Querino.
Açu ontem, Assú hoje(04/12/12)
A casa de doutor Edgard Montenegro na rua Prefeito Manoel Montenegro


Recordar é Viver



Por Aluizio Lacerda

O blog resgata hoje um dos maiores monumentos da cultura e do saber do estado potiguar: A Casa do Estudante de Natal, foi um dos maiores celeiros na formação de ilustres personalidades do universo cultural e politico, homens que vivendo na simplicidade das cíclicas crise da instituição, superaram adversidades e venceram enormes desafios na busca da aquisição de uma vida melhor.

Grandes figuras passaram pelo casarão da rua coronel Lins Caldas: Médicos, engenheiros, advogados, Juízes  professores, governantes, Jornalistas, desportistas, atletas, revolucionários, enfim, uma seleta trupe de homens de bens, a maioria vindo do interior tentar a sorte na capital, perseguindo a felicidade e o direito de conquistarem um lugar ao sol.

Sem fazer revelação de nomes, faço parte deste colossal empreendimento formador de gente boa e capacitada a serviço de uma sociedade carente de gente bem qualificada. 

Obtive na Casa do Estudante um dos maiores aprendizado da minha vida, convivendo com gente de todos os recantos do estado, cujo período vive bem fresquinho em minha memória.

SECA NO NORDESTE – POR QUE SOMOS TÃO POBRES?

zaqwe

Paulo Araújo

Observe bem esta fotografia, nos seus mais pequenos detalhes. Ela foi feita há duas semanas na comunidade rural de Negros dos Riachos, no município de Currais Novos, região do Seridó potiguar. O local, como o nome sugere, é formado por remanescentes de um quilombo, da mesma forma que muitos outros espalhados pelo Brasil.

Na imagem, a professora Marcia Carla se prepara – com toda a emoção que o momento provoca – para se despedir definitivamente das seis crianças, depois do convívio de alguns anos na escola local. O sorriso da professora substitui um choro evidente, quase audível, encoberto pelas lentes dos óculos.
Estes seis pequenos brasileirinhos, excluídos do que possa haver de mais básico ao ser humano – como roupas, por exemplo –, estão cumprindo uma rotina diária bem diferente daquela a que teriam direito se a riqueza da 6ª maior economia do planeta fosse distribuída de forma justa por meio de políticas públicas que realmente fizessem o Brasil ir para frente.
Flagelados da seca do Ceará durante a seca de 1877-1879
Flagelados da seca de 1877-1879


no Ceará
Depois de parar e posar para a foto, eles vão caminhar alguns quilômetros e transportar na cabeça, em galões de zinco, alguns litros de água para tomar um banho. Quem conhece, sabe como pesa um galão de água deste tamanho na cabeça. A cisterna, reservatório de água que aparece atrás do grupo, está vazia por causa da seca que castiga o Nordeste brasileiro de forma tão inclemente como não se tinha registro nos últimos 85 anos. Comprar água de um carro-pipa para abastecê-lo é impossível.
No alcance da lente do fotógrafo, só o cinza da paisagem, interrompida aqui e ali pelo verde tímido da algaroba. O chão está seco, esturricado. A poeira transportada pelo vento cola na pele, nos cabelos, nas roupas e deixa os personagens com uma maquiagem natural de terra. A única luz da fotografia vem do sol de fim de tarde no sertão, lambendo-lhes o lado esquerdo do rosto.
Nos braços da professora Márcia, o menor do grupo. Quantos anos terá? O que lhe reserva o futuro? Os outros cinco, que formam uma espécie de escadinha demográfica da casa, sorriem para nós, pois neles a inocência e a falta de consciência das coisas, natural para a idade, ainda não lhes despertou para a realidade a que estão submetidos. São felizes, ponto final.
Jornal natalense A República, edição de 6 de agosto de 1915.
Jornal natalense A República, edição de 6 de agosto de 1915.
Quase todo o Brasil cabe nesta foto. Ela nos cobre de vergonha da cabeça aos pés e surge diante de nós para refutar, sem direito a argumento contrário, qualquer idéia de país rico, líder de um bloco econômico chamado Bric, e que vai sediar uma Copa do Mundo em 2014 e uma Olimpíada em 2016. Que triste e desigual país é este? Por que ainda somos tão pobres e temos tantos problemas em encarar esse fato? Conviveremos até quando com esta imagem?
Este é o pedaço do Brasil onde nunca chegará a água da Transposição do Rio São Francisco, a jóia da coroa do PAC I, por onde já escorreram mais de 8 bilhões de reais. O que há no projeto criado por Lula – ele próprio a encarnação do brasileiro que fugiu de uma fotografia como esta e tornou-se o presidente mais popular do Brasil – são canais vazios formados por placas rachadas no solo seco entre a Bahia e Pernambuco.
Este é o pedaço do Brasil onde, a cada dois anos, a rodovia muito próxima desta casa onde moram estas seis crianças são rasgadas por LandRovers transportando pessoas que chegam, desembarcam, dão abraços, beijos, posam para fotografias, fazem promessas de melhoras e somem no rastro da poeira – para voltar, de novo, dois anos depois. Fora a isso, eles só são assistidos por pessoas como a professora Márcia. Por isso o choro travestido de sorriso na hora da despedida.
Edição de 26 de março de 1942, no Jornal do Commércio, de Recife, Pernambuco.
Edição de 26 de março de 1942, no Jornal do Commércio, de Recife, Pernambuco.
Daqui a cem anos, quando não estivermos mais aqui, é bem provável que esta cena possa ser repetida para outro fotógrafo de forma absolutamente igual em pose, gestos, contexto e geografia. Também por outras professoras Márcias que vão lá, tentam mudar uma realidade tão difícil por meio do conhecimento. E também por outras crianças, e outras cisternas vazias, e outros galões, e outras terras ressequidas, e outras nudezes.
Fonte - http://www.thaisagalvao.com.br/
P.S. – PESQUEI O TEXTO DO JORNALISTA PAULO ARAÚJO NO BLOG DA THAISA GALVÃO E ACRESCENTEI ALGUMAS NOTÍCIAS DE ANTIGOS JORNAIS DE NATAL

Do blog Tok de Hstória



Não há nada que me faça
da minha infância esquecer,
me vejo até renascer
toda vez que a banda passa.
Com emoção lembro a praça
e as flores de seu jardim,
sinto cheiro de jasmim
daquele doce passado...
Tocando a banda um dobrado,
leva uma banda de mim.

Luix Xavier, poeta glosador de Assu-RN


Do blog: Filarmônica Elino Julião Timbaúba dos Batistas-RN








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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

De Renato Caldas

O poeta Renato Caldas, sempre ia a casa de Severo Santiago, que era também fazedor de versos. Lá pras tantas, num bate papo na calçada da residência de Santiago, é indagado pelo dono da casa: "Renato, me diga aí as três melhores coisas do mundo": Renato respondeu de imediato: "Cerveja gelada, boi na invernada e mulher pelada". "Pois bem, Renato, agora diga as três piores": Renato sem nem pestanejar, soutou essa: "Cerveja quente, boi doente e mulher dos outros que a gente quer pra gente". A esposa de Severo presente, soltou uma boa gargalhada e entrou. Renato olhou pra Severero, dizendo: "Viu o que você provocou, amigo. Agora, durma no sofá!"

Fernando Caldas

Assuenses das antigas

 
 Fotografia do blog: Assu na ponta da língua.

Arcelino Costa Leitão e Maria Olímpia Neves de Oliveira - Maroquinhas. "Seu" Costa, foi prefeito do Assu, 1958-62, e Maria Olímpia, também foi prefeita da terra assuense, 1963-67. A fotografia fora tirada no escritório da residência daquele casal, na casa da avenida Senador João Câmara, hoje demolida para dar lugar a prédios comerciais de propriedade de Sebastião Diogenes, onde funcionau o bar Brutinhos.  Costa faleceu, salvo engano, em 1977, e Maroquinhas ainda vive seus bons noventa anos de idade, residindo atualmente na capital federal, funcionária pública aposentada pelo INCRA, então INDA, emprego que ela conseguiu por merecimento, com o amigo de Mossoró-RN, Dix-Zuit Rosado, quando presidente nacional daquela reparticão federal. A fotografia é do blog: Assu na ponta da língua.Fica o registro.

Fernando Caldas


UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO