
sábado, 19 de janeiro de 2013
Impasse nos reajustes
Do site Consultor Jurídico
Reajuste de servidor causa impasse no governo. A dúvida é se os reajustes concedidos aos servidores públicos no ano passado poderão ser pagos em janeiro, já que a peça orçamentária de 2013 ainda não foi aprovada.
A previsão é que a matéria seja apreciada pelos parlamentares somente em fevereiro, quando acaba o recesso. Diante da confusão, cada poder está fazendo uma leitura diferente da situação. No Executivo e no Ministério Público da União (MPU), a decisão é pagar os salários com reajuste. Já os concursados da Câmara e do Senado deverão esperar a aprovação do Orçamento.
A tendência é que o Judiciário siga o mesmo entendimento do Legislativo. No Supremo Tribunal Federal, o reajuste não será pago. O mesmo vale para o Tribunal de Contas da União (TCU).
As informações são do jornal Valor Econômico.
Postado por Siqueira
Reajuste de servidor causa impasse no governo. A dúvida é se os reajustes concedidos aos servidores públicos no ano passado poderão ser pagos em janeiro, já que a peça orçamentária de 2013 ainda não foi aprovada.
A previsão é que a matéria seja apreciada pelos parlamentares somente em fevereiro, quando acaba o recesso. Diante da confusão, cada poder está fazendo uma leitura diferente da situação. No Executivo e no Ministério Público da União (MPU), a decisão é pagar os salários com reajuste. Já os concursados da Câmara e do Senado deverão esperar a aprovação do Orçamento.
A tendência é que o Judiciário siga o mesmo entendimento do Legislativo. No Supremo Tribunal Federal, o reajuste não será pago. O mesmo vale para o Tribunal de Contas da União (TCU).
As informações são do jornal Valor Econômico.
Postado por Siqueira
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
A BODEGA DE SEU JAIME
Bem do lado sudoeste do Mercado Público Municipal ficava a tão cantada e
decantada bodega. Lembro-me bem da fisionomia do seu proprietário. Era
um homem calmo, compreensivo e que sabia conduzir aquela taberna tão do
povo.
A mercearia tinha pouca iluminação, um cheiro forte de
fumo e muito frequentada tantas vezes por dia. Lá poderíamos encontrar
pavios, lamparinas, urupemas, esteiras, vassouras, querosene e cereais.
Entretanto o que fazia a diferença era a variedade de cachaça que o
mesmo comercializava. Façamos uma viagem no tempo para lembrarmos dos
nomes de algumas delas: Dois tombos, Canta Galo, Chora na Rampa, Língua
de Sogra, Olho D'água, Guaru, Pitu, Primeira Cabeçada, essa última
preparada por Chico do Enchimento e Chico Paulo, que quando colocava a
danada no copo, fazia logo um rosário. Ainda tinha Vinho de Jurubeba,
Cinzano, Quinado, São João da Barra e Zinebra (Ginebra de Gato).
Se a bodega era famosa, famosos também eram seus fregueses. Dentre
muitos, lembraremos os mais assíduos: Diomedes, Tio Eugênio, Tio João
Costa, Chico Xerém, João Costa, a Velha Bola, Nelson e Maria Chica,
Manoel Toucinho, Joaquim Rato e Eliza, João Quixá (pai), Capão e seus
meninos, Cirilo, Fernando e Júlio, a Velha do Preso, João Rajado, os
Miguéis, Fiel, Chico Gasolina, Seu Vicente, Segundo, José Veríssimo,
Chico Português, Gregório, Manoel e Pedro Marcelino, João Rosa, José
Targino, Cleto, Israel, Chico Duvidoso, Francisquinho, Chico Dantas,
Joaquim Braz, Pedro Guarda, Relâmpago, Manoel Mulato, José Tenente,
Chico Macaco, O Mudo, José Padre, Pernambuco, Floro, Guachelo, Chico
Raposa e muitos outros que me falha a memória.
O mais interessante era a maneira de pedir uma de cana:
-Seu Jaime, bote uma da que matou o guarda!
-Bota uma da que matou tio João Costa!
-Seu Jaime, bote uma de come figo!
-Bote uma de quando não mata aleja!
O nosso grande poeta e saudoso amigo, Hermógenes Tenente, fez umas glosa com a famosa bodega:
'A cachaça de seu Jaime
É ruim de dar pipoco,
Matou a Velha Bola
Deixou Segundo louco,
Floro bem intoxicado
Chico Português bem rouco.
A cachaça era pagã,
Seu Jaime batizou.
Fiel foi o padrinho,
Segundo apresentou.
Chico português anda
Bem prejudicado,
Foi a gripe que apanhou
No dia do batizado.'
E assim durante muitas décadas aquele pequeno mundo foi o ponto de
convergências de muitos amigos, que passavam momentos felizes e
angustiosos, mas sem nunca ter deixado de ser um ambiente ordeiro e de
muita paz.
João Bosco da Silva, professor
Do Mural-facebook do jornalista da UFRN Marcos Calaça
Previdência complementar de servidor federal terá início em fevereiro, diz ministro
Fonte: Jornal Extra
A trova
A trova é uma forma poética - das mais antigas - cantada em quatro versos. É uma pequena quadra de sete sílabas, tem sua música e sua cadência. Agora, eu me lembro de duas trovinhas amorosas que transcrevo, por sinal, muito antigas, de autoria dos poetas Jader Barbalho e Eduardo Toledo, respectivamente. Vejamos para o nosso deleite:
Parece troça, parece,
Mas é verdade patente,
Que a gente nunca se esquece
De quem se esquece da gente.
.....
A saudade se embaraça
E a paixão se intensifica...
Não pelo instante que passa,
Mas pelo instante que fica!
TÉCNICO DO DNOCS VÊ AÇUDE DO MENDUBIM COMO ALTERNATIVA PARA ABASTECER ASSÚ
Ele enxerga que, apesar do panorama crítico que se verifica por sobre os reservatórios d'água do Rio Grande do Norte, com expressiva perda de capacidade de armazenamento por conta da escassez de chuva, ainda pode se considerar razoável a situação na instância da barragem, que se constitui no principal manancial do gênero no Estado. Indicadores recentes mostram que, hoje, a barragem acumula 52,23% de sua capacidade global.
"A situação é difícil, mas podemos dizer que a barragem ainda mantém uma boa reserva de água", declarou o representante do órgão autárquico regional em Assú. Ele citou que, fora do Vale do Açu, o limite de água dos reservatórios chega a ser desesperador.
"Muitos deles [reservatórios] hoje estão com menos de 40% de sua capacidade", exemplificou. Paulo Rodrigues vê como inadiável que se comece a pensar em alternativas caso a seca se acentue.
A título de sugestão, ele destacou que o açude público de Mendubim, em Assú, hoje pouco acima de 40% de sua capacidade total de acúmulo d'água, pode ser um canal emergencial para abastecer o município do Assú, no caso de ocorrer o agravamento da seca, por consequência, diminuindo a sobrecarga por sobre o volume hídrico que é disperso para suprimento humano através da barragem Armando Ribeiro Gonçalves. IDEIA
"O Mendubim está com pouco mais de 40% [da capacidade], mas não é usado para consumo humano urbano e penso que isso poderia ser levado em consideração, principalmente num ano difícil como 2013 pode ser.
É uma reserva que ajudaria de certa forma a barragem Armando Ribeiro Gonçalves", ponderou o técnico do Dnocs. Finalizando, Paulo Rodrigues admitiu que os prognósticos quanto ao inverno sejam ruins, mas torce para que eles não se confirmem. "A chuva vai ser boa para todos", concluiu.
Fonte: O Mossoroense
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