segunda-feira, 4 de março de 2013


Um poema para uma rosa
Numa mão misteriosa…

Misteriosa
A solidão
Ostenta uma rosa
Na mão
Direita
Estreita
E dengosa.
A rosa
Não a solidão.
Essa é sombria
Como o dia
Em que acordei
E não te encontrei...

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

Um poema para uma rosa
Numa mão misteriosa…

Misteriosa
A solidão
Ostenta uma rosa
Na mão
Direita
Estreita
E dengosa.
A rosa
Não a solidão.
Essa é sombria
Como o dia
Em que acordei
E não te encontrei...

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

GONZAGA CHIMBINHO

Chimbinho era assuense de nascimento e mossoroense por escolha onde fez história, colaborando na educação [chegando a ser Reitor da UERN], na cultura. A sua vida empresarial fora de sucesso. Morreu na noite de anteontem  Sábado, 2, na capital potiguar, e o seu sepultamento ocorreu ontem, 3. A propósito da morte de chimbinho, a prefeita de Mossoró Cláudia Regina divulgou a seguinte nota:


Mossoró está triste. A cidade perdeu, na noite deste sábado (02/03/2013), a inteligência e dedicação do professor Antônio Gonzaga Chimbinho. Batalhador e forte, Gonzaga enfrentou com bravura o câncer que o desafiou por cinco anos. Agora vai descansar deixando uma legião de amigos e admiradores, dos quais tenho a honra de me incluir. Chimbinho sempre foi um entusiasta quando o assunto era Mossoró. É dono de uma longa lista de serviços prestados à nossa cidade. Foi fundador e reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e presidiu a Fundação Municipal de Cultura durante dois mandatos consecutivos da prefeita Rosalba Ciarlini e um da prefeita Fafá. Em sua gestão Mossoró entrou para o calendário turístico e cultural do país, a partir da execução de projetos vitoriosos como "Cidade Junina" e o "Auto da Liberdade".  Mas, o maior legado que Gonzaga deixa é o de seu próprio exemplo de vida. Empresário, homem simples, probo, atencioso. Um professor dentro e fora da sala-de-aula. Faço orações para que Nosso Senhor Jesus Cristo dê conforto à família enlutada, e o receba bem em Sua morada.


Mossoró/RN, 03 de Março de 2013

domingo, 3 de março de 2013


Eu não sou as minhas palavras;
As minhas palavras são o que sou e os meus desejos!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
Fotografia de: Cláudia Miranda
Eu não sou as minhas palavras;
As minhas palavras são o que sou e os meus desejos!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
Fotografia de: Cláudia Miranda

‎"Fora, privilégios!" Por Ruth de Aquino

A Câmara finalmente acabou com o 14º e o 15º salários anuais dos parlamentares, pagos há mais de 65 anos – um projeto já aprovado pelo Senado. A sociedade civil e a imprensa podem comemorar. Na pressão e no grito, ganhamos uma batalha. Mas não a guerra contra privilégios incrustados no Congresso brasileiro.

Os salários extras passarão a ser pagos apenas no início e no fim do mandato dos parlamentares, como ajuda de custo. Um dia, espero, esse penduricalho obtuso cairá totalmente.

Um dia, se todos mantivermos a pressão, também será revista a verba mensal de R$ 78 mil para cada deputado contratar 25 assessores. Não existe privilégio semelhante no mundo. O dinheiro sai de nosso bolso. Não há justificativa. Ponto.

A etimologia das palavras esconde uma imensa riqueza. “Privilégio” vem do latim privilegium. Significa “lei excepcional concernente a um particular ou a poucas pessoas”. Sinônimos de privilégio são “direito exclusivo”, “regalia”. Nenhuma sociedade, nenhum regime político acabou com os privilégios individuais ou de categorias.

Há privilégios aceitáveis, que decorrem do conhecimento, da sabedoria, da idade. E há privilégios imorais. Como os 60 dias de férias anuais dos juízes. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, quer acabar com essa regalia. Já escrevi um artigo sobre o tema (“O chororô dos meritíssimos”) (leia aqui). Não há justificativa para um juiz ter o dobro de férias de todos os trabalhadores no país. Ponto.

Leia a íntegra: http://migre.me/dvsUK

O BEIJO
Azul é o sonho, azul é a cor
da ilusão do teu consolo.
do teu querer, do teu amor
azul é o solo!

Eu, poeta e sonhador,
fibra por fibra hoje descolo
o beijo teu, do teu rigor...
0 beijo colo!

O lírio d'alma no teu colo,
descolo o lábio do rigor...
o beijo colo!
Azul é o sonho, azul é a cor
da ilusão do teu consolo.
do teu querer, do teu amor
azul é o solo!

Eu, poeta e sonhador,
fibra por fibra hoje descolo
o beijo teu, do teu rigor...
0 beijo colo!

O lírio d'alma no teu colo,
descolo o lábio do rigor...
o beijo colo!

Peixes 

- Os pés são elementos importantes para a excitação.
Cheio de romantismo, sofre quando não há sentimento. Mas se sentir segurança, entrega-se totalmente, dá e exige prazer.
Atento aos desejos da sua parceira, os piscianos costumam usar todos os artifícios para satisfazê-la possuem muita sensualidade e fogosidade. Além de ardentes, têm um pique invejável na cama, onde conseguem realizar suas fantasias.
Para as mulheres de peixe amor e sexo se misturam e são uma coisa só. Na cama é muito fogosa, e ardente.
Se quiser enlouquecer alguém de peixes, abuse das brincadeiras envolvendo os pés e as mãos.

Parceiros ideais:
Virgem, discreto e companheiro.
Capricórnio, tranqüilo e seguro.
Touro, persistente e sensível.

De: Permita-Se
Peixes 

- Os pés são elementos importantes para a excitação. 
Cheio de romantismo, sofre quando não há sentimento. Mas se sentir segurança, entrega-se totalmente, dá e exige prazer.
Atento aos desejos da sua parceira, os piscianos costumam usar todos os artifícios para satisfazê-la possuem muita sensualidade e fogosidade. Além de ardentes, têm um pique invejável na cama, onde conseguem realizar suas fantasias.
Para as mulheres de peixe amor e sexo se misturam e são uma coisa só. Na cama é muito fogosa, e ardente.
Se quiser enlouquecer alguém de peixes, abuse das brincadeiras envolvendo os pés e as mãos. 

Parceiros ideais:
Virgem, discreto e companheiro.
Capricórnio, tranqüilo e seguro.
Touro, persistente e sensível.




"Abraham Lula da Silva". Por Elio Gaspari
Charge: Clayton

Nosso Guia vive numa História própria. Já disse que Napoleão foi à China e que Oswaldo Cruz descobriu a vacina da febre amarela. Comparando-se a Abraham Lincoln, informou que “estou lendo” a edição brasileira do livro de Doris Kearns Goodwin e “fico impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batia em mim”.

Onde ele leu isso, não se sabe. Em 1860, Lincoln era um azarão na disputa pela indicação do Partido Republicano e foi beneficiado pela atividade de dois jornalistas/empresários metidos em política. (Depois ambos brigaram com ele porque não queriam o fim da escravidão, mas essa é outra história.)

Nessa fase, Lincoln foi poupado, e no livro que Lula disse estar lendo há duas referências da imprensa a Lincoln, ambas elogiosas. Ele acompanhou o resultado da convenção na redação de um jornal.

Durante a campanha e a Guerra Civil, o pau comeu, e os jornais do Sul, bem como os democratas do Norte, chamavam-no de semianalfabeto, “terrorista inculto”, mas esse era o jogo jogado. A imprensa republicana exaltava sua origem humilde, sua simplicidade e a abstinência de fumo e álcool (páginas 75 e 76).

Numa coisa Nosso Guia está inteiramente certo: aliados e adversários subestimaram aquele advogado desengonçado que gostava de contar histórias.
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Fonte? Blog do Noblat - O Globo

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