domingo, 17 de março de 2013


O atraso reiterado no pagamento de salários viola os direitos de personalidade do empregado por causa de sua natureza alimentar e gera reparação por dano moral.

Para o relator do recurso no TRT, desembargador Flavio Portinho Sirangelo, o atraso contumaz do empregador com a sua principal obrigação contratual para com o empregado (que é pagar salários) ultrapassa os limites do simples incômodo.
Leia mais: http://bit.ly/T9ohn7
O atraso reiterado no pagamento de salários viola os direitos de personalidade do empregado por causa de sua natureza alimentar e gera reparação por dano moral.
Para o relator do recurso no TRT, desembargador Flavio Portinho Sirangelo, o atraso contumaz do empregador com a sua principal obrigação contratual para com o empregado (que é pagar salários) ultrapassa os limites do simples incômodo.

"Educação é progresso."

Postado por DR.

sábado, 16 de março de 2013


‎"Desabroche para a vida. Acorde, sonhar é bom mas a realidade também pode ser doce !!!"

G.Fernandes

"Desabroche para a vida. Acorde, sonhar é bom mas a realidade também pode ser doce !!!"

G.Fernandes

Não alimentarei quaisquer sonhos, além daqueles que as minhas palavras conseguirem…
Elas são dedos e lábios;
Tocam e beijam
E amam
E como impulsos de energia
Viajam no espaço e no tempo
Independentes de mim…

[Emílio Miranda]
Não alimentarei quaisquer sonhos, além daqueles que as minhas palavras conseguirem…
Elas são dedos e lábios;
Tocam e beijam
E amam
E como impulsos de energia
Viajam no espaço e no tempo
Independentes de mim…

[Emílio Miranda]

DOENDO

Tudo dói de sede e de fome
Os bichos, o céu, o mato e o roçado,
A esperança, a vida, o cão sem nome,
A ave de rapina, a casa, o gado.

O canto da acauã
Doendo
O aboio do vaqueiro
Doendo
O vôo da ribaçã
Doendo
A seca do sertão
Doendo

O rogo das mulheres em oração,
O clamor sutil dos oratórios,
Suplício no andor da procissão,
A dor oferecida em ofertório.

Currais abandonados, solidão,
A sanha de um tempo de desterro,
Cacimba já em água, humilhação,
E o berro agonizante do bezerro.

A dor que sempre dói fica doendo,
Pelos séculos sem fim no meu Nordeste,
Cinismo nas promessas dos abutres,
Fartura para os poucos que enriquecem.

Chico Morais
Natal, fevereiro de 2013.
Copiado da página de Chico Morais












DOENDO

Tudo dói de sede e de fome
Os bichos, o céu, o mato e o roçado,
A esperança, a vida, o cão sem nome,
A ave de rapina, a casa, o gado.

O canto da acauã
Doendo
O aboio do vaqueiro
Doendo
O vôo da ribaçã
Doendo
A seca do sertão
Doendo

O rogo das mulheres em oração,
O clamor sutil dos oratórios,
Suplício no andor da procissão,
A dor oferecida em ofertório.

Currais abandonados, solidão,
A sanha de um tempo de desterro,
Cacimba já em água, humilhação,
E o berro agonizante do bezerro.

A dor que sempre dói fica doendo,
Pelos séculos sem fim no meu Nordeste,
Cinismo nas promessas dos abutres,
Fartura para os poucos que enriquecem.

Chico Morais
Natal, fevereiro de 2013.
Copiado da página de Chico Morais

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