segunda-feira, 27 de maio de 2013

Nota

"Amanhã dará inicio o BAZAR DA CARMEM DÉLIA, com moveis, decorações para casa em cristal, porcelanas, telas e muito mais, será realizado na sua residencia enfrente a UERN em ASSÚ, melhores contatos pelo cel. 91996569. Visitem confirme a beleza."

A inveja - Fio condutor para a destruição humana




A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua própria destruição, ainda que não tenha essa consciência.

Viver num ambiente poluído por tais sentimentos desgasta a sanidade mental que habita naqueles que procuram ser puros e leais, mesmo que envenenados pela inveja ou por qualquer outro sentimento torpe e fútil.

Procure limpar a sua alma de tais sentimentos negativos, veja o que de melhor tem o ser humano, busque em cada um o melhor que deles pode tirar, humanizando-os com a sua pureza de sentimentos!



João Gomes Salvador – 01/05/2013
Joaogsalvador.blogspot.com

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana: A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua pr...

AS ANTIGAS LAVADEIRAS E A LAVAGEM DE ROUPA


Ilustração do blog.

Naquela época algumas mulheres humildes tinham como ofício lavar roupas de outras pessoas, a qual elas diziam que era de casa de família, como se elas próprias não fossem família. Lavavam e quaravam na antiga lavanderia do açude público, no atual bairro São Francisco.

Nada de amaciante ou sabão em pó. O sabão era em barra e não tinha o atual cheiro artificial como tem hoje. A presença certa era a do anil que a lavadeira dissolvia numa bacia para as roupas brancas.

Algumas lavadeiras, depois de passar sabão em roupas grossas, batiam e surravam com força ao encontro de uma pedra enorme, depois esfregavam com as duas mãos e deixavam quarar. Após algumas horas, lavavam e estendiam para secar.

Elas saíam cedo de seus lares e regressavam à tardinha com a roupa enxuta com a trouxa na cabeça protegida por uma rodilha de pano.

Era um trabalho pesado, sendo que muitas delas tinham vários anos de profissão para o sustento familiar. Por outro lado, ainda engomavam com o velho ferro à brasa. No outro dia saíam do antigo Bairro do Açude para entregar a trouxa de roupa no centro da cidade.

Um trabalho árduo, mas feito com muita dedicação. Salve as antigas lavadeiras do nosso torrão.


Marcos Calaça, jornalista (UFRN).

domingo, 26 de maio de 2013


Partido Novo

Pérola da VELHA política: "Política é uma arte em que você pode falar tudo, menos o que você pensa" - ex-senador Luiz Estevão, PMDB-DF. Apoie e compartilhe o NOVO:http://www.facebook.com/partidonovo
Transformar o modelo de gestão pública, implementando eficiência, transparência e meritocracia através do engajamento de pessoas comprometidas e competentes.
página: 294.237 curtiram isso

De: Língua portuguesa.

sábado, 25 de maio de 2013

Fotografia quando eu recebia das mãos do Juiz da minha cidade (com aplausos dos circunstantes), o diploma de vereador (que eu não troco pelo de presidente da república), pelo meu querido município do Assu, uma das terras brasileiras da maior importância, nas letras, na economia, na política e muito mais, chegando com muita honra, por unanimidade dos meus pares, a me eleger presidente daquele importante poder legislativa local que, por sinal, é uma das casas legislativas mais antigas da terra brasileiras, que tinha também o poder de administração. 

Fernando Caldas
Duas figuras que fizeram parte da vida social, cultural (ambos eram proprietários de terras agrícolas no Vale do Açu) da terra assuense chamados Nazareno Tavares (Barão) e José Caldas Soares Filgueira, de aristocrática família do Assu. A fotografia é data de 1964, carnal no Clube Municipal.
Duas figuras que fizeram parte da vida social da terra assuense chamados Nazareno Tavares (Barão) e José Caldas Soares Filgueira, de aristocrática família do Assu. A fotografia é data de 1964.
"O rio da minha aldeia".

O Piranhas está inseparável para o Assu, como o Tejo para Lis
boa.

Imagem do blog de Robson Pires.
"O rio da minha aldeia".

O Piranhas está inseparável para o Assu, como o Tejo para Lisboa.

  COMO VIVER 13 ANOS A MAIS E SEM DEMÊNCIA Rosangela Haydem Um estudo publicado em agosto de 2026 trouxe um dado que merece a nossa atenção:...