terça-feira, 28 de maio de 2013

Explicando o comportamento feminino

Entusiasta da educação | Páginas Azuis | O POVO Online

Entusiasta da educação | Páginas Azuis | O POVO Online
Foto: Surpresa com a dimensão que o projeto tomou, Amália se orgulha dos resultados alcançados. “Me emociona saber que é uma coisa do Ceará. É o nosso saber respeitado”, diz. 

Leia a entrevista completa: http://bit.ly/11lnUTz
Do blog: Maria Amália Simonette é assuense de boa cepa, com quem tive o prazer de tê-la como minha contemporânea, pois estudamos juntos no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, de Assu, em 1962-63. Fico feliz com esse artigo publicado no jornal O Povo, de Fortaleza, sobre o trabalho dela, Maria Amália, pela educação do Ceará. Clique no link acima!

Fernando Caldas
Raimundo de Sá Leitão

Por Liduína Sá Leitão

"Quanta tristeza
Há nesta vida
Só incerteza
Só despedida"
"Amanhã, dia 29/05 as 17:30 na Igreja Matriz de São João Batista, Missa de 7º dia de Falecimento de nosso irmão Raimundo Bonifácio Borges de Sá Leitão, agradecemos a todos que comparecerem a este ato de Fé e Solidariedade."
SAUDADE!!!!!
Tu És em Mim Profunda PrimaveraO sabor da tua boca e a cor da tua pele, 
pele, boca, fruta minha destes dias velozes, 
diz-me, sempre estiveram contigo 
por anos e viagens e por luas e sóis 
e terra e pranto e chuva e alegria, 
ou só agora, só agora 
brotam das tuas raízes 
como a água que à terra seca traz 
germinações de mim desconhecidas 
ou aos lábios do cântaro esquecido 
na água chega o sabor da terra? 

Não sei, não mo digas, tu não sabes. 
Ninguém sabe estas coisas. 
Mas, aproximando os meus sentidos todos 
da luz da tua pele, desapareces, 
fundes-te como o ácido 
aroma dum fruto 
e o calor dum caminho, 
o cheiro do milho debulhado, 
a madressilva da tarde pura, 
os nomes da terra poeirenta, 
o infinito perfume da pátria: 
magnólia e matagal, sangue e farinha, 
galope de cavalos, 
a lua poeirenta das aldeias, 
o pão recém-nascido: 
ai, tudo o que há na tua pele volta à minha boca, 
volta ao meu coração, volta ao meu corpo, 
e volto a ser contigo a terra que tu és: 
tu és em mim profunda primavera: 
volto a saber em ti como germino. 

Pablo Neruda, in "Os Versos do Capitão"

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Nota

"Amanhã dará inicio o BAZAR DA CARMEM DÉLIA, com moveis, decorações para casa em cristal, porcelanas, telas e muito mais, será realizado na sua residencia enfrente a UERN em ASSÚ, melhores contatos pelo cel. 91996569. Visitem confirme a beleza."

A inveja - Fio condutor para a destruição humana




A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua própria destruição, ainda que não tenha essa consciência.

Viver num ambiente poluído por tais sentimentos desgasta a sanidade mental que habita naqueles que procuram ser puros e leais, mesmo que envenenados pela inveja ou por qualquer outro sentimento torpe e fútil.

Procure limpar a sua alma de tais sentimentos negativos, veja o que de melhor tem o ser humano, busque em cada um o melhor que deles pode tirar, humanizando-os com a sua pureza de sentimentos!



João Gomes Salvador – 01/05/2013
Joaogsalvador.blogspot.com

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana: A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua pr...

AS ANTIGAS LAVADEIRAS E A LAVAGEM DE ROUPA


Ilustração do blog.

Naquela época algumas mulheres humildes tinham como ofício lavar roupas de outras pessoas, a qual elas diziam que era de casa de família, como se elas próprias não fossem família. Lavavam e quaravam na antiga lavanderia do açude público, no atual bairro São Francisco.

Nada de amaciante ou sabão em pó. O sabão era em barra e não tinha o atual cheiro artificial como tem hoje. A presença certa era a do anil que a lavadeira dissolvia numa bacia para as roupas brancas.

Algumas lavadeiras, depois de passar sabão em roupas grossas, batiam e surravam com força ao encontro de uma pedra enorme, depois esfregavam com as duas mãos e deixavam quarar. Após algumas horas, lavavam e estendiam para secar.

Elas saíam cedo de seus lares e regressavam à tardinha com a roupa enxuta com a trouxa na cabeça protegida por uma rodilha de pano.

Era um trabalho pesado, sendo que muitas delas tinham vários anos de profissão para o sustento familiar. Por outro lado, ainda engomavam com o velho ferro à brasa. No outro dia saíam do antigo Bairro do Açude para entregar a trouxa de roupa no centro da cidade.

Um trabalho árduo, mas feito com muita dedicação. Salve as antigas lavadeiras do nosso torrão.


Marcos Calaça, jornalista (UFRN).

domingo, 26 de maio de 2013


Partido Novo

Pérola da VELHA política: "Política é uma arte em que você pode falar tudo, menos o que você pensa" - ex-senador Luiz Estevão, PMDB-DF. Apoie e compartilhe o NOVO:http://www.facebook.com/partidonovo
Transformar o modelo de gestão pública, implementando eficiência, transparência e meritocracia através do engajamento de pessoas comprometidas e competentes.
página: 294.237 curtiram isso

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO