segunda-feira, 7 de outubro de 2013

PARÁBOLAS POLÍTICAS

Luiz Porfírio, vulgo "Carrapicho", era um mulato, cria do velho Dinarte Mariz. Eleito governador, Dinarte trouxe para Natal o afilhado, que cuidaria dos jardins oficial. Com pouco tempo de cidade, Carrapicho empolgou-se com a farda e falou ao patrão: 
- Padrinho, eu quero "sentar praça" na polícia. 
Tanto insistiu que foi encaminhado para o batalhão. Menos de um ano, o afilhado reclamou ao padrinho:
- O quartel não dá pra mim não. Todo mundo manda em mim... Quero sair de lá.
O governador chamou um oficial para cuidar da dispensa do protegido. 
- Mas governador - ponderou o graduado - esse rapaz jurou a bandeira à pouco; não pode ser dispensado.
Dinarte retrucou:
- Mas eu quero a dispensa dele!
- Desculpe excelência, não pode... - repetiu o oficial - um soldado fora, faz falta a guarnição.
- Dispense o rapaz hoje e traga uma farda para mim que eu fico no lugar dele! Agora pode?
O soldado Carrapicho foi dispensado, na hora...
Autor: Valério Mesquita.

domingo, 6 de outubro de 2013

CAMPOS E MARINA
aliança entre a ex-ministra Marina Silva e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), representou uma derrota política para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), na avaliação de especialistas consultados pelo R7. A união de dois potenciais candidatos à Presidência da República, visando às eleições de 2014, aumentou a força de uma oposição mais consistente contra a presidente Dilma Rousseff.
Na opinião do cientista político Marco Antônio Teixeira, professor do Departamento de Gestão Pública da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Aécio Neves “foi o primeiro a perder” tão logo a aliança foi anunciada, em entrevista coletiva realizada em Brasília neste sábado (5). Contudo, a viabilidade para reunir a oposição em torno da chapa ainda será posta à prova.
— Para essa candidatura Marina-Eduardo Campos ou Eduardo Campos-Marina, eles têm que derrotar o Aécio antes de mais nada, pela posição ao segundo turno. Obviamente, em um eventual embate com a Dilma, esse setor liderado pelos dois não vai conseguir atrair essa oposição toda para si, justamente por ela (oposição) não ser vice e ser um pouco intransigente.
Esse ponto de vista é endossado pelo cientista político David Fleischer, professor emérito da UnB (Universidade de Brasília). Em sua visão, o fato do nome de Aécio ainda não ter obtido grande aprovação pelos opositores à gestão petista no Palácio do Planalto o deixou estacionado nas pesquisas, o que tornou a decisão de Marina ainda mais clara, diante das opções que ela possuía após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitar o registro da Rede Sustentabilidade.
— Acho que ela acertou porque o PEN (Partido Ecológico Nacional) é um partido muito pequeno, embora tenha ecologia no nome, enquanto o PSB é um partido bem estabelecido, (de tamanho) médio, que tem governador e muitos prefeitos. É um partido com lastro no Brasil. Vai ser uma dupla interessante, pode até chegar ao segundo turno contra a Dilma (Rousseff). Eu não vejo como o Aécio Neves vai decolar (nas pesquisas) agora. Ele está muito estacionado.
O papel de Marina na chapa de Eduardo Campos à Presidência ainda não foi oficialmente apresentado, embora se especule que ela virá a ser a vice do atual governador de Pernambuco. O professor Marco Antônio Teixeira acredita que isso não pode ser tido como verdade absoluta ainda, pelo menos não até que as próximas pesquisas de intenção de voto apresentem um quadro de ganho substancial ao líder do PSB. Para o cientista político da FGV, o cenário político ainda permite mudanças.
— Se ela vier a ser vice, obviamente que terá um peso mais direto na campanha, mas é uma situação inédita: ela detém um capital eleitoral muito maior do que ele. O que tem definido no cenário é que existem dois candidatos dos quais só teremos um: ou ela ou Eduardo Campos e não mais os dois. O próximo passo é esperar os efeitos, porque as decisões serão tomadas daqui para frente fazendo-se uma leitura dos efeitos. Hoje é o efeito sobre a candidatura Eduardo Campos. Depois, se avaliarem que a candidata é a Marina, a gente tem que esperar novamente.
Fleischer concorda e vê a necessidade de um papel atuante de Marina para trazer para a chapa com o PSB a totalidade da sua base de apoio. A tarefa não será fácil, uma vez que o eleitor que a acompanha desde as eleições presidenciais de 2010 costuma apresentar um perfil mais crítico, que não apoiaria um candidato apenas por orientação de Marina.
— Acho que ela [Marina] terá que liderar a migração desses eleitores. Eles não vão migrar gratuitamente, então ela terá que ter um papel importante na pré-campanha e na campanha, a partir de abril, maio e junho.
Thiago de Araújo, do R7
(Do blog REGISTRANDO)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Presidente do PSC/RN, Adenúbio Melo, recebe a visita de cortesia do vereador de Parnamirim, Geraldo Magela-PSC, juntamente com Isral Magela.
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" É na delicadeza que as alegrias começam. É no sorrir que a vida floresce."

FranXimenes



RIO PATAXÓ


Fotografia de Renato Cabral

O rio Pataxó é afluente  do  rio Piranhas/Açu.


Feliz daquele cujas loucuras lhe conservam a lucidez. 
by Crisbalbueno


O passar dos anos é inevitável.

A vida nos prepara surpresas com as quais raramente sabemos lidar, e muitas das vezes enroscamos os pés nas mãos. Acabamos presos em armadilhas que nós mesmos, inconscientemente, montamos durante a nossa caminhada. Acabamos por atropelar desejos, pular planejamentos, esquecer as metas, deixar de lado os sonhos...

O passar dos anos é mesmo inevitável.

Porque aos poucos nossas energias vão ficando escassas, nossas forças vão se limitando ao básico movimento do 'sim' e do 'não', enquanto deixamos que o tempo responda pelo resto das nossas atitudes e ações. E quando deixamos que isso aconteça, tomar as rédeas da nossa caminhada, novamente, é muito mais complicado.

O passar dos anos é realmente... inevitável.

Mas podemos fazer a diferença; podemos dar um novo sentido às nossas esperanças enquanto essas permanecem adormecidas em algum lugar entre o sonho e a realidade. E os sonhos... Ah! Os nossos sonhos, aqueles que insistem em nos levar para a frente e que acabam por nos dizer que a vida pode ser mais que isso. E que no final, valerá a pena olhar para trás e dizer que o passar dos anos é inevitável, mas aproveitar a vida é inesquecível.

Somente quando deixamos de acreditar nos nossos sonhos é que realmente envelhecemos.

Você quer acreditar com a gente? Quer construir sonhos e continuar a acreditar neles? Nosso grupo de amigos aqui nawww.aterceiraidade.com está sempre ao seu lado para te ajudar e vibrar com você a cada vitória. Vem com a gente!


Quando na dor, fortaleço-me lembrando que até as rosas têm seus espinhos.
 
by Crisbalbueno

Nome de Abelardo Neto Volta a Ser Lembrado Pra Disputar Vaga de Deputado Estadual



O que parecia ser papo encerrado volta a tona com vitalidade e interesse redobrado por parte do grupo liderado por Ricardo Mota. 
   
A criação do PROS no estado tendo Rafael Mota na presidência da comissão provisória estadual, cria também alternativas de fortalecimento nos demais municipios do estado, pra isso o jornalista Abelardo Neto volta a ser assediado pra colocar seu nome na disputa, tendo até amanhã pra tomar uma decisão e filiar-se ao PROS. 
Todavia o blog consultou o filho do prefeito Abelardo, sentindo-se lisonjeado com o convite e  insistência dos que desejam sua participação.
O secretário de Comunicação da prefeitura do Alto do Rodrigues, preferiu deixar a onda passar, se acautelando da disputa do próximo ano em virtude de não atrapalhar os compromissos anteriores firmado por seu pai de votar em Felipe Maia e Ricardo Mota. 
Razão essa que inviabilizou  o desejo de Rafael Mota de ter Abelardo Neto numa dobradinha com o perfil da juventude no Vale do Assu.
Assim mesmo a sigla do PROS será assumida por lideranças do grupo politico comandado pelo prefeito Abelardo, numa forma de ajudar também o herdeiro do deputado Ricardo Mota, um forte defensor da administração municipal.
Postado por Aluízio Lacerda

Constitução de 1988 completa 25 anos


“Declaro promulgado o documento da liberdade, da democracia e da justiça social do Brasil”, disse há 25 anos o então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal, em vigor até hoje. O Brasil rompia de vez com a Constituição de 1967, elaborada pelo regime militar que governou o país de 1964 até 1985.
DivulgaçãoPela atuação na Assembleia Nacional  Constituinte, o deputado Ulysses Guimarães ficou conhecido como Senhor ConstituiçãoPela atuação na Assembleia Nacional Constituinte, o deputado Ulysses Guimarães ficou conhecido como Senhor Constituição

O trabalho que resultou na “Constituição Cidadã” começou muito antes da Assembleia Constituinte e o fim da ditadura. A luta para acabar com o chamado “entulho autoritário” ganhou força com a derrota da Emenda das Diretas-Já, ou Emenda Dante de Oliveira, rejeitada por faltarem 22 votos, no dia 25 de abril de 1984.

Passadas duas décadas dos militares no Poder, com a restrição de vários direitos e depois da derrota na votação que instituiria o voto direto para presidente da República, lideranças políticas, como Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Luiz Inácio Lula da Silva, Miguel Arraes, Fernando Henrique Cardoso e muitos outros percorreram o Brasil para tentar unir a sociedade com o ideal de pôr um fim ao regime autoritário.

Com a impossibilidade de eleições diretas, o então governador de Minas Gerais, Tancredo Neves, passou a articular a disputa da eleição presidencial no Colégio Eleitoral, formado por deputados e senadores. Até então, só os militares participavam do processo. Tancredo convenceu os aliados, deixou o governo de Minas e se tornou o candidato das oposições. Uma das suas promessas de campanha era a convocação da Constituinte. Na disputa, o ex-governador mineiro venceu Paulo Maluf, candidato oficial dos militares.

Com a eleição de Tancredo, estava cada vez mais próxima a possibilidade do país deixar para trás os anos de ditadura e avançar para o regime democrático. Mas o sonho, no entanto, se viu ameaçado com a impossibilidade de Tancredo tomar posse em 15 de março de 1985, em virtude de uma crise de diverticulite. Internado às pressas no Hospital de Base do Distrito Federal, o presidente eleito fez uma cirurgia de emergência. No dia seguinte à sua internação, subiu a rampa do Palácio do Planalto o vice-presidente José Sarney. Com a morte de Tancredo, em 21 de abril de 1985, Sarney foi efetivado e deu andamento ao processo de transição.

Em 28 de junho de 1985, Sarney cumpriu a promessa de campanha de Tancredo e encaminhou ao Congresso Nacional a Mensagem 330, propondo a convocação da Constituinte, que resultou na Emenda Constitucional 26, de 27 de novembro de 1985. Eleitos em novembro de 1986 e empossados em 1º de fevereiro de 1987, os constituintes iniciaram a elaboração da nova Constituição brasileira. Ao todo, a Assembleia Constituinte foi composta por 487 deputados e 72 senadores.

A intenção inicial era concluir os trabalhos ainda em 1987. No entanto, as divergências entre os parlamentares, especialmente os de linha conservadora e os considerados progressistas, quase inviabilizaram o resultado da Constituinte e provocaram a dilatação do prazo. Foram 18 meses de intenso trabalho, muita discussão e grande participação popular até se chegar ao texto promulgado em 5 de outubro de 1988, por Ulysses Guimarães. Foi a primeira vez na história do país que o povo participou efetivamente da elaboração da Constituição. Além da apresentação direta de sugestões, a população acompanhou da galeria do plenário da Câmara os trabalhos dos constituintes.

A participação popular neste momento histórico da política brasileira pode ser traduzido em números: foram apresentadas 122 emendas, dessas 83 foram aproveitadas na íntegra ou em parte pelos constituintes na elaboração do texto final da Constituição. As emendas foram assinadas por 12.277.423 de brasileiros.

Agência Brasil

DINARTE DE MEDEIROS MARIZ


MINI-BIOGRAFIAS
 
Dinarte de Medeiros Mariz (Serra Negra do Norte/RN, 23.08.1903-
Brasília/DF, 09.07.1984). Fazendeiro, comerciante, industrial, político.
Foi prefeito (de Caicó), senador, governador do Estado. Afável, generoso,
amigo dos amigos. Homem de poucas letras, sem anel no dedo. Quando
governador, assinou a Lei nº 2.307, no dia 25 de junho de 1958, criando a
Universidade do Rio Grande do Norte, simbolicamente inaugurando uma
nova realidade na terra potiguar. Apreciador de poesia, era admirador e
contemporâneo de OM – que, politicamente, foi seu adversário, socialista
que sempre foi. Quando senador da República, nos primeiros anos da
década de 1960, amparou o poeta enfermo, auto-exilado no Rio de Janeiro,
para onde, magoado, fugira à desatenção, à inimizade, à prepotência e à
vingança do poderoso de plantão Aluízio Alves, à época, governador do
RN, e seus zíngaros cortesãos. Ver nota neste volume sobre Aluízio Alves.
(LAÉLIO FERREIRA, in "OTHONIEL MENEZES - Obra Reunida")

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO