quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Costa Branca II - Vale do Assu: Parte IV - São Rafael/RN e Fazenda Serra Branca

Quinta-feira, 25 de outubro de 2012



Serra Branca, na entrada de São Rafael/RN.
Em 1983, a construção da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves deixou submersa a antiga cidade de São Rafael. Em sua substituição foi projetada e construída pelo governo uma nova cidade. Abaixo, descobertas pela seca, ruínas do alicerce de uma escola da cidade antiga. 
Igreja da cidade nova: réplica da igreja da cidade antiga, cuja torre ficou por 27 anos à mostra sobre as águas, vindo a cair em dezembro de 2010.
Serra Branca vista das cercanias da antiga fazenda Serra Branca, construída pelo Barão de Serra Branca, Felipe Néri de Carvalho e Silva.
Fazenda Serra Branca, construída em 1881 para descanso do Barão e sua família. Hoje, apesar de tombada pela Fundação José Augusto como patrimônio histórico e cultural, se encontra em avançado estado de deterioração.








fotosporlivio.blogspot.com

Lauro Vercelio Bezerra Wanderley

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Estória de político folclórico

Titulo do blog.

Valério Mesquita conta que "o vereador J. Barbosa, lá de São Gonçalo, depois de dois mandatos, não logrou o terceiro. Foi derrotado pelas forças das urnas. J. Barbosa não é letrado, porém é muito ladino. Na despedida da câmara municipal e observando o andar da carruagem, teve uma idéia a qual, para os ex-colegas, foi horrível: "Sabem de uma coisa? São Gonçalo é o futuro. Vou comprar um carrinho e ser taxista no aeroporto novo. Não sou bom de "ingrês", mas já vou partir pra cima dos gringos. Com eles a gorjeta é boa. Quando chegar perto deles eu digo: How are You!". Quando me pagarem a corrida mais a gorjeta eu agradeço dizendo: "tanke!". Aprendi essas duas palavrinhas e vou me dar bem. Se eles puxar conversa eu digo: "Grigo véi, eu sou serial kiler". Fim de papo. Só aprendi isso!. Diarréia bilingue.

Lagoa da Ponta Grande, Ipanguaçu/RN

                                          Foto de Luiz Antônio Siqueira.

O que faz um deputado?

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CARNAÚBA

UMA ÁRVORE RUMO A EXTINÇÃO

A carnaúba (Copernícia prunifera ou cerífera) é uma árvore endêmica no semi-árido do nordeste brasileiro, sendo inclusive a árvore símbolo do Estado do Ceará.

O Vale do Rio Piranhas/Assu dominou por longos anos a produção comercial da carnaúba. Nos anos quarenta, a cera de carnaúba atingiu o auge em matéria de preços. No período da segunda guerra mundial a indústria bélica utilizava a cera na fabricação de isolantes. Isso provocou um grande desenvolvimento na região.

A medida em que os preços internacionais aumentavam, cresciam os interesses dos produtores na plantação de novos carnaubais. Em consequência disso, na várzea do Assu, no início da década de sessenta, existiam por volta de seis milhões de carnaubeiras, ocupando uma área de aproximadamente vinte e cinco mil hectares, isto é, mais de 62,5% da superfície destas terras da conhecida várzea. Em solos mais favoráveis, a densidade era tão grande que se caminhava com dificuldade no carnaubal. 
A partir do momento em que a cera começou a ser substituída por produtos sintéticos derivados do petróleo, sua produção foi drasticamente reduzida e a carnaúba passou a ser utilizada para fins menos nobres, como a produção de lenha.

No início da década de oitenta, com a construção da barragem Armando Ribeiro, o Rio Piranhas/Assu torna-se perene, criando condições para o desenvolvimento da agricultura irrigada no Vale. 

A partir deste período, empresas agrícolas chegaram à região com a finalidade de produzirem frutas tropicais, sobretudo para a exportação. Diante desta nova realidade, os carnaubais passaram da condição de “salvador da pátria” para “vilões das terras férteis”. Aí vieram as devastações.

A carnaúba é um tipo de palmeira difícil de ser encontrada. No mundo, com condição de produzir, em grande quantidade o precioso pó, só existe no Brasil. No Brasil, apenas três estados nordestinos possuem carnaubais em abundância: Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. 

No Rio Grande do Norte os carnaubais se estendem apenas pelos vales dos rios: Piranhas/Assu, Apodi/Mossoró e Ceará Mirim, sendo que no Vale do Rio Assu, ocorre em maior extensão. 
Dá para se notar que a Carnaúba é uma planta rara. Se o progresso da região depender do seu desmatamento, certamente dentro de mais alguns anos haveremos de vê-la tão somente através de fotografias, o que é uma lástima para o nosso povo e para o nosso ecossistema.
" Agradeça...
Pela vida que o abraça nesse dia
Pelo amor que aquece seu coração
Por cada sentimento, florescendo emoção
Por cada sonho, decorado de esperanças encantadas
Por cada lembrança, por cada saudade
Por cada passo do caminho
Por cada palavra, cada olhar...
Cada doce carinho
Por tudo, que fez sua poesia
De cada momento, de cada dia
que trouxeram tristeza ou alegria;
Mas que fortaleceram seu amor e sua Fé."

"Claudia Salles"
 
De: O Caminho da Esperança

Zelito Coringa apresentará obras do novo CD 'Candeeiro de Cem Votis'


O multiartista Zelito Coringa (foto), natural de Carnaubais, segue apresentando seu trabalho autoral com canções que farão parte do novo CD já intitulado Candeeiro de Cem Votis.

Algumas composições foram feitas com parceiros do Sul e Sudeste do país, como Xote Lindo, gravada no CD Bendita Companhia – dos parceiros Marcoliva e Tatiana Cobbet, com apresentação do renomado Tom Zé.

Outra música já bastante conhecida do público catarinense é Pra Cantar e Ser Feliz, gravada pelo pianista Caio Muniz.

Zelito Coringa, depois de várias apresentações fora do RN, retorna ao Vale do Açu, seu berço natal e principal fonte criativa.

O carnaubaense defende a realização de um projeto de formação de plateia em música potiguar brasileira a ser desenvolvido em escolas e espaços culturais da região. “O Vale apesar de ser uma das regiões mais rica em diversidade cultural do RN, vive nos dias atuais um verdadeiro retrocesso. Aos poucos estão exterminando aos nossas raízes de mundo varzeano, o que temos de incentivo são tímidas realizações à base de minguados investimentos por parte do poder público. Quando o assunto é valorizar de fato a cultura, o segmento é tratado em segundo plano ou plano nenhum”, desabafa o artista.

Neste final de semana, Zelito apresenta-se no Cine Teatro Pedro Amorim, em Assú, com participações de Johnny Kasanova, Cláudio Araújo, Nelson Bamba, Amileco, Fofinho (ex-Mastruz Com Leite) e Grimaldi Zacarias, além da poetisa Aldinete Sales.

Vale a pena conferir.
Postado por Pauta Aberta

JOAQUIM DE SÁ LEITÃO

JOAQUIM DE SÁ LEITÃO (21.03.1844 - 22.11.1910)
PATRIARCA DA FAMÍLIA SÁ LEITÃO DE AÇU-RN

Nasceu na cidade de Aracati no Estado do Ceará no dia 21 de março de 1844 e faleceu na cidade de Açu no Estado do Rio Grande do Norte no dia 22 de novembro de 1910.

Filho de José de Sá Leitão (Natural de Iguaraçu-PE e faleceu em Aracati-CE 21/jul/1879) e Carlota Maria Saboia de Sá Leitão (Natural de Aracati-CE e faleceu em Aracati-CE 05/jan/1849). O pai de Joaquim é o patriarca da família Sá Leitão em Aracati, deixando dez filhos. Joaquim de Sá Leitão é o oitavo filho.

Joaquim de Sá Leitão, nasceu em Aracati-CE a 21 de Março de 1844 e seguiu para o Recife em 1862. Ao principio foi caixeiro do seu irmão José e depois sócio. Desde que extinguiu-se a sociedade, ficou residindo no Açu, onde tinha ido a negócio.

Em Açu era comerciante e casou em 1876 com D. Anna de Araújo Furtado, que veio a falecer em 1894, deixando cinco filhos. Em um segundo casamento com Maria Sinhorinha Caldas de Sá Leitão (faleceu em 1968) teve mais oito filhos. Tornando-se assim, o patriarca da família Sá Leitão de Açu-RN.

Em Açu além de comerciante foi incentivador da cultura trouxe o drama pastoril “Lapinha” sendo encenada pela primeira vez na cidade do Açu, em 1898, que até hoje permanece na lembrança do povo do Vale do Açu.
 
Por Cleando Cortez Gomes Filho
 
No Acre, o PSC lidera campanha e projetos contra o crack que dia após dia vem destruindo famílias pelo Brasil. No dia 24 de outubro foi realizada a 3ª Marcha Contra o Crack e Outras Drogas, liderada pela deputada federal e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Antônia Lúcia (PSC-AC). Ela é autora do projeto de lei que instituiu o dia 16 de abril como o Dia Nacional de Consciência contra o Crack e outras Drogas.

Zelito Coringa no Cinema Pedro Amorim

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO