quarta-feira, 21 de maio de 2014

O pastor-candidato que pode levar a eleição presidencial para o 2º turno

Eleições 2014


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Líder da Assembleia de Deus, maior igreja evangélica do país, pré-candidato do PSC usa discurso liberal e conservador para conquistar insatisfeitos com Dilma

Felipe Frazão
Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC à Presidência da República discursa na Marcha dos Prefeitos, em Brasília
Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC à Presidência da República discursa na Marcha dos Prefeitos, em Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
"Uma grande parte dos evangélicos vota apenas por causa da palavra 'pastor'", Bispo Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra
A cinco meses das eleições, pela primeira vez, pesquisas de intenções de votos indicaram que a disputa pelo Palácio do Planalto não deverá ser decidida no dia 5 de outubro, cenário que já tira o sono da presidente Dilma Rousseff e dos idealizadores da sua candidatura à reeleição. A queda de Dilma nas sondagens feitas pelos institutos de pesquisa provocou o natural crescimento das intenções de votos dos seus adversários. Na última rodada de pesquisas, um nome chamou a atenção no meio político: com 3% da preferência do eleitorado, segundo o Datafolha, o pastor Everaldo Pereira, do nanico Partido Social Cristão (PSC), pode ser decisivo para levar a eleição para o segundo turno.
O desempenho do pastor Everaldo nas pesquisas recentes evidencia o peso de um segmento da sociedade brasileira que, em 2010, ultrapassou 42 milhões de pessoas: os evangélicos. Everaldo é vice-presidente nacional do PSC e pastor auxiliar da Assembleia de Deus, maior igreja evangélica do país, com 12,3 milhões de fieis – 28% do total. Ele nasceu e foi criado na Assembleia de Deus Ministério Madureira – dissidência fundada no Rio de Janeiro que, estima-se, reúne a segunda maior quantidade de seguidores, superada apenas pelo Ministério Belém, o mais tradicional.
É fato que a pré-candidatura de Everaldo possui uma série de fragilidades e seria difícil encontrar alguém hoje que apostasse na sua vitória. O PSC é um partido pequeno, ainda não tem nenhuma aliança formalizada e deve conseguir tempo reduzido no horário eleitoral na TV – cerca de 1 minuto e 30 segundos. O maior ativo do PSC é justamente o potencial de votos que o pastor pode arregimentar no meio religioso, caso consiga unificar os apoios declarados das igrejas pentecostais e neopentecostais. Para isso, terá de desenvolver propostas convincentes que ainda são uma incógnita até para os líderes evangélicos.

Biografia

Everaldo Pereira, de 58 anos, é casado com a cantora gospel capixaba Ester Batista e tem três filhos, um deles o deputado Filipe Pereira (PSC-RJ). Nasceu em uma casa de religiosos, filho do pastor Heraldo e da missionária Dilma. A residência da família em Acari, bairro pobre da Zona Norte do Rio de Janeiro, era um núcleo da Assembleia de Deus Ministério Madureira. Na infância, vendeu frutas e louças como camelô na Feira de Acari, comércio onde se encontra toda sorte de quinquilharia. Também trabalhou como ajudante de pedreiro e contínuo. Formou-se em Ciências Atuariais (FEFRJ) e abriu uma corretora de seguros própria. Ele entrou na política nos anos 1980, filiado ao extinto Partido Democrata Cristão (PDC), no qual nunca militou de fato. Seu objetivo era fazer campanha para o ex-governador Leonel Brizola (PDT). Everaldo se manteve nos bastidores da política carioca até se sagrar vitorioso com a chapa Anthony Garotinho (PR) e Benedita da Silva (PT), ambos evangélicos, no governo do Estado. Eles tiveram o apoio do ex-deputado bispo Manoel Ferreira (PSC), líder da igreja de Everaldo. Em 2003, filiou-se ao PSC como vice-presidente. Após mais de uma década no comando da legenda, ele decidiu concorrer a um cargo majoritário pela primeira vez. A única experiência similar foi como candidato – derrotado – a suplente de senador na chapa de Jorge Picciani (PMDB-RJ), em 2010. No Rio, estabeleceu laços ainda mais fortes com os peemedebistas: conseguiu emplacar duas secretarias no governo Sérgio Cabral, uma delas para o filho Filipe Pereira. É amigo do líder da bancada na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também evangélico. 

"Uma grande parte dos evangélicos vota apenas por causa da palavra 'pastor'", vaticina o bispo Robson Rodovalho, fundador da Sara Nossa Terra e ex-deputado federal . "Há uma pré-disposição geral do evangélico e do cristão em ver o pastor Everaldo com bons olhos. Grande parte das igrejas tende a estar com ele, se ele conseguir responder às expectativas na formação das demais agendas."
A tendência é que Everaldo receba adesão de igrejas que tradicionalmente indicam voto em candidatos antipetistas, enquanto a presidente Dilma deve manter a aliança com a Igreja Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo, cuja moeda de troca é o Ministério da Pesca, hoje chefiado pelo pastor Eduardo Lopes (PRB). Igrejas tradicionais, como a Batista e Presbiteriana, tendem a "liberar o voto", sem indicar candidatos.
A Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab), que reúne líderes das principais igrejas evangélicas, definirá na próxima semana um calendário de sabatinas com a presidente Dilma, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). A entidade quer conhecer o posicionamento dos três pré-candidatos mais bem posicionados nas pesquisas sobre os valores cristãos. "O evangélico busca alguém que o represente na questão do aborto, do casamento tradicional, vida, família e que valorize a fé e a igreja. Estamos num momento muito intenso, de muita pressão e militância das minorias", afirma Rodovalho. No caso de Everaldo, que também será convidado, as igrejas querem descobrir que plano de governo ele apresentará ao país.
"As pessoas já sabem o que o pastor Everaldo defende: sou a favor da vida sempre, e casamento para mim é entre homem e mulher", diz Everaldo.
Privatização – O pastor se define como um político liberal-conservador, de centro-direita, e prega o Estado mínimo. Promete reduzir a cota de cargos comissionados no governo federal e manter apenas vinte ministérios: "Nós vamos passar tudo o que for possível para a iniciativa privada. Vamos privatizar de verdade, não esse engodo aí de concessão com dinheiro do BNDES".
"O balanço contábil é uma maquiagem, os setores produtivos estão penalizados, com carga tributária de primeiro mundo e serviços prestados de submundo. As desonerações são analgésicos e não vão ao cerne da questão", critica.
Everaldo defende a redução da maioridade penal, fala em reequipar as Forças Armadas e as polícias. Uma das apostas dele é incentivar a formação profissionalizante na educação militar. Sobre os protestos de rua, afirma que teria "tolerância zero com baderneiros". "O governo implantou a desordem nesse país. O cidadão de bem está preso em casa e os bandidos estão nas ruas", diz.
Ele convidou o ex-senador Marcondes Gadelha (PSC-PB) para coordenador o programa de governo e Antonio Cabrera, ex-ministro da Agricultura de Fernando Collor, para criar as propostas nos setores agrícola e ambiental. Suas inspirações são dois políticos mineiros, o ex-vice-presidente Pedro Aleixo e o ex-presidente Itamar Franco: "Ele arrumou o país e elegeu um sucessor que não era do seu partido [Fernando Henrique Cardoso]".
PT – Com discurso de oposição, Everaldo nem parece um ex-apoiador da presidente Dilma. Nas eleições de 2010, o PSC chegou a negociar o apoio ao tucano José Serra, mas fechou aliança com a petista. O pastor participou inclusive da frente evangélica em defesa da presidente no debate sobre a legalização do aborto, que marcou a campanha.
Em março deste ano, o PSC anunciou o desembarque da base de Dilma. Everaldo afirma que a legenda havia optado por lançar um candidato à Presidência há dois anos. "Nós decidimos ter candidato próprio em janeiro de 2011, porque o governo do PT aparelhou o Estado para atender seus interesses partidários. Nós não indicamos nem um garçom", diz Everaldo. "O governo deixou de ser dos brasileiros para ser de um partido só, para a hegemonia de um sistema que está vencido no mundo. Não queremos que o Brasil se torne uma Cuba nem uma Venezuela."
Everaldo nega que a candidatura do PSC tenha sido influenciada pela superexposição que a legenda ganhou ao emplacar o deputado Marco Feliciano (SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara. Ao dar espaço a projetos de lei incentivados por religiosos, o parlamentar foi atacado por partidos de esquerda. "Foram uns detratores e baderneiros. Pior que o Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos foram os mensaleiros na Comissão de Constituição e Justiça", diz Everaldo.
Palanques – Além do provável voo solo na disputa pela Presidência, o PSC tentará dobrar a bancada na Câmara – hoje tem doze cadeiras – e eleger, pela primeira vez, um governador de Estado. Nos principais colégios eleitorais brasileiros, porém, o partido não terá candidatos próprios por estar vinculado aos nomes situacionistas – fator desfavorável à candidatura de Everaldo. O PSC apoia gestões do PSDB em Minas Gerais, no Paraná, onde indicou o deputado Ratinho Júnior para uma secretaria estadual, e em São Paulo, com a nomeação de Gilberto Nascimento Júnior para a chefia adjunta da pasta de Desenvolvimento Metropolitano. No Rio, o PSC abocanhou duas secretarias no governo Sérgio Cabral (PMDB): Ronald Ázaro (Turismo) e outra com o filho de Everaldo, deputado Filipe Pereira (Prevenção à Dependência Química).
Na contramão, Everaldo garantiu recentemente espaço nos palanques do senador Pedro Taques (PDT), candidato ao governo de Mato Grosso, e do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), postulante ao governo do Rio Grande do Norte. Agora, negocia apoio ao senador Lobão Filho (PMDB) à sucessão do clã Sarney no governo do Maranhão. É o que o pastor chama de "remover as pedras no caminho", em alusão a passagens bíblicas. Fiel a sua religiosidade e confiante em uma intervenção divina para chegar ao Palácio do Planalto, Everaldo repete quase em ladainha: “Sou um homem de fé e acredito em milagre”.
(Atualizada às 12h, 19/05/2014)

Artista assuense expõe na Pinacoteca Potiguar


O artista plástico assuense Wagner di Oliveira estará em exposição na Estação Verão 2014, na Pinacoteca Potiguar, em Natal, a partir do dia 06 de junho, às 19h. Intitulada Sertão Encantado, a mostra reunirá 15 trabalhos em óleo sobre tela, pastel sobre canson, acrílica sobre tela e grafite sobre canson, ficando em exposição durante um mês.

Já no dia 05 de junho, às 19h, o artista assuense participa da mostra coletiva intitulada “III Expo Futebol e Arte - Copa 2014”, no Bardallo’s, localizado na Cidade Alta, em Natal.

Wagner di Oliveira é pintor autodidata, filho do pintor e músico Barrinha. A aprendizagem começou aos sete anos, entre revistas de arte e livros de pinturas de Leonardo da Vinci, Monet, Picasso e Van Gogh. Tanta admiração pelos mestres fez o artista tentar vender pequenas histórias ilustradas em folha de ofício na escola.

Por isso mesmo a principal influência não veio do universo pictórico e sim dos quadrinhos dos anos 1980, notadamente Mozart Couto, Eugênio Colonnese, Edmundo Rodrigues e Flavio Colin. Naquela época, era apaixonado por gibis e começou a absorver as técnicas desses quadrinistas.

“Quando comecei a pintar tinha umas seis bisnagas com cores diferentes, mas nenhuma delas era da cor de pele, então resolvi usar o marrom e pintar uma linda negra. Se você pegar as mulheres de Mozart Couto, transformá-las em mulatas, e as colocar em uma tela, vem logo a comparação com Di Cavalcanti”, diz o artista.

A primeira exposição de Wagner de Oliveira foi no evento cultural AssuMix, em 2004. Expôs em festas, quermeses e feiras de negócios de Assu. Em 2005 mostra o valor da sua obra na Caixa Econômica. No mesmo ano, realiza cinco exposições durante o movimento Arte em Toda Parte. Assim, o artista comemora 10 anos nesse ano.

Por Alderi Dantas, 16/05/2014 às 23:44

Julgamento histórico de Café Filho (2)

Ticiano Duarte
Escritor

Murilo Melo Filho, no seu livro, “Testemunho Político”, quando discorre sobre a eleição de 1950, da escolha do nome do candidato à vice-presidente, na chapa vitoriosa de Getúlio Vargas, revela detalhes importantes e esclarecedores de alguns fatos de bastidores até então desconhecidos. 

Diz ele, por exemplo, que até hoje, não se sabe se era Getúlio quem não se candidataria se não tivesse o apoio de Adhemar de Barros ou se era Adhemar quem receava enfrentar Getúlio e dividir a área populista. O certo, como afirmou, é que Adhemar comunicou o seu apoio a Getúlio, reservando-se ao direito de indicar o vice. O seu preferido, inicial, era o cearense, Olavo de Oliveira, do seu partido, senador da república. Como o nome tinha pouca receptividade popular, resolveu indicar outro seu correligionário, também nordestino, do Rio Grande do Norte, o deputado João Café Filho. Este sim. Tinha popularidade pela sua atuação brilhante na Câmara dos Deputados.

Adhemar lançou o nome de Café num comício que realizou, em Natal, telegrafando a Getúlio que se encontrava, em Vitória, “com ameaça de rompimento caso não aceitasse a indicação”. Daí em diante, como relembra Murilo, aconteceu uma violenta campanha da Liga Eleitoral Católica contra o nome do nosso conterrâneo, que inclusive chegou a influir na restrição que o próprio Getúlio começou a fazer ao seu companheiro de chapa.

Em verdade, alguns admiradores do integralismo, infiltrados na chamada LEC não perdoavam o combate que Café fizera, no parlamento e na praça pública, contra os adeptos de Plínio Salgado e ao PRP (Partido de Representação Popular). 

Murilo Melo Filho também recorda a passagem de Getúlio Vargas por Natal, na campanha de 1950, no famoso comício da Praça Pio X, em que o candidato fez questão de não mencionar o nome do seu vice, “na sua própria cidade, prosseguindo no plano de isolá-lo. E assim fez em vários comícios seguintes. Afinal, sabia-se que o seu candidato preferido à vice-presidente era estranhamente o impopular General Goés Monteiro” E esclarece adiante o autor de “Testemunho Político”: “Por quê? Para garantir que os militares não o deporiam novamente, como, aliás, terminou acontecendo? Até hoje se fazem estas perguntas”. 

Diante desse quadro de rejeição e de incerteza, Café concorreu, também, à reeleição de deputado federal, saindo vitorioso nas duas disputas. Antes, porém, resolveu enfrentar Getúlio cara a cara: 

- Tenho o direito de saber se o senhor me quer ou não como companheiro de chapa. Só não posso é continuar na situação em que me encontro, com tantas humilhações.

E é Murilo que relata: “Getúlio levantou-se, tomou-o pelo braço e foi à porta: 

- Vamos para o comício, juntos. 

E lá homologou publicamente a sua chapa com Café”.

A votação de Café foi surpreendente. Teve 2.520.790 votos, contra 2.344.841 votos dados a Odilon Braga e 1.649.309 a Altino Arantes, seus concorrentes. Nessa época, a legislação permitia que se votasse no vice, isolado do titular. Isto é, não havia vinculação de votos dos candidatos a presidente e vice. Eram votados separada e isoladamente. 

Café Filho foi o primeiro vice-presidente, em toda a história do país, eleito pelo voto secreto, popular e direto.

Tribuna do Norte
21/mai/2014
ás 04:53
Publicado por Robson Pires na categoria

Aplicativo vai permitir acompanhamento de políticos e candidaturas

APP candidatoNa era da das redes sociais, um aplicativo deverá ajudar na escolha dos candidatos. Denominado “Transparência”, o aplicativo permitirá acompanhar informações como as propostas de campanhas e a “ficha” do candidato, como por exemplo, se possui processos judiciais. Também será possível monitorar declarações e certidões do eleitorado.
O aplicativo, que já funcionou durante as eleições de 2012, ganhará uma nova versão para o pleito deste ano. De acordo com o desenvolvedor de software, Edson Pieczarka, que coordena a equipe que trabalha no aplicativo, a ideia é tornar o dispositivo mais social. O novo dispositivo deve estar disponível já nos próximos dois meses.
“A primeira versão é focada na pesquisa e ficha dos candidatos, funcionando como um diretório. Para 2014, queremos que os usuários possam avaliar os políticos, seguir o que estão fazendo e postar comentários. Os próprios eleitores poderão criar uma opinião a respeito dos futuros representantes do povo”, afirma. As informações utilizadas pelo aplicativo são oficiais e provenientes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A equipe que desenvolve o dispositivo é voluntária e conta com a ajuda do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

terça-feira, 20 de maio de 2014

Taça da Copa do Mundo chega a Natal no próximo dia 22

Natal irá receber no dia 22 de maio, a Taça da Copa do Mundo. O evento, promovido pela Coca-Cola, vai acontecer no Norte Shopping Natal, com a presença do pentacampeão mundial Rivaldo.
O Tour da Taça da Copa do Mundo acontece desde 2006, e pela primeira vez que a turnê percorre todas as capitais de um país-sede.
A Taça ficará no Brasil pelo menos até o dia 13 de julho, data da decisão da Copa do Mundo de 2014, no próprio Maracanã. A estadia em solo brasileiro, no entanto, pode ir além. Para isso, o Brasil precisa conquistar o hexacampeonato, o que asseguraria ao país o direito de manter o troféu pelos próximos quatro anos.
Ao contrário da Jules Rimet, a Taça da Copa não ficará em definitivo com nenhuma seleção, mesmo que o país conquiste três campeonatos consecutivos ou cinco alternados. Caso a antiga regra fosse mantida, Brasil, Argentina, Itália e Alemanha disputariam o direito em 2014. A Taça da Copa, que tem espaço para ser preenchida até 2038, fica com o próximo campeão até o Mundial seguinte.
De acordo com a regra estabelecida pela Fifa, apenas jogadores que foram campeões e chefes de Estado podem tocar o troféu. Responsáveis pela segurança transportam a taça utilizando luvas, sem fazer contato direto.
Fonte: byNatal

HOMENAGENS:

Dezenas de escoteiros de diversos municípios do RN compareceram à Sessão Solene realizada hoje (20) na Assembleia Legislativa. O evento, proposto pelo deputado estadual George Soares, é alusivo ao Dia do Escoteiro, comemorado no mês passado.

O parlamentar faz parte da União Parlamentar Escoteira do Rio Grande do Norte e tem um trabalho de reconhecimento e apoio ao movimento.

É de sua autoria o Projeto de Lei apresentado este ano que reconhece o assuense Luiz Correia de Araújo Soares como patrono do escotismo no Estado.

Além disso, o parlamentar também é autor da emenda de R$ 100 mil para a construção do Centro da Juventude de Escoteiros de Maxaranguape e se comprometeu em lutar também, com o apoio dos demais deputados, pelos recursos para um Centro a ser construído em Assú.

Homenagens 

Catorze pessoas foram homenageadas durante a sessão representando escoteiros de Natal, Arez, Pureza, Caicó, Pau dos Ferros, Monte Alegre, Ouro Branco, Assu, Mossoró e Macau. 

Uma homenagem póstuma a Antônio Carlos Dantas, mais conhecido como Toinho do Frutilândia, também foi feita. A família de Toinho compareceu à sessão e recebeu a comenda das mãos do deputado. 
"A missão do Movimento Escoteiro é a de contribuir para o desenvolvimento dos valores dos jovens através de atividades atraentes e variadas que servem de extensão dos seus lares. Por isso, merece toda nossa homenagem", afirma George.
Assessoria de Imprensa do parlamentar. 
Do blog Assu na ponta da língua, de Ivan Pinheiro
Como Anjo apareceste
quando tudo julgava perdido.
Em mim esperança renovaste
és bem mais que um doce amigo.
Amigo,palavra doce.
Chamar-te amigo é tão pouco
para te agradecer
este novo despertar,este novo amanhecer.
Anjo de alma pura,
que de mim fizeste luz.
Que me fizeste sonhar,
nas tuas asas fiz meu abrigo, meu aconchego.
Acolheste-me
na tua alma e coração.
Agradeço-te meu Anjo por me teres permitido
ver na vida nova luz.
Anjo meu.Chamo-te assim, não por me pertenceres
mas por te sentir parte de mim.
Cristina Costa


Você ganha forças, coragem e confiança a cada experiência em que você enfrenta o medo. Você tem que fazer exatamente aquilo que acha que não consegue.
*Eleanor Roosevelt

Da linha do tempo de YD


IDA AO PROCTOLOGISTA



Jamais vou esquecer
Este dia tão sombrio
Quando fui a Doutor Bruno
Mostrar o que não devia
Relatei o que sentia
E ele sem cerimônia
Disse-me sem pestanejar:
Deite ali naquela cama
A “Ribeira” vou olhar.

Fiquei todo constrangido,
Deixar um sujeito  ver
E no  meu ânus tocar!
Pense numa hora amarga!
Deu vontade de chorar.
O Doutor muito tranquilo
Foi tocando devagar
Falando que na minha idade
É preciso analisar
Proctologista é médico
Que gosta de cutucar.

Saí dali tão triste
Perguntando a Deus, meu Pai:
Que danado leva um homem
Estudar e se formar
E  ter especialização
Para ânus consultar?

Vou tomar os remédios,
A pomada aplicar
E confiando em Jesus Cristo
Tenho fé e esperança
Que o tal de Doutor Bruno
Não vai  mais  me cutucar.

Mané Beradeiro
20 de maio de 2014
Foto de Tela Vertical.

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO