sexta-feira, 20 de junho de 2014

Sistema de divulgação de candidaturas já está disponível no site do TSE

O sistema responsável pela divulgação das candidaturas registradas em todo o Brasil para as Eleições Gerais 2014, o DivulgaCand, já pode ser acessado na parte central do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na área “Destaques”.
A ferramenta eletrônica permite que cidadão interessado possa consultar a quantidade de candidaturas por município e cargo, possibilitando ao eleitor conhecer os candidatos de sua cidade.
Também estarão disponíveis informações detalhadas sobre a situação dos candidatos que pediram registro de candidatura, assim como todos os dados informados à Justiça Eleitoral.

Robson Pires

quinta-feira, 19 de junho de 2014

São João do Assú é recorde de público

A Praça de São João ficou pequena para o público que acompanhou de perto e cantou 

junto os sucessos da banda Aviões do Forró, uma das mais aguardadas no São João do 

Assú, promovido pela Prefeitura municipal.No palco, os cantores Xandy e Solange 

Almeida cantaram os seus maiores sucessos e contagiaram o público com a sua 

alegria e entusiasmo.

Sao-Joao-de-Assu-2014
http://www.robsonpiresxerife.com/

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Jornal Nacional destacou o lançamento da candidatura do Pastor Everaldo pelo PSC, realizada neste-sábado (14) em São Paulo. Assista!
http://ow.ly/y5DR9
‪#‎AssessoriaPastorEveraldo‬...
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Candidato a vice não foi escolhido.
JORNAL NACIONAL

sábado, 14 de junho de 2014

FRANCISCO DE ASSIS DE SOUZA MARTINS (CIZINHO)

Este açude foi construído com o objetivo de regularizar o fluxo de água do rio Pataxó, hoje ele beneficia várias famílias, tanto no pesqueiro como na irrigação de plantações além ter um belo cenário panorâmico dos mais privilegiados da região do Vale do Assú

O açude permite, que, o desenvolvimento da agricultura local e pesqueiro seja Autossustentável, sendo uma pilastra de sustentabilidade para os seus moradores.


De acordo com o DNOCS, o açude tem a capacidade de comportar até 24.500,000 metros cúbicos de água.




























CHECK UP - DR??? ...Historinha que serve de alerta para idosos saudáveis.

Meu tio Tonico estava bem de saúde, até que sua esposa, minha tia Marocas, a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:
 -Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check up com o médico.
 - Para quê, estou me sentindo muito bem!
 - Porque a prevenção deve ser feita agora, quando você ainda se sente jovem, disse minha tia.
Então, meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de saúde cobrisse.
Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então receitou:
Comprimidos Atorvastatina para o colesterol.
Losartan para o coração e hipertensão.
Metformina para evitar diabetes.
Polivitaminas para aumentar as defesas
Norvastatina para a pressão.
Desloratadina em alergia.
Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então ele indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços.
Meu tio Tonico foi à farmácia e gastou boa parte da sua aposentadoria em várias caixas requintadas de cores sortidas.
Nessa altura, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos verdes para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas para o estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou depois das refeições, voltou ao médico. Este lhe deu uma caixinha com várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado. Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir.
Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele passar através do meio, enquanto eles aplaudiam.
Meu tio, em vez de melhorar, foi piorando. Ele tinha todos os remédios num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa, porque passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas.
Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele usava, deu-lhe um cartão de ‘Cliente Preferencial’, um termômetro, um frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da farmácia.
Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia Marocas, como de costume, fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel, chamou também o médico.
Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o dia e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma pequena taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de Amoxicilina. A cada 12 horas, durante 10 dias. Apareceram fungos e herpes, e ele receitou Fluconol com Zovirax.
Para piorar a situação, Tio Tonico começou a ler as bulas de todos os medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as contra-indicações, advertências, precauções, reações adversas, efeitos colaterais e interações médicas.
Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer mas poderia ter também arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão, insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do estado mental e um monte de coisas terríveis.
Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar com essas coisas, porque os laboratórios só colocavam para se isentar de culpa.
- Calma, seu Tonico, não fique aflito, disse o médico, enquanto prescrevia uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com Rivotril 100 mg. E como titio estava com dor nas articulações deuDiclofenac.
Nessa altura, sempre que o meu tio recebia a aposentadoria, ia direto para a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP.
Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio Tonico não tinha horas suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não dormia, apesar das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas.
Ficou tão ruim que um dia, conforme já advertido nas bulas dos remédios, morreu.
No funeral, tinha muita gente, mas quem mais chorava era o farmacêutico.
Agora, tia Marocas diz que felizmente mandou titio para o médico bem na hora, porque se não, com certeza, ele teria morrido antes.

Este e-mail é dedicado a todos os meus amigos, sejam eles médicos ou pacientes.Qualquer semelhança com fatos reais, garanto, não será pura coincidência.

Assinado: Um sobrinho anônimo

TROVINHAS DE ZÉ AREIA


Zé Areia era uma figura espirituosa do folclore natalense. Suas tiradas de epíricos e seus versinhos populares estão espalhados pelo Brasil afora. Certa vez, ao ver uma mulher loira passar pelas ruas de Natal, disse de improviso a quadrinha amorosa, conforme adiante:

Vi pela primeira vez
joia que andava ao léu,
encomenda que Deus fez
aos ourives lá do Céu.

De outra feita, chegando num certo restaurante,salvo engano, Peixada da Comadre, no bairro Rocas, da capital potiguar, certo conhecido, perguntou a ele, Areia, qual a melhor parte do peixe que ele mais gostava de comer. Na horinha Areia versejou:

Embora tudo aconteça,
de valente não me gabo.
Do peixe quero a cabeça,
da mulher prefiro o rabo.

Fernando Caldas  

sexta-feira, 13 de junho de 2014


O que penso da vaia chula de ontem da Elite Branca Brasileira à presidenta, e o que Dilma deveria ter feito e não fez!


Todas as críticas à Abertura sem graça da Copa do Mundo (responsabilidade Exclusiva da Fifa) se apagam, diante do vexame dado pela Elite Branca Brasileira. Da falta de educação. Da falta de modos. Falta de respeito com a própria família brasileira presente, ao cantar um “hino” chulo, bradando ofensas contra a Chefe do Estado Brasileiro, eleita pelo povo. Vexame planetário!
Se a elite é assim tão baixa, como agirão os iletrados, os desfavorecidos, os que não tiveram acessos à instrução e a uma boa formação no Brasil? Devem ter pensado os mais de um bilhão de estrangeiros que assistiam à transmissão direta da abertura da Copa do Mundo.
Mais da metade dos presentes ao Itaquerão eram convidados dos patrocinadores. Gente das multinacionais, do mundo financeiro. O high society. O creme do creme. The top of the top. Bradando em coro contra a presidenta da República a pior das ofensas que pode ser feita a uma mulher.
Lamentei que a presidenta Dilma, ex-aluna do Colégio Sion em Belo Horizonte, tenha mantido os bons modos. Não tenha reagido. Tivesse ela tomado o microfone e, à primeira vaia, acontecida antes do início do jogo, dissesse com todas as letras e energia o que lhe vinha à alma naquele momento, teria feito do limão uma bela limonada. Alguma coisa do tipo:
“- Quero agradecer a vaia dos aqui presentes: a Elite Brasileira. Porque, infelizmente, o alto custo dos ingressos, imposto pelos realizadores do evento, impede que aqui esteja o povo. O preço alto dos ingressos não autoriza que aqui compareça pelo menos uma parcela mínima dos 30 milhões de brasileiros que ascenderam socialmente, saindo da zona de miséria, ou aqueles outros milhões que, graças ao Pró-Uni, puderam realizar e concluir seus cursos universitários, ou mesmo aqueles tantos milhões, que, enfim, alcançaram o almejado sonho da casa própria. Tudo isso devido ao esforço e às metas de 12 anos de nossos governos, que a Elite Brasileira, que com isso parece não se conformar, ofende aqui, através de minha pessoa, com palavras chulas. Palavras que envergonham a Nação, porém não toldam a beleza deste espetáculo e o esforço desta  nossa Seleção, que aprendi, desde menina, a chamar de Seleção Canarinho. Pois voem neste belo gramado, Canarinhos nossos, e deem o exemplo de nossa pujança! Estou torcendo por vocês, pelo nosso país, assim como estão todos aqueles brasileiros que nos assistem: os que estão do lado de fora do Itaquerão, por não poderem pagar, e também os aqui do lado de dentro, pagantes ou convidados dos patrocinadores. Pois, apesar das diferenças políticas, somos todos brasileiros ansiosos pelas vitórias de nosso país. Muito obrigada. ”
dilma abertura copaDilma lá atrás, entre Blatter e a filha, Paula
Lamentei também que a presidenta Dilma estivesse sentada lá atrás, parecendo acuada. Presidenta, mostra a tua cara. Não permita aos seus opositores a impressão de que a truculência deles a intimida. A coragem é a marca dos vencedores.

http://www.hildegardangel.com.br/

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.