
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Sou alguém...
Quem sou eu afinal?
Sou alguém que sofre,
Alguém que chora desalmado.
Alguém que cobardemente perdeu um sentimento belo e doce
Sentimento que outrora habitou neste coração carente,
Sou apenas um pecador,
Sou um penitente,
Sou aquele que se mortifica ao raiar do dia pela dor que sente!
http://joaogsalvador.blogspot.pt/2014/06/sou-alguem.html
Quem sou eu afinal?
Sou alguém que sofre,
Alguém que chora desalmado.
Alguém que cobardemente perdeu um sentimento belo e doce
Sentimento que outrora habitou neste coração carente,
Sou apenas um pecador,
Sou um penitente,
Sou aquele que se mortifica ao raiar do dia pela dor que sente!
http://joaogsalvador.blogspot.pt/2014/06/sou-alguem.html
MPF firma acordo com Dnit para melhorias na ponte sobre rio Açu
O Ministério
Público Federal (MPF) em Assu obteve do Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transportes (Dnit) o compromisso de que será realizada
uma obra de recuperação, alargamento e melhoria na ponte Felipe Guerra,
localizada sobre o rio Açu, na BR-304, que liga Natal a Mossoró. A
medida irá garantir mais segurança a quem trafega pelo local.
O acordo foi firmado em audiência realizada na manhã dessa quarta-feira (2) na 11ª Vara da Justiça Federal. O titular da Procuradoria da República no Município de Assu, Victor Queiroga, acatou a proposta de cronograma para a realização das obras apresentado pelo superintendente do Dnit no RN, Walter Fernandes de Miranda Júnior, que prevê a conclusão das melhorias até maio de 2017.
http://www.robsonpiresxerife.com/
Mossoró e Tibau em Versos: Antologia Poética de David de Medeiros Leite e José Edílson Segundo
A literatura do
Rio Grande do Norte esteve carente durante anos de antologias poéticas.
Nossa história literária comprova que poucos livros foram publicados
com esta característica, destacando-se as antologias de Ezequiel e
Rômulo Wanderley, todavia elas se sobressaem mais pela condição de
registro histórico do que pela qualidade literária. No final dos anos
noventa vieram as antologias de Assis Brasil e Constância Lima Duarte e
Diva Cunha dando um panorama do que se tinha publicado no Estado até
então, com rigor mais critico. Veio também uma antologia temática –
Poesia Viva de Natal – organizada por Manoel Onofre Jr.
No inicio do
século XXI junto com um número expressivo de editoras e uma nova
geração de escritores no Estado surgiu a necessidade de novos trabalhos,
neste aspecto, pois além da importância histórico-literária, antologias
são fontes de referências e consultas por pesquisadores e estudantes.
Eis que, em momento oportuno, os escritores David de Medeiros Leite e
José Edílson Segundo publicam uma antologia, que, embora enfoque apenas
poetas que versaram sobre Mossoró e Tibau , tem todos os méritos pela
importância histórica e significativa qualidade literária.
Na obra, os
organizadores se preocuparam não apenas em reunir poetas das duas
cidades homenageadas, mas uma boa parcela de escritores do Estado que
versaram sobre elas. Versos variados de poetas que cantaram as cidades,
desde a época da abolição em Mossoró como Paulo de Albuquerque,
passando pelos celebres Othoniel Menezes, Martins de Vasconcelos, e
outros importantes nomes da nossa literatura como Homero Homem, Deifilo
Gurgel, Rizolete Fernandes e Paulo de Tarso Correia de Melo, dentre
outros que adotaram e foram adotados pela cidade de Mossoró como Clauder
Arcanjo e Aécio Cândido. Destacamos também a poesia de caráter mais
popular como a de Zé Saldanha, Crispiniano Neto e Antônio Francisco. A
nova geração também está presente em bons momentos com Josselene
Marques, José de Paiva Rebouças e Leonam Cunha , todos os três com
poemas bastante contemporâneos.
É evidente que
algum leitor mais exigente ache que entre muitos poemas bons, alguns
outros não mereciam figurar numa antologia. Mas precisamos compreender
pontos importantes, como , por exemplo, o fato de se contextualizar o
poema na época em que foi escrito, além da necessidade do próprio
registro e homenagem ao poeta incluso. Ademais, há poemas com estilo
mais artístico e outros mais populares; e por bem é sempre bom lembrar a
famosa frase de Manuel Bandeira segundo a qual, querendo ou não, uma
antologia é feita por escolhas pessoais. Para compreender trabalhos
como este precisamos, além dos devidos cuidados citados, estarmos também
sensíveis à causa.
Esta antologia
poética constitui mais uma amostra de que estamos também com o
pensamento e a preocupação na revalorização da nossa história literária.
É uma iniciativa louvável e que merece ser imitada por outras cidades e
outros Estados.
Postado por 101 Livros do RN.
(Do blog Assu na ponta da língua, de Ivan Pinheiro).
Centro
Sportivo Assuense, o time do ex-prefeito Costa Leitão(o último em pé).
Zé pretinho é o goleiro e está de camisa branca. nesta foto tem ainda
Carmelito(2º em pé) e Sebastião de Ari(3} fila do meio.
Foto deLucílio Filho.
CurtirFoto deLucílio Filho.
PÁGINA ASSUENSE:
JOÃO BATISTA DE SENA


JOÃO BATISTA DE SENA
- nasceu em Assu, no dia 18 de dezembro de 1957. Filho de Manuel
Severino de Sena (in-memoriam) e de Auta de Souza. O poeta Sena - como é
mais conhecido, é Agente de Serviços Elétricos da COSERN. Participou
dos livros Vertente Poética (1985) e Vertentes (2002).
DISCRETO
DISCRETO
Atendendo as ansiedades da minha existência,
Espreito na tangencia minúscula de um retângulo
Um pequeno vulto, sem ter uma consistência
De provar ser vida, a morte de um sonâmbulo.
Dos males seculares que causaram meu espanto
Dos males seculares que causaram meu espanto
A consciência insensata descobriu-me olhando
E fez nascer um sonho tão intenso, quanto
A força de um punhal no meu olhar entrando.
Patético! Um homem ri da própria sorte
Patético! Um homem ri da própria sorte
Em silêncio, e qual um preso ante a morte
Degusta a aquiescência da vida no degredo.
Não serei o mesmo quando a sombra aparecer.
Não serei o mesmo quando a sombra aparecer.
Sentir mágoas do tempo, é mais do que viver,
Ah! Se eu pudesse levar para campa este segredo!
Fonte: Vertentes/2002 - Coleção assuense.
Do bo Assu na ponta da língua, de Ivan Pinheiro.
HOJE É DIA DO ALGODÃO
A Vila de Epitácio Pessoa já produzia algodão, porém o município de Pedro Avelino a partir dos anos 50 passou a ser um dos maiores produtores de algodão do Estado. Entretanto nas décadas de 60 e 70 chegavam trabalhadores de Ceará-Mirim no trem lotado para a colheita do algodão. Muitos agricultores esperavam esses trabalhadores temporários na estação ferroviária. Nesse período nosso município tinha quase 14 mil habitantes.
Alguns produtores como Mulatinho, Chico Câmara, Ranulfo costa, Chico Rufino Teodoro Ernesto, Segundo Veríssimo e outros, carregavam os caminhões de algodão e alguns entregavam nas duas usinas locais, outros, descarregavam na usina de São Miguel, aos galegos ingleses.
Essa foi a época do auge do 'ouro branco' e que 'corria' muito dinheiro no nosso torrão. Festas, natal, ano novo, carnavais, São João, AUPA. Por fim, a cidade era alegre e divertida o ano todo. Foi um período de um certo desenvolvimento, com hotéis, bares, vaquejadas, mercearias sortidas etc.
A feira livre aos sábados era grande. Começava às 5 da manhã e terminava às 5 da tarde. O trânsito era dominado por tratores com carroças e caminhões que transportavam os trabalhadores rurais para a feira. Os que ficavam na zona rural compravam nos tradicionais barracões.
Duas variedades de algodão eram plantadas no RN e , em Pedro Avelino: o arbóreo ("mocó" ou "Seridó") e o herbáceo. O algodão "mocó" foi a variedade que melhor se adaptou aos sertões: por suas raízes profundas, era mais resistente às secas; por seu vigor, era uma variedade mais infensa às pragas e ,por outro lado, produzia até por mais de 5 anos. Em suma, era muito mais vantajoso que o herbáceo, que tinha um ciclo vegetativo muito curto - geralmente um ano e, além disso, mais suscetível a pragas.
O cultivo do algodão arbóreo "mocó" alimentava um grande número de usinas de beneficiamento. Além da fibra de excelente qualidade, tinha como subprodutos óleo vegetal e ração animal ( torta de algodão). Por ser na época fonte segura de renda para o produtor foi chamado de "ouro branco".
No entanto, o algodão nordestino foi perdendo paulatinamente, sua posição hegemônica como principal matéria-prima consumida pela indústria têxtil brasileira. As crises de oferta da fibra nordestina estariam ligadas, por um lado, às devastadoras secas que atingiam impiedosamente as lavouras sertanejas. Por outro lado, com a chegada do bicudo ( início dos anos 80), praga de difícil controle e depois com a abertura do mercado nacional às importações de países da Ásia nos anos 90, tornou inviável a produção através dos agricultores e que provocou o êxodo rural, por isso, os campos ficaram sem produção algodoeira e sem alternativas para a maior parte do homem do campo ,que partiu para a pecuária leiteira e de corte.
Bela época.
Marcos Calaça, jornalista matuto (UFRN)
Caminhão do senhor Chico Rufino carregado de algodão. Década de 70. Motorista: Chico Honorato.
Datafolha: Dilma tem 38%, Aécio, 20%, e Campos, 9%
Segundo a nova pesquisa Datafolha, a presidente Dilma Rousseff com 38% em um mês. Já o senador Aécio Neves (PSDB) tem 20% e Eduardo Campos (PSB) variou de 7% para 9%, deixando assim a posição de empate técnico com o candidato Pastor Everaldo Pereira (PSC), estacionado em 4%.O Datafolha ouviu 2.857 eleitores em 177 municípios nesta terça (1º) e quarta-feira (2). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. A taxa de confiança é de 95% (significa que em 100 levantamentos com essa mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00194/2014.
Do blog de Robson Pires
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Câmara dos Deputados vai aprovar Projeto de Lei que proíbe abate de jumentos no Brasil
A audiência pública reuniu deputados e especialistas
que criticaram a ideia proposta pelo promotor de justiça do RN, Sílvio
Brito, da Comarca de Apodi, que promoveu uma degustação de carne.
O uso de carne de jumento e de outros animais da
espécie dos asininos no preparo de refeições a detentos do sistema
penitenciário e na rede pública de ensino do Rio Grande do Norte foi
debatido ontem, 2, durante audiência pública realizada na Comissão de
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, em
Brasília (DF).
A advogada Vânia Gomes Brito Diógenes, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseccional Mossoró, participou do debate, que culminou com o compromisso da aprovação do Projeto de Lei que proíbe o abate de equinos, equídeos, mulas e jumentos no Brasil.
A audiência pública reuniu deputados e especialistas que criticaram a ideia proposta pelo promotor de justiça do RN, Sílvio Brito, da Comarca de Apodi, que em março deste ano promoveu uma degustação de carne de jumento para 120 convidados, entre autoridades e moradores daquele município.
Durante a sua participação, a advogada Vânia Diógenes voltou a reafirmar o posicionamento contrário da OAB/Mossoró e da OAB do Rio Grande do Norte contra a prática discutida. Para ela, o abate de jumentos fere a legislação vigente e atenta contra a cultura do povo do Nordeste, além dos possíveis riscos que existem no consumo desse tipo de carne.
O promotor Silvio Brito foi convidado para participar do debate, mas não compareceu. Ele alegou que o convite chegou tarde e foi criticado pelo presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais, deputado Ricardo Izar (PSD-SP).
Izar afirmou que o promotor está autorizando a morte de animais em desrespeito à Constituição. “O promotor tem a função de respeitar e proteger a Constituição brasileira. E ele fez o contrário. Ele feriu a Constituição, porque a Constituição é clara no artigo 225, que é função do poder público proteger a fauna e a flora. Ele que tinha que proteger, e matou. Ele matou os animais dizendo que existia um grande crescimento populacional da espécie e que precisava de comida para os presídios”, disse.
O deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que solicitou a audiência pública, também criticou o promotor de Justiça Sílvio Brito e disse que a Câmara defenderá a sociedade contra uma proposta individualista. Ele defendeu a ampliação de políticas públicas em defesa dos animais e sugeriu a castração para evitar a superpopulação de asininos.
Além de Vânia, participou também a advogada Marise Costa, presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB/RN, o jornalista Crispiniano Neto, que é formado também em Engenharia, Agronomia e é um estudioso da cultura nordestina, o engenheiro Kleber Jacinto, ambientalista e diretor da ONG Defesa da Natureza e dos Animais (DNA), Kátia Regina Lopes, médica veterinária, entre outros especialistas que foram convidados para expor seus posicionamentos, todos contrários àquela ideia.
De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados, durante a audiência, representantes da ONG Defesa da Natureza e dos Animais entregaram uma petição com mais de 71 mil assinaturas, que tem como campanha o tema: “Salve do abate milhares de jumentos do Nordeste”. As assinaturas foram colhidas durante quatro meses e, conforme o que foi exposto pela ONG, o objetivo é sensibilizar os demais deputados, alcançando a marca de 100 mil assinaturas até o final deste mês.
Diante disto, os parlamentares assumiram o compromisso de aprovar o Projeto de Lei 5949/13, que proíbe o abate de equinos, equídeos, mulas e jumentos em todo o território nacional, encerrando a discussão em torno da ideia sugerida pelo promotor.
Fonte: OAB Mossoró
A advogada Vânia Gomes Brito Diógenes, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseccional Mossoró, participou do debate, que culminou com o compromisso da aprovação do Projeto de Lei que proíbe o abate de equinos, equídeos, mulas e jumentos no Brasil.
A audiência pública reuniu deputados e especialistas que criticaram a ideia proposta pelo promotor de justiça do RN, Sílvio Brito, da Comarca de Apodi, que em março deste ano promoveu uma degustação de carne de jumento para 120 convidados, entre autoridades e moradores daquele município.
Durante a sua participação, a advogada Vânia Diógenes voltou a reafirmar o posicionamento contrário da OAB/Mossoró e da OAB do Rio Grande do Norte contra a prática discutida. Para ela, o abate de jumentos fere a legislação vigente e atenta contra a cultura do povo do Nordeste, além dos possíveis riscos que existem no consumo desse tipo de carne.
O promotor Silvio Brito foi convidado para participar do debate, mas não compareceu. Ele alegou que o convite chegou tarde e foi criticado pelo presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais, deputado Ricardo Izar (PSD-SP).
Izar afirmou que o promotor está autorizando a morte de animais em desrespeito à Constituição. “O promotor tem a função de respeitar e proteger a Constituição brasileira. E ele fez o contrário. Ele feriu a Constituição, porque a Constituição é clara no artigo 225, que é função do poder público proteger a fauna e a flora. Ele que tinha que proteger, e matou. Ele matou os animais dizendo que existia um grande crescimento populacional da espécie e que precisava de comida para os presídios”, disse.
O deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que solicitou a audiência pública, também criticou o promotor de Justiça Sílvio Brito e disse que a Câmara defenderá a sociedade contra uma proposta individualista. Ele defendeu a ampliação de políticas públicas em defesa dos animais e sugeriu a castração para evitar a superpopulação de asininos.
Além de Vânia, participou também a advogada Marise Costa, presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB/RN, o jornalista Crispiniano Neto, que é formado também em Engenharia, Agronomia e é um estudioso da cultura nordestina, o engenheiro Kleber Jacinto, ambientalista e diretor da ONG Defesa da Natureza e dos Animais (DNA), Kátia Regina Lopes, médica veterinária, entre outros especialistas que foram convidados para expor seus posicionamentos, todos contrários àquela ideia.
De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados, durante a audiência, representantes da ONG Defesa da Natureza e dos Animais entregaram uma petição com mais de 71 mil assinaturas, que tem como campanha o tema: “Salve do abate milhares de jumentos do Nordeste”. As assinaturas foram colhidas durante quatro meses e, conforme o que foi exposto pela ONG, o objetivo é sensibilizar os demais deputados, alcançando a marca de 100 mil assinaturas até o final deste mês.
Diante disto, os parlamentares assumiram o compromisso de aprovar o Projeto de Lei 5949/13, que proíbe o abate de equinos, equídeos, mulas e jumentos em todo o território nacional, encerrando a discussão em torno da ideia sugerida pelo promotor.
Fonte: OAB Mossoró
Assinar:
Postagens (Atom)
COMO VIVER 13 ANOS A MAIS E SEM DEMÊNCIA Rosangela Haydem Um estudo publicado em agosto de 2026 trouxe um dado que merece a nossa atenção:...





