sábado, 12 de julho de 2014

Eu já tô de verde e amarelo! ‪#‎vaiBrasil‬
Raphael Sardinha
 
Após ver o choro do meu filho em diversos veículos de comunicação nacionais e internacionais, resolvi postar um foto. Ele sorrindo, antes do início da partida! ...Longe de mim prolongar a interminável discussão sobre os motivos e culpados pela eliminação do Brasil. Soa mais plausível destacar os méritos de uma outra seleção que taticamente e tecnicamente se mostrou (muito) superior à nossa, ao invés de tentar justificar a saída de uma Copa do Mundo de futebol pela conjuntura sócio- político-econômica do país em ano eleitoral. Ou dizer que foi a Dilma, o Blatter, o Fuleco, o Fred, o Felipão, a falta do Thiago Silva e do Neymar... repito o que disse ao Tomaz, enquanto ele soluçava, lá pelo 5º gol da Alemanha: isso é um jogo. Que acaba com a gente, mas apenas um jogo. Ganha aquele que joga melhor e, ao perdedor, cabe o papel de reconhecer suas limitações e saber perder de forma digna. Somos o país do futebol, mas não somos os donos da bola! Após isso, já com ele mais calmo, não xingamos a Dilma, não gritamos olé pra Alemanha e vibramos com o nosso gol de honra. Agimos com respeito. Assim como não vaiamos o hino do Chile nas Oitavas de Final, como vimos fazerem outros torcedores (ou imbecis?) menos cordiais com quem nos visita.
É triste, como pai, ver meu filho sentir essa dor. Mas certamente não será a última vez, assim como não será sua última Copa. Pela habilidade na canhota, quem sabe até jogue uma um dia e enfie 7 na Alemanha... Espero que, embora sua imagem represente a tristeza de todos nós nesse momento, ela também signifique outra coisa: uma criança que chorou apenas porque seu time perdeu um jogo. Independente de quem governa o país, de quanto ganham os jogadores, de obras superfaturadas, se ‪#‎vaiounãovaitercopa‬... Tomaz, esse choro hoje é de todos nós brasileiros, mas é apenas seu e de mais ninguém. Não é da Globo, da Band, do Le Monde, da Coca Cola ou qualquer outro. Fica a reflexão sobre o quanto o choro sincero de uma criança nos representa nessa era de informações em excesso, emoções instantâneas e sentimentos artificiais.
Nós amamos futebol e estaremos juntos torcendo pelo Brasil no sábado. Não há vergonha nenhuma em ser 3º ou 4º colocado no maior torneio de futebol do planeta. Óbvio que a seleção podia ter rendido mais e precisa ser renovada, mas devemos agradecer aos caras por terem feito seu melhor lá dentro. Não deu, mas assim é o jogo e assim é a vida. Cabeça erguida filho, sempre!
‪#‎nãochoraTomaz‬‪#‎respeito‬‪#‎pentacampeão
LINDO REFLEXO NA CALÇADA MOLHADA DA IGREJA DO GALO NATAL

Foto Sandro Fortunato
Kantinhos de Natal
 
 
 

FINAL DA COPA - ARGENTINA E ALEMANHA, "O DUELO DOS PAPAS"

 

Brasil x Holanda é a 'pelada' mais tensa das Copas do Mundo

A batalha pela "medalha de bronze" do Mundial de 2014, neste sábado, em Brasília, às 17h, terá, pelo menos para o Brasil, um clima de tensão incomum.



Luiz Felipe Scolari Treino Seleção Brasileira Teresópolis 11/07/2014 (© Buda Mendes/Getty Images)
Luiz Felipe Scolari Treino Seleção Brasileira Teresópolis 11/07/2014

Disputa de terceiro lugar é um jogo fora da curva na história das Copas, com times desinteressados, que quase sempre fazem jogos de pouca marcação e muitos gols, como se fossem verdadeiras 'peladas'. Mas a batalha pela "medalha de bronze" do Mundial de 2014, neste sábado, em Brasília, às 17h, terá, pelo menos para o Brasil, um clima de tensão incomum.

Nos 17 jogos até hoje para definir o terceiro colocado (em 1930 e 1950 não houve essa partida), foram marcados 69 gols, média de 4,06 por jogo. Em 13 ocasiões, a partida teve mais gols que a média geral do maior torneio do planeta. É só ver o que aconteceu nas últimas Copas, em que a retranca era a marca. Em 2010, o torneio teve média de 2,27 gols por partida. Já o duelo pelo bronze registrou cinco gols, três da vitoriosa Alemanha contra dois do derrotado Uruguai.

Neste sábado, em Brasília, a Holanda já mostrou seu desprezo quase absoluto. O máximo de motivação é, segundo seu treinador, Louis Van Gaal, terminar uma Copa pela primeira vez com uma vitória. Bem diferente do que acontece com o Brasil.

Depois da humilhante derrota de 7 a 1 para a Alemanha, nas semifinais, uma nova derrota hoje pode transformar o estádio Mané Garrincha em um caldeirão. E não só para o time.

À medida em que os alemães marcavam seus gols, os xingamentos direcionados à presidente Dilma Rousseff aumentavam. Em Brasília, onde a política já foi ofendida no ano passado, na Copa das Confederações, um mau desempenho da seleção em campo diante dos holandeses é combustível para novos xingamentos.

A partida também será um termômetro para o futuro da comissão técnica. A dupla José Maria Marin e Marco Polo del Nero, que comanda a CBF, pensa até em manter Felipão e o coordenador Carlos Alberto Parreira. Mas pode mudar de ideia em caso de uma repercussão ruim do plano, o que pode acontecer em caso de um novo vexame.

Por fim, restam os jogadores. Diante da Alemanha, em Belo Horizonte, praticamente só Fred foi vaiado. O centroavante deve começar no banco. Vai sobrar para seus companheiros então o desafio de sair ileso do tenso jogo na capital federal.

FICHA TÉCNICA

BRASIL X HOLANDA

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 12 de julho de 2014, sábado
Horário: 17 horas
Árbitro: Djamel Haimoudi (Argélia)
BRASIL: Júlio César; Maicon, David Luiz, Thiago Silva e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires, Oscar e Willian; Jô
Técnico: Luiz Felipe Scolari
HOLANDA: Cillessen, De Vrij, Vlaar e Martins Indi; Kuyt, Depay, Wijnaldum, Sneijder e Blind; Robben e Van Persie
Técnico: Louis van Gaal

MSN ESPORTE

sexta-feira, 11 de julho de 2014

É pouco provável Francisco e Bento XVI verem juntos final da Copa, diz Vaticano

papas
O Vaticano considera “pouco provável” que o papa Francisco e seu antecessor Bento XVI vejam juntos a final da Copa do Mundo de Futebol, que será neste domingo (13) no Maracanã, no Rio de Janeiro. Disputam o título as seleções da Argentina, pátria de Francisco, e da Alemannha, terra de Bento XVI. “Parece-me pouco provável que o papa emérito Bento XVI assista à partida”, disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
O porta-voz não confirmou se o papa Francisco, um conhecido fã do futebol, acompanhará o jogo, mas disse que ele se manterá “informado” sobre o que estiver ocorrendo na final da Copa. Lombardi descartou a possibilidade de haver alguma “tensão futebolística” entre Francisco e Benedicto. “Os papas são superiores e sempre dizem que deve ganhar o melhor”, disse o padre.

Robson Pires

Futuro presidente da CBF, Del Nero diz que deseja continuidade de Felipão: “o trabalho foi bem feito”

Para Marco Polo Del Nero, a seleção brasileira se preparou bem para a Copa do Mundo


 

Futuro presidente da CBF, Del Nero diz que deseja continuidade de Felipão: “o trabalho foi bem feito”

Presidente eleito da CBF e sucessor de José Maria Marin no cargo, Marco Polo Del Nero disse que ainda gostaria de ver Luiz Felipe Scolari à frente da seleção brasileira. O dirigente culpou a escolha tática de Felipão pela humilhante derrota sofrida para a Alemanha, que fez 7 a 1 no Brasil na semifinal da Copa do Mundo.

“Por mim, ele fica”, disse Del Nero para o Estadão. “O que aconteceu foi um erro tático. Esse foi o problema. Mas todos nós erramos. Isso acontece com qualquer um. O importante é que o trabalho foi bem feito. A campanha e a preparação foram boas. A base existe”, disse Del Nero, que garantiu estar pronto para assumir a Confederação Brasileira de Futebol em 2015. O cartola também falou sobre as propostas do governo de fazer uma intervenção indireta no futebol nacional.
“A participação do estado é sempre bem-vinda, dentro dos limites do que se pode fazer”, explicou, dizendo que antes de agir nos clubes brasileiros o governo deveria se ocupar em escolas públicas: “A escola é a base de tudo. O governo precisa dar maior prioridade para o esporte na rede pública. Os clubes não podem fazer tudo. Parte desse trabalho precisa ser construído pelas escolas”.
 
Brasil foi derrotado por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo em casa (© Reuters)
 
A seleção brasileira protagonizou nesta terça-feira o pior vexame de sua história e acabou goleada por 7 a 1 pela Alemanha em pelo estádio do Mineirão, na semifinal da ‘Copa das Copas’. A decepção da torcida não poderia diferente. Veja a tristeza dos brasileiros diante de cada golpe levado na eliminação do Mundial.
 
msn esporte

quinta-feira, 10 de julho de 2014

RUA DO ASSU:

RUA GENERAL ANTÔNIO FERNANDES DANTAS
Da Série Ruas e Avenidas do Assu, destacamos a Rua General Antônio Fernandes Dantas, também conhecida como "Rua da Oficina de Dedé de Zé Diana" - por ser a oficina o primeiro imóvel da artéria na esquina com a Av. Senador João Câmara -, Bairro Dom Eliseu. 

QUEM FOI O PATRONO DESTA RUA:
O General Antônio Fernandes Dantas (foto) nasceu em Caicó/RN, no dia 18 de maio de 1881. Foi Comandante da 3ª Divisão de Brigada de Cavalaria Mecanizada do Exército Brasileiro no período de 22/08/1938 à 16/04/1939. Depois, Interventor do Estado do Rio Grande do Norte no período de 03 de julho de 1943 à 15 de agosto de 1945, nomeado pelo então presidente da República Getúlio Vargas. O interventor manteve quase a mesma equipe de auxiliares. Nomeou o Sr. José Varela para o cargo de prefeito de Natal, que, na redemocratização do País, em 1947, seria eleito governador do Estado. 

Fernandes Dantas manteve também o jovem Aluízio Alves, por quem tinha grande admiração, como diretor do Serviço de Reeducação e Assistência Social – SERAS, que construiu o abrigo de velhos “Juvino Barreto”, o abrigo de menores “Melo Matos” e o orfanato "Padre João Maria” para crianças desamparadas. Aluízio Alves exercia ainda, cumulativamente, a direção da LBA no Estado.

O General recebeu instruções do Governo Federal no sentido de apoiar, no Estado, a liderança política de José Augusto. Quando da criação dos novos partidos, já na fase da redemocratização do País, ocorreram alguns desentendimentos e romperam. Dos 42 prefeitos do Estado, apenas um ficou solidário ao interventor. Os demais, solidarizando-se com José Augusto e renegando ao general, pediram demissão.

O General Antônio Fernandes Dantas tinha ocupado antes o comando da Polícia Militar do Estado no governo de Juvenal Lamartine. No ano de 1937, Quando estava servindo em Salvador como coronel, foi nomeado interinamente Interventor Federal da Bahia. Em 1945, concorreu à senador pelo PSD, juntamente com Georgino Avelino, perdendo a eleição para o udenista José Ferreira de Souza, primo do Majó Theodorico Bezerra, que, embora sendo um dos caciques do PSD, o apoiou.

Na eleição de um terço do Senado, em 1947, o General Antônio Fernandes Dantas compôs a chapa de senador, como suplente do empresário João Câmara. Todavia, seu registro de suplente foi anulado pela Justiça Eleitoral. 

O general encerrava assim sua participação na vida pública do Estado.  Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 20 de janeiro de 1966.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/ Foto: Galeria dos ex-comandantes da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada.
"Os craques do passado, jogam muito mais na minha lembrança".
 
Foto: "Os craques do passado, jogam muito mais na minha lembrança".
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UTILIDADE PÚBLICA:
"Ao pedir um cartão de crédito na rede de supermercados Zaffari, a consumidora gaúcha Carla de Deus saiu de mãos vazias. Para sua surpresa, descobriu que um cadastro oculto chamado SPC Crediscore, fornecido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL), a classificava como possível má pagadora – mesmo sem ter o nome negativado.
Cerca de 36 mil gaúchos pediram indenização por negativa de crédito no Sul do País
Sem explicar o porquê da recusa do crédito, a CDL foi condenada pela Justiça do Rio Grande do Sul a pagar R$ 10 mil à consumidora por danos morais – o primeiro caso vitorioso ao consumidor sobre a questão.
Depois de Carla, outras 36 mil pessoas entraram com ações semelhantes no Sul do País, alegando que os cadastros que reúnem informações privadas para barrar ou liberar crédito lesam o consumidor.
Com um cálculo que considera cerca de 400 variáveis – caso do Crediscore –, esse sistema cria uma pontuação de zero a mil (chamada score) para determinar a possibilidade de o consumidor ser inadimplente. Quanto maior a nota, maior o risco. Esse banco de dados é vendido por empresas de proteção ao crédito para redes varejistas em todo o País.
Liderado por Serasa Experian, Boa Vista Serviços e SPC Brasil, o grupo de empresas está agora empenhado em impedir que o julgamento de um recurso especial no STJ (Superior Tribunal de Justiça) decida que estes cadastros secretos geram danos morais.
Se isso acontecer, a decisão será válida para cerca de 100 mil pedidos de indenização por negativas de crédito no País – já que o recurso foi considerado repetitivo. O cálculo é do Banco Central (BC), que em abril pediu para participar do recurso como defensor das empresas.
Devido ao grande número de ações sobre o assunto, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, relator do processo no STJ, convocou uma audiência pública para agosto, a primeira da História do tribunal, para discutir a questão abertamente.
33% de risco de ser mau pagador
O caso que representará os outros milhares no STJ é o do gaúcho Anderson Guilherme Prado Soares, que foi indenizado pela Boa Vista após seus pedidos de cartões em bancos e lojas terem sido recusados, mesmo sem haver qualquer restrição de crédito contra ele.
Soares descobriu que possuía 553 pontos no sistema SCPC Score Crédito, motivo pelo qual seu risco de inadimplência era de 33% no período dos próximos seis meses. Mas as operadoras de cartão se recusaram a explicar o motivo, porque os dados do sistema seriam sigilosos.
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"Desafio": Prós e contras do cadastro positivo de bons pagadores
BC vê sistema como controle da inadimplência
Procurado pelo iG, o BC não estimou qual seria o impacto financeiro das indenizações para a indústria de proteção ao crédito. Mas defendeu frente ao STJ que os cadastros servem como um mecanismo de disciplina para controlar a inadimplência e determinar “a calibragem precisa das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras”.
A Serasa Experian, outra parte interessada no processo, defendeu ao iG que as informações no cadastro não têm intenção de prejudicar o consumidor.
“Não há ranking e não é julgado o caráter ou as ações da pessoa, apenas a capacidade de pagamento daquele perfil de tomador de crédito”, justifica o diretor jurídico da empresa, Silvanio Covas.
Segundo o executivo, a apuração do resultado do score considera dados cadastrais, informações negativas já comunicadas ao consumidor, e dados coletivos com base em pesquisas de mercado. Informações positivas só são usadas no cálculo se previamente autorizadas.
“O consumidor pode acessar gratuitamente as informações existentes no banco de dados sobre ele e pode impugná-las e solicitar sua correção ou cancelamento”, afirma Covas.
No site da Serasa, só é possível consultar o CPF sem pagar pelo período de 15 dias. Depois, há uma cobrança mínima de R$ 10 por mês, que inclui outros serviços de proteção ao consumidor.
Primeira audiência pública no STJ discutirá se cadastros lesam consumidor
Para consultar gratuitamente sem esse limite de cobrança, é preciso ir pessoalmente a uma das agências da empresa, informou a assessoria da Serasa.
O advogado Deivti Dimitros Porto dos Santos, responsável por ações de consumidores contra o cadastro, afirma que o sistema leva em conta dados subjetivos, como local de moradia e escolaridade do consumidor.
“Os critérios são discriminatórios e desconhecidos, e justamente por isso deveriam ser previamente informados ao consumidor, como determina o Código do Consumidor sobre a criação de bancos de dados”, diz.
Na opinião do advogado Lisandro Moraes, que defendeu Carla de Deus na Justiça gaúcha, as vitórias de consumidores no Rio Grande do Sul podem ajudar a balizar o STJ a declarar a irregularidade do sistema.
“As empresas estão muito preocupadas com o desfecho do julgamento porque, se essa ferramenta for inviabilizada pela Justiça, pode gerar um enorme prejuízo para esta indústria bilionária”, afirma Lisandro.
Procurado, o SPC Brasil afirmou que “tomou como decisão não comentar por meio da imprensa a ação movida na Justiça”. O Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), por sua vez, afirmou não haver porta-voz disponível para comentar o assunto. Ambos atuam como parte interessada no recurso.
A Boa Vista Serviços, ré no processo que será tomado como base no recurso repetitivo, afirmou que não vai se pronunciar e que prefere aguardar o debate no momento do julgamento.
ENTENDA O CASO
O que pedem os consumidores que entraram na Justiça?
Após o primeiro caso vitorioso de uma consumidora no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), em 2010, milhares de pessoas entraram com pedidos de indenização por terem tido seus pedidos de crédito negados por redes de varejo e bancos. Elas alegam que o caráter secreto dos cadastros que reúnem dados privados e avaliam o risco de inadimplência, conhecidos como score de crédito, gera danos morais. Advogados que defendem os consumidores alegam que o sistema de score viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC), e pedem que os critérios da análise de crédito sejam abertos ao questionamento do cliente.
O que defendem as empresas de proteção ao crédito?
O grupo das três principais empresas que comercializam o sistema no País – Serasa Experian, Boa Vista Serviços e SPC Brasil – recebeu o apoio do Banco Central, do Instituto do Desenvolvimento do Varejo (IDV) e da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que alegam perante o STJ que o sistema não viola a privacidade do consumidor e é necessário para manter a saúde da concessão de crédito no País, de modo a controlar a inadimplência e balizar a calibragem das taxas de juros.
Como a Justiça vai resolver a questão?
Devido ao grande número de pedidos de indenização contra o score de crédito – o BC estima que são 100 mil –, o ministro Paulo Sanseverino, do STJ, decidiu que um recurso que chegou ao tribunal será julgado em caráter repetitivo. Com isto, a sentença será aplicada em todos os outros casos. Antes do julgamento, o ministro convocou para agosto uma audiência pública – a primeira da História do tribunal –, chamando para a discussão os principais órgãos de defesa do consumidor e os representantes das empresas de proteção ao crédito."
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 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.