quinta-feira, 31 de julho de 2014

Silvinho - Tu és o maior amor da minha vida

Bela a lua iluminada
pelo sol presenteada
qual noiva no altar
contagia quem a rodeia.
Seu noivo
de amor a presenteia.
Qual namorados escondidos
em seus jogos proibidos.
Bela a lua promissora
da escuridão, senhora
nos sonhos sedutora
ai de quem dela se enamora.

Cristina Costa
Foto: ✽❣──────────❀ღ✿────────────•✤❥

Bela a lua iluminada 
pelo sol presenteada
qual noiva no altar 
contagia quem a rodeia. 
Seu noivo 
 de amor a presenteia. 
Qual namorados  escondidos 
em seus jogos proibidos. 
Bela a lua promissora 
da escuridão, senhora 
nos sonhos sedutora 
ai de quem dela se enamora.   

✽❣──────────❀ღ✿────────────•✤❥
O COMETA 
JORNAL DE OUTRORA

O Jornal 'O COMETA' (circulava depois do São João, no período das férias estudantis, quando todos retornavam para sua terra berço) - edição de nº 01, segundo ano, datado de 01 de julho de 1967,  traz alguns comentários que não convém publicar porque a época é outra, todas as pessoas casaram (ou quase todas), algumas já faleceram e, na verdade, não tem sentido. No entanto, existem alguns "quadros", sem maldades, que podemos republicar como forma de conhecermos um pouco como era e como se divertia a elite jovem assuense da década de sessenta. Vejamos este:
O HOMEM IDEAL TEM QUE TER:

- A altura de EDIVAL;
- A classe de CAIO CÉSAR;
- A personalidade de TIÃO DIÓGENES;
- A educação de ALEX;
- A inteligência de EDGARD PINHEIRO;
- A eficiência de Dr. ARTUR;
- A disponibilidade de ALZAIR;
- A cultura de SEVERINO;
- A conversa de EMÍLIO SALEM;
- A perseverança de PAPAXINHA;
- A dança de JUNINHO;
- A elegância de ATHOS; e,
- O rosto de CRAVEIRO.

Coisas da nossa velha Assu.

Maria de Oliveira Barros


Maria Boa. (Sandro Fortunato*)

Cabe uma explicação aos mais jovens, aos castos e aos pudicos. Cabaré, boate, casa de massagens, puteiro, casa de strip, relax for men e outros templos do prazer carnal não são tudo a mesma coisa.
Cabaré é algo que quase não existe mais. Era o local de trabalho das damas, das mulheres da noite. Nele havia uma dona, geralmente uma senhora respeitável, douta na arte de fazer um homem gemer sem sentir dor, conhecedora de mistérios somente revelados à meia luz, entre gemidos e sussurros. Essa senhora recebia em sua casa várias meninas que, repetindo sua própria história, um dia haviam fugido de casa ou sido colocadas para fora pelo pai envergonhado da filha ingrata que desgraçara o lar fazendo safadeza antes do tempo e sem ser casada. Essas meninas tinham cada uma, seu quarto, suas coisinhas, seu mundo. Tinham hora para trabalhar. Tinham clientes preferidos. Também tinham amigos. Tinham uma vida. E, essa não era nada fácil.
Ir a um cabaré nem sempre significava buscar sexo pago. Freqüentava-se cabaré para beber, conversar com os amigos, com as meninas da casa, ver um show, enfim, para se divertir e relaxar. Ao final, você poderia voltar para casa de espírito mais tranqüilo e sem necessariamente ter chegado às vias de fato.
Na provinciana Natal desde os anos 40 a meados da década de 80, existiu o Cabaré de Maria Boa, talvez o último desses locais que merecesse ser chamado assim. Era de propriedade de uma verdadeira dama, respeitável cortesã.
Luz vermelha, quartos minúsculos com acústica privilegiada aos que passavam no corredor, toalhinha e bacia com água para lavar as partes, cerveja gelada, meninas que conversavam, mulheres mais experientes com suas “frases de sedução”: E aí, bonitão, vamos brincar um pouquinho hoje? ou Vem cá, simpático. A radiola de ficha a tocar e as meninas sonhando com alguém que as tirasse daquele lugar.
Maria Boa era natural de Campina Grande. Como teria vindo para Natal? Será que a menina, então com pouco mais de vinte anos, que deixava Campina, poderia imaginar que a Casa de Maria Boa faria fama no Brasil e no mundo e, mais que simples cabaré, viraria referência turística da capital potiguar?
Maria Boa chegou a Natal junto com os americanos e a Segunda Guerra. Sua casa levou se tornou um referencial. Era freqüentada por políticos e empresários. Funcionou por aproximadamente meio século. Já era quase uma septuagenária quando caminhava diariamente ao amanhecer pela Praia do Meio, onde morava, com uma antiga amiga. Não se sabe se nessa época ainda aparecia para gerir os negócios. Poucos tiveram a oportunidade de pousar olhos embriagados sobre sua lendária figura.
Uma história foi contada na edição do Diário de Natal, que trazia a notícia da morte de Maria. O fato ocorreu em um churrasco em família, num ambiente bem tranqüilo: “Numa cadeira ao lado, sentou uma senhora usando vestido azul e sandálias pretas. (…) Seus traços físicos ainda guardavam sinais de uma mulher que já fora muito bonita, de belo corpo. Conversei uma hora com a mulher ao lado. Ao final do papo, ela perguntou meu nome. Respondi a senhora e, por educação, fiz a mesma pergunta. Com um sorriso, ela me respondeu: “Me chamo Maria de Oliveira”. (…) Alguns minutos após, minha avó se aproximou, comentei com ela: “Que mulher distinta e educada, ela parece uma lady do tipo inglesa”. Minha avó disse: “Você estava conversando com Maria Boa”.Outra história, na cobertura do enterro, foi registrada:
Morreu ontem, por volta de 1 hora da manhã, vítima de acidente vascular cerebral - AVC (trombose), na Casa de Saúde São Lucas, Maria Oliveira Barros, mais conhecida como Maria Boa, 77 anos. Ela fez história no Rio Grande do Norte com seu bordel. Com o sepultamento de Maria Boa, desaparece também uma figura lendária da história da cidade, que da badalação da noite envolveu-se num véu de recato e discrição, usufruindo o que amealhou com décadas de trabalho em extremo convívio familiar.Quem não viveu a Natal dos anos sessenta, quando o sexo era reprimido “entre as moças de família”, não pode avaliar o que foi essa “instituição” para jovens iniciantes, ou para o relax de vestutas figuras do Judiciário, Legislativo e Executivo, empresários, enfim cidadãos de todos os tipos, de uma cidade com menos de 200 mil habitantes .
Junto com Maria, morreu todo o romantismo de uma época.
Hoje, temos garotas de todos os tipos, para todos os bolsos, gostos e fantasias, mas não se fazem mais Damas da Noite como antigamente.
* Acrescentadas, pelo blog, algumas notas ao texto original.

Aos 91 anos, candidato mais velho das eleições se diz ‘um homem do futuro’

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“Um homem do futuro”. Assim Délio de Barros Velloso, o Coronel Velloso, se define. Nascido em 1922, em Piracicaba (160 km de São Paulo), ele decidiu se candidatar a deputado federal pelo PRB aos 91 anos de idade.
“Durante toda a minha vida eu analisei a sociedade, mas nunca ninguém quis me ouvir. E agora tenho ideias para melhorar as coisas”, afirma Velloso, que serviu na Força Nacional –órgão que precedeu a Polícia Militar do Estado até 1970– e já disputou outra eleição “uns 30 ou 40 anos atrás, pelo PL”, mas não se elegeu.
Do Portal Uol

quarta-feira, 30 de julho de 2014

CORDEL

Roberto Adolpho, José Olympio e Eduardo Olympio são três bons poetas Baianos das décimas, leitores deste blog. Como prova que eles são mestres da métrica, da rima e da prosa, os versos adiante para o nosso deleite:

CORDEL E GENÉTICA

Foi com lápis e papel,
Que tentei escrevinhar,
Para logo recitar,
Contido e sem escarcéu,
Uma peça de cordel.
Não havia descoberto,
Que cordel bonito e certo,
De acordo com a cartilha,
Só com gene de família,
Caso de Eduardo e Roberto
José Olympio
30.07.2014

RÉPLICA
Meu querido primo Zé,
Vejo com muita alegria
Que cordel com maestria
Da família, que não é
A Família Buscapé,
Não resta só de Eduardo,
Nem de Roberto - galhardo,
Sofisticado e bonito -
Tal qual o seu – inaudito -
E me sinto felizardo.
Eduardo Olympio
30.07.2014

TRÉPLICA
Meus caros primos José
Olympio como Eduardo
Nada tenho de galhardo,
Eu nem me sustento em pé
Com meu verso pangaré.
Ante tanta competência
Eu lhes presto continência
Não só pela estrutura
E da métrica segura,
Como também da fluência.
Roberto Adolpho
30.07.2014

Esqueço-me, então, das horas
A contemplar estas flores,
As violetas, auroras,
Saudades, lindos amores.

Auta de Souza, poeta potiguar de Macaíba - 1876/1901
Foto: Esqueço-me, então, das horas
A contemplar estas flores,
As violetas, auroras,
Saudades, lindos amores.

Auta de Souza, poeta potiguar de Macaíba - 1876/1901

BAIANO LANÇA LIVRO SOBRE NÚBIA LAFAYETTE

Foto: SERENATA PARA NUBIA LAFAYETTE
CATU - BAHIA
DIA 5 DE JULHO
PRAÇA DUQUE DE CAXIAS. .... 
No último dia 26, dentro da programação alusiva a Senhora Sant'Ana - Padroeira do município de Catu/BA, foi lançado o Livro "NÚBIA LAFAYETTE, A VOZ SENTIMENTO", do Escritor HAMILTON DOS SANTOS.

Hamilton é professor, e trabalha na Catu-FM. Foi um dos criadores do primeiro fã clube da cantora assuense, acompanhando-a desde 1960, tendo inclusive sido seu empresario na realização de shows por diversas cidades baianas.

O livro "NÚBIA LAFAYETTE, A VOZ SENTIMENTO" é uma homenagem pelos 47 anos de convivência com a cantora e intérprete, tornando-se seu secretário particular.

No contexto, cartas, biografia, discografia e suas andanças pela Bahia.

O autor pretende realizar o lançamento do referido livro no Assu e em Carnaubais.

A FORÇA DA POESIA FESCENINA

 


Existe uma literatura que não pode aparecer em lugares que exijam certa contenção ou recato, pois o comportamento e a etiqueta de algumas pessoas não aceitam conhecê-la, fazer sua leitura e muito menos ouvi-la. Decerto por isso, o norte-rio-grandense Oswaldo Lamartine de Faria, quando da primeira edição de Uns Fesceninos (Rio de Janeiro, Artenova, 1970), na coleção “Erotika lexicon”, avisava que seu livro era “publicado especialmente para bibliófilos e colecionadores em edição fora de mercado”. As manifestações dessa literatura tanto se veiculam em poesia quanto em prosa, sabendo-se embora que a poesia fescenina tem maior ocorrência do que a segunda, porque a rima é de mais fácil memorização e divulgação.

Um mote bem-sucedido que leva a determinada estrofe fica martelando na cabeça de espectadores ouvintes e poetas que apreciam as diferentes modalidades da poesia popular, estando a poesia fescenina aí incluída. Para que alguém verseje sobre atos cotidianos que desafiem o pudor, que desvelem o escondido da genitália e que exponham situações do ridículo humano, basta que esteja em ambientes coletivos principalmente, na rua ou no bar, na cidade ou no mato, onde quer que ocorram flagrantes que desenredem o novelo popularmente satírico e criativo dessa poesia.

A segunda edição de Uns Fesceninos saiu em 2008 no Recife, pela Bagaço, organizada pelo poeta e professor pernambucano Carlos Newton Júnior. Reproduzida em fac-símile diretamente da primeira, a partir de um exemplar que continha anotações feitas minuciosamente à mão por Oswaldo Lamartine. Envolvendo parte da produção norte-rio-grandense do gênero, deste livro participam 17 poetas com breves contribuições, pequenos poemas quase todos acompanhados de um relato em forma de causo, para ilustrar o acontecimento que deu origem aos versos. O tom é invariavelmente jocoso, gozador, sem papas na língua ou sem peias no lápis de quem os criou.

Os poetas que praticam a poesia fescenina glosam sobre situações as mais inusitadas. Há o caso de um delegado que queria empastelar um jornal interiorano, quando alguém da redação escreveu circunstancialmente num papel qualquer em forma de paródia “Liberdade! Liberdade!/ Onde estás, fela da puta?” O autor do desabafo foi preso pelo delegado da cidade, um sujeito que atendia por Aguiar, e logo após o poeta Damasceno Bezerra cometeu estes versos em cima daquele mote: “Não sei, ao certo, a verdade,/ Do fato como se deu./ Sei que Mesquita escreveu:/ Liberdade! Liberdade!/ E, por infelicidade,/ Um guarda-civil recruta/ Vai entrando, à força bruta,/ Sem nada o interceptar,/ Chamando por Aguiar:/ Onde estás, fela da puta?” A encomenda de um bodegueiro para conter e prevenir os seus devedores resultou na quadrinha de Jayme Wanderley: “Para não haver transtorno/ Aqui neste barracão,/ Só vendo fiado a corno,/ Filho da puta e ladrão.” Os versos anônimos de um ex-detento permitem que ele se vingue impiedosamente do juiz que um dia o condenou. A autoridade funcionava como barbeiro nas horas vagas, mas um barbeiro especial: “Eu afirmo e dou-lhe fé/ com toda convicção:/ Já tem outra profissão/ o juiz de São José./ Tosou Maria José,/ raspou-lhe as beiras da greta,/ por causa dessa faceta,/ é que todo mundo diz,/ que ele, além de juiz,/ é barbeiro de boceta.”

A morte não é levada a sério por alguns poetas. No cotidiano, de resto, pode-se comumente observar pessoas rindo em velórios, bebendo cachaça, fumando e arriscando um namoro. O poeta José Areias, numa roda de cachaça, ouviu de um dos boêmios presentes uma quadra de outro poeta, Américo Falcão: “Não há tristeza no mundo,/ Que se compare à tristeza/ Dos olhos de um moribundo,/ Fitando uma vela acesa”. Areias arrematou com esta quadrinha infame: “Não há tristeza no mundo,/ Que se compare à tristeza/ Do sujeito olhar um fundo,/ Sem ficar de vela acesa”. A última estrofe do soneto “Enterro do pecado”, de Abner de Brito, sugere um rito profano ao comparar o corpo da mulher a um cemitério no qual, numa metafórica sexualizada, será enterrado o pecado: “Abre os teus braços, mata-me desperto,/ Se tens no corpo um cemitério aberto,/ Vamos fazer o enterro do pecado…”.

A condição do pobre, jamais esquecida em poesia, inspirou os versos de Renato Caldas a partir do mote Se merda fosse dinheiro/ Pobre nascia sem cu!: “Talvez não tivesse cheiro,/ Servia de brilhantina./ Ninguém cagava em latrina/ Se merda fosse dinheiro./ Todo mundo era banqueiro!/ Sanitário - era baú,/ Porém aqui no Assu,/ A terra do interesse,/ Se tal coisa acontecesse/ Pobre nascia sem cu…”. O mesmo Renato Caldas, desejando publicar um livro, soube da presença do jornalista Carlos Lacerda em visita ao Rio Grande do Norte, no início da década de 1950. Lacerda estava a promover a campanha contra a seca nordestina “Ajuda teu irmão”, e o poeta aproveitou para sapecar a estrofe: “Seu doutor Carlos Lacerda/ Já que inventou essa merda/ De Ajuda a teu irmão,/ Publique Fulô do Mato,/ Ajude ao velho Renato,/ Poeta lá do sertão…”.

Ainda que seja feita de palavrões, irreverência, sátira e ataque ao duvidoso bom gosto pequeno-burguês, essa poesia continua a transitar de boca em boca, atravessando gerações, cidades e países. Seria difícil alguém imaginar que, por trás da seriedade de um Manuel Bandeira ou de um Carlos Drummond de Andrade, havia os cultores de versos altamente eróticos, sem excluir cargas do obsceno e do pornográfico. Mais recentemente, na obra de um Glauco Mattoso, encontra-se toda uma literatura vinculada ao calão fescenino. Mesmo os que hipocritamente se voltam contra e olham de viés construções desbocadas e chulas, motes lascivos e às vezes impróprios, se tiverem oportunidade, certamente vão conferir e se deleitar sozinhos com o proibido estampado em versos que a musa popular facilitou e ditou aos seus poetas.

Fonte: Jornal da Besta Fubana


Me amou com doçura, deixaste com seus toques
Rastros de ternura pelo corpo meu
Roubou da minha boca beijos quentes
Da minha pele o desejo ardente
Com fantasias envolventes
E nos amamos apaixonadamente
Cobriu minha boca de delírios
Minha pele de malícias, meu querer só de pecados
Pecados gostosos
De um sabor inigualável
Tentação a me provocar
Quando voltar traga em sua boca
Beijos de amor para me provocar
Em suas mãos o desejo doce
De me acariciar
Para juntos vivermos
Outra noite de amor.

Elizabete Alves

terça-feira, 29 de julho de 2014

REMINISCÊNCIAS:

VAQUEJADA DO ASSU DE 1965
O jornal da Festa de São João, O BISU, de 21 de junho de 1965, trouxe algumas notas sobre a tradicional Vaquejada do Assu daquele ano. Vejamos:

TUDO PRONTO PARA A VAQUEJADA - Dezenas de pessoas de todas as partes do Estado estão chegando desde sábado para a grande Vaquejada de Assu, que se iniciará amanhã às oito horas. Currais e pistas estão prontos há uma semana, devendo o gado chegar por todo o dia de hoje. Cerca de 150 parelhas se acham inscritas para disputar quatro taças que já se encontram entre nós. A maior novidade este ano, será o funcionamento do baile e bar, na quadra do JK, ao lado da pista.
_*_
Continuam chegando assuenses para as festas deste ano: hoje, os doutores Antônio e Ovídio Montenegro. Amanhã, Milfont, Milton e Fernando Fonseca. 
_*_
Já se encontra no Assu o maior derrubador de gado do Estado e campeão de vaquejada do Nordeste, o famoso Pitota. 
_*_
os três irmãos Bentinho, babá e Alfredinho, de Goianinha, são por coincidência, os maiores corredores daquela localidade. Há três dias chegaram em companhia de Andiere e Oldanir, treinando diariamente para levar as taças.
_*_
Os deputados Moacyr Duarte e Roberto varela, reservaram inscrições e chegarão amanhã para a vaquejada e festas. 
_*_
Muito comentada a colaboração decisiva para a realização da Vaquejada, de Edgard Montenegro, José Leitão e Zé Constantino. 
_*_
DO BLOG: Como pudemos observar a tradicional Vaquejada do Assu, do ano de 1965, realizou-se ao lado da escola Estadual Juscelino Kubitschek, provavelmente, nas imediações onde está edificada a Capela São Tarcísio - Bairro Dom Elizeu - Assu.
Foto ilustrativa retirada da Linha do Tempo de Lucílio Filho.

Do blog: Assu na ponta da língua

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.