sexta-feira, 1 de agosto de 2014

UTILIDADE PÚBLICA

Vamos ajudar a localizar a família!!
divulgação das imagens
D.A.G.V.
Abandonado dia 24/07, com mochila nas costa contendo tudo, roupa, medicação, material de higiene...Possível abandono!!!
Liga para 3205-9400

FERNANDO CALDAS, DEPUTADO ESTADUAL

Na sessão de hoje, 1/8, o TRE/RN deferiu a minha candidatura (ficha limpa) a deputado estadual, com o número 20.222, pela família potiguar. Agora quem vai dizer sim, é o povo norte-riograndense!
Foto/urna Eletrônica.

CAUSOS 2014, O NOVO LIVRO DE VALÉRIO MESQUITA

Ontem, 31/7, foi o lançamento do novo livro do escritor da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras Valério Mesquita ocorrido no salão nobre daquela instituição. Fui lá prestigiar aquela figura que engrandece as letras potiguares. Daquele livro extraio a seguinte estória:

A sociedade assuense dos anos sessenta possuía em seus quadros a figura do jovem João Marcolino de Vasconcelos, chefe  de escoteiros, vereador e rábula. Lô, como era conhecido , detinha as duas qualidades da maior importância no ser humano: sabido e inteligente. Ambas difíceis numa só pessoa. Certa vez, num júri popular, Lô defendia um homicida. "Causa perdida", propalavam na cidade. Mas, era com esses favores, fáceis ou difíceis, que Lô se garantia e dava a volta por cima. Fórum lotado. Diante do Juiz, um advogado importado do Ceará, castigava o  réu. Lô simplesmente ouvia. Na verdade, a coisa estava feia. Depois de duas horas  de acusação, chegava a vez da defesa. Lô levantou-se, puxou o paletó surrado solene e falou: "Meritíssimo: senhores jurados, meus senhores, minhas senhoras. O nobre colega falou muito e disse pouco! Eu vou falar pouco e dizer tudo. Foram dez disparos. Oito só assustaram a vítima! Os dois foram em legítima defesa! Portanto, o meu constituinte merece a liberdade, com o direito de ir e vir como qualquer cidadão livre!". Isso dito por um elemento com duas ou dez doses de uísque na cabeça, valeu os sete a zero. Lô saiu nos braços do povo.







O COMETA 
UMA PASSAGEM PELOS JORNAIS JUNINOS

O Jornal 'O COMETA' (circulava depois do São João, no período das férias estudantis, quando todos retornavam para sua terra berço) - edição de nº 01, segundo ano, datado de 01 de julho de 1967, trouxe comentários sobre os jornais que circularam, naquele ano, durante os festejos juninos. Vejamos. 

FALANDO DE JORNAIS:

1. O VAQUEIRO - jornal dos vaqueiros, veio e agradou. Sua equipe é um pouco entendida precisando apenas ser advertida que as glosas de Renato (Caldas) já estão demais... Que no próximo ano se renove um pouco.

2. O BISU - Não teve êxito dos anos anteriores. No entanto, foi o mais solicitado da festa. Seus redatores pareciam ser analfabetos pois encontramos erros absurdos e que péssima impressão!

3. O VALENTE - Veio como sempre com sua valentia pois sua única finalidade é ferir e "se elogiar". Notamos nos mínimos detalhes o espírito mesquinho e o partidarismo dos seus redatores. Esperamos que nos próximos anos saiba dizer alguma coisa mais aproveitável.

4. O ALFINETE - Teve a mesma origem do "O VALENTE" e como ele não agradou, suas alfinetadas não valeram o esforço. 

Coisas da nossa velha Assu.
Postado por Ivan Pinheiro Bezerra

Natal recebe o título de “Patrimônio Cultural” do Brasil



10530835_544893125615956_4425126132868119675_n
Conhecida como cidade do sol e por suas belas praias, a capital do Rio Grande do Norte, Natal, passa também a agregar o título de Patrimônio Cultural do Brasil.
O tombamento do Centro Histórico da capital potiguar compreende uma área de 28 hectares, que engloba parte de três bairros – Cidade Alta, Ribeira e Rocas – num total de 560 imóveis, dos quais 64 são considerados de maior relevância.
Iniciado em 2008 ainda sob a forma de estudos, o processo foi concluído na última sexta-feira (18/07) com a publicação no Diário Oficial da União da portaria de homologação do tombamento do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade pelo Ministério da Cultura.
A decisão da ministra da Cultura, Marta Suplicy, ratifica a conclusão do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, presidido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao ministério, que, em 2010, definiu pelo tombamento da cidade.
De acordo com a Superintendência do Iphan no Rio Grande do Norte, a partir de agora, haverá um refinamento nos estudos de levantamento de imóvel por imóvel, com previsão de conclusão no ano que vem.
O estudo criará categorias com critérios precisos para intervenções por parte dos moradores. Segundo o Iphan–RN, apesar de a ideia ser a de preservar ao máximo, é possível que haja modificações e até demolições, conforme o caso. Há ainda terrenos com espaços para novas construção, que poderão ser feitas desde que sigam as normativas do Plano Diretor [da cidade], a altura dos imóveis antigos, entre outros fatores.
Das edificações tombadas, encontram-se estilos que vão da arquitetura civil colonial e barroca a edifícios modernistas. Entre eles destacam-se o Forte dos Reis Magos, o Casarão do Arquivo Arquidiocesano, o Armazém Real da Capitania (Antiga casa do padre João Maria), o Palácio Felipe Camarão (sede da Prefeitura de Natal), o Teatro Alberto Maranhão, o antigo Grupo Escolar Augusto Severo e o prédio da Secretaria de Tributação do Município (Semut). Além deles, onze praças do Centro Histórico serão requalificadas.
Justamente esses dez destes locais foram selecionados, em 2013, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Cidades Históricas 2) para passar por algum tipo de reforma com investimentos no valor de R$ 43 milhões. A execução das obras foi distribuída entre a Prefeitura Municipal de Natal, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o próprio Iphan.
Fonte: Ministério da Cultura
http://vivernatal.wordpress.com/

 Botafogo de Nascimento
Aqui Diá atuando no Botafogo de Nascimento que chegou as semifinais do campeonato Interiorano de futebol também conhecido de "Matutão": Em Pé, Nascimento(Téc.) Dedé de Chica Benta, Cigano, Marcelo de Sá Leitão, Pé de Tabaco, Marquinhos de Vital de Gino, Nagélio e Rusivan. Agachados: Vitório, Dedinho, Edilson, Anderson, Diá e Dinha.

Lucílio Filho

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Silvinho - Tu és o maior amor da minha vida

Bela a lua iluminada
pelo sol presenteada
qual noiva no altar
contagia quem a rodeia.
Seu noivo
de amor a presenteia.
Qual namorados escondidos
em seus jogos proibidos.
Bela a lua promissora
da escuridão, senhora
nos sonhos sedutora
ai de quem dela se enamora.

Cristina Costa
Foto: ✽❣──────────❀ღ✿────────────•✤❥

Bela a lua iluminada 
pelo sol presenteada
qual noiva no altar 
contagia quem a rodeia. 
Seu noivo 
 de amor a presenteia. 
Qual namorados  escondidos 
em seus jogos proibidos. 
Bela a lua promissora 
da escuridão, senhora 
nos sonhos sedutora 
ai de quem dela se enamora.   

✽❣──────────❀ღ✿────────────•✤❥
O COMETA 
JORNAL DE OUTRORA

O Jornal 'O COMETA' (circulava depois do São João, no período das férias estudantis, quando todos retornavam para sua terra berço) - edição de nº 01, segundo ano, datado de 01 de julho de 1967,  traz alguns comentários que não convém publicar porque a época é outra, todas as pessoas casaram (ou quase todas), algumas já faleceram e, na verdade, não tem sentido. No entanto, existem alguns "quadros", sem maldades, que podemos republicar como forma de conhecermos um pouco como era e como se divertia a elite jovem assuense da década de sessenta. Vejamos este:
O HOMEM IDEAL TEM QUE TER:

- A altura de EDIVAL;
- A classe de CAIO CÉSAR;
- A personalidade de TIÃO DIÓGENES;
- A educação de ALEX;
- A inteligência de EDGARD PINHEIRO;
- A eficiência de Dr. ARTUR;
- A disponibilidade de ALZAIR;
- A cultura de SEVERINO;
- A conversa de EMÍLIO SALEM;
- A perseverança de PAPAXINHA;
- A dança de JUNINHO;
- A elegância de ATHOS; e,
- O rosto de CRAVEIRO.

Coisas da nossa velha Assu.

Maria de Oliveira Barros


Maria Boa. (Sandro Fortunato*)

Cabe uma explicação aos mais jovens, aos castos e aos pudicos. Cabaré, boate, casa de massagens, puteiro, casa de strip, relax for men e outros templos do prazer carnal não são tudo a mesma coisa.
Cabaré é algo que quase não existe mais. Era o local de trabalho das damas, das mulheres da noite. Nele havia uma dona, geralmente uma senhora respeitável, douta na arte de fazer um homem gemer sem sentir dor, conhecedora de mistérios somente revelados à meia luz, entre gemidos e sussurros. Essa senhora recebia em sua casa várias meninas que, repetindo sua própria história, um dia haviam fugido de casa ou sido colocadas para fora pelo pai envergonhado da filha ingrata que desgraçara o lar fazendo safadeza antes do tempo e sem ser casada. Essas meninas tinham cada uma, seu quarto, suas coisinhas, seu mundo. Tinham hora para trabalhar. Tinham clientes preferidos. Também tinham amigos. Tinham uma vida. E, essa não era nada fácil.
Ir a um cabaré nem sempre significava buscar sexo pago. Freqüentava-se cabaré para beber, conversar com os amigos, com as meninas da casa, ver um show, enfim, para se divertir e relaxar. Ao final, você poderia voltar para casa de espírito mais tranqüilo e sem necessariamente ter chegado às vias de fato.
Na provinciana Natal desde os anos 40 a meados da década de 80, existiu o Cabaré de Maria Boa, talvez o último desses locais que merecesse ser chamado assim. Era de propriedade de uma verdadeira dama, respeitável cortesã.
Luz vermelha, quartos minúsculos com acústica privilegiada aos que passavam no corredor, toalhinha e bacia com água para lavar as partes, cerveja gelada, meninas que conversavam, mulheres mais experientes com suas “frases de sedução”: E aí, bonitão, vamos brincar um pouquinho hoje? ou Vem cá, simpático. A radiola de ficha a tocar e as meninas sonhando com alguém que as tirasse daquele lugar.
Maria Boa era natural de Campina Grande. Como teria vindo para Natal? Será que a menina, então com pouco mais de vinte anos, que deixava Campina, poderia imaginar que a Casa de Maria Boa faria fama no Brasil e no mundo e, mais que simples cabaré, viraria referência turística da capital potiguar?
Maria Boa chegou a Natal junto com os americanos e a Segunda Guerra. Sua casa levou se tornou um referencial. Era freqüentada por políticos e empresários. Funcionou por aproximadamente meio século. Já era quase uma septuagenária quando caminhava diariamente ao amanhecer pela Praia do Meio, onde morava, com uma antiga amiga. Não se sabe se nessa época ainda aparecia para gerir os negócios. Poucos tiveram a oportunidade de pousar olhos embriagados sobre sua lendária figura.
Uma história foi contada na edição do Diário de Natal, que trazia a notícia da morte de Maria. O fato ocorreu em um churrasco em família, num ambiente bem tranqüilo: “Numa cadeira ao lado, sentou uma senhora usando vestido azul e sandálias pretas. (…) Seus traços físicos ainda guardavam sinais de uma mulher que já fora muito bonita, de belo corpo. Conversei uma hora com a mulher ao lado. Ao final do papo, ela perguntou meu nome. Respondi a senhora e, por educação, fiz a mesma pergunta. Com um sorriso, ela me respondeu: “Me chamo Maria de Oliveira”. (…) Alguns minutos após, minha avó se aproximou, comentei com ela: “Que mulher distinta e educada, ela parece uma lady do tipo inglesa”. Minha avó disse: “Você estava conversando com Maria Boa”.Outra história, na cobertura do enterro, foi registrada:
Morreu ontem, por volta de 1 hora da manhã, vítima de acidente vascular cerebral - AVC (trombose), na Casa de Saúde São Lucas, Maria Oliveira Barros, mais conhecida como Maria Boa, 77 anos. Ela fez história no Rio Grande do Norte com seu bordel. Com o sepultamento de Maria Boa, desaparece também uma figura lendária da história da cidade, que da badalação da noite envolveu-se num véu de recato e discrição, usufruindo o que amealhou com décadas de trabalho em extremo convívio familiar.Quem não viveu a Natal dos anos sessenta, quando o sexo era reprimido “entre as moças de família”, não pode avaliar o que foi essa “instituição” para jovens iniciantes, ou para o relax de vestutas figuras do Judiciário, Legislativo e Executivo, empresários, enfim cidadãos de todos os tipos, de uma cidade com menos de 200 mil habitantes .
Junto com Maria, morreu todo o romantismo de uma época.
Hoje, temos garotas de todos os tipos, para todos os bolsos, gostos e fantasias, mas não se fazem mais Damas da Noite como antigamente.
* Acrescentadas, pelo blog, algumas notas ao texto original.

Aos 91 anos, candidato mais velho das eleições se diz ‘um homem do futuro’

o-coronel-velloso-diz-ter-passado-a-vida-analisando-a-sociedade-e-agora-esta-pronto-para-ajudar-a-transforma-la-1406645058133_615x300

“Um homem do futuro”. Assim Délio de Barros Velloso, o Coronel Velloso, se define. Nascido em 1922, em Piracicaba (160 km de São Paulo), ele decidiu se candidatar a deputado federal pelo PRB aos 91 anos de idade.
“Durante toda a minha vida eu analisei a sociedade, mas nunca ninguém quis me ouvir. E agora tenho ideias para melhorar as coisas”, afirma Velloso, que serviu na Força Nacional –órgão que precedeu a Polícia Militar do Estado até 1970– e já disputou outra eleição “uns 30 ou 40 anos atrás, pelo PL”, mas não se elegeu.
Do Portal Uol

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO