segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Se sabe, comente!
A população de Natal, do estado norte-riograndense, vive em polvorosa e aflita, são dias tensos vividos com a falta de segurança. Mas, temos ainda um homem que tem um trabalho que o tornou referência, chamado Maurílio Pinto, o Xerife, como ficou conhecido. Delegado aposentado da Polícia Civil. É o terceiro na foto (antiga) da esquerda. Hoje, salvo engano, aos 75 anos, penso eu, deve ainda gozar de boa saúde, ainda é capaz de resolver o problema da insegurança que assombra os potiguares e seus visitantes. Já está na hora de o governo resolver essa situação, acabar com a bandidagem no Rio Grande do Norte. É muito fácil resolver esse problema dramático que vive o povo potiguar: Maurílio Pinto neles, caça aos bandidos, traficantes!

domingo, 3 de janeiro de 2016

OS SAMBISTAS E PAGODEIROS DO ASSÚ ESTÃO DE LUTO

eterno
Considero um profeta verdadeiro quem primeiro pronunciou a frase: A vida é uma vela acesa.
Foi assim com este amigo, que representou desde seu nascimento com honra e brio uma galeria de astros deixada pelo saudoso pai Severino Sapateiro.
Fiquei triste quando vi no facebook do contemporâneo Gilmar Rodrigues, esta foto com a noticia da sua morte.
Liguei há poucos instantes para o companheiro Régis de Sousa para obter a confirmação do seu óbito.
Fiz amizade com Valdeci em 1966 quando morei em Assú e estudava, tendo sempre sua companhia nos bares da cidade tocando um pinho com sua sonora voz de sambista boêmio.
Aos seus familiares minhas expressas condolências, por questões emocionais não vou ao sepultamento nem ao velório, sou dissidente deste dever cristão. Prefiro a lembrança viva de todos que estimo.
Tenho certeza que todos os sambistas e pagodeiros da cidade de Assú, estão de lutos e que o maestro da orquestra celestial esteja afinando os instrumentos dos seus regentes para fazer a festa da chegada de Valdeci na morada de Deus nosso protetor.
Vá com Deus como bem diz a canção popular e o samba nunca morra por falta do seu talento!
Postado por Aluizio Lacerda
NOTA DO BLOG:
Faço minhas as palavras escritas pelo amigo Aluizio, já que participei efetivamente das efusivas baladas descritas pelo companheiro, cuja família de artistas também fez parte da minha vida juventude.
José Regis de Souza
REGIStrando
"Hoje tomei a decisão de ser eu.
Um raio hoje deslumbrou-me de lucidez. 
Nasci."
Fernando Pessoa

De: 
Yara Darin


Fred critica postura do Brasil no 7 a 1. 'Achávamos que íamos atropelar'



03/01/201611h41
Do UOL, em São Paulo

  • AFP PHOTO / GABRIEL BOUYS
Já faz mais de um ano que o Brasil foi humilhado pela Alemanha no Mineirão por 7 a 1 na Copa do Mundo. Mas aquela derrota ficará para sempre marcada e não sairá da cabeça dos envolvidos na partida. Desta vez quem lamentou a postura da seleção naquele dia foi o atacante Fred, um dos mais criticados do time nacional durante o Mundial.
"O mais grave, analisando depois do que aconteceu, foi que a gente achou que só pelo fato de jogar em casa, a gente ia atropelar a Alemanha. Este atropelo veio da parte deles", disse o atacante do Fluminense em entrevista ao Esporte Espetacular, da Rede Globo.
"Tomamos 1, 2, 3 e dentro do campo acreditávamos que íamos empatar e virar. Tomamos, o quarto, o quinto. Aquilo foi muito rápido. Naquele momento não deveríamos pensar 'vamos empatar'. Devíamos pensar, 'vamos equilibrar", completou.
O jogador disse também que ficou muito abalado pelas vaias recebidas atuando no Mineirão, onde brilhou no início de sua carreira pelo América-MG e depois pelo Cruzeiro.
"Minha sensação era 'Deus, dá para mim alguma coisa para entrar dentro de um buraco e nunca mais sair'. Fui vaiado dentro do Mineirão, a minha casa. Depois da Copa fiquei muito mal, pedi 30 dias de afastamento do Fluminense. Estava psicologicamente muito mal. Fui para os Estados Unidos para ninguém reconhecer, mas o que tinha de brasileiros (risos). Mas pessoalmente me deram muito carinho", disse.
Fred também criticou aqueles que o chamaram de cone e o ironizaram por sua atuação na Copa.
"Qualquer um que entende o mínimo de futebol, sabe que nosso coletivo não funcionou e eu dependo do coletivo. Não tive uma oportunidade de gol, a bola não chegou no meu pé uma vez, Pensávamos que íamos crescer na hora certa. Contra o Chile (nas oitavas de final) era para termos sido eliminados. Aos 90 minutos tomamos uma bola no travessão", disse o jogador, que anotou apenas um gol no Mundial, na vitória por 4 a 1 sobre Camarões.
Desde o fim da Copa do Mundo, Fred não voltou a ser chamado pela seleção brasileira, mas aos poucos vem recuperando a boa fase no Fluminense.

"Quero ficar para sempre no Fluminense, mesmo depois de encerrar a carreira. Quero ajudar o Fluminense de alguma maneira. Meu prazer é ir para o Fluminense. No momento que todo mundo olhou para mim e falou que eu estava acabado depois da copa, o clube a e a torcida me abraçaram. Isso ficará marcado pelo resto da vida", afirmou.

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO