terça-feira, 19 de janeiro de 2016
preparação de competidora que participará dos Jogos Olímpicos
A assuense Nívia Barros fará parte da equipe de treinamento de Íris Tang
Da redação da Princesa

Já qualificada para estar entre os atletas do Brasil que representarão o país nos Jogos Olímpicos deste ano, no Rio de Janeiro, a competidora de Taekwondo Íris Tang Sing vai contar com a participação de uma colega da cidade de Assú dentro de seu trabalho de preparação. A assuense Nívia Barros fará parte da equipe de treinamento de Íris Tang. Quem conta é o dirigente da Federação Norte-rio-grandense de Taekwondo e responsável pela preparação da equipe assuense da modalidade, Fábio Lourenço da Silva.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
r Página
A grandeza do Inverno
(Poeta Jadson Lima)
(Poeta Jadson Lima)
O céu cinza me mostra com clareza
Que o inverno tardou mais ta chegando
Pois é Deus que escolhe o dia e quando
Trás a chuva banhando a natureza
O relâmpago mostra sua beleza
O trovão entoando a canção
O feijão que enrama pelo chão
Enfeitando a terra com magia
Canta rã canta o sapo e canta a gia
No riacho correndo do sertão.
Que o inverno tardou mais ta chegando
Pois é Deus que escolhe o dia e quando
Trás a chuva banhando a natureza
O relâmpago mostra sua beleza
O trovão entoando a canção
O feijão que enrama pelo chão
Enfeitando a terra com magia
Canta rã canta o sapo e canta a gia
No riacho correndo do sertão.
Asa branca regressa em revoada
Com a festa da chuva quando cai
Pingos férteis no chão o verde sai
Vem molhando a terra ressecada
O açude com a terra rachada
Veio a chuva e tirou o seu rachão
O sorriso de Deus brota no chão
Com o verde fiel da natureza
É a chuva mostrando sua grandeza
Com a voz estrondosa do trovão.
Com a festa da chuva quando cai
Pingos férteis no chão o verde sai
Vem molhando a terra ressecada
O açude com a terra rachada
Veio a chuva e tirou o seu rachão
O sorriso de Deus brota no chão
Com o verde fiel da natureza
É a chuva mostrando sua grandeza
Com a voz estrondosa do trovão.
Cada pingo pra mim é um diamante
Ao cair pelo chão logo enriquece
Nordestino com fé logo agradece
E se sente o ser mais importante
Quando vê a campina verdejante
E a terra já pronta pra plantar
Não se cansa já pensa em trabalhar
Pois já sabe que não vai ser à toa
E a chuva só trás notícia boa
E o Nordeste começa a aflorar.
Ao cair pelo chão logo enriquece
Nordestino com fé logo agradece
E se sente o ser mais importante
Quando vê a campina verdejante
E a terra já pronta pra plantar
Não se cansa já pensa em trabalhar
Pois já sabe que não vai ser à toa
E a chuva só trás notícia boa
E o Nordeste começa a aflorar.
O sorriso da mata ilumina
Quando o dia está amanhecendo
As ramagens brilhando água escorrendo
Na galhada de um pau canta um campina
Voz perfeita que nunca desafina
Agradece sorrindo ao subalterno
No seu cantarolar diz é o inverno
Que Jesus permitiu dar um bom dia
Canta a mata sorrindo de alegria
Agradecendo ao nosso pai eterno.
Quando o dia está amanhecendo
As ramagens brilhando água escorrendo
Na galhada de um pau canta um campina
Voz perfeita que nunca desafina
Agradece sorrindo ao subalterno
No seu cantarolar diz é o inverno
Que Jesus permitiu dar um bom dia
Canta a mata sorrindo de alegria
Agradecendo ao nosso pai eterno.
O inverno entoa a melodia
Traz riqueza na musicalidade
Ouço sons que já tava com saudade
A orquestra da linda saparia
O piar das marrecas não ouvia
Hoje ouço e fico emocionado
O trovão sempre perfeito e afinado
Quando eu era menino tinha medo
O inverno trás até meu segredo
Que até hoje eu o tinha bem guardado.
Traz riqueza na musicalidade
Ouço sons que já tava com saudade
A orquestra da linda saparia
O piar das marrecas não ouvia
Hoje ouço e fico emocionado
O trovão sempre perfeito e afinado
Quando eu era menino tinha medo
O inverno trás até meu segredo
Que até hoje eu o tinha bem guardado.
Ouço os pingos pingando no telhado
São agudos e médios bons de ouvir
O grave da biqueira ao chão cair
Faz eu tomar um banho demorado
Fecho os olhos me sinto aliviado
Olho o céu carregado de prazer
Se a chuva falasse ia dizer
Sou parceira fiel da natureza
É a chuva pra mim maior riqueza
É a chuva que trás vida e viver.
São agudos e médios bons de ouvir
O grave da biqueira ao chão cair
Faz eu tomar um banho demorado
Fecho os olhos me sinto aliviado
Olho o céu carregado de prazer
Se a chuva falasse ia dizer
Sou parceira fiel da natureza
É a chuva pra mim maior riqueza
É a chuva que trás vida e viver.
Vem a chuva tirando a poeira
E lavando a sujeira dessa terra
Sol e chão já estavam quase em guerra
A caveira de um boi numa porteira
Muge o gado e canta a lavandeira
O vaqueiro aboiando no curral
Diz um verso que não tem outro igual
No seu cantarolar com alegria
Vai rimando amor chuva e poesia
Um herói grandioso e natural.
E lavando a sujeira dessa terra
Sol e chão já estavam quase em guerra
A caveira de um boi numa porteira
Muge o gado e canta a lavandeira
O vaqueiro aboiando no curral
Diz um verso que não tem outro igual
No seu cantarolar com alegria
Vai rimando amor chuva e poesia
Um herói grandioso e natural.
Um riacho na beira da estrada
Pra dentro de um açude faz sangria
Mergulhão jaçanã de longe pia
Celebrando o inverno em disparada
O sertanejo amola sua enxada
E sai assoviando pro roçado
O sorriso no rosto estampado
Agradecendo a Deus por ta chovendo
Morre a seca e o verde vai nascendo
Olhe aí meu Nordeste abençoado.
Pra dentro de um açude faz sangria
Mergulhão jaçanã de longe pia
Celebrando o inverno em disparada
O sertanejo amola sua enxada
E sai assoviando pro roçado
O sorriso no rosto estampado
Agradecendo a Deus por ta chovendo
Morre a seca e o verde vai nascendo
Olhe aí meu Nordeste abençoado.
Preparei meu anzol de pescaria
E arranquei minhoca no terreiro
Mas com o landuá irei primeiro
Ver se eu pego piaba na sangria
Se eu pudesse era o que eu mais queria
Que o tempo voltasse meu irmão
Pra pescar sem ter preocupação
Com alegria e sem um pingo de medo
Eu papai Olavo e finado Pedo
Nos riachos e rios da emoção.
E arranquei minhoca no terreiro
Mas com o landuá irei primeiro
Ver se eu pego piaba na sangria
Se eu pudesse era o que eu mais queria
Que o tempo voltasse meu irmão
Pra pescar sem ter preocupação
Com alegria e sem um pingo de medo
Eu papai Olavo e finado Pedo
Nos riachos e rios da emoção.
O inverno traz muita alegria
Traz riqueza e vida pro sertão
Traz fartura e fertiliza o chão
Traz canção aos poetas e poesia
Traz amor paz e muita harmonia
Traz o verde com muita maestreza
O inverno matiza com grandeza
E acorda o sorriso adormecido
Eu termino o poema agradecido
Ao supremo autor da natureza.
Traz riqueza e vida pro sertão
Traz fartura e fertiliza o chão
Traz canção aos poetas e poesia
Traz amor paz e muita harmonia
Traz o verde com muita maestreza
O inverno matiza com grandeza
E acorda o sorriso adormecido
Eu termino o poema agradecido
Ao supremo autor da natureza.
Bom Jesus/RN
domingo, 17 de janeiro de 2016
Cristina Costa
Carrego o anseio na leveza das mão se o incenso na cor dos meus olhos.
Na esfera ambígua dos sentires
o desassossego me consome.
Parece que há um paradoxo
para o qual me é ainda impossível
encontrar uma explicação plausível.
Tudo se transforma num segundo,
num momento de imaginação,
em que os dedos escrevem sozinhos
e as mãos, geladas, se deixam conduzir.
Rego versos semeando letras,
palavras, poesias que evidenciam memórias.
A poesia também é uma forma
de abraçamos a vida e tudo o que nos rodeia.
Na esfera ambígua dos sentires
o desassossego me consome.
Parece que há um paradoxo
para o qual me é ainda impossível
encontrar uma explicação plausível.
Tudo se transforma num segundo,
num momento de imaginação,
em que os dedos escrevem sozinhos
e as mãos, geladas, se deixam conduzir.
Rego versos semeando letras,
palavras, poesias que evidenciam memórias.
A poesia também é uma forma
de abraçamos a vida e tudo o que nos rodeia.
sábado, 16 de janeiro de 2016
A FLOR DE PUXINANÃ
Por Zé da Luz
Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.
A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.
A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.
Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.
A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.
Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.
Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.
Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!
Por Zé da Luz
Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.
A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.
A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.
Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.
A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.
Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.
Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.
Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
CARIDADE
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
1 Coríntios 13:2
(A palavra Caridade vem do latim (caritas), originária no vocábulo grego cháris. Significa sentimento de ajuda a alguém sem interesses maiores. Que prática a caridade é bom, faz bem ao coração da gente, é correto. Ela, a caridade, "é superior as todas as virtudes", assim afirma o Apóstolo São Paulo).
CAPITÃO STYVENSON VALENTIM PODERÁ SER CANDIDATO A PREFEITO DE NATAL
13 de janeiro de 2016 — por Daniel Menezes
O nome já circula nos bastidores e nos alpendres do litoral do RN.
PS. Esta pedra já foi cantada aqui. Diante da falta de articulação da oposição em fiscalizar e até contribuir com críticas ao mandato de Carlos Eduardo Alves, Styvenson, bem visto pela sociedade potiguar, ajudaria a embolar a disputa.
Fonte: http://www.opotiguar.com.br/
O nome já circula nos bastidores e nos alpendres do litoral do RN.
É visto com simpatia por setores da oposição uma candidatura do capitão Styvenson Valetim para disputar a prefeitura do Natal.
O perfil linha dura o credenciaria ao debate em relação à corrupção e violência, temas latentes em 2016.
PS. Esta pedra já foi cantada aqui. Diante da falta de articulação da oposição em fiscalizar e até contribuir com críticas ao mandato de Carlos Eduardo Alves, Styvenson, bem visto pela sociedade potiguar, ajudaria a embolar a disputa.
PS.2. A multiplicação de candidaturas tende a garantir com maior margem de certeza o segundo turno em Natal.
Daniel Menezes
Cientista Político, Doutor em Ciências Sociais (UFRN), Professor Substituto da UFRN e diretor do Instituto Seta. Autor do livro: pesquisa de opinião e eleitoral: teoria e prática. E co-autor do Geografia do Voto em Natal. Email: dmcartapotiguar@gmail.com. Twitter: @danielopotiguar. Facebook: Daniel Menezes. Instagram: @danielopotiguar.
Fonte: http://www.opotiguar.com.br/
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Rosáfico Saldanha Dantas Saldanha Saldanha para Rio Grande do Norte, Terra das Minhas Raízes! Do Facebook/linha do tempo de Gregório Júnior.
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO






