sábado, 10 de junho de 2017

Elvis Presley - Always on My Mind (Legendado)

É muito certo, patrão.
Atesto, não tenho medo
Revela um certo segredo
A mulher por traz do não.
- A alguns traz confusão
A outros, já tem ferido
Corações já tem partido.
Dos que não sabem entender!
Eu, porém sei compreender:
Tem sempre um sim escondido.
Fernando Caldas

sexta-feira, 9 de junho de 2017

APRENDA O CORRETO:
*HOJE É DOMINGO, PÉ DE CACHIMBO..*, e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é:
*HOJE É DOMINGO, PEDE CACHIMBO...* (fumar um cachimbo)
E tem o *PÉ-DE-MOLEQUE*...
A mulher fazia o doce caramelizado de amendoim e punha pra esfriar na janela. A molecada roubava... então ela gritava: *NÃO PRECISA ROUBAR! PEDE, MOLEQUE!*...
E a gente pensa que repete corretamente os "ditos populares".
No popular se diz: *Esse menino não para quieto, parece que tem bichocarpinteiro*. Minha grande dúvida na infância.... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"
Correto:
*Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro*. "Tá aí a resposta para meu dilema de infância!"
*Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão*.
Enquanto o correto é:
*Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão*. "Se a batata é um caule subterrâneo, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparramaria pelo chão se ela está embaixo dele?"
*Cor de burro quando foge*.
O correto é:
*Corro de burro quando foge*. Esse foi o pior de todos!
Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Porque ele mudaria de cor???"
Outro que no popular todo mundo erra: *Quem tem boca vai a Roma*.
Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar...
O correto é:
*Quem tem boca vaia Roma*. (Isso mesmo, do verbo vaiar).
Outro que todo mundo diz errado,
*Cuspido e escarrado* - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é:
*Esculpido em Carrara*.(Carrara é um tipo de mármore)
Mais um famoso:
*Quem não tem cão, caça com gato*
Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor...
O correto é:
*Quem não tem cão, caça como gato*, ou seja, sozinho...
Vai dizer que você falava sabendo o sentido correto de algum desses?????
AGORA ENTÃO...ESPALHA POR AÍ...
A LÍNGUA PORTUGUESA AGRADECE!
(Dicas do Prof. Pasquale). Achei muito interessante, portanto compartilho .
Da linha do tempoFacebook de UCM

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A coragem toma muitas formas,
muitas cores.
Coragem de deixar morrer o ódio, 
a quem só me causou dor.
Coragem de marcar meu corpo,
não com rugas assumidas,
mas com pinturas que as escondem,
não recordando as feridas
que me rasgam a alma e a pele.
Coragem de enfrentar a dor ,
sem que outros saibam ou percebam,
encontrando ainda assim alegria para viver.
Coragem de dar nova vida ao meu olhar
que observou e sentiu tantas mágoas,
tantas dores provocadas.
Cubro a minha pele
com mil cores de coragem.
E não há melhor pintor,
é a mão de Deus que a pinta, nunca a vi com tanta cor.
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Notícias - Presidente do CRC/RN emite nota à imprensa sobre Operação Manus

O Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte (CRC/RN), João Gregório Júnior, vem, por meio desta, prestar esclarecimentos à sociedade e aos profissionais da Contabilidade sobre o fato ocorrido no dia 06 de junho de 2017, consistente na sua tomada de depoimento junto à Polícia Federal em virtude da Operação Manus - desdobramento da operação Lava Jato - a qual apura atos de corrupção envolvendo a construção do estádio Arena das Dunas.

O plenário do CRC/RN, funcionários, delegados do Conselho, o SESCON,  a Associação dos Peritos e Auditores e a Academia de Ciências Contábeis do Rio Grande do Norte exortam a conceituada trajetória do presente Contador - reconhecida pelo zelo profissional, transparência, condução ética e disciplinada no seu fazer - motivo pelo qual foi eleito Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Na condição de sócio administrador de uma empresa de contabilidade, João Gregório Júnior, por sua atuação como contador no Estado, foi convidado a prestar serviços de contabilidade para a campanha eleitoral do ex-ministro Henrique Eduardo Lyra Alves, quando este concorreu ao cargo de Governador do Estado do Rio Grande do Norte. Momento em que figurou como responsável pela prestação de contas de campanha junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio Grande do Norte (TRE/RN).

A operação Manus investiga a origem de recursos utilizados na campanha eleitoral do ano de 2014 de Henrique Eduardo Alves, o que ocasionou na prisão do ex-ministro e na investigação de todos os que de alguma forma participaram prestando serviços à campanha. Como padrão de investigação utilizado pela Polícia Federal, chegou-se à investigação do escritório de contabilidade Gregório Júnior e Associados S/S Ltda - prestador de serviço - dirigido por João Gregório Júnior - tendo sido cumprido os mandados de busca e apreensão de documentos e condução coercitiva do Sr. Gregório para prestar depoimento como contador da campanha, cadastrado junto ao TRE/RN, sendo o mesmo responsável pelos registros contábeis enviados.

João Gregório Júnior ressaltou em seu depoimento que efetuou os registros contábeis dos documentos a ele apresentados para processamento, não sendo responsável e nem mesmo possível ao mesmo tempo averiguar origem de recursos ou despesas em desacordo com a legislação, quando essa análise reporta a fatos não aferíveis por meio documental.

É importante esclarecer que a prestação dos serviços contábeis restringe-se ao registro dos fatos patrimoniais e sua análise contábil, seguindo o que prevê a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade - nº 987/2003 e suas alterações, motivo pelo qual o instrumento de contratação firmado com o escritório de Contabilidade reza expressamente que: “A CONTRATADA não assume nenhuma responsabilidade pelas consequências de informações, declarações ou documentação inidôneas ou incompletas que lhe forem apresentadas; bem como por omissões próprias da CONTRATANTE e por todos os seus prepostos, ou decorrentes do desrespeito à orientação prestada.”

Desse modo, João Gregório Júnior vem declarar a sua completa tranquilidade de consciência quanto a sua atuação estritamente profissional, ética e com zelo na prestação dos seus serviços de contador - profissão que exerce, respeita e a qual se dedica há mais de 37 anos, reconhecendo, contudo, seus limites humanos que não lhe permitem tomar ciência de fatos para além do seu conhecimento. Dessa forma, João Gregório vem esclarecer à sociedade a verdade dos fatos ocorridos a fim de expor os eventos sem ruídos ou especulações, ainda, reivindicando o seu direito ao reconhecimento do exercício da contabilidade com autonomia e isenção.
  • João Gregório Júnior
  • Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do RN (CRC/RN)
Fonte: Imprensa CRC

quinta-feira, 8 de junho de 2017

SÃO JOÃO DO ASSU NO "ROTEIROS INCRÍVEIS"

A imagem pode conter: texto
Lagoa das moças

Vancê tá vendo êsse lago,
pequeno, desse tamanho?
Apois bem, é a lagoinha,
onde as moças tomam banho,
quaje tôda menhanzinha.

Eu num sei pruque razão
essa água cheira tanto?
Num sei mesmo pruque é...
Mas, descunfio e agaranto:
sê do suô das muié.

- Mas, se eu fôsse essa lagoa,
se ela eu pudesse sê! 
Se quando as moças chegasse,
eu pudesse as moças vê...
Aí, os óios eu feixasse...

Quando n’água elas caísse
eu pegava, abria os óios.
Uns óios desse tamanho!!!
Só pra vê aqueles móios
de moça tomando banho.


Renato Caldas
____________em, Fulô do Mato

segunda-feira, 5 de junho de 2017

PÁSCOA DA COLÔNIA ASSUENSE EM NATAL

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e atividades ao ar livre

De sábado último. Páscoa dos assuenses radicados em Natal. Igreja São João Batista/Natal. Entrada da imagem de São João (imagem da Paróquia de Assu). Da esquerda: Fernando Caldas (editor deste blog) e João Batista de Amorim Macedo.

QUEM SÃO OS MINISTROS DO TSE QUE VÃO JULGAR A CHAPA DILMA-TEMER


Dos quatro caminhos possíveis para que o presidente Michel Temer deixe o Palácio do Planalto antes de dezembro de 2018, um começa a ser trilhado a partir desta terça-feira, dia 6 de junho, quando começa o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da chapa vencedora das eleições de 2014.
Os sete ministros da corte eleitoral têm diante de si um dos casos mais complexos e de maior repercussão da história do tribunal. Além de influenciar os rumos do país, o resultado do julgamento de Temer e Dilma Rousseff pode ter impacto na tendência de interpretação da lei de toda a Justiça Eleitoral.
Por essa razão, analistas ouvidos por EXAME.com descartam a hipótese de que o julgamento seja resolvido ainda nesta semana. Para eles, o mais provável é que um dos ministros peça mais tempo para analisar o processo (o pedido de vista, no jargão jurídico) e o julgamento seja interrompido – sem prazo para voltar à pauta.
Segundo o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, os pedidos de vista na corte eleitoral não tendem a se prolongar. Informação confirmada por um ex-magistrado da corte que disse a EXAME.com que, em média, o tempo extra de análise dura cerca de 15 dias.
Na projeção da consultoria Eurásia, a corte ainda não tinha formado maioria sobre o caso até o final da semana passada. As dúvidas sobre o resultado, segundo a consultoria, recaem sobre três ministros: Napoleão Maia, Admar Gonzaga e Tarcisio Vieira.
Os dois últimos acabam de ingressar no corte após escolha de Temer a partir de uma lista tríplice. Eles serão respectivamente o terceiro e quarto a votar.
Maia, que é ministro do STJ e está na corte eleitoral desde 2007, será o segundo a proferir seu voto – logo depois de Herman Benjamin, relator do caso.
A expectativa do Planalto, segundo o jornal Folha de S. Paulo, é de que ele rivalize com Benjamin durante todo o julgamento, seja com argumentos de contraponto, um pedido de vista logo de cara ou com um voto rejeitando a cassação.
A princípio, estão marcadas quatro sessões para que os ministros se debrucem sobre o caso nesta semana. A primeira delas começa às 19h desta terça-feira, 6 de junho.
Fonte:Exame

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Os Anos 50

É considerada uma época de transição entre o período de guerras da primeira metade do século XX e o período das revoluções comportamentais e tecnológicas da segunda metade.

Nesta época tem início a chegada da televisão em Portugal e no Brasil. Esta época também foi considerada a "idade de ouro" do cinema e também foi a época de importantes descobertas científicas.

Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo "New Look", de Christian Dior, em 1947 até a sua morte em 1957.

A silhueta feminina e jovial esteve presente em toda a década de 50, Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência. A maquilagem valorizava o olhar, e levou o lançamento de muitos produtos como sombra, rímel, lápis para olhos e sombrancelhas e deliniador. A maquilagem realsava a intensidade dos olhos e a palidez da pele. Foi também o auge das tintas para cabelo,loções alisadoras e fixadoras. Os penteados podiam ser coques ou rabo de cavalos, com mechas que caíam no rosto e franja com ar de menina.

Criaram dois esterótipos nesta época, o de engênua chique encarnado em Grace Kelly e Audrey Hepburn que se caracterizavam pela naturalidade e jovialidade e o estilo sensual e fatal, como o das atrizes Rita Hayorth e Ava Gardner e os das pin-ups americanas loiras e com seios fartos, como padrões de beleza da época Marilyn Monroe e Brigitte Bardot , que eram uma mistura dos dois estilos, a devastadora combinação de ingenuidade e sensualidade.

Na agitação de novas tendências que foram surgindo quase a cada estação, a diversificação de produtos foram revolucionando a estratégia econômica de marcas, criando por exemplo, o perfume chanel.

Rock, alta-costura, período de independências, emancipações e liberdades. Foi aqui que tudo começou. Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.

O cinema lançou a moda do garoto rebelde, simbolizada por James Dean, no filme "Juventude Transviada" (1955), que usava blusão de couro e jeans. Marlon Brando também sugeria um visual displicente no filme "Um Bonde Chamado Desejo" (1951), transformando a camiseta branca em um símbolo da juventude.

Já na Inglaterra, alguns londrinos voltaram a usar o estilo eduardiano, mas com um componente mais agressivo, com longos jaquetões de veludo, coloridos e vistosos, além de um topete enrolado. Eram os "teddy-boys".

Ao final dos anos 50, a confecção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida cotidiana. Nesse cenário, começava a ser formar um mercado com um grande potencial, o da moda jovem, que se tornaria o grande filão dos anos 60.

Esta década trouxe à indústria do calçado algumas novidades: o salto agulha e novos materiais, como seja o caso do acrílico. E, a utilização destes novos materiais, permitiu que a criatividade dos estilistas atingisse patamares, até então, nunca sonhados.

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.