
domingo, 16 de dezembro de 2018
sábado, 15 de dezembro de 2018
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
João Felipe da Trindade
Peter viveu por aqui no RN por 6 anos, na época dos holandeses. Seu livro, muito importante para nossa história, foi lançado na UFRN. Pouca gente prestigiou. Coisa do nosso Rio Grande.
CARNAUBAENSES AUSENTES COMEÇAM A TER UMA ESPERANÇA DE UMA CARNAUBAIS MELHOR
O advento da provável vinda de Roberto Luiz Bezerra Cabral ou inspetor Cabral para Carnaubais com o compromisso de fazer politica, vem despertando no imaginário local uma boa opção para o pleito de 2020.
Muitos conterrâneos já manifestaram pela linha interna esta satisfação e outros se utilizando das redes sociais para incentivar o seu nome como candidato a prefeito.
Quem tem dado transparência com grande esperança de uma Carnaubais melhor, vem da legião de filhos ausentes, que no decorrer dos anos tem visitado a cidade e encontrado pouco avanço nos setores que fazem o sonhado desenvolvimento do município.
Sem precisar fazer citação de nomes, muitos carnaubaenses residentes em Natal, Mossoró e demais municípios potiguares, tem enviado ao blog moções de alegria com todos torcendo que o inspetor Cabral aceite este desafio.
Até de outros estados tem chegado manifestação dos conterrâneos, apoiando a iniciativa que tomamos, pensando em ter uma opção que venha fazer com que Carnaubais saia da mesmice das gestões que já foram eleitas.
É natural que exista posicionamentos contrários. Mas, a mudança de verdade em Carnaubais ainda está para acontecer...
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
HOJE, 105 ANOS DE ROYAL CINEMA
Tonheca Dantas (Antônio Pedro Dantas (1871-1940), Nasceu em Carnaúba dos Dantas, Sertão do Seridó/RN. Sua composição intitulada Royal Cinema (Valsa) se tornou célebre, atravessou fronteiras. Na distante década de quarenta, essa bela composição fora irradiada pela rádio britânica BBC. Royal Cinema completa hoje, 13/12, 105 anos de produzida. O pesquisador Cláudio Galvão depõe que a música essa música de Tonheca é universal, atemporal, e revela a musicalidade do sertanejo. E vai mais adiante aquele escritor afirmando que até hoje, ele serve de inspiração para muitos jovens interessados em seguir carreira profissional na música.
Conta-se que Tonheca Dantas ao passar por uma Praça de Paris, se depara com uma sinfônica executando sua famosa composição. Dantas parou e escutou com atenção a sua obra universal. Ao terminar o concerto, o maestro se dirigiu a Tonheca indagando: - “Bonita valsa, hein? Quem é o senhor?” - Tonheca respondeu: - “Eu sou o autor dessa ‘merda’ que vocês estão assassinando.” - Um dos músicos teria sido infeliz, dado uma nota errada.
Fernando Caldas
Orquestra sinfônica da UFRN leva música nordestina ao Papa durante turnê na Itália
As influências nordestinas transformaram o erudito em uma singular composição apresentada pela primeira vez nesta quarta-feira, 12, em audiência geral com o Papa Francisco, no Vaticano. O momento contou com a participação da Orquestra Sinfônica e do Madrigal da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), cujos acordes, sopros, toques e vozes realizaram a estreia mundial da obra Regina Coeli, do compositor e professor da UFRN Danilo Guanais. Baião, maracatu, modinha, ciranda, samba, lundu e galope foram mesclados em uma mesma peça, criada especialmente para o encontro com o pontífice.
A apresentação incluiu outras composições brasileiras, entre elas Grande Missa Nordestina, do pernambucano Clóvis Pereira, e Magnificat, de Heitor Villa-Lobos. O autor da Regina Coeli, Danilo Guanais, esteve presente no evento que marca o dia de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina, comemorado com um repertório rico em brasilidade. A safra musical italiana também foi lembrada, a partir da execução de artistas como Verdi e Ottorino Respighi.
Esse foi o terceiro compromisso da turnê “UFRN 60 anos na Itália: Orquestra Sinfônica e Madrigal”, iniciada dia 9 de dezembro com apresentação na basílica de São Pedro, no Vaticano, e que também passou pela embaixada brasileira em Roma na última terça-feira, 11, com espetáculo conjunto da Orquestra Sinfônica da UFRN (OSUFRN) e do Madrigal. A turnê será encerrada nesta quinta-feira, 13, no Conservatório Licinio Refice da província de Frosinone, onde a OSUFRN dividirá o palco com estudantes locais.
A OSUFRN e o Madrigal da UFRN são projetos de extensão permanentes, em atividade desde 2009 e 1966, respectivamente. A orquestra é formada exclusivamente por alunos provenientes dos cursos técnicos e profissionalizantes, de graduação, mestrado e doutorado da instituição. O Madrigal, por sua vez, agrega estudantes da UFRN e pessoas da comunidade externa.
De: http://www.blogdajuliska.com.br
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Cobogós e azulejos: designer mapeia a rica arquitetura de Olinda
Por Redação PRA
Fundada em 12 de março de 1535, Olinda abriga dezenas de igrejas e conventos barrocos de inestimável valor histórico, além de casarões e instituições centenárias que resguardam uma arquitetura rica e imponente.
Fundada em 12 de março de 1535, Olinda abriga dezenas de igrejas e conventos barrocos de inestimável valor histórico, além de casarões e instituições centenárias que resguardam uma arquitetura rica e imponente.
No CHO – Centro Histórico de Olinda, essa arquitetura é inspirada em formas e cores da natureza: os furos dos cobogós (elemento que completa paredes e muros de construções) nas sacadas lembram folhas leves e frutos redondos; os portões de gradil espiralam em um formato que muito lembra um galho retorcido de flor; e há as cores, inspiradas no marrom da terra ou no azul do céu, espalhadas em cozinhas, salas e quintais de residências coloniais ladrilhadas nestas cores.
A designer gráfica Renata Paes diz que é inspirada pela arquitetura de Olinda, sua cidade natal. Ela conta que cresceu influenciada pela memória gráfica impressa nas edificações centenárias. Seu pai, o sr. Antenor, é arquiteto preservacionista e costumava levar Renata em longas caminhadas pelo centro histórico, mostrando os vários detalhes arquitetônicos da cidade alta, que foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1968 e reconhecido em 1982 pela Unesco como um Patrimônio Mundial Cultural.
“Cresci ouvindo histórias do meu pai sobre ladrilhos e gradis, e o quão importante era a preservação da arquitetura local. Quando tive que escolher meu trabalho de conclusão de curso, percebi quanto essa memória gráfica permeava minha infância, então decidi enfrentar esses artefatos danados!”, diz Renata.
O “enfrentamento” a que se refere resultou num detalhado mapa das memórias arquitetônicas misturadas com as memórias da própria cidade pernambucana.
No ano passado, a designer terminou o curso de Design na UFPE e lançou o catálogo “Memória Gráfica da Arquitetura de Olinda”, registro fotográfico muito relevante que compila diversos componentes que formam a identidade visual da região. Confira algumas fotos:
Cobogó
Foto: Thiago Duarte
“Elemento genuinamente pernambucano, seu nome é acrônimo de seus três criadores: CO-imbra, BO-eckmann e GO-és. Ele é inspirado no muxarabi, um elemento árabe de madeira. Sua função é trazer ventilação e luz para dentro da casa, preservando sua privacidade. A maioria dos cobogós que documentei estavam nos muros.” – Renata Paes
Gradil
Foto: Thiago Duarte
“O gradil surge como elemento de proteção bem parecido com o cobogó, permitindo a entrada de vento e luz solar. Tem dois tipos de gradis: o mais orgânico e sinuoso, encontrado principalmente nas construções antigas, e as grades geométricas, visto nas construções mais recentes e afastadas do centro da cidade.” – Renata Paes
Imagem: Renata Paes
Azulejo
Foto: Thiago Duarte
“Trazido por navios portugueses nas épocas coloniais, os azulejos protegem a fachada e refletem o calor. Os desenhos tem influência portuguesa e francesa, a maioria com temas florais ou orgânicos. O azul e branco são as cores predominantes, logo em seguida o amarelo.” – Renata Paes
Ladrilho Hidráulico
Foto: Thiago Duarte
“Considerado um piso de baixo impacto ambiental, o ladrilho hidráulico é curado em água, pulando a etapa do fogo. Ele é feito à base de materiais naturais, sendo colocado numa prensa e depois imerso na água durante 24 horas. Ele serve como substituto ao mármore e ao revestimento queimado e ao taco.” – Renato Paes
O catálogo compilado por Renata Paes está disponível no portal Cidades Educadoras e traz 52 fotografias extraídas de quatro artefatos, assim como seus vetores à disposição para uso gratuito: “O meu desejo agora é engordar o catálogo, adicionando fotografias e melhorando o texto. Quero explorar melhor a questão afetiva e voltar a ter contato com a população. E então, finalmente publicá-lo para aproximar mais as pessoas da preservação desse patrimônio arquitetônico e afetivo.”
http://razoesparaacreditar.com
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís de Camões
Aluizio Dias Lacerda
FAZENDO A DIFERENÇA
Roberto Bezerra Cabral ou inspetor Cabral, como é conhecido nas lides sociais e meios e comunicação do estado, tem sua origem familiar em duas vertentes sanguíneas bastantes consideradas em nosso município.
Pelo lado paterno seus laços são extrinsecamente ligado a genealogia dos ancestrais: Cabral e Cortês.
Seu DNA materno, vem do sangue tradicional da família Bezerra de longa existência no município e região.
Filho de José Cabral Sobrinho, ex-comerciante e servidor público municipal, tendo exercido função de confiança nos mandatos de Valdemar Campielo em seus dois governos no inicio da vida administrativa de Carnaubais.
Sua mãe Maria Bezerra Cabral (Mariínha), foi uma servidora voluntária da Igreja de Carnaubais desde sua mocidade.
Roberto Cabral iniciou seus estudos aqui no municipio, seguindo para Assú, estudou em Ceará Mirim, onde concluiu o ensino médio. Veio para o magistério quando do inicio das primeiras turmas do Ginásio Adalgisa Emídia da Costa.
Antes de ir residir em Natal, fez curso de expansão educacional para o magistério em João Pessoa -PB.
Retornou ao RN, abraçou a vida escolar, sendo professor e diretor do colégio Anízio Teixeira, sendo elevado ao cargo por eleição direta.
Migrou para a vida militar como patrulheiro rodoviário ao passar no concurso da PRF, órgão que tem pestado serviços relevantes na área de comunicação, desde que alcançou nível superior em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Casado com uma carnaubaense, tendo dois filhos e três netos: vive de bem com a vida e sem atropelos por conta da sua profissão ser exercida com seriedade e respeito.
Politicamente é filiado ao PT desde o incio dos anos 80, tendo participado da 1ª nominata de candidatos do Partido dos Trabalhadores no amo de 1982. Sigla que ajudou a fundar em Carnaubais.
A grande diferença se estabelece, quando Roberto Cabral nos bastidores da sigla a qual pertence, sempre fez parte de um grupo seleto de companheiros que optou pela profusão de ideias, contribuindo com o debate politico, sem se envolver com as lutas politiqueiras de muitos que ficam hoje, querendo passar a imagem de que ele é um parceiro omisso.
Roberto Cabral é um filiado de fibra e têmpera resistente com fidelidade a sigla, fato que é reconhecido pela governadora Fátima Bezerra, deputado Mineiro e outros nomes de envergadura autêntica do PT.
Inspetor Cabral é um nome que honra qualquer sigla e o PT sabe realmente do valor do nosso conterrâneo. Sua vinda para Carnaubais é uma consequência bem vinda para contribuir com o nosso desenvolvimento.
Quem não desejar que se manifeste!!!
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO







