sábado, 9 de março de 2019

Natal Nostálgica.
Inaugurado em 1972
O Supermercado Nordestão é uma empresa potiguar e de grande relevância a sua história para os Natalenses.
SERIDÓ, UMA NAÇÃO SERTANEJA 

Casarão com Mais de 200 anos na entrada da cidade de Belém de brejo do Cruz no estado da Paraíba.

A imagem pode conter: casa, céu, atividades ao ar livre e natureza

sexta-feira, 8 de março de 2019

DESTAQUE FEMININO

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé


Por Pedro Otávio Oliveira.

Especialmente hoje, 8 de março, a figura feminina é honrosamente exaltada com uma expressiva quantidade de carinho e amor a ela, de quem provem o sim à vida oportunizado, primeiramente, por Deus. Dentre os relatos de bravura e perseverança da mulher norte-rio-grandense, especialmente das assuenses, vem à tona a lembrança de uma mulher vanguardista que, com sua audácia, proporcionou a prática dessa atividade por outras mulheres também.

Gelza Tavares (Caldas, após seu matrimônio com Edmilson Lins Caldas) foi a primeira mulher a emitir Carteira Nacional de Habilitação no Estado do Rio Grande do Norte, segundo o DETRAN. Para dignificar ainda mais a sua cidade natal e os seus conterrâneos, é assuense, filha de Fernando Tavares e Maria Celeste Tavares. Resiliente e fervorosa, enfrentou a fatalidade do acidente que vitimou os seus pais, aos 24 anos, ficando órfã juntamente com os seus 11 irmãos.

Como toda moça conceituada e proposta a inserir-se no contexto de então, ingressou como interna na Escola Doméstica de Natal, diplomando-se pela mesma. O seu pai havia adquirido um carro Plymouth, da Chrysler, placa 24-70, de Natal/ RN, para fazer a viagem que posteriormente fizera de avião, acompanhado pela sua esposa e convidados pelo governador Dix-Sept Rosado. Desta feita, para o automóvel não ficar em desuso, Gelza herda o carro recém adquirido e para poder conduzi-lo necessitava da habilitação – abrindo, assim, um horizonte para as mulheres ao efetivar a sua carteira, em 03 de dezembro de 1952.

Estando entre nós e portando a sua inconfundível vaidade e alegria, ela relembra dizendo que emitiu a carteira pela Inspetoria Estadual de Trânsito (atual DETRAN) e era admirada por todos dirigindo aquele automóvel de luxo na cidade. “Ás vezes, aos domingos, eu levava meus irmãos mais novos para passear em Ipanguaçu, e ia visitar os amigos Orlando e Dona Maria.”, relembra a maior figurante. Uma mulher deste seleto naipe merece as nossas congratulações por tão admirável decisão. Parabéns, mulheres!

(Do blog: Gelza Tavares Caldas é mãe de Fernando Caldas, editor deste blog).


A beleza da mulher
Por Marciano Medeiros.
A beleza feminina
Domou até Lampião
O grande rei do cangaço
Sentiu ardente paixão
Pois de maneira inaudita
A flor Maria Bonita
Brotou no seu coração.
Mulher traz inspiração
Para os filmes mundiais
Sofia Loren Mostrou
Lábios bonitos demais
E as mulheres brasileiras
Deram rimas sobranceiras
A Vinícius de Moraes.
As mulheres sensuais
Promovem dilemas sérios
Vemos sangue derramado
Por causa dos adultérios
E rosas emurchecidas
Perfumam restos das vidas
Nas cruzes dos cemitérios.
Em diversos hemisférios
A beleza é desejada
Um sorriso feminino
Vira rosa procurada
Homens ficam transformados
Bastante modificados
Querendo a mulher amada.
Uma mulher arrumada
Tem semblante angelical
Inspira um pintor de quadros
De maneira divinal
Para colocar na tela
Uma mulher doce e bela
Com rosto fenomenal.

quarta-feira, 6 de março de 2019

DIÁRIO DE PERNAMBUCO

A imagem pode conter: carro e atividades ao ar livre



Ubirajara Lopes Carvalho para Casarões Antigos: Suas Historias e Suas Reliquias
O prédio onde funcionou, por mais de cem anos, o Diário de Pernambuco (o jornal mais antigo em circulação na América Latina) foi adquirido pelo governo do estado de Pernambuco e se encontra ao deus dará, num criminoso processo de deterioração. Vide foto abaixo de autoria de Arnaldo Pimentel.
Foi em 1903 que o jornal passou a ocupar o seu prédio mais famoso, situado na Praça da Independência.
Em estilo neoclássico, a construção de três andares abrigou a redação do DIARIO por 101 anos. A importância do DP na história do Recife é tanta que o logradouro situado em frente ao jornal é conhecido como Pracinha do Diário.
"Com a nova mudança de sede, o prédio vai abrigar um memorial com peças que marcaram a história do DIARIO e o acervo do Arquivo Público de Pernambuco. O carrilhão, o relógio que foi instalado em 1921, continuará informando as horas, graças à boa conservação do seu mecanismo." DP, edição de 20 de julho de 2004.
Nada do que foi dito pelo DP, na edição supracitada, ocorreu, exceto a mudança para o bairro de Santo Amaro.
Natal Nostálgica.

Vista da praia do meio e da praia do forte

terça-feira, 5 de março de 2019

Série "Para recordar os carnavais assuenses". 


Os sorrisos da crianças exprimem a alegria de viver a real essência do Carnaval, que ficou dispersa em diversas épocas de sua existência. A terça-feira de carnaval é o último dia em que os foliões podem se divertir, pois logo chegará a "quarta-feira ingrata, chegou tão depressa só pra contrariar." 
De Pedro Otávio






A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, céu e atividades ao ar livre


Série "Para recordar os carnavais assuenses". 

"Os Papangus, composto somente por mulheres como Alba de Sá Leitão, Alba Soares, Ozelita Dias, Evangelina Tavares e Zélia Tavares, aglomeravam-se, alternadamente, na casa de cada integrante para darem início aos assaltos às casas de pessoas amigas. O assalto às residências consistia em uma recepção regada à músicas, brincadeiras, bebidas, petiscos e tira-gostos. Era um bloco que provocava muita curiosidade e animação devido a ocultação das faces das mulheres." 
De Pedro Otávio Oliveira.



A imagem pode conter: 10 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas


Série "Para recordar os carnavais assuenses". 

Tarde de carnaval, pessoas à espera dos carros alegóricos, na rua Frei Miguelinho. O cortejo alegórico seguia pela Praça do Rosário e ia até o Colégio Nossa Senhora das Vitórias, na Avenida Augusto Severo. Na foto, estão: Maria Nilda, Zélia Tavares, Suzete Ramalho, Francisca e Ximenes, Delza, Joaninha Gato. As crianças todas paramentadas para cairem na folia de momo. 
De Pedro Otávio.

SAUDADE
Saudade dentro do peito
É qual fogo de monturo
Por fora tudo perfeito,
Por dentro fazendo furo.
Há dor que mata a pessoa
Sem dó e sem piedade,
Porém não há dor que doa
Como a dor de uma saudade.
Saudade é um aperreio
Pra quem na vida gozou,
É um grande saco cheio
Daquilo que já passou.
Saudade é canto magoado
No coração de quem sente
É como a voz do passado
Ecoando no presente.
A saudade é jardineira
Que planta em peito qualquer
Quando ela planta cegueira
No coração da mulher,
Fica tal qual a frieira
Quanto mais coça mais quer.
Patativa do Assaré,- o poeta do sertão/poeta e repentista
Antônio Gonçalves da Silva-
Da Linha do Tempo/Facebook de YD.

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO