1 - Chico do Pó como era conhecido na cidade de Assu , era vendedor de erva, garrafada, todo tipo de remédio da
medicina popular. Ele sai vendendo nas casas da cidade inteira. Certo dia, alguém, ao vê-lo pelas ruas da
cidade, indagou-lhe a título de brincadeira:: "Chico, qual o remédio que
você tem pra corno?" - E Chico sem nem pestanejar, respondeu::"Paciência!"
2 - João Lira era comerciante na cidade de Assu. Certo dia, recebeu em
seu estabelecimento comercial um fiscal da Recebedoria de Rendas (fisco estadual). Aquele
fiscal ao adentrar seu estabelecimento foi logo solicitando dele, Lira, os talões de notas fiscais para
uma averiguação. As prateleiras daquele comércio se encontravam todas
cheias até o teto. O fiscal comparando o estoque com o livro de entrada
de mercadorias, constatou que não batia de jeito nenhum. "Seu João eu
vou apenas lhe notificar na base de uma estimativa." João apavorou-se,
levantou-se do birô e saiu empurrando as caixas, dizendo assim: "Seu fiscal num tá vendo que é somente caixa seca nas prateleiras". E foi caixa seca pra todos o cantos.
3 - Justino Piaba era funcionário do Mercado Público , da cidade de
Assu. Bebia inveteradamente. Conta-se que certa vez, embriagado
com destino a sua casa, passando pelo beco estreito que os mais antigos
ainda chamam de "Beco do Padre", atual travessa Fernando Tavares, tomabando Um
observador da sena, ao vê-lo saiu com essa pilhéria:: "Mas, Justino, o beco tá é
estreito, hein!" Justino saiu-se com essa: "Meu
amigo, é que meus pés estão largos!"
Seja da Conde da Boa Vista ou da Guararapes, todos os olhares das
avenidas apontam para o alto da ponte Duarte Coelho nesta sexta-feira
(21). No entorno, motoristas reduzem a velocidade dos carros para
conseguir eternizar, por meio das câmeras de celular, a imagem do
símbolo do Carnaval. E é só prestar atenção que dá para ouvir o
burburinho dos críticos amadores de arte: “esse foi o mais bonito de
todos”, “não gostei dessa crista”, “tá parecido com o do ano passado”.
Mas a verdade é que, não importa quais sejam as opiniões sobre
sua aparência, o Galo da Madrugada reina absoluto e atrai toda atenção para a festa de momo pernambucana.
Do
outro lado do oceano Atlântico, no nosso irmão Brasil, existe
património de origem portuguesa que é reconhecido mundialmente e
classificado como Património Mundial. São cidades belíssimas, que fazem
lembrar as nossas próprias cidades, mas repletas de sabor tropical tão
característico do Brasil.
A mistura entre as influências
portuguesas e brasileiras deu origem a 6 cidades brasileiras de origem
portuguesa que são Património Mundial.
1. Ouro Preto
Fundada no final do século XVII, a
cidade de Ouro Preto foi o ponto de convergência dos mineradores de ouro
e o centro da exploração de minas auríferas no Brasil do século XVIII.
Ouro Preto
A cidade declinou com o esgotamento de
suas minas a princípios do século XIX, todavia subsistem muitas igrejas,
pontes e fontes que testemunham seu passado esplendor e o talento
excepcional do escultor barroco Antonio Francisco Lisboa, “Aleijadinho”.
2. Salvador
Primeira capital do Brasil (1549-1763),
Salvador tem sido um ponto de confluência de culturas europeias,
africanas e ameríndias. Em 1588 se criou nela o primeiro mercado de
escravos do Novo Mundo, destinados a trabalhar nas plantações de cana de
açúcar.
Salvador da Bahia
A cidade tem conservado numerosos
edifícios renascentistas de qualidade excepcional. As casas de cores
vivas, magnificamente estucadas a princípio, são características da
cidade velha.
3. Diamantina
Diamantina
é uma cidade colonial engastada como uma pedra preciosa em um inóspito
maciço montanhoso. É um testemunho da aventura dos mineradores de
diamantes do século XVIII, assim como do influxo exercido pelas
realizações culturais e artísticas do ser humano em seu marco de vida.
Diamantina
Foi do brilho de uma pequena pedra
preciosa que nasceu Diamantina. Quando ainda no século XVIII, os
bandeirantes chegaram e fizeram as primeiras lavras, no córrego do
antigo Arraial do Tijuco. Reza a lenda, que a luz que aparecia nas águas
dos rios Jequitinhonha e São Francisco, brilhava tanto, que acabou
chamando a atenção dos desbravadores. Eles estavam à procura de ouro na
região, mas acabaram por encontrar diamantes.
4. Paraty
O Centro Histórico de Paraty
remonta aos idos de 1820, quando suas ruas já possuíam seu calçamento
pé de moleque. A presença das águas, com a invasão das marés na lua
cheia, a cultura do café e da cana, o porto e seus piratas, a maçonaria
determinaram o traçado do Centro Histórico de Paraty. As ruas foram
todas traçadas do nascente para o poente e do norte para o sul. Todas as
construções das moradias eram regulamentadas por lei, podendo pagar com
multa ou prisão, quem desobedecesse as determinações.
Paraty
A maçonaria deixou sua forte marca nas
fachadas dos sobrados com desenhos geométricos, em relevo. O Centro
Histórico, considerado pela UNESCO como o conjunto arquitectónico
colonial mais harmonioso é Património Nacional tombado pelo IPHAN. Sua
ruas, protegidas por correntes que impedem a passagem dos carros,
preservam ainda o encanto colonial, aliado a um variado comércio e a
expressões culturais e artísticas muito intensas.
5. Olinda
O Centro Histórico de Olinda, também chamado de Cidade Alta,
abrange a área histórica do município brasileiro de Olinda, no estado
de Pernambuco.Quase um terço da área total do município é tombado. A
preservação desse sítio histórico começou na década de 1930, quando os
principais monumentos foram tombados. A partir daí foram promovidas
várias acções no sentido de preservar todo o património histórico,
cultural e arquitectónico do município.
Olinda
O sítio foi declarado Monumento Nacional
pelo Congresso Nacional em 1980, e em 1982 foi reconhecido como
património mundial pela UNESCO. Fundada em 1535 por Duarte Coelho
Pereira, primeiro donatário da capitania, em um sítio elevado que
favorecia a defesa da povoação e controle da região, Olinda se tornou
capital e um importante pólo económico no fim do século XVI, enriquecida
com a cana-de-açúcar.
6. São Luís
O Centro Histórico de São Luís
compreende uma área de 220 hectares de extensão em São Luís, capital do
Maranhão. Cerca de 3000 imóveis estão tombados pelo património histórico
estadual, e 1400 pelo IPHAN. Parte desse sítio foi declarado Património
Mundial em 1997, por seu conjunto arquitectónico colonial português
adaptado ao clima do local. A principal característica arquitectónica do
centro histórico é mesmo a preocupação com o clima, quente e húmido.
Entre as soluções, estava o uso de azulejos na impermeabilização das
fachadas de taipa. As plantas são em “L” ou em “U”, com grandes telhados
evenezianas.
Os
prédios arquitectónicos constituem sobrados, casas térreas e solares.
Os sobrados possuem até quatro pavimentos, sendo o térreo loja comercial
e os outros pisos residências. Os solares, sobrados sumptuosos, possuem
muitos detalhes refinados, e as casas térreas, por fim, passíveis de
várias classificações (por exemplo, morada inteira:porta com duas
janelas de cada lado; meia morada: porta lateral e duas janelas).
Da redação - Assú Notícia: O
Carnaval já chegou no Posto Santa Fé, localizado no bairro da Cohab em
Assú. Além da gasolina Dura Mais, o posto inovou neste carnaval. Os
frentistas estão todos fantasiados para recepcionarem os clientes que
vão abastecer.
Super home,
homem aranha, chiquinho, super mário, coringa e outros personagem estão
fazendo sucesso com as fantasias. Corre agora, leve sua criança e
registre uma foto com o super herói da garotada. Abasteça com a gasolina
dura mais, e ande mais.
Foto: carro alegórico que reuniu vários blocos para o tradicional
desfile nas ruas, tendo o Rei Momo destacado em ponto máximo - Geraldo
Dantas, além dos organizadores da festa, Costa Leitão e Maria Olimpía.
A cidade, especialmente as moças, envolviam-se no embalo momesco,
providenciavam as fantasias, decoravam os carros alegóricos. Com
ousadia, buscavam um traje que tivesse decotes e chamasse à atenção dos
espectadores, inspiravam-se em um tema polêmico e em evidência. Os pais
providenciavam a compra das caixas de lança perfume Rodoro para
completar a folia.
O executivo da cidade, com muito entusiasmo,
buscava recursos para dar vida aos blocos carnavalescos que a cada dia
tinha uma fantasia estarrecedora para apresentar. Tudo finalizado e
preparado conforme programado, chegava o grande dia. O Clube Municipal
era a casa que acolhia os foliões animados pelas orquestras, a Furiosa
de João Chau, a de Francisquinho Músico ou a de Sr. Cristóvão Dantas,
além da ARCA e AABB.
À tarde era o desfile dos carros alegóricos,
imponentes e muito bem decorados. Eram motivo de uma fotografia ou até
de manchete no jornal do colunista social mais bem afamado, Demócrito
Amorim. As pessoas reuniam-se nas calçadas para prestigiarem os desfiles
que ficariam como um fato para a posteridade. O percurso circulava a
Praça Getúlio Vargas, seguia pela Praça do Rosário e ia até o Colégio
das Freiras. Assim, acabava e começavam os preparativos para a noite.
Às 22 horas as portas das residências das famílias tradicionais
abriam-se para liberar suas filhas que iam para o Baile, acompanhadas
pelo olho clínico de seus pais que, assim como elas, tomavam assentos às
mesinhas reservadas do Clube.
Todos preparados, a autoridade
máxima estendia as suas saudações às famílias por tê-las presentes ali e
era dada a primeira dobrada pela orquestra. A felicidade em esperar
pelo carnaval de cada ano era prazerosa! Entrava no salão o primeiro
bloco a rodopiar e marcar o passo ao som de envolventes marchinhas
carnavalescas. Os foliões portando lança perfume borrifavam sobre os
outros, espalhando-se pelo ar o cheiro gostoso. Os adultos cheiravam o
lenço que tinha mão, tomavam porres de lança. Caso contrário, tinham às
mesas whisky com guaraná, cerveja ou coca- cola com rum montila. Um
funcionário do Banco do Brasil ocupava o cargo vitalício de Rei Momo e
era um dos mais animados que a cidade via, Geraldo Dantas. O reinado,
posteriormente, foi ocupado por João (Samuel) Batista Fonseca e Edmilson
da Silva.
As antigas marchinhas de carnaval eram tocadas
repetidamente com as pessoas dando voltas e mais voltas no salão,
enquanto outras só ficavam paradas nas bordas a jogarem lança perfume e
dançando em cima das mesas. Noite alta, começavam as paqueras e o envio
de recados de um para o outro com o intermédio daquela amiga
alcoviteira, namoros proibidos e ousados, mas com muito respeito. A
cidade era pequena e no outro dia poderia estar tudo nos ouvidos dos
pais e nas conversas da rua.
Os Papangus, composto somente por
mulheres como Alba de Sá Leitão, Alba Soares, Ozelita Dias, Evangelina
Tavares e Zélia Tavares, aglomeravam-se, alternadamente, na casa de cada
integrante para darem início aos assaltos às casas de pessoas amigas. O
assalto às residências consistia em uma recepção regada à músicas,
brincadeiras, bebidas, petiscos e tira-gostos. Era um bloco que
provocava muita curiosidade e animação devido a ocultação das faces das
mulheres.
Havia também o bloco composto somente por homens
chamado Karkarás, com uma única mulher como porta-estandarte, Zélia
Tavares. No carnaval de 1965, ainda no ápice da Revolução de 1964,
jovens estudantes uniram-se e fizeram surgir As Rebeldes, um nome que
denotava muita ousadia, com mulheres à frente do seu tempo, e que as
fantasias fugiam dos padrões convencionais. A Personal Stylist era Ivete
Medeiros e esta buscava indistintamente temas que causassem espanto nas
pessoas, tendo as fantasias guardadas em segredo. As Rebeldes estrearam
com o figurino que reivindicava o uso do LSD. É necessário relembrar o
homem que acompanhado pelas suas três filhas inexplicavelmente marcavam o
passo pelas ruas da Assu então pacata. Exercia a profissão de sapateiro
e era Pernambucano, com ritmo do frevo pulsando forte dentro de si, seu
sobrenome já predestinava seus feitos: Djalma dos Passos Barros.
Merecidamente, ele foi o maior expoente do frevo em Assu.
Alguns
dos blocos eram: As Independentes, As Viajantes, Soldados do Tio Sam, Os
Palhaços, Os Papangus, As Rebeldes, Os Bengalinhas, Vassourinhas, Os
Índios, Os Karkarás, As Selenitas, As Incríveis, Futuristas, Os
Irresponsáveis, Baghassus, Xafurdo, As Marinheiras. Eram inúmeros blocos
que surgiam a cada ano, trazendo novas perspectivas e características. O
Carnaval era uma festa familiar, com a perspectiva de unir e agregar
valores. Em tempos de carnavais, políticos rivais esqueciam as
diferenças e juntos participavam da festa momesca. Seletivamente
organizada as festas aconteciam na maior amizade e convivência saudável.
Com muito riso e alegria, haviam no salão mais de mil palhaços, além de
Arlequim chorar pelo amor da Colombina no meio da multidão.
O Carnaval antecede à Quaresma. Esta, por sua vez, é a preparação para a Páscoa cristã
Este artigo visa oferecer resposta exata à pergunta acima, dado ser ela causa de dificuldades a não poucos leitores.
Para começo de conversa, devemos nos
lembrar de que o Carnaval antecede à Quaresma. Esta, por sua vez, é a
preparação para a Páscoa cristã. Pois bem, fazendo o caminho inverso,
notamos o seguinte: a data da Páscoa não é calculada pelo calendário
solar comum, mas, sim, pelo antigo calendário lunar, conforme prescrito
no livro bíblico do Êxodo 12,1-14. Ora, segundo tal calendário, a data
da Páscoa é móvel a cada ano, por conseguinte, também não podem ser
fixas as datas da Quaresma e do Carnaval. Daí a questão: qual regra
determina o Domingo de Páscoa?
Em resposta, dizemos que é preciso
observar, antes de tudo, o equinócio da Primavera (momento no qual o sol
corta a Linha do Equador tornando os dias iguais às noites). Isso se dá
duas vezes no ano: 21 e 22 de março, no hemisfério norte, e 22 e 23 de
setembro no hemisfério sul. A nós interessa, é óbvio, só a primeira
data, uma vez que as regras para a data da Páscoa foram elaboradas no
hemisfério norte. Pois bem, basta tomar uma folhinha comum e nela
observar a última lua nova anterior ao equinócio da Primavera. Feito
isso, é só contar o tempo entre duas luas novas consecutivas o que dará
29 dias, 12 horas, 40 minutos e dois segundos. O primeiro Domingo após o
14º dia da primeira lua nova posterior ao equinócio da Primavera será a
data da Páscoa cristã.
Trazendo para este ano de 2020, temos:
em 21 e 22 de março, o equinócio da Primavera. A última lua nova antes
dessa data é 23 de fevereiro. As duas luas novas seguintes são 24 de
março e 22 de abril. Então, marque o dia 24 de março e acrescente-lhe 14
dias, estaremos em 7 de abril. O domingo posterior será,
obrigatoriamente, a Páscoa (12 de abril). Ou, de forma mais prática, o
primeiro Domingo depois da lua cheia que se segue ao equinócio da
Primavera é o Domingo de Páscoa: neste ano, essa lua cheia também cai no
dia 7 de abril. Uma coisa, no entanto, é certa: todos os anos, a
primeira lua nova antes do equinócio da Primavera ocorre,
necessariamente, entre 8 de março e 5 de abril, a Páscoa cristã sempre
tem de ser comemorada, então, entre 22 de março e 25 de abril (data mais
tardia possível).
Elucidada a data da Páscoa,
voltemo-nos à Quaresma e ao Carnaval que a antecedem. Eis o
procedimento: uma vez encontrada a data da Páscoa, contem-se seis
semanas anteriores ou 42 dias. Desse total de dias, retirem-se os 6
Domingos, dado que neles não se faz jejum ou penitência. Temos, assim,
42-6 = 36.
Contudo, como a Quaresma, segundo o próprio nome sugere (cf.
Mt 4,1-11; Mc 1,12-13; Lc 4,1-13), compõe-se de 40 dias acrescentam-se
aos 36 dias mais 4 anteriores; ou seja, da quarta-feira, dita de Cinzas,
ao sábado. Ora, o Carnaval ocorre, então, nos 4 dias anteriores à
quarta-feira de Cinzas.
Sobre o Carnaval, devemos dizer que
teve, segundo consta, origem nos festejos agrários do Egito e do Oriente
Próximo, por volta de 4000 a.C., com suas marcas próprias: a diversão,
mas uma diversão acompanhada da libertinagem sexual e da desordem
social. Hoje, em pleno século XXI, as reflexões em torno dessa festa
popular parecem centrar-se em dois principais pontos: 1) as graves
ofensas a Deus por meio de pecados diversos que não devem ser jamais
fomentados, mas, sim, combatidos dentro da lei e da ordem e 2) o gasto
de dinheiro público – aliás, já cancelado por alguns prefeitos – que
poderia ser canalizado para saúde, moradia, educação, segurança pública
etc. Queiramos refletir!
A vida é
necessariamente celeste. E por necessariamente celeste, necessariamente
imortal Daí o alvo contínuo na marcha que se nos faz para Deus. – O homem
tem a seu alvo uma plenitude imortal.
Eu
admiro muito o trabalho do nosso genial Artista Plástico Gilvan Lopes. O
mesmo vem fazendo um trabalho lindíssimo pelas ruas de nossa cidade e,
vendo uma pintura interessantíssima na parede lateral de uma casa no
bairro Dom Eliseu, nas proximidades da Igreja de São Tarcísio, onde o
mesmo retratou uma inspiradora cena em que está sentado em um banco, os
geniais poetas, João Lins Caldas e Renato Caldas, me veio uma inspiração, e, para render uma homenagem a todos os envolvidos nessa cena, criei os seguinte versos:
João Lins e Renato Caldas Tirando um dedo de prosa Numa pintura famosa Numa esquina do Assu O saudoso bispo Xandú Junto com São João Batista Abençoou os dois artistas Nesse encontro magistral Jesus por ser divinal Pôs nas mãos do pintor Gilvan Lopes o mentor Dessa cena genial
(Chagas Matias)
- Acho que a educação boa é a melhor. - E a boa? - A boa é ainda a melhor.