domingo, 14 de março de 2021

 


Os EUA estudam repassar a diversos países, incluindo o Brasil, parte das 30 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, hoje armazenadas em um depósito no estado de Ohio. A informação é do jornal New York Times. O motivo é que o imunizante não pode ser aplicado nos americanos porque o laboratório não finalizou os testes da fase 3 nos Estados Unidos. Porém, a vacina já foi liberada por cerca de 70 países, incluindo o Brasil, o Reino Unido e a União Europeia, onde há problemas no fornecimento das doses. #EquipeAlvaroDias

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Capadócia



 

 


Giro da Saúde: tipo sanguíneo e COVID; vacina nasal; medicamento aprovado

Por Luciana Zaramela | 14 de Março de 2021 às 08h00

Mais uma semana… e repleta de destaques no campo da ciência e da saúde. Com informações que variam desde novas cepas a imunização, o noticiário foi recheado de novidades a respeito do Plano Nacional de Imunização e os novos acordos por vacina para os brasileiros. Fora daqui, assuntos relacionados à COVID-19 também foram destaque, principalmente no que tange o uso de medicamentos e as novas diretrizes do CDC, dos EUA, quanto ao uso de máscaras por quem já foi totalmente vacinado.

Esses e outros destaques você confere agora, aqui no Giro da Saúde.

CoronaVac é eficiente contra três variantes que circulam no Brasil



CoronaVac: Butantan garante que a vacina é eficaz contra variantes que circulam no Brasil (Imagem: Divulgação/Instituto Butantan)

Uma nova pesquisa desenvolvida pelo Instituto Butantan apontou que a vacina CoronaVac é, sim, eficaz contra as três variantes do coronavírus SARS-CoV-2 — a britânica (B.1.1.7), a de Manaus (B.1.1.28) e a sul-africana (B.1.351) — em circulação no Brasil. "Estamos diante de uma vacina que é efetiva em proteção contra essas variantes que estão circulando neste momento", afirmou Dimas Covas, diretor do instituto. O estudo completo ainda não foi publicado.

A pesquisa inicialmente utilizou amostras de sangue de 35 participantes vacinados durante a Fase 3 do estudo clínico. Porém, "o estudo completo inclui um número maior de amostras, que já estão em análise. Os resultados completos serão divulgados posteriormente", afirmou o governo de São Paulo em comunicado oficial.

O estudo contou com soros de pessoas vacinadas, obtidos por coleta sanguínea convencional. Através das amostras de soro, os pesquisadores conseguiram identificar e verificar a eficácia dos anticorpos gerados por seus sistemas imunes após a aplicação do imunizante. Em nota, o Butantan explicou o seguinte: "As amostras são colocadas em um cultivo de células e, posteriormente, infectadas com as variantes. A neutralização consiste em testar se os anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar, ou seja, combater o vírus nesse cultivo".

Os cientistas atribuem o sucesso da vacina à sua formulação, já que ela usa fragmentos inativados do coronavírus SARS-CoV-2, e não apenas as proteínas espiculares inseridas em um adenovírus, por exemplo. Sendo assim, a tecnologia utilizada na vacina pode ter feito com que ela seja mais abrangente no quesito variantes.

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Fiocruz inicia produção em grande escala da vacina de Oxford

Máquinas a todo vapor: Fiocruz começa a produzir vacina em solo nacional (Imagem: Raquel Portugal/Fiocruz Imagens)

Finalmente! A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou na semana passada que está iniciando a produção, em larga escala, da vacinda de Oxford, em parceria com a AstraZeneca. A expectativa é de entregar 3,8 milhões de doses até o final de março, chegando a 30 milhões em abril e com 100 milhões ainda neste primeiro semestre de 2021. Todas serão entregues ao governo federal e usadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A notícia veio após uma série de atrasos envolvendo insumos e problemas em equipamentos e materiais, a exemplo dos lacres dos frascos de vacina. Em declaração, o vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz, Marco Krieger, definiu o assunto como uma guerra que, após a observação minuciosa de vários parâmetros, chegou ao fim.

De acordo com os critérios de testagem, é preciso que a fundação realize três produções seguidas e independentes de vacinas, de forma regular, para que a consistência dos imunizantes por ela produzidos possa ser verificada. O objetivo da Fiocruz é trabalhar, inicialmente, com um volume de 600 mil a 700 mil doses produzidas diariamente, um ritmo que será acelerado até chegar a uma capacidade de 1,2 milhão de unidades ao dia.

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Anvisa autoriza vacina de Oxford e libera Remdesivir contra COVID

Segunda vacina aprovada no Brasil e remédio para uso hospitalar passam pelo crivo da agência (Imagem: Dimitri Karastelev/Unsplash)

Poucos dias após o anúncio da Fiocruz, na sexta-feira (12) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu registro definitivo ao imunizante de Oxford/AstraZeneca para uso no país. Assim, a vacina Covishield é, oficialmente, a segunda com liberação pela agência reguladora em caráter definitivo, e não mais para uso emergencial. A estimativa é que sejam entregues, até o final de março, 15 milhões de doses da vacina para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até julho, a expectativa envolve 100,4 milhões de doses.

Outra boa nova que veio para acompanhar o registro definitivo da vacina de Oxford é a aprovação do antiviral Remdesivir para tratamento de pessoas infectadas com COVID-19 e internadas em hospitais. O Remdesivir é um medicamento sintético produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences e administrado de forma intravenosa. Na prática, ele impede a replicação viral. Com o registro, o Remdesivir passará a ser administrado em pacientes com pelo menos 12 anos de idade e 40 kg, hospitalizados com quadro de pneumonia e carentes de administração suplementar de oxigênio, mas sem ventilação mecânica.

Anvisa autoriza vacina de Oxford e libera Remdesivir contra COVID

Segunda vacina aprovada no Brasil e remédio para uso hospitalar passam pelo crivo da agência (Imagem: Dimitri Karastelev/Unsplash)

Poucos dias após o anúncio da Fiocruz, na sexta-feira (12) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu registro definitivo ao imunizante de Oxford/AstraZeneca para uso no país. Assim, a vacina Covishield é, oficialmente, a segunda com liberação pela agência reguladora em caráter definitivo, e não mais para uso emergencial. A estimativa é que sejam entregues, até o final de março, 15 milhões de doses da vacina para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até julho, a expectativa envolve 100,4 milhões de doses.

Outra boa nova que veio para acompanhar o registro definitivo da vacina de Oxford é a aprovação do antiviral Remdesivir para tratamento de pessoas infectadas com COVID-19 e internadas em hospitais. O Remdesivir é um medicamento sintético produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences e administrado de forma intravenosa. Na prática, ele impede a replicação viral. Com o registro, o Remdesivir passará a ser administrado em pacientes com pelo menos 12 anos de idade e 40 kg, hospitalizados com quadro de pneumonia e carentes de administração suplementar de oxigênio, mas sem ventilação mecânica.

Para mais detalhes, acesse a notícia completa

Vacina nasal "made in Brazil"

Vacina em forma de spray, sem agulhada, pode ser o novo imunizante brasileiro (Imagem: Fidel Forato/Canaltech)

Pesquisadores brasileiros também estão buscando fabricar imunizantes para combater o SARS-CoV-2 e barrar a disseminação desenfreada da COVID-19. Agora, profissionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de São Paulo (USP) estão contando com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para desenvolver uma vacina nasal, em forma de spray.

O estudo conta com duas frentes, sendo uma delas liderada pelo pesquisador Jorge Kalil, professor de imunologia da Faculdade de Medicina da USP e diretor do laboratório de Imunologia do Incor. Aqui, é utilizada uma vacina baseada em nanopartículas retiradas do coronavírus. A outra está sob direção de Ricardo Gazinelli, diretor do Centro de Tecnologia de Vacinas, professor de imunologia da UFMG. Ela propõe o desenvolvimento de vacina bivalente, baseada na plataforma da genética reversa do vírus influenza, utilizando um vírus não replicante contendo a proteína spike do SARS-CoV-2.

As duas potenciais abordagens já concluíram os testes iniciais, de forma promissora, em animais de laboratório. A previsão é que, no estudo clínico de Fase 1, sejam testadas a segurança e a toxidade em 140 pacientes voluntários. Na Fase 2, os cientistas avaliarão a quantidade de vacina e doses, além da melhor combinação que deve ser realizada.

Vale ainda ressaltar que a mucosa nasal garante resposta imunológica significativa. Além disso, o trato respiratório, como um todo, é um grande alvo do coronavírus.

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De: https://canaltech.com.br/

sexta-feira, 12 de março de 2021

Consórcio Nordeste garante compra de 39 milhões de doses da vacina Sputnik V

 Redação/Portal da Tropical

https://portaldatropical.com.br/

Reunião dos governadores do Nordeste com o Ministério da Saúde aconteceu nessa quinta-feira | Foto: Reprodução/Twitter

Os governadores do Nordeste vão assinar nesta sexta-feira (12) um acordo para a compra de 50 milhões de doses da vacina Sputnik V, de origem russa. O contrato prevê a entrega de 39 milhões de doses ainda no mês de março. Pelas redes sociais, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, fez o anúncio. 

O Consórcio Nordeste se reuniu ontem (11) com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para garantir que o imunizante faça parte do Plano Nacional de Imunização (PNI) e atenda todo o Brasil. A proposta foi apresentada pelo governador do Piauí e presidente do Consórcio, Wellington Dias. A negociação da Sputnik V vinha sendo encabeçada pelo governador da Bahia, Rui Costa. 

“Graças ao espírito colaborativo e liderança do governador Rui Costa, que junto ao Consórcio Nordeste vinha há meses em negociação com o Fundo Soberano da Rússia, agora temos um contrato de aquisição de 39 milhões de doses da vacina Sputnik V. Na defesa do SUS e do Plano Nacional de Imunização, o governador  Wellington Dias apresentou conosco a proposta para que o Ministério da Saúde  faça a aquisição das doses, e assim elas sejam incluídas no PNI”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

Ela ainda ressaltou que o ministro Pazuello de pronto acatou a proposta e já na manhã desta sexta-feira o Governo Federal celebrará o contrato de compra junto ao Consórcio Nordeste, Fundo Soberano da Rússia e União Química. “É esperança renovada de dias melhores! Viva a Bahia, viva o Nordeste, viva o Brasil! VIVA O SUS!”, comemorou Fátima.

A Provincia Moderna (Natal, 1900-1930)

 


quinta-feira, 11 de março de 2021

 

2 h 
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Pode ser uma imagem de monumento e ao ar livre
Ponte Princesa Isabel (na época da foto ainda era chamada de Ponte Santa Isabel). Ao fundo, a Assembleia Legislativa na Rua da Aurora.

 

Um passeio digno, Alemanha 🇩🇪

 Fernando Caldas

12 min 
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Pode ser uma imagem de ao ar livre e monumento
Associação Comercial de Pernambuco
Praça Rio Branco/Marco Zero
Bairro do Recife
Déc 1920

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO