"Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florescer e embelezar a terra.
Foi aquela alegria. Outono, Verão, Primavera, diziam.
Porém Deus observou que nem uma escolhia a estação do Inverno. Então Deus parou a reunião é perguntou:
-- Por que ninguém escolhe a época do inverno? Cada um tinha sua razão. Muito seco! Muito frio! Muita queimada!
Então Deus pediu um favor. Eu preciso de pelo menos uma árvore, que embeleze o Inverno, que seja corajosa, para enfrentar o frio, a seca e as queimadas e no frio embelezar o mundo...
Todos ficaram em silêncio. Foi então que uma árvore quietinha lá no fundo, balançou as folhas e disse:
-- Eu vou! E Deus com um sorriso perguntou:
-- Qual seu nome minha filha?
-- Me chamo Ipê, Senhor!
As outras árvores ficaram espantadas com a coragem do Ipê em querer florescer no Inverno.
Então Deus respondeu:
-- Por atender meu pedido farei com que você floresça no Inverno não só com uma cor. Para que também no Inverno o mundo seja colorido. Como agradecimento, terás diferentes cores e texturas, sua linhagem será enorme. E assim Deus fez uma das mais lindas árvores que dá cor ao Inverno.
E por isso temos os Ipês:
Branco
Amarelo
Amarelo do Brejo
Amarelo da Casca Lisa
Amarelo do Cerrado
Rosa
Roxo
Roxo Bola
Roxo da Mata
Púrpura
Que sejamos como os Ipês, que saibamos florir nos invernos da vida!
"Quando ninguém comemorar por você, comemore você mesmo. Quando ninguém te elogiar, faça você mesmo. Não cabe a todos te dar coragem. Esse é o seu trabalho. A coragem só pode vir do fundo do seu ser."
A companhia aérea portuguesa TAP Air Portugal confirmou
na manhã desta quarta-feira (1º), o retorno dos voos para o Rio Grande
do Norte a partir de outubro, com três frequências semanais. A notícia
foi confirmada pela TRIBUNA DO NORTE junto à Secretaria de Estado do
Turismo do RN, que recebeu contato telefônico do gerente de Comunicação e
Marketing da TAP, Adriano Araújo.
Divulgação
Empresa portuguesa confirmou junto à Sesap o retorno dos voos à Natal
De 8 a 10 de setembro
a secretária de Turismo Aninha Costa e o presidente da Emprotur Bruno
Reis, cumprem agenda em São Paulo com as companhias aéreas e reúnem-se
no dia 9 com a diretoria da TAP.
“Essa é uma
excelente notícia para todos que fazem o turismo no Rio Grande do Norte.
Portugal é o nosso principal polo emissor na Europa e o retorno das
operações com a TAP reafirma o fortalecimento da retomada do turismo,
ampliando a nossa conectividade”, comemora Aninha Costa.
Em queda devido ao avanço da vacinação, a média móvel diária de
mortes por Covid-19 no Brasil, em relação ao tamanho da população, já se
encontra abaixo do mesmo indicador registrado nos Estados Unidos. Dados
do Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido,
mostram que, desde o último dia 25, a média diária de mortes,
proporcional à população nos EUA, é superior à do Brasil.
O país norte-americano registrou, na última segunda-feira, 3,9 mortes
a cada 1 milhão de pessoas. O Brasil, que vem demonstrando sinais
recorrentes na queda de óbitos diários provocados pela doença, teve
média de 3,1 mortes no mesmo dia.
A mudança de cenário no país vem após longos meses em que foram
notificados números altos de casos e mortes. Desde 10 de março, os EUA
estavam vivenciando um declínio da curva de mortes, com números menores
do que os verificados aqui. O ápice foi registrado no dia 12 de abril,
quando o Brasil registrou média de 14,6 mortes por milhão, e os EUA, de
2,9.
Veja, abaixo, a média diária de mortes registradas nos dois países, com números proporcionais a cada 1 milhão de habitantes:
Foto: Reprodução
E não foi só a média móvel entre os dois países que se inverteu
recentemente. A tendência da imunização também, como já noticiado pelo
Metrópoles. Mantido o atual ritmo de vacinação em ambas as nações, o
Brasil demoraria cerca de 20 dias para imunizar toda a população adulta.
Os Estados Unidos demorariam cerca de 67 dias para vacinar todos os
norte-americanos acima dos 18 anos.
Dados do CDC (Centro de Controle de Doenças) mostram que, até essa
terça-feira (31/8), 63,5% dos estadunidenses acima dos 18 anos estavam
imunizados (com duas aplicações ou dose única). O Brasil vacinou menos,
38,8% da população adulta contra a Covid, mas vem avançando no ritmo de
vacinação, enquanto os EUA patinam, em meio à resistência de seus
moradores.
O médico infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de
Infectologia (SBI) Julival Ribeiro explica que o alto número de mortes
registradas se deve pela combinação da variante Delta com o número
elevado de não vacinados no país.
“Apesar de nenhuma das vacinas ser 100% eficaz contra a Covid-19, nós
estamos percebendo que o número de pessoas que estão falecendo em
decorrência da Covid-19 são pessoas que não se vacinaram ou que não
tomaram a segunda dose. São essas que, em grande maioria, estão indo
para hospitais e desenvolvendo casos graves”, explica Ribeiro.