segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Loucura ou amor?
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
Cães conseguem identificar maldade na alma das pessoas, revela estudo

Os cães sabem reconhecer uma alma má!.. Assim como um humano, o cão aprende tudo observando em sua volta, mas ficam dúvidas se realmente imitam certas ações ou se realmente têm consciência de quando podem ou não confiar nas pessoas.
Para alcançar essas respostas, um grupo de estudiosos da universidade de Kyoto, no Japão, fez uma sequência de testes psicológicos com 34 cães e os seus donos.
A pesquisa foi publicada no jornal Animal Cognition. O estudo teve objetivo de descobrir se os animais tinham a competência de perceber quando estavam sendo enganados.
Os donos dos cães permaneceram ao lado dos potes e apontaram para outro pote que tinha alimento, chamando os cães para se aproximar e conferir quais potes realmente tinham a ração.
Então a acusação era feita. Em seguida, os donos inventaram o oposto, apontando para o pote vazio, na finalidade de enganar os cães.
De acordo com os pesquisadores os cães têm a capacidade de discernimento e não tomam somente decisões mecânicas.
De modo que conseguem entender quando são enganados e arquivam na memória a atitude do indivíduo que o enganou.
A outra pesquisa dos mesmos pesquisadores, realizou testes em botar o dono do cão em uma situação em que necessitasse de ajuda, como, por exemplo, para abrir uma caixa.
Em seguida, duas pessoas se aproximavam, uma dando ajuda e a outra ignorando a precisão do dono, enquanto o cão observava a cena.
Quando a segunda pessoa se recusou ajudar, oferecia um agrado ao cão, a reação era de recusa, mostrando que não aprovou a atitude daquela pessoa ao recusar ajudar seu dono.
Sendo assim, o cão não poderia confiar que receberia um agrado apenas como um ato de bondade, mostrando que cachorros conseguem identificar indivíduos maldosos.
De: https://tacerto.org/

Wandyr Villar

UM POUCO SOBRE O GINÁSIO PEDRO AMORIM - ASSU
O Ginásio Pedro Amorim, de Assu/RN, pertencia a CNEG - Campanha Nacional de Educandários Gratuitos, atual CNEC. Na cidade de Assu, aquela escola fora instalado ainda no início dos anos sessenta. Padre Hélio foi seu primeiro diretor. Aquele educandário funcionou no Instituto Padre Ibiapina, no Colégio Jk e, por último, onde hoje está assentado o Campus Avançado do Assu, da UERN. Foi seu primeiro diretor Padre Hélio. Foram professores do GPA do meu tempo, Padre Canindé (professor de inglês) Auri Sales, (professora de geografia), Waldeir Oliveira (professor de desenho), Nair Fernandes (professora de matemática), dentre outros. Dirigiram ainda aquele colégio, além de Padre Hélio, João Marcolino de Vasconcelos, Adonias Bezerra de Araújo, e Noé Rogério da Costa.
A carteira de estudante (imagem acima) é uma relíquia, data de 1971. Era seu diretor naquele tempo (1971), Noé Rogério da Costa e o presidente do Grêmio era o Sr. Francisco de Medeiros Dias (Chico Dias). Há informações que em 1961 foi professor de Latim naquele educandário, Padre Alfredo Simonette.
Por fim, era um prazer estudar no GPA, escola que eu diria de excelência pelo nível dos seus professores e professoras, e que guardo boas recordações e lembranças. Fica, portanto, mais um registro da memória do velho Assu.
Fernando CaldasSaúde 65% dos brasileiros tem baixa qualidade do sono
O psicólogo André Barbosa comenta sobre os distúrbios do sono e dá dicas para quem tem dificuldade para dormir

Psicólogo alerta que dormir mal implica no aumento do hormônio do estresse: o cortisol (Crédito: Canva Fotos)
Um estudo publicado pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), demonstrou que cerca de 65% dos brasileiros tem baixa qualidade de sono. Além disso, apenas 7% procuram ajuda médica. A pesquisa revelou ainda, que cerca de 34% dessas pessoas afirmam ter insônia, mas somente 21% têm o real diagnóstico da doença.
Para o psicólogo André Barbosa, o cenário do país não surpreende porque o Brasil está no ranking de conectividade diária na internet e é um dos maiores consumidores de café do mundo. “Culturalmente, vivemos um momento de muita exposição, somos um país com muito sol, estamos em um momento político complexo e tudo isso acaba por afetar a qualidade do sono”, detalha o especialista.
De acordo com ele, outros fatores culturais como a própria gastronomia brasileira rica em termogênicos como pimenta, guaraná e açaí, por exemplo, e o hábito de praticar atividade física no período da noite, também podem ser considerados como questões que afetam uma boa noite de sono.
“Existe um vasto leque nas causas do aumento da baixa qualidade de sono dos brasileiros”
O psicólogo alerta que dormir mal implica no aumento do hormônio do estresse: o cortisol. “Se eu durmo mal, meu cérebro interpreta que eu tenho que ficar em estado de alerta, é isso que causa o sono leve”, afirma. Essa condição faz com que quadros de ansiedade sejam mais constantes, o sono se torna insuficiente para descansar e a mente das pessoas fica extremamente acelerada. Isso pode gerar um maior consumo de alimentos calóricos ou o desenvolvimento de compulsões. “Se isso se mantiver por muito tempo, não conseguiremos identificar se a ansiedade desencadeia o distúrbio do sono ou se é o contrário”.
Para tentar entender e melhorar esse cenário, o especialista desenvolveu um livro com as principais técnicas para melhorar as noites de sono. “Não dá para ter saúde mental sem ter uma boa qualidade de sono”, defende.
terça-feira, 26 de outubro de 2021
UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO




