
domingo, 24 de abril de 2022
Cachaça paraibana é apontada como a melhor do mundo e uma das mais saudáveis comercializada no Brasil
Publicado em: 09/04/2022

Considerada “a melhor cachaça do mundo”, título concedido no Concours Mondial de Bruxelles, na Bélgica, um dos mais rigorosos e reconhecidos internacionalmente órgão especializado por sua independência e rigor no processo de degustação, a cachaça paraibana Boa do Brejo – categoria cristal – também é apontada por possuir uma capacidade físico-química e microbiológica incomparável com as demais existentes no mercado brasileiro.
“Ela se destaca por ser limpa, saudável e sem concentração de metais pesados, a exemplo do cobre, do chumbo e do carbamato de etila, compostos cancerígenos”. Quem atesta é o laboratório paulista Biomade Soluções Biotecnológicas, conveniado com o Ministério da Agricultura.
Nas análises de cachaças, a acidez permitida pode chegar até 150 mg/100 ml em ácido acético. A Boa do Brejo surpreende e apresenta 20 mg/100 ml. O resultado da acidez volátil para a cachaça é um indicativo de possíveis problemas relativos à fabricação, a exemplo do controle do tempo e temperatura.
É por esse e outros motivos que o empresário Cícero Ricardo, idealizador da Boa do Brejo, faz questão de presar pela qualidade. “Sou rigoroso na colheita da matéria-prima, no tipo e no método de condução do processo fermentativo. Nas práticas tecnológicas, nas operações unitárias envolvidas no processamento, na destilação e no envelhecimento”, destaca o empresário, acrescentando que a Boa do Brejo é diferenciada e já caiu no gosto popular.
A bebida é produzida no Engenho São Pedro, antigo Mofo, em Areia, fundado em 1961 por Valdo Pompeu. Em 2018, Cícero Ricardo adquiriu o engenho, já sob a administração de Paulino Arantes, que vendia a produção a granel, e iniciou o processo de modernização dos equipamentos e instalações, seguindo todo protocolo legal e sanitário.
Paralelamente, foi escolhida a variedade ideal da cana de açúcar, e definida as áreas de plantio. Após a conclusão de toda a reforma, da colheita da cana-de-açúcar e o funcionamento autorizado pelo Ministério da Agricultura, pela Sudema e pelo Ibama, finalmente foi reinaugurado em 2020, com uma produção de 60 mil litros de cachaça de excelente qualidade, utilizando apenas o seu “coração”, e separando as frações da “cabeça” e da “cauda”, o que lhe confere qualidade inigualável e um sabor extremamente macio e suave.
Hoje a produção anual é limitada a 120 mil litros de cachaça e utilizada apenas a cana de açúcar do Engenho São Pedro, que possui várias nascentes de água, local para trilha a pé, através de floresta nativa e alguns pontos interessantes, a exemplo da Pedra do Grito (conta-se que no mês de maio escutam gritos nessa pedra), a Casa da Bruxa (uma casa de taipa no meio da floresta), a Trilha das Águas, passeio a cavalo, dentre outros.
O engenho está localizado na cidade de Areia, na Região do Brejo paraibano, numa tríplice fronteira, entre os municípios de Areia, Pilões e Alagoinha. É aberto à visitaçãocom a condição de se respeitar o meio ambiente e as normas internas de segurança.
Fonte: Espaço PB com Assessoria (José Valdez) – Foto: Divulgação – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
Fonte: Espaço PB com Assessoria (José Valdez) – Foto: Divulgação – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
Fonte: Espaço PB com Assessoria (José Valdez) – Foto: Divulgação – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
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sábado, 23 de abril de 2022
DIA DO ESCOTEIRO - Na foto, meu tio, professor Luiz Soares. Um dos fundadores do escotismo no RN. Recebeu o "Tapir de Prata", a mais elevada comenda do escotismo. Foi nomeado (pela Assembleia Legislativa) como "Patrono do Escotismo". Foi amigo de Robert Baden-Powell. Teve uma vida dedicada à educação - sobretudo à feminina - no escotismo teve uma atuação pioneira nesse sentido. Foi um grande entusiasta dos esportes. Fundou várias agremiações culturais. Em Natal a Policlínica tem seu nome.

SAUDADES DE TI, é o titulo do soneto de autoria do poeta Francisco de Assis Medeiros, um dos poetas da boa safra da poética cidade de Assu, escreveu (em tempos que o Coronavírus devastava o mundo), ardente de paixão. Vejamos para o nosso deleite:
Eu te beijo... beijo e não me canso
Dos meus vorazes e gulosos beijos
Quanto mais beijo, mas tenho desejo
Parece até, os meus beijos ser encanto.
Mas tenho medo de beijar-te tanto
E deste vírus está contaminado
Mesmo distante temo meu pecado
E meu pecado se transforma em pranto.
Será que é pecado, meu amor! Beijar-te tanto assim?
Estais ausente, mas perto, juntinho a mim.
Nestes beijos que o ar leva e me respondes.
Tenho medo. Deixa eu sentir saudade
A saudade que não seja eternidade
Nesta vacância que me correspondes.
sexta-feira, 22 de abril de 2022
Por Nara Rúbia Ribeiro
ESTRELA
Quisera ser tua estrela
A iluminar-te graciosamente
Nas noites mais enegrecidas.
Uma estrela sem nome,
Sem renome algum.
Um astro cadente
Decadente
Carente
A cair em teus braços.
Na incoerência desse encanto,
Ao ver o desenhar de luzes no amanhecer dos teus olhos,
Desdenhar de todos os demais mortais.
Do orvalhar do teu corpo,
Reinventar mil modos de saciar-me a sede da tua essência.
Aprender os segredos do teu sorriso,
Destilar em teus lábios o quanto deles preciso
E precipitar-me na ilusão de amar-te, indefinidamente.
Quisera ser tua estrela,
Em uma noite densa e fria,
Quando ainda mais se evidenciasse o calor das almas.
E estas nossas almas, há tanto conhecidas,
Ensinariam nossos desconhecidos corpos
A trilharem os mil sonhos a que me proponho.
Depois disso eu perguntaria o teu nome,
Antes que a tua aurora me embargasse a luz.
Nara Rúbia Ribeiro
No livro "Não Borboletarás", Editora Kelps.

quinta-feira, 21 de abril de 2022
quarta-feira, 20 de abril de 2022
Jericoacoara/CE
Jeri como passou a ser carinhosamente chamada pelos turistas e locais é um local único no Brasil. Mesmo com todo crescimento a Vila conseguiu conservar o verdadeiro espírito pé na areia e todo charme e simplicidade da região.
Nas ruas de areia fofa (abasteça sua mala – de preferência, sem rodinhas – apenas com pares de chinelo e sandália), a contemplação e o sossego são os exercícios principais.
Mas isso não quer dizer que o tempo ali é igual para todo mundo, no ritmo dormir cedo para aproveitar a praia assim que o sol nascer.
Para alguns, o amanhecer marca a hora de ir para a cama, depois do forró, passando antes na Padaria Santo Antônio, que abre na madrugada com pães de queijo quentinhos. Ou seja, os boêmios também têm vez nesse pedaço do litoral cearense que há duas décadas não tinha nem luz elétrica.
Foto: @enjoyjeri

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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.

