domingo, 13 de novembro de 2022

LEMBRANDO VINCENT VAN GOGH ( O ÚLTIMO QUADRO ) -IS


Por: Ival Saldanha
 
Como se pode entender caros amigos e amigas do "Grupo Fratelli Vita", que um artista pintor como Vincent Van Gogh tenha em toda sua carreira, vendido apenas um quadro: "A Vinha Encarnada", tendo criado ao todo cerca de 2.500 peças de arte, incluindo 900 pinturas e 1.600 esboços ou desenhos. Tudo isso foi feito em um período de 10 anos, de 1880 a 1890. Agora depois de morto, seus quadros, hoje em dia, porém, valem milhões de dólares. Vincent Van Gogh morreu em 29 de julho de 1890. Embora tenha sofrido durante toda sua vida de doença mental e morreu tragicamente com a idade de 37 anos. Não tendo obtido sucesso nem reconhecimento durante sua vida, Van Gogh era encarado como um louco e um fracassado, conquistando alguma fama apenas após seu suicídio. O agravamento do seu estado de depressão, levou o pintor a disparar um revólver contra o seu próprio peito no dia 27 de julho de 1890, vindo a falecer na sequência dos ferimentos causados apenas dois dias depois. Com o passar do tempo, Van Gogh passou a existir na imaginação pública como a essência do gênio incompreendido, o artista no qual "os discursos sobre loucura e criatividade convergem". A sua reputação começou a crescer no início do século XX, enquanto elementos de seu estilo de pintura passaram a ser incorporados pelos fauvistas (corrente artística do início do século XX aliada à pintura) e expressionistas alemães. Van Gogh alcançou grande sucesso comercial, popular e de crítica nas décadas seguintes, sendo lembrado atualmente como um pintor importante e trágico, cuja personalidade problemática tipifica os ideais românticos do artista torturado. Nos últimos dois meses de sua vida, Van Gogh entrou em um dos seus períodos mais enérgicos e criativos, completando uma pintura por dia. Alguns dos fatores-chave para sua produtividade foram sua libertação do asilo em Saint-Remy e sua mudança para a pitoresca e restauradora vila de Auvers-sur-Oise, no norte da França. Há uma crença de que o quadro "Campo de Trigos com Corvos" (foto abaixo) seja o último quadro do pintor. Por causa do conteúdo da obra, “o céu ameaçador, os corvos e o caminho de um beco sem saída”, alguns acreditam que eles “se referem ao fim de sua vida se aproximando. Mas acredita-se que isso é apenas um mito. Ele possivelmente fez várias outras obras depois desta..O fato é que suas suas pinturas continuam exercendo uma influência poderosa na cultura contemporânea, no mercado de arte e em nossa imaginação sobre o próprio artista.
 
*Foto: Vincent Van Gogh e o seu provável último quatro "Campo de Trigo com Corvos"..
 
 Pode ser arte de 1 pessoa e texto que diz "Scrapee.net"

 Pode ser uma imagem de 1 pessoa

 
Palácio Felipe Camarão - s.d.

 Pode ser uma imagem de 3 pessoas e ao ar livre

k

 Pode ser um desenho animado de texto que diz "EU LEMBREI DE un CAUSO..."

- Mãe.
- Sim.
- O amor acaba quando as pessoas morrem?
- Claro que não.
- Mas o coração deixa de bater e deixa de sentir.
- Meu filho, quando um relógio para, o tempo deixa de passar?
- Não.
- Com o coração é a mesma coisa. Pode parar e deixar de bater, mas o amor que trazia nunca vai passar, porque o deixou ficar por onde passou.
 
ilustração de Karrie Evenson
 Pode ser uma ilustração de 2 pessoas

LIVRE

Lá no tempo de criança
Onde brincava descalça
Os sonhos davam coragem
A boca não tinha mordaça
 
O cabelo solto ao vento
A chuva era alegria
O jeito de olhar
Tanta coisa dizia
 
Na noite estrelada
A diversão era garantida
Todos deitavam na calçada
A vida era realmente vivida
 
É que eu sou de uma época;
Que sabia valorizar
Que não tinha maldade
Nem dentro do olhar
 
 
Autoria de #Andrea_Domingues ©️
Créditos para arte de #catrinwelzstein
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
 
 Pode ser um desenho animado de 1 pessoa
 

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Pode ser uma imagem de texto que diz "Não desista. o início é sempreo mais difícil. FRASESTOP.COM"

Da linha do tempo, face de KF.

QUAL FOI A CAUSA DA MORTE DE GAL COSTA?

Cantora faleceu nesta quarta (9), aos 77 anos

Fernanda Cysneiros
Publicado em 09/11/2022 às 11:21 | Atualizado em 09/11/2022 às 12:45 
 
 Agência Brasil 
 
 Gal Costa morreu aos 77 anos nesta quarta-feira (9) - FOTO: Agência Brasil
 
 

Nesta quarta-feira (9), a cantora Gal Costa, dona de uma das maiores vozes brasileiras, morreu aos 77 anos.

MORRE GAL COSTA

O Brasil inteiro está de luto hoje (9), após a perda de um dos maiores nomes da música do país.

 

Gal Costa, ícone da música Popular Brasileira (MPB), faleceu aos 77 anos nesta quarta-feira (9).

A informação foi confirmada pela assessoria da cantora.

QUAL FOI A CAUSA DA MORTE DE GAL COSTA?

A equipe da cantora Gal Costa confirmou ao Splash Uol que a cantora faleceu em sua residência, em São Paulo, após sofrer um infarto.

 

"É com pesar que confirmamos o falecimento da cantora Gal Gosta, na manhã dessa quarta-feira, 09 de novembro, em São Paulo. Gal Costa sofreu um infarto em sua casa e não resistiu. Pedimos respeito e compreensão nesse momento de luto", informou a assessoria.

Vale relembrar que Gal Costa estava enfrentando um processo de recuperação após a retirada de um nódulo da fossa nasal direita.

O procedimento foi realizado em setembro, mas até o fim de novembro, a artista estaria fora dos palcos por recomendação médica.


domingo, 6 de novembro de 2022

Livraria da UFRN promove o ‘Festival Cultural 2022: Memória, Resistência e Ancestralidade

Viver - http://www.tribunadonorte.com.br


Publicado: 00:00:00 - 05/11/2022 Atualizado: 00:37:30 - 05/11/2022

Na sexta (11), vai ter tributo a Paulinho da Viola, às 11h. Às 17h, terá a mesa redonda "Jorge Fernandes e a modernidade poetizada", sobre a obra do poeta modernista. A mesa contará com apresentação cultural, participação de representantes da UFRN, NAC, Proex e Cooperativa Cultural, além de palestras com Célia Ribeiro, neta do poeta potiguar, do professor Humberto Hermenegildo e de Carissa Vale, bisneta de Jorge Fernandes. A mesa redonda acontece na Galeria Conviv'Art, no NAC.

Durante todos os dias do festival, haverá lançamento de livros: Eva Potiguara, Breno Araújo, Ciro Pedroza, Haroldo Figueira, André Carrico, Ana Judite de Oliveira Medeiros e Clarissa Alves, irão reunir o público na Livraria e também no NAC para um momento de encontro, trocas de informações, conversas e autógrafos com os leitores.

O presidente da Cooperativa, José Correia Torres Neto, ressaltou que o Festival  foi pensado para enaltecer e incentivar a cultura local. “É uma parceria onde música, cinema e literatura estarão comemorando um novo momento de nossas vidas. O Festival vem comemorar a cultura em todas as suas representações”, frisou. 

A professora Carla Vieira, gerente administrativa e financeira da Cooperativa, destacou a valorização dos escritores potiguares, uma vez que o Festival irá permitir uma maior aproximação entre autores e leitores durante os lançamentos de livros que estão distribuídos ao longo da semana – ao todo, serão sete lançamentos. A parceria entre a Cooperativa e o IFRN foi formalizada a partir da proposta de contrapartida da Lei Aldir Blanc, com a contemplação da Livraria pela lei de Auxílio Emergencial Cultural.

Serviço:
Festival Cultural 2022: Memória, Resistência e Ancestralidade. De 7 a 11 de novembro, na UFRN (Centro de Convivência) e IFRN (do Tirol). Acesso gratuito.

O amor fracassa...

 
Atualizado: 16:53:12 29/10/2022
Vicente Serejo
serejo@terra.com.br

Na velhice, ou na maturidade - se alguém prefere amenizar - a memória de vez em quando acende suas luzes, mesmo aquelas que parecem bem encobertas, das quais se pode contar o milagre sem revelar os nomes dos santos. É o caso da história de amor que vou contar. Tive um amigo rico que se não tinha a riqueza exuberante e radiosa do mundo social, não precisava fazer contas, do primeiro ao último dia de cada mês. Não ostentava. Talvez até preferisse escondê-la do mundo.    
Reprodução

Homem de personalidade forte, nunca imaginou que um dia caísse no mais recôndito de sua alma, para buscar um jeito bem parnasiano de dizer, ser surpreendido por um pedido de separação. Não acreditou. Imaginou ser mais uma crise passageira e, portanto, superável. Não era. A separação foi amigável, com advogado comum e amigo, mas o fato ficou no peito como uma pedra afundando uma amargura naquele salão da alma que não se abre as portas para ninguém. 

Seu último lance para tentar salvar a vida do naufrágio iminente, ele que não nascera para ser abandonado, foi de um estrategista perfeito. Leu que Frank Sinatra viria ao Brasil com mais alguns meses e faria dois shows: no Maracanã, aberto a quem pudesse pagar para vê-lo e ouvi-lo; e outro, fechado, no salão de convenções do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. Telefonou a um amigo e conseguiu reservar uma desejada mesa para dois, a apenas alguns poucos metros do palco.   

Na chegada ao hotel, o primeiro sinal do fracasso de sua estratégia, mas ainda assim podia ser, quem sabe, contornável: ela preferiu que ficassem em apartamentos separados. O show de Sinatra seria dois dias depois. Ora, a luta estava apenas começando. Teria tempo para vencê-la, imaginou. Convidou para irem ao Iguatemi, disse para escolher um vestido e viver a magia da noite do dia seguinte. Ela aceitou, se nem notar que a expectativa a fazia mais bonita do que nunca.   

Chega ao salão com antecedência, pede um champanhe, desses suaves e vindos de longe, e brinda o instante mágico. Perto de começar o show, pediu o uísque preferido e, ali, ficou vendo o glamour da noite de São Paulo. A riqueza é sempre muito bonita para quem sabe vê-la e vivê-la sem preconceito. Uma noite perfeita.  Até Sinatra, no elegante smoking, com sua gravata borboleta pousada sobre o colarinho branco e impecável, encerrar o show cantando New York, New York. 

Mas, a noite não foi perfeita. Ela despediu-se, em Natal, no elevador, beijou seu rosto e disse que recebera o mais belo presente que uma mulher pode desejar na ida. E contou, lavando a garganta com um gole de uísque: ainda arriscou a última carta no seu desespero triste e calado. Mas, ouviu que ela preferia que fosse assim, só um carinhoso adeus de bons amigos. Ele só então compreendeu que o amor estava morto. Para sempre. E o leitor fica livre para acreditar... ou não.


UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO