segunda-feira, 10 de abril de 2023

Grupo de Mitologia, História e Arte

Este é Mohammed Aziz, um jovem que conta 71 primaveras de vida, a sua história é extraordinária. Originário de Marrocos, um país com escassa literacia, dedicou-se aos livros. Já leu quatro mil livros, é como se tivesse quatro mil vidas. Aos 15 anos foi forçado a trabalhar, foi assim que engendrou pela carreira de livreiro, ele quer que os outros tenham tantas vidas como os livros que tem para vender. A sua livraria fica situada em Rabat. Ele diz que não tem livros suficientes, os seres humanos precisam de ler muito para saber viver. Os seus livros não são suficientes. O ofício deste homem é dar vidas aos seus leitores. Só há duas coisas que o entristecem: "páginas em falta em livros e crianças a trabalhar em vez de estudar.” Se forem a Marrocos visitem a sua livraria, e peço que apoiem os livreiros como Aziz. É magistral o seu ofício e faz toda a diferença, ter espaços dedicados ao livro. Está certo que o mundo virtual pode ter vantagens, mas compro livros também em livrarias. Gosto de pesquisar livros desta maneira, pelo toque. Tudo de bom.

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Todas as reaçõ

domingo, 9 de abril de 2023

GLOSA

Para um bom entendedor
Meia palavra já basta
O seu tempo ele não gasta
Sendo em seu desfavor
Quem é observador
Sabe tudo discernir
Vai sem precisar partir
Aparece sem chegar
O SÁBIO VÊ SEM OLHAR
E REALIZA SEM AGIR
Fábio Gomes
Mote: (pensamento de Lao-Tse)

sábado, 8 de abril de 2023

 'Um homem rico estava já na agonia. Pediu papel e caneta.

E escreveu assim:
'Deixo os meus bens a minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.'
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro os concorrentes.
1) A irmã fez a seguinte pontuação:
Deixo os meus bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) O sobrinho chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres
3) O padeiro pediu cópia do original e esclareceu:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, um descamisado da cidade, que andava por ali, fez esta interpretação:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
'A vida vem como num texto corrido. Somos nós que lhe fazemos a pontuação'.
E isso faz toda a diferença!!!

De: CC

Mossoró RN

Noite fria na cidade de Mossoró com 26c e previsão de chuva até as 00:00h. É nossa Mossoró com clima europeu; Você sabia que a menor temperatura registrada em Mossoró foi de 8,9c ocorrida no dia 21/07/1981. Dados do INMET.


A Barragem de Umari, em Upanema, está faltando poucos centímetros para sangrar. Moradores acreditam que ainda hoje ela sangra. Esse é o terceiro maior reservatório do RN. Sua última sangria aconteceu há 14 anos.
Louvado seja o nome do Senhor!

Geomar Azevedo





      




 AUTORES DO ASSU X

No Tempo de Cristo, de autoria de FRANCISCO Augusto Caldas de AMORIM, Editora Carlos Lima, Natal, 1989, é feito de versos de cunho religioso. Deste livro, transcrevo:

Quando Jesus as terras percorria
Da Galiléia a doutrinar um povo,
Deixou em cada frase que se ouvia,
A beleza ideal de exemplo novo.
Sua palavra que tão bem fazia,
Era um manancial sempre renovo
De promessas do Céu de onde irradia
A mensagem feliz de um tempo novo.

(...)

(Amorim é meu parente próximo. Com ele, convivi quase cinquenta anos. Ele nasceu em 1899, mas não sei ao certo a data do seu encantamento). 

(Fernando Caldas)

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HINO OFICIAL DA CIDADE DO ASSÚ ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

terça-feira, 4 de abril de 2023

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.