mas
o que eu sinto, ah!
o
que eu sinto só a mim pertence.
(Goethe)
"MULHER POTIGUAR DE BARBA E BIGODE"
AOS CREDORES
Maria Olímpia Neves de Oliveira carinhosamente conhecida por "Dona Maroquinha", uma mulher acima do seu tempo, foi a primeira mulher eleita vereadora do município e de 1963/1968, a primeira representante do belo sexo a assumir a titularidade de prefeita do Assú/RN.
Amiga de minha mãe dona Engracia, tanto minha genitora visitava a casa dela como ela visitava nosso casebre, eu menino de nove a doze anos, sempre nas minhas travessuras nunca participei daquelas conversações de amigas.
Por motivos pessoais Dona Maroquinha mudou-se de Assú e quando retornou eu praticamente já estava entrando para minha terceira idade, era um dia de missa e todos foram cumprimenta-la ali na calçada da Igreja de São João Batista. E eu fui o último a reverencia-la:
Como vai Dona Maroquinha, muito bem obrigada, meu filho você vai me desculpar, há muito tempo sai do Assú/RN, e não estou reconhecendo a nova geração.
Eu sou Francisco, filho de Dona Engracia e seu Torquato, com tamanha admiração, ela me olhou, riu, chorou, me abraçou e disse aquele neguinho! Kkkkkk.
Perguntou
por minha mãe, Madalena minha irmã e afilhada dela, perguntou por Dona Luizinha
a mãe de Torrão, dona Liberata e todos os seus contemporâneos
Foi assim que reconheci aquela mulher de olhar firme e o tom de voz suave que me fizera perceber que se tratava de alguém especial de aço e de flores.
CHICO TORQUATO
Do Blog Aluizio Lacerda
O poeta assuense João Lins Caldas, penso eu, i um dos poetas brasiles do sécilo XX que mais colaborou na imprensa brasiseila: jornais, revistas, almanaque, não foi o mair, pelo menos um dosEm, O Jornal, do Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1922 calendários farmácias. Em, O Jornal, do Rio de Janeiro, de 15 de janeiro de 1922 vamos encontrar esse soneto de sua autoria, conforme adiante:
PADRE IBIAPINA E A CASA DE CARIDADE
DE GERALDO MELO
Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.