
terça-feira, 22 de março de 2022
segunda-feira, 21 de março de 2022
FAMÍLIA VILLAR – Sou um AFORTUNADO. Meu tetravô materno (Antônio Soares de Macêdo), publicou nossa genealogia materna em 1893 – essa pesquisa foi aumentada por minha tia bisavó (Clara Soares), em 1948 e eu a aumentei até 2021, publicá-la-ei em pouco tempo. Já o outro ramo de minha família, não materna, teve também seu genealogista – Alcides Vilar de Queiroz – que publicou três livros acerca da “Família Villar”. Eu estou à duras penas, corrigindo uns erros e tapando lacunas desses volumes, as colaborações são pífias, mas, muito válidas. Só tenho a agradecer. Viva a genealogia!

sexta-feira, 18 de março de 2022
quinta-feira, 17 de março de 2022
Wandyr Villar
EMOÇÃO – Acabo de receber: três livros de autoria de Henrique Costa Mecking – “Mequinho”. Maior enxadrista brasileiro, de todos os tempos – já foi o terceiro do mundo. Os exemplares, autografados, serão lidos avidamente. Minha família (materna) iniciou o xadrez no RN. Hoje, o presidente da “Confederação Brasileira de Xadrez” é meu primo – Maximo Igor Macedo. Seu pai, Luiz “Lucas” Macedo – meu amigo e primo, aos 99 anos é um dos enxadristas mais antigos do Brasil em atividade, com uma vida dedicada à prática e vários títulos conquistados.

segunda-feira, 14 de março de 2022
O RELÓGIO PERDIDO
“Um idoso encontra um jovem que lhe pergunta:
- Se lembra de mim? E o idoso diz NÃO.
Então o jovem lhe diz que era seu aluno.
E o professor pergunta a ele:
- O que você está fazendo, o que você faz?
O jovem responde:
- Bem, eu me tornei um professor.
- Ah, bom como EU? (o idoso disse a ele)
- Pois sim.
Na verdade, me tornei um professor porque você me inspirou a ser como você.
O idoso, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a se tornar professor.
E o jovem conta-lhe a seguinte história:
- Um dia chegou um amigo meu, também estudante, com um lindo relógio novo, e eu decidi que queria pra mim e roubei, tirei do bolso.
Logo depois, meu amigo percebeu o roubo e imediatamente reclamou para o nosso Professor, que era você. Então, você falou para a classe:
- O relógio do seu colega foi roubado durante a aula de hoje.
Quem roubou, por favor, devolva.
Não devolvi porque não queria.
Então você fechou a porta e disse a todos nós para levantarmos e que você iriam um por um vasculhar nossos bolsos até encontrar o relógio.
Mas, ele nos disse para fecharmos os olhos, porque ele só iria procurá-lo se todos estivéssemos com os olhos fechados.
Fizemos isso e você foi de bolso em bolso e, quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.
Você continuou a vasculhar os bolsos de todos e, quando terminou, disse:
- "Abra os olhos. Já temos o relógio."
Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio.
Nem nunca disse quem foi que roubou o relógio.
Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.
Foi o dia mais constrangedor da minha vida.
Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar um ladrão, uma pessoa má, etc. Você nunca me disse nada e, embora não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, entendi claramente a mensagem.
E graças a você entendi que isso é o que um verdadeiro educador deve fazer.
Você se lembra daquele episódio, professor?
E o Professor responde:
- "Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não me lembrava de ti, porque também fechei os olhos enquanto procurava"
Esta é a essência do ensino:
domingo, 13 de março de 2022
CASÁRIOS DO ASSU
Casários do Assu revitalizados pela Prefeitura Municipal do Assu, administração do prefeito Gustavo Montenegro Soares. Historiando um pouco: A quarta casa da direita para esquerda morou o pecuarista e comerciante (compra e venda de algodão e cera de carnaúba) Fernando Tavares, esposa Maria Celeste Tavares e 12 filhos. Eram eles meus avós maternos. Ele, meu avô, era apelidado de "Vem-Vem" - nome de um pássaro -. Morei grande parte da minha vida naquele casarão de boas recordações e lembranças, da então Rua das Flores, que também levou o nomes de Siqueira Campos, Pedro Soares de Araújo Amorim, atualmente leva o nome de Rua Manoel Montenegro (as quatro casas da direita para a esquerda foram de propriedade de meus avós citados, que depois Manoel Montenegro comprou). Este Manoel Montenegro foi prefeito treze anos consecutivos nomeado por Getúlio Vargas na década de trinta e começo da década de quarenta. Era ele, Manoelzinho, como era mais chamado, esposo de Maria Lacerda Montenegro que é nome de uma das principais avenidas do Grande Natal. Morou também o prefeito João Batista Lacerda Montenegro, Manoel Montenegro, antes teria sido comerciante no Rio de Janeiro, instalando no bairro Copacabana, daquela terra carioca, a primeira farmácia. Por aquelas duas casas citadas passaram muitas figuras influentes da política do Rio Grande do Norte como o governador Dix-Sept Rosado (Dix-Sept e Fernando Tavares eram duplamente compadres, morreram juntos num trágico desastre de avião no Rio do Sal em Aracaju-SE, com destino ao Rio de Janeiro, em 1951), José Gonçalves de Medeiros, Aluizio e Agnelo Alves, dentre outros. Na segunda casa da direita para esquerda, morou o advogado e Promotor Público Expedito Dantas da Silveira e sua esposa Maria Tavares da Silveira (meus tios). Fica o registro. Mais história a contar sobre estes quatro casarões seculares construido por portugueses.
(Fernando Caldas)

Assinar:
Postagens (Atom)
Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.




