
O maior reservatório natural de água doce do Rio Grande do Norte e o segundo do Nordeste, começou a sangrar as 3.30h. da madrugada deste sabado. A fotografia acima e de Jarbas Rocha.
Praça Getúlio Vargas na década de sesenta. A fotografia podemos observar que foi tiurada de frente para o Mercado Público.
Antigos casarões que ficava de frente para a praça Pedro Velho que deu lugar a um parque de diversão nos anos sessenta e depois o Banco do Nordeste até hoje, A esquerda podemos ver o sobrado de Sebastião Cabral (como chamam os mais antigos do Ass) onde hoje está instalado a Betys Boutique. A fotografia é possivelmente da década de 20. blogdofernandocaldas.blogspot.com
Em 1933, o presidente Getúlio Vargas, de passagem para Mossoró/Rn esteve na cidade de Assu. Ezequiel Fonseca Filho era intendente/prefeito daquele
município. Ezequiel mandou embandeirar a Rua Frei Miguelinho até a sua
residência (Sobrado da Baronesa onde atualmente funciona a Casa de Cultura e a Academia Assuense de Letras). Getúlio colocou o chapéu na
chapeleira, tomou champanhe e prosseguiu viagem para Mossoró, importante cidade
do oeste potiguar. Na fotografia acima, podemos conferir aquele estadista (com uma taça na mão) ao lado de Dix-sept Rosado. entre outros. Há informações que o presidente Vargas exigia que em todas as cidades brasileira fosse dado o
seu nome, a um um logradouro (praça). Naquele instante fora reivindicado por Ezequiel Fonseca, a construção da Ponte Felipe Guerra sobre o Rio Piranhas/Açu. Fica o registro.
Quando o Assu foi bicampeão de futebol de salão (hoje futsal), em 1966, no Palácio dos Esportes, em Natal. Vejamos a taça (daquele campeonato interiorano) erguida por Nazareno Tavares "Barão". E a festeira cidade de Assu virou carnaval. Lembro-me bem de uma modinha que os assuenses cantavam naquele dia festivo, que diz assim: "Assu bicampeão, do litoral até o sertão (...). Era tecnico daquela seleção Edson Queiroz que foi funcionário do Banco do Brasil, agência de Assu. Seus jogadores se não falha a memória eram Rui, Anchieta, Leleto, Mazinho, Lambioi, Maninho, Mauro e Agapito que eram cearenses. Fica esse registro de muita importância para o esporte assuense. L
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Antiga Casa Paroquial. Demolida para alargar a rua chamada popularmente como "Beco do Padre", hoje Rua Fernando Tavares. Visinho a casa da escritora Maria Eugênia. Monsenhor Júlio Alves Bezerra (que é nome de rua na cidade de Assu) morou naquela casa onde funcionou também a Divulgadora Assuense (organização de Herval Tavares), a Casa do Estudante e a central telefônica que pertencia a paróquia de São João Batista. Aquela casa foi demolida no início do no de 1983. Era prefeito Ronaldo Soares.


Fernando Caldas (Fanfa) cumprimentando o então governador da Bahia Antônio Carlos Magalhães (1927-2007)que era chamado pelos seus ferrenhos adversários como "Toninho Malvadeza" e pelos seus correligionários como "Toninho Ternura". A fotografia acima fora tirada no Centro de Convenções da Bahia, em 1985. Naquele instante disse-me aquele governante baiano: "Quando se encontrar com José Agripino dê um forte abraço nele." E eu tive o prazer de dar aquele abraço no governador José Agripino quando estive em seu gabinete no Palácio Potengi em companhia do prefeito Ronaldo Soares. Antônio Carlos era egresso da velha UDN, ARENA, PDS (partido pelo qual elegi-me vereador do Assu, 1983-88), PFL e Democratas, sua última agremiação partidária. É o Assu "em evidência", no dizer do meu conterrâneo Junior Soares.
Francisco Agripino de Alcaniz era o nome de registro de um dos maiores cantadores de viola que o Nordeste já teve. Nasceu no sítio Pau de Jucá, distrito de Ipanguçu e considerava-se assuense de coração. Na fotografia acima (praça do Rosário, de Assu), data de 28 de junho de 1979, vejamos o poeta cordelista com o olhar distante, preocupado com os destinos do Vale do Assu, antes da Barragem Armando Ribeiro, também chamada Barragem do Assu. Desencantado com o seu vale, escreveu naquele ano:
A fotografia acima (de alguns casarões do Assu, no largo da Matriz de São João Batista, praça Getúlio Vargas), é de autoria do fotógrafo assuense (ganhador de muitos prêmios até internacional) Jean Lopes. No canto, a direita, vejamos o sobrado da Baroneza de Serra Branca onde atualmente funciona a Casa de Cultura daquela terra assuense, que a Fundação José Augusto reformou - governo Wilma de Faria. GILKA MACHADO (1893-1980) NONA REFLEXÃO Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o uma vez, outra vez (sonhos insanos!)... e desespero haja maior...