quinta-feira, 14 de março de 2013

PROVOCANDO ONDAS

Lembre-se de  que sonhos  sem riscos produzem conquistas sem méritos. (Augusto Cury)

Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho,  mas na escolha da direção errada. (Augusto Cury)

Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Onde quer que você veja um negócio de sucesso, pode acreditar que ali houve, um dia, uma decisão corajosa. (Peter Drucker)

Há um ditado popular muito conhecido: “Quem arrisca, não petisca”. Pode ser muito popular, mas guarda em si mesmo uma verdade incontestável: para que algo aconteça temos que agir e agir, muitas vezes, com ousadia e coragem.

No artigo anexo (Provocando ondas) alguns dos que nos leem podem raciocinar que nem sempre devemos arriscar. Consideraríamos correta essa análise se o ato fosse realizado com imprudência, com imaturidade e com possibilidade sérias de danos físicos à integridade e à saúde. Não é o caso em tela. Idealizamos uma possibilidade real de êxito e uma concorrência a que culmine com sucesso a empreitada. Nada fazer pode provocar, sim, letargia, preguiça, acomodação e, porque não, sinais de covardia. Grandes feitos na história da humanidade foram precedidos de inúmeras tentativas e possibilidades reais de fracasso. Graças à tenacidade de homens e mulheres determinados a conseguirem atingir o alvo de sua busca, hoje dispomos de equipamentos, procedimentos e ideias que fizeram valer a pena o esforço, a persistência desses valorosos empreendedores.

Nunca é demais acrescentar que nem sempre pela força e empenho nossos alcançamos sucesso. Por vezes necessitamos de “algo mais” que nos induza a prosseguir adiante. Temos à disposição a mente e a força do Criador de tudo. Sua ajuda é inestimável quando fracassam as nossas tentativas. Entre aqueles a quem nos referimos linhas acima também não poucos provaram dessa experiência e lograram resultado favorável.

Incentivo a que em próxima oportunidade que divisar à sua frente não hesite em recorrer a Deus, simultaneamente à sua resolução em seguir adiante. A companhia divina far-lhe-á bem e o seu íntimo ser-lhe-á grato pelo auxílio a que recorrerá. Comente esse fato nestes dias de lazer que se aproximam com os seus familiares e com amigos. Certamente momentos alegres se seguirão.
Um feliz e apreciável descanso é o que lhe desejamos.

Clênio Lins Caldas

Provocando ondas

"No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele" (Efésios 3:12).

Eu ouvi que, se a neblina impede que o marinheiro de um barco pequeno veja a boia que marca seu percurso, ele gira rapidamente seu barco em pequenos círculos sabendo que as ondas que ele provoca balançará a boia que estiver mais próxima. Então ele para, escuta e repete o procedimento até ouvir o tilintar da boia. Provocando ondas, ele encontra o seu percurso. Muitas vezes o ato de "provocar ondas" implica em correr riscos. O barco que permanece no porto nunca enfrenta perigos, mas, também nunca chega a lugar algum. (The Christophers)

Em nossa caminhada neste mundo, é possível que tenhamos de "provocar ondas" para atingir algum  objetivo. Nesse ato de "provocar ondas", podemos enfrentar perigos, podemos contentar e desagradar pessoas, podemos alcançar admiração ou críticas. Temos de estar preparados para tudo e, com perseverança e determinação, confiar que seremos vencedores.

Há pessoas que preferem não se arriscar, que se acomodam em sua insegurança, que se omitem quando alguma coisa depende de ousadia e coragem. Não experimentam decepções, mas, ao mesmo tempo, não saboreiam momentos de conquistas e vitórias.

A nossa vida não pode ficar limitada à covardia. Já houve quem dissesse que o medo de perder impede que uma pessoa vença. Somos filhos de Deus e o Senhor nos conclamou a ter coragem e crer que Ele estaria a nosso lado nas lutas e batalhas. Se temos sonhos, lutemos bravamente por eles. Se queremos chegar a algum lugar, sigamos em frente e contemos com a direção de Deus. Se tememos a neblina que nos obstrui a visão da boia da vitória, façamos o barco de nossa vida girar até atingirmos nossos propósitos. Só não podemos ficar inertes, conformados, sem fé e esperança, ignorando que o nosso Deus é poderoso para cumprir Suas promessas e nos conduzir em segurança.

Você está pronto a, se necessário, provocar ondas ou prefere ficar parado no porto da desilusão?

Pr. Paulo Roberto Barbosa








Eu sou aquele

Eu sou aquele que receia
O amor aceso numa noite escura
Mas que deseja a chama
Ardente dessa sarça que te arde
No peito.

Eu sou aquele que procura
No silêncio
A voz que acende a fantasia
Mas receia o sonho
Que ilumina
Mais do que a luz do dia…

Porque a vida tudo cobra e tudo vigia.

[Emílio Miranda]
Eu sou aquele

Eu sou aquele que receia
O amor aceso numa noite escura
Mas que deseja a chama
Ardente dessa sarça que te arde
No peito.

Eu sou aquele que procura
No silêncio
A voz que acende a fantasia
Mas receia o sonho
Que ilumina
Mais do que a luz do dia…

Porque a vida tudo cobra e tudo vigia.

[Emílio Miranda]





























quarta-feira, 13 de março de 2013


‎"Sentimentos não precisam de motivos.
Desejos não precisam de razão.
Por quê então, tantas justificativas ?"

G.Fernandes

De: Abra Seu Coração!!! Voe Como as Borboletas

"Sentimentos não precisam de motivos.
Desejos não precisam de razão.
Por quê então, tantas justificativas ?"

G.Fernandes
Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.
Pablo Neruda
Liduxa 
De: Doce Mistério
✿Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.


Pablo Neruda
Liduxa .·´✿


E no meio da tempestade, Deus manda o abraço sincero, o olhar que acolhe, as mãos que ajudam, para dizer: Estou com você, não desiste!

Scheila A. Hinnah
Liduxa 

De: Doce Mistério

Sentença de Juiz


O juiz Ronaldo Tovani, 31 anos, substituto da comarca de Varginha, 
ex-promotor de justiça, concedeu liberdade provisória a um sujeito preso em 
flagrante por ter furtado duas galinhas e ter perguntado ao delegado: 


'desde quando furto é crime neste Brasil de bandidos?' 

O magistrado lavrou então sua sentença em versos: 

No dia cinco de outubro 
Do ano ainda fluente 
Em Carmo da Cachoeira 
Terra de boa gente 
Ocorreu um fato inédito 
Que me deixou descontente. 

O jovem Alceu da Costa 
Conhecido por 'Rolinha' 
Aproveitando a madrugada 
Resolveu sair da linha 
Subtraindo de outrem 
Duas saborosas galinhas. 

Apanhando um saco plástico 
Que ali mesmo encontrou 
O agente muito esperto 
Escondeu o que furtou 
Deixando o local do crime 
Da maneira como entrou. 

O senhor Gabriel Osório 
Homem de muito tato 
Notando que havia sido 
A vítima do grave ato 
Procurou a autoridade 
Para relatar-lhe o fato. 

Ante a notícia do crime 
A polícia diligente 
Tomou as dores de Osório 
E formou seu contingente 
Um cabo e dois soldados 
E quem sabe até um tenente. 

Assim é que o aparato 
Da Polícia Militar 
Atendendo a ordem expressa 
Do Delegado titular 
Não pensou em outra coisa 
Senão em capturar. 

E depois de algum trabalho 
O larápio foi encontrado 
Num bar foi capturado 
Não esboçou reação 
Sendo conduzido então 
À frente do Delegado. 
Perguntado pelo furto 
Que havia cometido 
Respondeu Alceu da Costa 
Bastante extrovertido 
Desde quando furto é crime 
Neste Brasil de bandidos? 

Ante tão forte argumento 
Calou-se o delegado 
Mas por dever do seu cargo 
O flagrante foi lavrado 
Recolhendo à cadeia 
Aquele pobre coitado.

E hoje passado um mês 
De ocorrida a prisão 
Chega-me às mãos o inquérito 
Que me parte o coração 
Solto ou deixo preso 
Esse mísero ladrão? 

Soltá-lo é decisão 
Que a nossa lei refuta 
Pois todos sabem que a lei 

É prá pobre, preto e puta... 
Por isso peço a Deus 
Que norteie minha conduta. 

É muito justa a lição 
Do pai destas Alterosas. 
Não deve ficar na prisão 
Quem furtou duas penosas, 
Se lá também não estão presos 
Pessoas bem mais charmosas. 

Afinal não é tão grave 
Aquilo que Alceu fez 
Pois nunca foi do governo 
Nem sequestrou o Martinez 
E muito menos do gás 
Participou alguma vez. 

Desta forma é que concedo 
A esse homem da simplória 
Com base no CPP 
Liberdade provisória 
Para que volte para casa 
E passe a viver na glória. 

Se virar homem honesto 
E sair dessa sua trilha 
Permaneça em Cachoeira 
Ao lado de sua família 

Devendo, se ao contrário, 
Mudar-se para Brasília.




terça-feira, 12 de março de 2013



O sonho é partir,
Sem querer, sem saber,
Fechar os olhos e fazer parte desse quadro
Por pintar
Dar uma dentada no sol
E saltar de uma ponte
Em forma de arco íris
Suspensa
E ser-se quem se pensa
Ignorante.

Saber é sofrer
Julgar que se sabe
É pensar que se sofre.

Ignorar
Pintar sem pintar
Uma flor
Um pássaro no céu
Uma laranja de sol a arder,
Barcos que passam riscando o entardecer
E um pobre que pensa na vida
Filósofo sem o saber.

A vida é uma estrada sem destino
Por onde se perdem, vagabundos,
Os que buscam sem saber
E retornam sem ter
Navegantes do sonho.

Navegar o sonho
Sem leme nem mastro; 
Sem cais onde aportar
Vaguear sem destino,
Estar dentro da paisagem,
Feito de som e de imagem
Sem saber que fim a haver
Sem haver fim a saber
Marinheiro errante
Ignorante...

Saber é querer estar
Para além do sonhar
Ser mais do que julgar
E nada ser afinal.

Quero ser navegante do sonho
Pintor que nunca pintou
Poema que ninguém acabou
Princípio sem fim,
Metáfora de mim...

Quero mais do que ser
Não ser
Não estar
Ser o sonho de alguém
Ou no sonho navegar.

Navegante do sonho.

Navegar o sonho
Para ser mais do que pó
Mesmo que seja só uma mão estendida
Uma mão mendiga
Aberta
Ao esquecimento.

[Emílio Miranda]
In: Uma Árvore Intemporal - Edium Editores / Abril 2011

Tribunal de Justiça do RN passa a emitir certidões de antecedentes pela Internet

Tribunal de Justiça do RN passa a emitir certidões de antecedentes pela Internet

 foto de Reciclagem , Jardinagem e Decoração.
Pneus reutilizados como canteiros de flores... se preferir, poderão ser pintados antes do plantio.
Recomenda-se utilizar tinta automotiva...











Pneus reutilizados como canteiros de flores... se preferir, poderão ser pintados antes do plantio.
Recomenda-se utilizar tinta automotiva...
Obras estruturantes continuam sendo executadas pela Prefeitura
Está prevista para o fim deste mês a conclusão da pavimentação de ruas da comunidade de Pataxó, a obra orçada em R$ 322.3180.52 está pavimentando mais de 7mil m². Com esta obra a comunidade terá 94% de sua estrutura totalmente pavimentada.

A Outra obra que está em conclusão é a segunda etapa da Praça José Medeiros, na margem da RN-118 na entrada da cidade, que ganhou esta semana a iluminação pública. E já teve inicio a construção da praça e pavimentação na comunidade de Arapuá, que valorizará o ambiente. Mas uma obra importante para os moradores.

Saiba mais: http://ipanguacu.rn.gov.br/?ID_PG=editoria-obras&id=2194
#Assessoria


(Do Facebook de Leonardo Oliveira)
Obras estruturantes continuam sendo executadas pela Prefeitura 

Está prevista para o fim deste mês a conclusão da pavimentação de ruas da comunidade de Pataxó, a obra orçada em R$ 322.3180.52 está pavimentando mais de 7mil m². Com esta obra a comunidade terá 94% de sua estrutura totalmente pavimentada. 

A Outra obra que está em conclusão é a segunda etapa da Praça José Medeiros, na margem da RN-118 na entrada da cidade, que ganhou esta semana a iluminação pública. E já teve inicio a construção da praça e pavimentação na comunidade de Arapuá, que valorizará o ambiente. Mas uma obra importante para os moradores. 

Saiba mais: http://ipanguacu.rn.gov.br/?ID_PG=editoria-obras&id=2194
#Assessoria










Brancas são as folhas onde escrevo os meus sentimentos.
Da ponta da caneta saem-me versos-soluços
em gritos surdo-mudos.
Doces lembranças com elos de letras escritas a mão
que ora são coloridos ora em preto e branco.
Pensamentos e sentimentos em forma de poesia.
Poesias são gritos da alma
gritos mudos, num mundo surdo.


Cristina Costa


"Quero a beleza na palma da minha mão. Recolher o que é simples, belo e terno. Porque virtude nasce na pele e a gente colhe com cheiro de flor". 

Wanderly Frota
Liduxa.

De: doce Mistério
✿Quero a beleza na palma da minha mão. Recolher o que é simples, belo e terno. Porque virtude nasce na pele e a gente colhe com cheiro de flor". 

Wanderly Frota
Liduxa.·´✿

Ceramistas do RN apresentam pleitos aos órgãos ambientais



Durante reunião na manhã dessa segunda-feira (11) na Assembleia Legislativa, representantes de sindicatos e associações de ceramistas do RN apresentaram uma série de pleitos a órgãos ambientais como o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, Ministério Público e Ibama. A reunião foi mediada pelo deputado estadual Hermano Morais (PMDB), que foi também propositor da audiência pública realizada na última quinta (7) para debater os problemas enfrentados pelos empresários deste setor.
A reunião contou ainda com a participação de representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, do Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis – CTGás e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN.
O deputado Hermano Morais avaliou que a discussão levantou temas importantes, tendo em vista que o setor cerâmico gera emprego e renda principalmente nas regiões do Seridó e do Vale do Açu, mas também é alvo de polêmicas em relação à questão ambiental. Para ele, é preciso que haja um equilibro. “Os ceramistas pleiteiam melhores condições de trabalho, acesso ao crédito e a concessão das licenças ambientais. Mas tudo isso precisa ser feito de maneira correta, com a devida fiscalização dos órgãos competentes. Defendemos a atividade, desde que seja praticada de acordo com a conduta legal”, afirmou.
Para que esta atividade econômica possa continuar sendo exercida, foi sugerida, durante o debate, a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta a ser assinado pelos sindicatos e associações dos ceramistas, como também pelos empresários individualmente. Para determinar as diretrizes do TAC, os participantes desta reunião deverão se encontrar novamente na próxima quinta-feira (14). O deputado Hermano Morais também pré-agendou outros encontros para que a comissão, formada por todos os participantes desta reunião, continuem se encontrando para debater soluções de curto e longo prazo para o setor.

Leonardo Sodré

CENÁRIO HUMANO


PIMENTEL – O VENCEDOR

Ivan Pinheiro

Quando nos referimos aos verdejantes carnaubais, de imediato, vem, à nossas mentes, algumas imagens que recordam os tempos áureos da cera de carnaúba. Também lembramos pessoas que se entregaram de corpo e alma para que esta atividade pudesse, por décadas, ser a principal economia da região. Francisco Pimentel Filho é um deles.

Pimentel, como é conhecido, é um homem de vivência regulada e comum. Na sua simplicidade, coberto pelo manto da honestidade, apoiado pela heroica e saudosa companheira Dona Eunice Fonseca Pimentel, conseguiu formar seus 11 filhos. Façanha quase impossível para uma família descendente de agricultores, oriunda da sofrida zona rural de Assu – atualmente Carnaubais.   

Nasci em Lagoa das Bestas, atualmente, comunidade de Bela Vista – Carnaubais, no dia 12 de fevereiro de 1921”. Esta foi a primeira resposta de Pimentel a nossa “entrevista”, quebrando o “gelo” da aconchegante área de sua residência, onde o encontrei sentado,  lendo uma revista.

Contou com saudosismo que no ano de 1927, o jovem Lauro Rodrigues de Góes, estudante de medicina na Bahia, adoeceu e abandonou os estudos, vindo morar em Carnaubais bem próximo da residência do humilde casal Francisco Pimentel Sobrinho e Luiza dos Santos Pimentel, o qual tinha uma prole numerosa. Um deles era Pimentelcom 7 anos de idade. Lauro de Góes tinha uma biblioteca formidável, composta por mais de mil livros. Dona Luiza, pediu para que ele ensinasse seu filho a ler e escrever. Pedido atendido. Depois de oito anos de estudos, o adolescente, Pimentel, transformou-se num verdadeiro doutor das letras, principalmente em português, geografia e matemática.

Daí pra frente sua vida transformou-se em sinônimo de trabalho. Aos 14 anos foi tomar conta do armazém de uma de suas tias em Alto do Rodrigues. Na época, foi considerado um dos maiores dançarinos da região. Afirma que atravessava o rio cheio, em “cavalete”, com a roupa na cabeça para ir às festas dançar e namorar.

Ao completar a maioridade prestou serviço militar no II Batalhão de Carros de Combate – BCC, em Natal, em plena segunda guerra mundial. Foram dois anos de muita tensão. Pimentel era responsável pela bateria antiaérea. Dava guarda ao litoral, principalmente na praia de Ponta Negra. Depois, na patente de Cabo, trabalhou na tesouraria sob o comando do 1º Tenente Abel Cabral tornando-se grandes amigos. Não chegou a ir para a Itália. Ao sair, recebeu diploma de honra ao mérito.

Retornando a sua terra, pelo seu dinamismo, foi convidado para trabalhar na empresa de Minervino Wanderley. Após o falecimento do patrão (Minervino), em 1950, pela sua dedicação e caráter exemplar foi convidado para ser sócio da empresa “Carvalho & Cia”.

Para aperfeiçoar seus conhecimentos, cursou contabilidade pela Escola Técnica do Comércio do Colégio Nossa Senhora das Vitórias – Assu, tendo a 15 de dezembro de 1956, recebido o diploma de contador.

Durante décadas, a empresa “Carvalho & Cia” atuou como financiadora de pequenos agricultores para o corte do carnaubal, comprando as produções e transformando-as em “cera gorda” para depois exportá-las para a América do Norte, através do porto de Fortaleza. As viagens de Assu a capital Alencarina, no inverno, demoravam dois dias. Pimentel lembra: “-... trazíamos, no carro de Zé de Ana dinheiro em sacos. Nunca faltou um centavo, nem nunca fomos assaltados. Bons tempos...”.

Acendeu um cigarro. Observei seus olhos brilhando enquanto recordava o passado.  Dei-me por satisfeito... A idade não permite muito esforço, principalmente quando toca o emocional.  Apertei-lhe a mão. Agradeci e saí.

Após o falecimento de Dona Eunice, sua esposa, os filhos conseguiram convencê-lo a morar em Natal... Melhor assistência médica, maior proximidade da maioria dos filhos e netos... Não foi fácil deixar a Terra dos Carnaubais– berço de toda sua prole.

Pimentel, pela naturalidade e desprendimento com que se empenhou em prol do desenvolvimento econômico da região do Assu, pela sua inteligência, caráter ilibado, pelo exemplo de dignidade e respeito, enquanto esposo, pai, amigo e, acima de tudo, cidadão, merece o título de VENCEDOR.

segunda-feira, 11 de março de 2013


ATIVIDADE PARLAMENTAR

DEPUTADO GEORGE SOARES PEDE APOIO DO BISPO D. MARIANO PARA REALIZAÇÕES DE PROJETOS

O deputado estadual George Soares (PR) participou na tarde de ontem, 10, da visita do bispo Dom Mariano Manzana ao município do Assu. O bispo permanecerá na Terra de Irmã Lindalva no período de 10 a 17 de março, onde visitará todas as capelas da cidade.

Na oportunidade, o parlamentar parabenizou padre Flávio pelo trabalho desenvolvido frente à paróquia, além de ressaltar que a visita do bispo era a prova do carinho dele com Assu e região.

“A mais de 40 anos que nossa paróquia não recebia uma visita dessa. Aproveitei a oportunidade para pedir apoio ao Bispo para darmos inicio a construção do santuário de Irmã Lindalva e ao projeto que cria a Agencia de Desenvolvimento do Vale. O apoio da paróquia é fundamental para a realização destes projetos”, comentou. 
Assessoria Parlamentar Deputado Estadual George Soares

VISITA PASTORAL

Começa neste domingo o Itinerário da Visita Pastoral do bispo em Assu Dom Mariano Manzana




Tem início hoje na paróquia de São João Batista, em Assu, a programação oficial da Visita Pastoral que trará à cidade o bispo da Diocese, dom Mariano Manzana. O bispo permanecerá no município no período de 10 a 17 de março em curso. E, durante todo este tempo, visitará todas as capelas urbanas e rurais que se encontram dentro da área de jurisdição administrativa da mencionada paróquia. A recepção ao bispo acontecerá neste próximo domingo, dia 10 de março, às cinco da tarde. A acolhida ao sacerdote ocorrerá na capela São Tarcísio, bairro Dom Elizeu. Em seguida todos se deslocarão em caminhada até o anfiteatro Prefeito Arcelino Costa Leitão, na Praça São João, palco da primeira celebração litúrgica sob a condução do bispo.

 A NOBREZA BRASILEIRA A nobreza brasileira compreendia a família imperial brasileira, os detentores dos títulos nobiliárquicos agraciados du...