domingo, 2 de junho de 2013

Ajude ao que erra; seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidade de corrigir, não tem o direito de censurar. 

Allan Kardec
Kazi

De: Venha Cá
Ajude ao que erra; seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidade de corrigir, não tem o direito de censurar. 

Allan Kardec
Kazi
Não é a vida que dificulta as coisas, as pessoas é que tem muito medo de mudar pra arriscar uma felicidade que não é garantida.Todo mundo tem um trauma, um medo, algo que paralise; mas transformar isso em espaço pra crescer, pouca gente faz!
Marla de Queiroz
Dul ♥
De: Doce Mistério
Não é a vida que dificulta as coisas, as pessoas é que tem muito medo de mudar pra arriscar uma felicidade que não é garantida.Todo mundo tem um trauma, um medo, algo que paralise; mas transformar isso em espaço pra crescer, pouca gente faz!


Marla de Queiroz
Dul <3
Viver é inventar cada dia
é desconhecer a arrogância e exalar energia!
É fazer poemas de amor
devolver sorrisos, acreditar que o bem
vence o mal, sempre!
Enfeitar o coração com cores
conquistar amigos, ser sempre leal e fiel.
É transformar dor em alegria
ser amor, de coração.
Inspirar justiça.
Viver é correr atrás dos sonhos
da inspiração, dos projectos.
Buscar o entendimento das coisas.
Ser sempre da Paz.
Orar em agradecimento das dádivas recebidas.
Buscar o que te faz bem, e aos outros também.
Viver é Amar
é pintar o mundo com as cores que te der na telha.
Manter jovem a nossa mente.
Viver é... Ser sempre verdadeiro.
É constantemente redescobrir
as coisas belas da vida, lembrando
que O SORRISO É O IDIOMA UNIVERSAL.
É ouvir músicas que alimentem a alma.
Desacelerar, e aproveitar o tempo
desfrutar de cada pequeno momento de prazer.
Viver é lembrar que o final existe.
Mas que cada interrupção nos dá
a oportunidade de um caminho novo.
Tudo é um eterno recomeço.
Viver é... simplesmente ver a vida
com o coração.

Cristina Costa

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Assu antigo

  • Casa do Sr. Manuel Soares Filgueira, da Rua Senador João Câmara. Tomei muito leite de gado tirado do peito da vaca na hora, naquela casa, onde eu ia casa toda a tardinha com um copo de alumínio com tody e açúcar, nos meus tempos de criança e adolescência. Seu Manuel era pecuarista e criava ali, nos fundos daquela casa que tinha um terreno enorme que ia de uma rua a outra, umas vascas boas de leite. Ou velho tempo bom. Aquela casa fora demolida no início da década de setenta para dá lugar a casa Bancária do Banco do Brasil.

POESIA

Agruras da Lata D'água

      Poeta: Jessier Quirino

...E eu que fui enjeitada
Só porque era furada.
Me botaram um pau na boca,
Sabão grudaram no furo,
Me obrigaram a levar água
Muitas vezes pendurada,
Muitas vezes num jumento.

Era aquele sofrimento,
As juntas enferrujadas.
Fiquei com o fundo comido.
Quando pensei que tivesse
Minha batalha cumprido,
Um remendo me fizeram:
Tome madeira no fundo
E tome água e leva água,
E tome água e leva água.

Daí nasceu minha mágua:
O pau da boca caía,
Os beiços não resistiam.
Me fizeram um troca-troca:
Lá vem o fundo pra boca,
Lá vai o pau para o fundo.
Que trocado mais sem graça
Na frente de todo mundo.
E tome água e leva água
E tome água e leva água.

Já quase toda enfadada,
Provei lavagem de porco,
Ai mexeram de novo:
Botaram o pau na beirada.
E assim desconchavada,
Medi areia e cimento,
Carreguei muito concreto
Molhado duro e friento,
Sofri de peitos aberto,
Levei baque dei peitada.

Me amassaram as beiradas,
Cortaram minhas entranhas.
Lá fui eu assar castanha,
Fui por fim escancarada.
Servi de cocho de porco
Servi também de latada.

Se a coisa não complica,
Talvez eu seja uma bica
Pela próxima invernada.
E inverno é chuva, é água,
E eu encherei outras latas
Cumprindo minha jornada.

CULTURA

A Feira de Artes de Petrópolis chega a sua terceira edição, com a temática “O são João começa na Praça”. O evento, realizado pela Organização Potiguar para o Desenvolvimento Sustentável (OPDS), com produção do jornalista de Toinho Silveira, acontece sempre no último fim de semana do mês, na Praça das Flores, expondo o trabalho de artistas plásticos, artesãos, antiquários e produtores de flores e plantas ornamentais. Este mês, o evento começa já nessa sexta (31) e segue até o sábado (1), das 10h às 20h.

Assim como nas edições anteriores, a partir das 19h, terão início as apresentações culturais. Para dá início ao clima junino, haverá apresentação de quadrilhas nos dois dias de evento. E uma atração já confirmada no primeiro dia, é o grupo Arquivo Vivo, que se apresenta tocando samba de raiz.

A coordenadora do evento, Graça Queiroga, fala sobre a importância da Feira está sendo incluída no calendário turístico do evento, fator que tem atraído mais de 1.200 pessoas em cada edição. “Dando continuidade ao evento no último final de semana de cada mês, o natalense e os turistas terão a oportunidade de conhecer as exposições artísticas dos artistas natalenses”, afirma Graça. E acrescenta, “com o apoio dos nossos parceiros (Governo do Estado, Prefeitura de Natal, Sesc e Sesi), conseguimos realizar edição ainda melhor”, afirma.
... Como uma flor a seu perfume,                                


estou atado à tua lembrança imprecisa.

Estou perto da dor como uma ferida,

se me tocas me maltratarás irremediavelmente.

Tuas carícias me envolvem

como as trepadeiras aos muros sombrios.

Esqueci teu amor e não obstante

te adivinho atrás de todas as janelas...

PABLO NERUDA
... Como uma flor a seu perfume, 
estou atado à tua lembrança imprecisa.

Estou perto da dor como uma ferida,

se me tocas me maltratarás irremediavelmente.

Tuas carícias me envolvem

como as trepadeiras aos muros sombrios.

Esqueci teu amor e não obstante

te adivinho atrás de todas as janelas...

PABLO NERUDA

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CULTURA


Mais uma vez a Assembleia Legislativa abriu suas portas para receber o talento dos artistas potiguares. Na noite desta quarta-feira (29), o Projeto Assembleia Cultural chegou a sua 84ª edição marcada pelo som eclético dos cantores Ery Carlos e Fádja Lorena. Canções da Música Popular Brasileira, samba, pop rock, além de forró animaram a noite dos convidados da Assembleia Legislativa, que lotaram a Casa para mais um evento de grande sucesso.

A primeira a se apresentar foi Fádja Lorena, que participa da Assembleia Cultural pela segunda vez. Natural do município de Assú, Fádja é cantora profissional há quinze anos, e já gravou dois CDs, sendo um de música popular brasileira e outro de forró. Fádja tem uma banda com oito componentes e um quarteto musical para eventos de menor porte. “Adquiri experiência em vários eventos incluindo shows, casamentos, aniversários, formaturas, festas tradicionais (São João/carnaval) e festivais. Também canto em restaurantes e bares, com um repertório eclético e estilo variado”, disse a cantora.

A segunda atração da noite foi o cantor Ery Carlos, que participa do Projeto Assembleia Cultural pela primeira vez. Com 21 anos de carreira, ele foi vocalista da Banda Magníficos e ao deixar o grupo musical, passou a interpretar outros estilos, cantando pop rock, MPB, internacionais e outros. “Na verdade foram nestes estilos que dei início a minha formação musical em bandas bailes de Natal, mais sem deixar o forró autêntico, romântico e nordestino de lado”, declarou. Na noite desta quarta-feira, Ery trouxe canções da MPB, reggae e músicas da década de 1980. 

Quem acompanha o Projeto Assembleia Cultural já pode se preparar para os shows seguintes. O cantor Zé Barros será a atração do próximo evento, no dia 26 de junho. A Casa também irá abrir portas para quadrilhas juninas. O cantor Fernando Luiz também fará um show na Assembleia Legislativa, previsto para o mês de agosto, onde cantará músicas bregas. Os artistas da terra que desejam se apresentar no Projeto Assembleia Cultural devem entrar em contato através dos números 3232-5364 ou 3232-5761.
Assessoria de Comunicação AL/RN

quarta-feira, 29 de maio de 2013

MARINHO CHAGAS, O `DIABO LOIRO´ DOS GRAMADOS VOLTA A SER HOSPITALIZADO

Francisco das Chagas Marinho, ou simplesmente Marinho, ex-jogador de futebol que atuou como lateral-esquerdo pelo ABC de Natal, Náutico, Botafogo, Fluminense, São Paulo e Seleção Brasileira, sendo considerado o melhor lateral  da Copa do Mundo de 1974, na Alemanha, volta a ser hospitalizado.
Com problemas pulmonar, Marinho está internado na UTI 1 do Hospital São Lucas, em Natal. O seu estado de saúde é delicado. Uma pessoa ligada a ele, segundo se comenta nas redes sociais, disse que além do problema de saúde o ex-craque está enfrentando dificuldades financeiras, pois o único pró-labore que tinha como “Embaixador da Copa em Natal’ a prefeitura cortou.
Uma campanha está sendo feita no twitter para arrecadar dinheiro para ajudar Marinho Chagas. Apelos estão sendo feitos ao prefeito da capital potiguar, Carlos Eduardo Alves, para que a prefeitura volte a pagar Marinho como “Embaixador da Copa”, uma ajuda de apenas R$ 1,2 mil/mês, que certamente não irá fazer falta ao erário público.
Foto reproduzida da internet
Fonte: barbosa@blogdobarbosa.jor.br

CAUSO

TOMAR DE QUEM?
 
Getúlio Teixeira em seu livro Humor com Gosto de Sal afirma que em plena campanha política para a Prefeitura de Macau, tinha uma chapa formada por Zé Oliveira (prefeito) e Ari Borja (vice). Os dois, para meter a mão no bolso, era uma parada. Para se ver dinheiro daquela dupla, era muito difícil. Era igual à cabeça de bacalhau: para se ver, só indo à Noruega.

Duas horas da tarde, em plena Rua Angicos, o termômetro devia estar na marca dos 40 graus. Os candidatos suavam feito chaleira, Ari Borja olha para Zé Oliveira e diz:

- Vamos tomar uma água mineral?

Zé Oliveira, com medo de meter a mão no bolso respondeu:

- Tomar de quem?

Postado por Ivan Pinheiro.

Do blog Assú na ponta da língua, de Ivan Pinheiro. 

Clotilde Tavares cidadã natalense

terça-feira, 28 de maio de 2013

Explicando o comportamento feminino

Entusiasta da educação | Páginas Azuis | O POVO Online

Entusiasta da educação | Páginas Azuis | O POVO Online
Foto: Surpresa com a dimensão que o projeto tomou, Amália se orgulha dos resultados alcançados. “Me emociona saber que é uma coisa do Ceará. É o nosso saber respeitado”, diz. 

Leia a entrevista completa: http://bit.ly/11lnUTz
Do blog: Maria Amália Simonette é assuense de boa cepa, com quem tive o prazer de tê-la como minha contemporânea, pois estudamos juntos no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, de Assu, em 1962-63. Fico feliz com esse artigo publicado no jornal O Povo, de Fortaleza, sobre o trabalho dela, Maria Amália, pela educação do Ceará. Clique no link acima!

Fernando Caldas
Raimundo de Sá Leitão

Por Liduína Sá Leitão

"Quanta tristeza
Há nesta vida
Só incerteza
Só despedida"
"Amanhã, dia 29/05 as 17:30 na Igreja Matriz de São João Batista, Missa de 7º dia de Falecimento de nosso irmão Raimundo Bonifácio Borges de Sá Leitão, agradecemos a todos que comparecerem a este ato de Fé e Solidariedade."
SAUDADE!!!!!
Tu És em Mim Profunda PrimaveraO sabor da tua boca e a cor da tua pele, 
pele, boca, fruta minha destes dias velozes, 
diz-me, sempre estiveram contigo 
por anos e viagens e por luas e sóis 
e terra e pranto e chuva e alegria, 
ou só agora, só agora 
brotam das tuas raízes 
como a água que à terra seca traz 
germinações de mim desconhecidas 
ou aos lábios do cântaro esquecido 
na água chega o sabor da terra? 

Não sei, não mo digas, tu não sabes. 
Ninguém sabe estas coisas. 
Mas, aproximando os meus sentidos todos 
da luz da tua pele, desapareces, 
fundes-te como o ácido 
aroma dum fruto 
e o calor dum caminho, 
o cheiro do milho debulhado, 
a madressilva da tarde pura, 
os nomes da terra poeirenta, 
o infinito perfume da pátria: 
magnólia e matagal, sangue e farinha, 
galope de cavalos, 
a lua poeirenta das aldeias, 
o pão recém-nascido: 
ai, tudo o que há na tua pele volta à minha boca, 
volta ao meu coração, volta ao meu corpo, 
e volto a ser contigo a terra que tu és: 
tu és em mim profunda primavera: 
volto a saber em ti como germino. 

Pablo Neruda, in "Os Versos do Capitão"

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Nota

"Amanhã dará inicio o BAZAR DA CARMEM DÉLIA, com moveis, decorações para casa em cristal, porcelanas, telas e muito mais, será realizado na sua residencia enfrente a UERN em ASSÚ, melhores contatos pelo cel. 91996569. Visitem confirme a beleza."

A inveja - Fio condutor para a destruição humana




A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua própria destruição, ainda que não tenha essa consciência.

Viver num ambiente poluído por tais sentimentos desgasta a sanidade mental que habita naqueles que procuram ser puros e leais, mesmo que envenenados pela inveja ou por qualquer outro sentimento torpe e fútil.

Procure limpar a sua alma de tais sentimentos negativos, veja o que de melhor tem o ser humano, busque em cada um o melhor que deles pode tirar, humanizando-os com a sua pureza de sentimentos!



João Gomes Salvador – 01/05/2013
Joaogsalvador.blogspot.com

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana

A eterna essência do meu ser: A inveja - Fio condutor para a destruição humana: A inveja é um sentimento ruim e destrutivo, conduzindo quem a sente ao abismo do cinismo; à hipocrisia aos falsos sorrisos; à sua pr...

AS ANTIGAS LAVADEIRAS E A LAVAGEM DE ROUPA


Ilustração do blog.

Naquela época algumas mulheres humildes tinham como ofício lavar roupas de outras pessoas, a qual elas diziam que era de casa de família, como se elas próprias não fossem família. Lavavam e quaravam na antiga lavanderia do açude público, no atual bairro São Francisco.

Nada de amaciante ou sabão em pó. O sabão era em barra e não tinha o atual cheiro artificial como tem hoje. A presença certa era a do anil que a lavadeira dissolvia numa bacia para as roupas brancas.

Algumas lavadeiras, depois de passar sabão em roupas grossas, batiam e surravam com força ao encontro de uma pedra enorme, depois esfregavam com as duas mãos e deixavam quarar. Após algumas horas, lavavam e estendiam para secar.

Elas saíam cedo de seus lares e regressavam à tardinha com a roupa enxuta com a trouxa na cabeça protegida por uma rodilha de pano.

Era um trabalho pesado, sendo que muitas delas tinham vários anos de profissão para o sustento familiar. Por outro lado, ainda engomavam com o velho ferro à brasa. No outro dia saíam do antigo Bairro do Açude para entregar a trouxa de roupa no centro da cidade.

Um trabalho árduo, mas feito com muita dedicação. Salve as antigas lavadeiras do nosso torrão.


Marcos Calaça, jornalista (UFRN).

JOÃO LINS CALDAS, O CASSIO MURTINHO DO ROMANCISTA JOSÉ GERALDO VIEIRA Da esquerda para direita: João Lins Caldas e José Geraldo Vieira, Rio ...