domingo, 24 de janeiro de 2010

BRASÃO E ORIGEM DA FAMÍLIA CALDAS

CALDAS

Procedem de D. Garcia Rodrigues de Caldas, rico-homem de pendão e caldeira, natural do Reino das Astúrias, que se diz ser da Casa dos senhores de Caldelas. Tomou partido contra D. Henrique. Conde de Trastamara, nas lutas havidas com seu irmão o Rei de Castela D. Pedro, o Cruel, pelo que quando este foi vencido e aquele, com o nome de Henrique II, subiu ao trono, teve de fugir a sua vingança, vindo para Portugal na companhia de D. Fernão Anes de Lima, seu parente.

Recebeu-se com D. Leonor Sousa de Magalhães, filha de Luis Gonçalves de Sousa e de sua mulher, D. Leonor de Magalhães, senhora que lhe levou em dote as quintas da solda, Camposa e S. Martinho de Vascões, em Coura; e apresentação da igreja de Camposa, na vila dos arcos, e S. Martinho de Vascões; a quinta de Vila Verde e do paço de Coura, na freguesia de Vascões.
Seus filhos continuaram o apelido.

Desta família e das suas armas dizia-se, como informa o Padre Antônio Soares de Albergaria no primeiro terço do século XVII: "De Caldas nem armas nem almas."

As armas que usam os destes apelido são: De prata com cinco ciprestes de verde. Timbre: Um cipreste do escudo.

(Pesquisa do Museu de Ciências Naturais - Horto de Dois Irmãos - Recife - Pernambuco). Pesquisador: Petrônio Machado Cavalcanti.

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POESIA

Angélica Lana de Medeiros já nasceu com a poesia no sangue. Seu pai assuense Diassis Medeiros é poeta da nova geração. É de sua autoria os versos intitulado "Dor (Trova), que transcrevo a seguir:

Uma palavra mal-dita
Uma dor mais fincada
Uma lágrima ferida
Uma vida sofrida...
Ainda chamam-me,
Trova (dor), canta (dor),
Canto, á dor.

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fernando.caldas@bol.com.br

sábado, 23 de janeiro de 2010

CASARÕES


Fotografia: Gean Lopes. Janela da casa da escritora assuense de Lavras (MG) Maria Eugênia Montenegro.

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CARNAUBAIS - ADMINISTRAÇÃO LUIZINHO CAVALCANTE


PENDENCIAS...

Manoel Rodrigues de Melo, poeta, escritor pendencese. Do livro "Chico Cabôclo e Outros Poemas, 1957.

Sob o formoso céu que te cobre e ilumina,
Vives como a cantar uma canção serena...
Desde o bosque ao jardim, do roçado á campina,
Deixas sempre exalar um cheiro que envenena!...

Minha terra! Meu ninho azul, onde a bonina,
Aberta ao rubro sol da tarde, incita pena...
Tenho n1alma e terei mirrada e bem franzina
Uma saudade atroz que maltrata e condena!

Minha terra! Meu berço amado eu te amo tanto,
Que se um dia o estilete agro da Dor vier
Matar-me, servirás de meu repouso santo.

És o templo bendito, onde aprendi primeiro,
Entre o aroma sutil do brando malmequer
A divina canção dolente do vaqueiro.

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Fotografia de Jean Lopes.

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BRASIL DA INDIFERENÇA

*Por João Batista Rufino de Souza

Brasil da corrupção
Uma guerra não vencida
O desemprego, a fome
A renda mal dividida
Trava o combate do filho
Pela batalha da vida

Brasil da desigualdade
Indigência, conflitos sociais
Os pobres sem moradia
Ricos em mansões colossais
Não ver que a justiça divina
Prega por todos iguais

Vou fazer prece aos céus
Pra mudar isso, talvez
Ao invés de fome, violência
Paz, comida sem escassez
E o Brasil não mais seja
Um erro de português.

*Jõão Batista Rufino de Souza é poeta assuense (de São Rafael-RN). Seu livro de estréia intitula-se Contos e Fatos de Um Poeta, 2000.

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