Como é a pesquisa
Onde estão os índios do interior (o “Sertão”) do Rio Grande do Norte? Teriam desaparecido após os contatos com os europeus? Teriam sido integrados ao restante da sociedade que se formava pelo interior da antiga Capitania do Rio Grande na época colonial? Diante da ausência de respostas convincentes para estas questões, historiadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte propuseram a presente pesquisa, voltada para a identificação e caracterização das populações de remanescentes indígenas no território potiguar
De fato, são quase inexistentes as referências, na literatura especializada, sobre os índios que estavam na então Capitania do Rio Grande à época da chegada dos conquistadores europeus.
Em compensação fala-se freqüentemente no desaparecimento destes nativos após os movimentos de resistência indígena conhecidos como Guerra dos Bárbaros (1683-1725) ou, no máximo, de seu aldeamento em missões religiosas dirigidas por missionários.
Essa ausência de informações sobre os índios do Rio Grande do Norte contribui para que os atuais moradores da região sertaneja do Seridó, na porção centro-sul do estado, imaginem as populações nativas locais como se tivessem fenótipo similar ao dos índios da Amazônia ou dos filmes norte-americanos, estereótipos que se tornam comuns nas escolas, sendo incorporados na comemoração do Dia do Índio, do 7 de Setembro e em desfiles sócio-culturais.
Por outro lado, os livros didáticos informam os estudantes que os Cariri foram os primeiros habitantes do Seridó, quando sabe-se, pelo estudo de Olavo de Medeiros Filho (1984) que estes habitavam tradicionalmente o Sertão da Capitania da Paraíba, enquanto o Sertão do Rio Grande era habitado pelos índios Tarairiu.
Fossem porém quais fossem os índios do Sertão do Rio Grande do Norte, o que se imagina mais comumente é que sofreram extermínio, expurgo, extinção, desaparecimento, submissão ao colonizador. Tudo leva a crer que os índios realmente sumiram do mapa do Sertão do Seridó.
Mas há vozes contrárias. Pesquisas dos anos 70, executadas por Dom José Adelino Dantas, e dos anos 80 e 90, de autoria de Sinval Costa, denotaram a presença de índios ao lado de brancos e negros nos assentamentos de batizados, casamentos e óbitos da antiga Freguesia da Gloriosa Senhora Santa Ana do Seridó (que abrangia o atual Seridó norte-rio-grandense e parte do Sertão da Paraíba) nas duas últimas décadas do século XVIII e primeiras do século XIX. Essas pesquisas provaram que os índios estavam presentes no Sertão do Seridó mesmo após a Guerra dos Bárbaros, quando se cogitava a sua extinção.
A presente pesquisa considera a hipótese que esses indígenas, com o impacto da colonização que lhes foi imposta, sofreram um complexo processo de mestiçagem com os demais grupos sociais que habitavam a região, a exemplo do que Serge Gruzinski propôs para a América Espanhola da Conquista. Para que essa hipótese possa ser confirmada, porém, é necessário responder às seguintes indagações: Quem eram as populações índias que habitavam na região sertaneja da Capitania do Rio Grande na época do contato com os europeus? Quais eram seus hábitos e como resistiram à colonização? Como viveram após a Guerra dos Bárbaros no Sertão do Seridó? Em que condições participaram do cotidiano das cidades que pouco a pouco surgiam nos séculos XVIII e XIX? Como o contato com os demais grupos sociais da região os afetou? E como constituíram suas famílias?
Partindo dessas premissas a pesquisa tem como foco geográfico o Sertão do Seridó no Rio Grande do Norte; que durante a período colonial correspondia ao território paroquial da Freguesia da Gloriosa Senhora Santa Ana do Seridó e à Comarca de Caicó. O foco temporal é o intervalo compreendido entre o século XVII; data dos primeiros registros sobre os indígenas do sertão potiguar; e os séculos XVIII e XIX, com ênfase nestes dois últimos, onde se têm notícias da persistência de índios junto ao restante das populações locais.
Como é feita a pesquisa
Inicialmente a pesquisa realiza uma revisão da literatura especializada. A moderna historiografia brasileira considera os índios indissociáveis da construção da história do país: um referencial é a obra História dos Índios no Brasil, organizada por Manuela Carneiro da Cunha (1998), que foca a história indígena não somente pelo olhar do conquistador, mas, também, sob a ótica do conquistado.
Em Rompendo o Silêncio: por uma revisão do ‘desaparecimento’ dos Povos Indígenas (1998), Maria Sylvia Porto Alegre põe em xeque o discurso recorrente sobre o desaparecimento dos índios. Para a autora esse discurso surge para explicar a desorganização dos indígenas e justificar a expropriação de suas terras.
Outros estudos examinados incluem a dissertação de mestrado (UFPE) Guerra dos Bárbaros: resistência indígena e conflitos no Nordeste Colonial (1990), de Maria Idalina da Cruz Pires e a tese de doutorado (USP) A Guerra dos Bárbaros: Povos Indígenas e a colonização do Sertão Nordeste do Brasil (1998), de Pedro Puntoni, onde os autores mostram que a “guerra” entre brancos e índios era, mais que um movimento militar organizado, a reação destes contra a dominação daqueles, evidenciando práticas culturais de resistência.
Já a tese de doutorado O descobrimento dos outros: povos indígenas do sertão nordestino no período colonial, de Ricardo Pinto de Medeiros (2000), tenta explicar o “encobrimento” dos nativos na memória regional numa perspectiva histórica.
São estudados também textos clássicos da historiografia regional, com pontos de vista mais tradicionais, como História do Rio Grande do Norte (1984) de Luís da Câmara Cascudo. A dissertação de mestrado (UFPE) Missões Religiosas: Índios, Colonos e Missionários na Colonização da Capitania do Rio Grande do Norte (1999), de Fátima Martins Lopes, mostra as missões como centros tanto de aculturação dos indígenas quanto de seus movimentos de resistência. Sobre a resistência indígena é examinado também o trabalho Índios do Açu e Seridó (1984), de Olavo de Medeiros Filho. Outro estudo importante, para uma visão do processo de mestiçagem, é da pesquisadora Maria Regina Mendonça Furtado Mattos que analisou, em 1985, dentro de seu estudo sobre a pobreza na cidade de Príncipe (hoje Caicó – RN), os resultados do Recenseamento Geral do Império do Brasil (de 1872), mostrando que, na população de 11.283 pessoas, somente 54,4% eram de cor branca. O segundo grupo mais populoso era o dos pardos (16,5%), seguidos dos pretos (14,6%) e dos caboclos, mestiços de brancos e índios, que somavam 14,5% da população total (cerca de 1.636 indivíduos).
Entre os principais conceitos adotados pela pesquisa destaca-se a noção de circularidade cultural, de Carlo Ginzburg, que supõe uma dinâmica entre a cultura popular e a erudita, segundo a qual não existe barreira rígida o bastante para impedir a influência mútua entre o popular (ou subalterno) e o erudito (ou dominante). Importante também, para este estudo, é o conceito de mestiçagem desenvolvido por Serge Gruzinski, que inclui tanto a mestiçagem biológica quanto a cultural. Outra idéia adotada é de Guillaume Boccara (2000, 2001), para quem não existe uma cultura pura e original.
Os documentos originais examinados incluem obras de cronistas holandeses e portugueses dos séculos XVII e XVIII, como os relatos de Gaspar Barleu, História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil, sob o governo de João Maurício, conde de Nassau; de Rodolfo Baro, Relação da viagem ao país dos Tapuias e de Pedro Carrilho de Andrade, Memórias sobre os índios no Brasil.
É analisada ainda a documentação burocrática trocada entre a Capitania do Rio Grande e a Coroa Portuguesa na Colônia - produzida entre 1623 e 1823 -, que faz alusões aos índios, guardada no Arquivo Histórico Ultramarino (AHU). Outros documentos considerados incluem as atas do Senado da Câmara do Natal e outras instituições da Capitania, entre os séculos XVII e XIX, especialmente as que tratam da Guerra dos Bárbaros, arquivadas no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; e as Datas e Sesmarias da Capitania do Rio Grande (1600-1831) e Paraíba (1586-1888), que evidenciam a presença indígena junto aos sesmeiros nos séculos XVIII e XIX.
São investigados também os livros de assentamentos paroquiais de batismos, casamentos e óbitos da Freguesia da Gloriosa Senhora Santa Ana do Seridó, cujos registros aludem à presença indígena participando de rituais cristãos; de 1788 (data inicial dos livros) até o fim do século XIX. Os registros paroquiais serão anotados em fichas catalográficas elaboradas a partir da metodologia da Demografia Histórica, especialmente do Método Francês da Reconstituição das Famílias (Fleury-Henry) e depois digitados em banco de dados eletrônico criado no software Microsoft Access 2000.
As falas e relatórios dos Presidentes da Província do Rio Grande do Norte de 1835 a 1888 trazem referências e dados demográficos sobre os índios no século XIX. Já inventários post-mortem de índios processados na Comarca de Caicó (correspondente à Freguesia do Seridó) entre 1737 e1900 contém descrições de bens e herdeiros. Documentos avulsos da Comarca, custodiados pelo Laboratório de Documentação Histórica do Centro de Ensino Superior do Seridó relatam a presença de índios exercendo cargos públicos no Senado da Câmara da Vila do Príncipe.
Portanto, os passos metodológicos da pesquisa, por sua ordem, são: revisão bibliográfica, pesquisa de campo nos acervos, análise das fontes e redação. A maioria das fontes manuscritas já foi parcialmente pesquisada, ou está, no mínimo, indexada.
Saõ colaboradores desta pesquisa os pesquisadores
Prof. Ms. Muirakytan Kennedy de Macêdo, do Departamento de História e Geografia do Centro de Ensino Superior do Seridó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte;
Profª Drª Julie Antoinette Cavignac, do Departamento de Antropologia do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte;
Bela Alcineia Rodrigues dos Santos, Mestranda em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte;
Rosinéia Ribeiro de Araújo Silva, graduanda em História pelo Centro de Ensino Superior do Seridó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Importância da pesquisa
O estudo da etno-história dos Índios do Rio Grande do Norte representa importante contribuição às Ciências Humanas e Sociais, já que se trata de uma área com poucos trabalhos específicos, havendo certa lacuna nos estudos a seu respeito.
O projeto proposto supõe uma revisão da própria História do Rio Grande do Norte. Num momento em que pesquisas atuais detectam alguns traços da ancestralidade nativa em comunidades do Rio Grande do Norte, torna-se imprescindível o estudo do passado e da memória indígena, que se reveste, portanto, de relevância contemporânea e social.
Texto de divulgação científica publicado em 28 de maio de 2003.
Pesquisador(es) Responsável(eis)
Helder Alexandre Medeiros de Macedo
Título do trabalho acadêmico
Vivências Índias, Mundos Mestiços: relações interétnicas na Freguesia da Gloriosa Senhora Santa Ana do Seridó entre o final do século XVIII e início do século XIX
Instituição(ões)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Fonte(s) Financiadora(s)
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPPg) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000-2001) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico – CNPq (2001-2002)
Sugestões de leitura
História do Rio Grande do Norte, de Luís da Câmara Cascudo, Fundação José Augusto, Natal, 1984.
Índios do Açu e Seridó, de Olavo de Medeiros Filho, Centro Gráfico do Senado Federal, Brasília, 1984.
De que morriam os sertanejos do Seridó Antigo?, de Dom José Adelino Dantas, revista Tempo Universitário, Natal, volume 2, nº. 1,1979
O Pensamento Mestiço, de Serge Gruzinski, Cia. das Letras, São Paulo, 2001.
A Guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização do Sertão Nordeste do Brasil, 1650-1720, de Pedro Puntoni. Tese de Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo, 1988.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
70 ANOS DA PUBLICAÇÃO DE VÁRZEA DO AÇU
Por Luiz Assunção
Em 1940 Manoel Rodrigues de Melo publicava seu primeiro livro – Várzea do Açu, pela Edição dos Cadernos. São Paulo.
Com Várzea do Açu, Manoel Rodrigues de Melo iniciava o registro etnográfico e a reflexão sociológica sobre a região do vale do Açu potiguar, procurando fixar aspectos da paisagem e costumes daquele espaço. Ele é o “cronista da Várzea do Açu”, como destaca Câmara Cascudo no prefácio da primeira edição.
O livro Várzea do Açu é composto por quatro partes: na primeira, denominada de vida rural, descreve o meio ambiente, a terra, os animais, os fenômenos da natureza e a relação do homem com esse complexo. Na segunda parte, fala dos vultos e tipos, trazendo para o leitor diferentes personagens daquelas terras. A terceira é dedicada às festas e tradições e a quarta parte evoca alguns nomes perdidos, ao mesmo tempo em que aponta as transformações e mudanças ocorridas na região. O livro contém fotografias e o registro de notas e vocabulário.
Manoel Rodrigues de Melo nasceu em 1907, na fazenda Queimado, ilha de São Francisco, no município de Macau – RN. Sua produção escrita foi voltada para os estudos de sociologia e etnografia do RN. O escritor teve uma intensa vida intelectual e política. Escreveu para jornais e revistas. Foi membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras e da Comissão de Folclore. De sua vasta publicação constam sete livros, além de dezenas de artigos em revistas e jornais.
Os livros:
1. Várzea do Açu (1940, São Paulo)
2. Patriarcas e carreiros (1944, Rio de Janeiro)
3. Cavalo de pau (1953, Rio de Janeiro)
4. Chico Caboclo e outros poemas (1957, Rio de Janeiro)
5. Terras de Camundá (1972, Rio de Janeiro)
6. Dicionário da imprensa do RN (1987, São Paulo)
7. Memória do livro potiguar: apontamentos para uma bibliografia necessária (1994, Natal)
Em 1940 Manoel Rodrigues de Melo publicava seu primeiro livro – Várzea do Açu, pela Edição dos Cadernos. São Paulo.
Com Várzea do Açu, Manoel Rodrigues de Melo iniciava o registro etnográfico e a reflexão sociológica sobre a região do vale do Açu potiguar, procurando fixar aspectos da paisagem e costumes daquele espaço. Ele é o “cronista da Várzea do Açu”, como destaca Câmara Cascudo no prefácio da primeira edição.
O livro Várzea do Açu é composto por quatro partes: na primeira, denominada de vida rural, descreve o meio ambiente, a terra, os animais, os fenômenos da natureza e a relação do homem com esse complexo. Na segunda parte, fala dos vultos e tipos, trazendo para o leitor diferentes personagens daquelas terras. A terceira é dedicada às festas e tradições e a quarta parte evoca alguns nomes perdidos, ao mesmo tempo em que aponta as transformações e mudanças ocorridas na região. O livro contém fotografias e o registro de notas e vocabulário.
Manoel Rodrigues de Melo nasceu em 1907, na fazenda Queimado, ilha de São Francisco, no município de Macau – RN. Sua produção escrita foi voltada para os estudos de sociologia e etnografia do RN. O escritor teve uma intensa vida intelectual e política. Escreveu para jornais e revistas. Foi membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras e da Comissão de Folclore. De sua vasta publicação constam sete livros, além de dezenas de artigos em revistas e jornais.
Os livros:
1. Várzea do Açu (1940, São Paulo)
2. Patriarcas e carreiros (1944, Rio de Janeiro)
3. Cavalo de pau (1953, Rio de Janeiro)
4. Chico Caboclo e outros poemas (1957, Rio de Janeiro)
5. Terras de Camundá (1972, Rio de Janeiro)
6. Dicionário da imprensa do RN (1987, São Paulo)
7. Memória do livro potiguar: apontamentos para uma bibliografia necessária (1994, Natal)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
CAMPANHA OFICIAL COM DISTRIBUIÇÃO DE PROPAGANDA E PEDIDO DE "VOTE EM MIM" COMEÇA NA TERÇA
Concluída as convenções partidárias e, montado o tabuleiro com todas as candidaturas posicionadas em seus devidos lugares, o jogo eleitoral começa, oficialmente, na terça-feira, quando estará liberada a propaganda eleitoral na internet, inclusive com anúncios nos portais.
A propaganda no rádio e na televisão no horário eleitoral gratuito - aposta dos candidato, principalmente os majoritários -, entretanto, só começa no dia 17 de agosto. Por enquanto, estão permitidas apenas as formas mais convencionais de propaganda: distribuição de panfletos, carros de som e comícios, mas sem a apresentação de artistas. Na prática, isso tudo significa que os candidatos poderão dizer, expressamente, a partir de treça-feira, "vote em mim".
Escrito por Aldei Dantas
PARABÉNS...PARABÉNS...
Hoje queremos lembrar que na data de 02 de Julho de 1958, Deus enviou ao mundo Luiz Gonzaga Cavalcante Dantas ( Luizinho), com uma missão, á de melhorar e servir a população Carnaubaense, cresceu com vida digna de homem trabalhador, marcada por desafios e privilegiada fertililidade de inspiração, dote nato do seu talento individual.
Queremos desde já, todos nós, filiados do PSB municipal, lhe desejar saúde e felicidades, um pouco mais de tudo que Deus possa lhe oferecer, desejamos que o nosso amuleto protetor, possa lhe agraciar com as divinas bençãos, iluminar sua imaginação para continuar a labuta do seu compromisso público, fazendo o futuro que o povo lhe confiou.
Luizinho, você está inserido no contexto histórico dos grandes benfeitores, sua caminhada está apenas iniciando, você tem muito mais a dar ao desenvolvimento do nosso amado Carnaubais.
O povo de Carnaubais, fez de você mais que um gestor, repetiu a lição de governar nossos destinos, prefeito por mais uma ocasião, quem sabe se a jornada não será continuada? O povo querendo, Deus permitirá.
Você é nosso líder, merece destaque, o reconhecimento é visivel, sua importância de homem público transcende nossos limites, por suas atitudes e decisões politicas.
Todavia, seus conterrâneos, filiados ao PSB, partido que você representa, vem nesta gloriosa data lhe cumprimentar, enfatizando o desejo de todos, amigos, familiares, aliados politicos, pelo grande homem que é você "LUIZINHO".
Nossas socialistas saudações!!!
FONTE BLOG DO ALUIZIO LACERDA LINK AO LADO
quinta-feira, 1 de julho de 2010
VOBER JÚNIOR CONFIRMA CANDIDATURA A FEDERAL E PPS LANÇA OITO PARA ESTADUAL
30 de junho de 2010 • 11:22 • atualizado às 11:33
Na Convenção do PPS/RN, que ocorreu na manhã desta quarta-feira (30) na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Vober Júnior, líder da leganda, confirmou sua candidatura para o cargo de deputado federal nas eleições deste ano. Disputando vagas para o legislativo estadual, oito candidatos vão para a campanha: Carlos Antônio dos Santos, mais conhecido como 'Antônio do Gás' (Natal), Dr. Fernando Caldas (Natal), Eliazar Cavalcante (Natal), Fernando Antônio Caldas (Vale do Açu), José Alberany (Campo Redondo), José Rodrigues (Mossoró), Rossiny Meira (Janduís) e Odete Bezerra (Natal).
“Estou feliz pela minha indicação. O partido precisa de uma maior representação na Câmara Federal para que suas propostas sejam atendidas”, disse o legislador durante o discurso. O deputado espera aumentar a participação do partido nas decisões que podem garantir um futuro melhor para o Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.
Presidentes municipais do PPS e filiados lotaram o auditório Robinson Faria, onde foi realizada a convenção.
AÇÕES DO FESTEJO JUNINO SERÃO ÚTEIS PARA O SELO UNICEF
| ASSÚ - De acordo com a articuladora local do Projeto Selo Unicef - Município Aprovado, em Assú, Marícia Gurjão Morais, a programação do São João deste ano deu oportunidade para que fossem apresentadas algumas ações que poderão contribuir para que o município obtenha a pontuação necessária e habilite-se à conquista do prêmio. Um dos exemplos exitosos foi o Espaço da Criança (Casinha de Brinquedos) instalada ao lado do prédio-sede da prefeitura. Marícia Gurjão declarou que o objetivo da Casinha de Brinquedos foi proporcionar às crianças que foram acompanhadas dos pais e responsáveis à festa conhecer o seu interior, ver e manusear alguns brinquedos que atualmente são pouco conhecidos do público infantil de hoje. A Casinha de Brinquedos esteve aberta diariamente, durante o período da festa do padroeiro, de 16 a 24 deste mês, das 17h às 23h. "O balanço que fazemos desta experiência é altamente positivo", declarou a articuladora. Ela declarou que centenas de crianças do Assú e outras cidades tiveram da oportunidade de visitar a Casinha de Brinquedos durante o período junino. "Não só as crianças, mas os pais e seus acompanhantes ficaram encantados com a iniciativa da nossa prefeitura em oportunizar este tipo de resgate cultural", observou Marícia Gurjão. Ela frisou que o espaço infantil permitiu a muitas crianças conhecer uma série de brinquedos lúdicos de outras épocas, entre os quais: bonecas de pano, carrinhos de lata e madeira, roi-roi, joão-teimoso, mané-pindura, cavalo de pau, etc. SATISFAÇÃO A articuladora do Projeto Selo Unicef - Município Aprovado descreveu que, na visitação, as crianças manuseavam, brincavam, ouviam histórias, faziam desenhos e pinturas sempre sob orientação de educadores sociais e profissionais. "A proposta para o ano que vem é ampliar o espaço e oferecer oficinas de brincadeiras e construção de brinquedos", registrou Marícia Gurjão. Além disso, frisou a articuladora, outras ações serão planejadas para incrementar o elenco de realizações que poderão contabilizar em prol da conquista do Selo Unicef pelo município. (Do O Mossoroense, 1.7.2010) Transcrito por Fernando Caldas Fanfa |
quarta-feira, 30 de junho de 2010
PPS HOMOLOGA CANDIDATURA DE WOBER PARA A CÂMARA FEDERAL E OITO PARA A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Lideranças do PPS de Natal e de vários municípios do interior lotaram hoje as dependências do auditório Robinson Faria, na Assembléia Legislativa, para a convenção estadual do partido.Convenção homologou a candidatura do deputado estadual Wober Júnior para a Câmara Federal.
Wober será o único candidato do partido a deputado federal.
Para a Assembléia Legislativa o PPS homologou as candidaturas de 8 nomes.
O PPS apoiará oficialmente as candidaturas de Iberê Ferreira(PSB) ao Governo do Estado e de Wilma de Faria(PSB) para o Senado.
Em relação ao segundo voto para senador, Wober afirmou que o partido não vai liberar seus filiados para votar em quem quiser.
“O PPS terá candidato ao segundo voto. Até a próxima semana nós anunciaremos o nome do candidato que terá o segundo voto para o Senado”, disse o presidente do PPS.
Wober disse que estava feliz por disputar uma cadeira na Câmara Federal. “Vamos para a luta e vamos vencer”, afirmou Wober em tom otimista.
A deputada estadual Larissa Rosado(PSB) participou da convenção do PPS e destacou a importância da candidatura de Wober a deputado federal.
Mas nenhum integrante da chapa majoritária do sistema governista compareceu à convenção do PPS.
O ex-senador Geraldo Melo(PPS) também não esteve presente.
Do blog: Oliveira Wanderley
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