sábado, 17 de julho de 2010

COMENTÁRIO

Amigo Fanfa:


Gostei muito da reprodução, em seu blog, do comentário histórico, escrito por Geovani Lopes, retratando com muita nitidez, as figuras que marcaram e fizeram uma época brilhante da sociedade do Assú.

Um abraço cordial, do seu amigo e conterraneo,

Nilo Ezequiel Fonseca

HOMENAGEM PÓSTUMA

Somente agora visitando sites e blogs, tomei conhecimento do falecimento do líder sindical, fundador do Sindicato da Lavoura de Assu, agricultor, empenhado na causa de justiça e liberdade dos trabalhadores rurais do Assu e região.

Elevamos aos familiares do senhor Hermenegildo Bezerra de Oliveira, nossos cumprimentos de pesar pelo seu recente falecimento.

Conheci Hermenegildo na década de 60, Papai era vereador em Assu e foram grandes amigos.

Foi Hermenegildo quem incentivou o amigo Inácio Lacerda a fundar o Sindicato de Trabahadores Rurais em Carnaubais, apresentando-o a Francisco Urbano presidente da Fetarn, estreitando cada vez mais os laços comuns de uma saudável luta em prol do campesinato.

FONTE: BLOG DO ALUIZIO LACERDA


Nota do organizador deste blog::

Eu era ainda menino quando conheci hermenegildo amigo de meu pai Edmilson Caldas que teve o seu apoio quando dirigia a importante Cooperativa Agropecuaria do Vale do Açu, quando ele sócio bem como fazendo parte do seu Conselho Fiscal. Na política, hermenegildo teve ação marcante. Tive a satisfação de com ele ter convivido um pouco e ter contado com o seu apoio em duas eleições para vereador da minha querida cidade do Açu. Fica, portanto, registrado a minha solidariedade aos seus familiares.

Fernando Caldas Fanfa

quinta-feira, 15 de julho de 2010

UM REGATE A HISTÓRIA DO VALE

FERNANDO CALDAS - DEPUTADO ESTADUAL - 23456, filiado PPS, é uma das postulações para o parlamento do RN.

Na verdade o popular Fanfa é uma criatura de muitos requisitos pessoais para ir a luta, nascido na taba-Açu originária, familia de conceituação histórica, exerceu na terra dos poetas mandato de vereador, sendo presidente do legislativo, possui uma reminiscência de amizade calcada nos critérios de uma juventude inteligente e salutar.



Fanfa, sempre se utilizou de uma comunicação respeitável, tratando com cordialidade aliados e desafetos, sua retórica tem aprofundamento da cultura e do saber, faz na atualidade um resgate cultural, das boas coisas do vale, sempre reproduzindo lindos contos, belas poesias, mostrando com satisfação a grandeza dos nossos talentos, essencialmente dos que fizeram parte desta história, lembrando sempre daqueles que o destino cumpriu o sagrado dever de levar para o hemisfério dos que vivem em plano superior.



Escritores, poetas, cordelistas, educadores e politicos, são personagens do seu trabalho, fazendo diuturnamente em seu blog a "História Viva do Vale do Assu".



Receba amigo Fanfa nosso fraternal abraço, desabroche com coragem e abnegação a potecialidade do seu ideal, continue sendo o grande menestrel das nossas riquezas, seja o vapor efervecente da fornalha inteligente dos adeptos da sua geração, prossiga sua caminhada em busca do alvorecer idealista, sonhando com realidades suceptiveis de bonança, progresso e desenvolvimento.



Fanfa continue insistindo na contribuição democrática, exercendo sua cidadania em pé de igualdade com as diferentes matrizes do processo eleitoral, não se preocupe com resultado, não se intimide com efeitos, bata sempre palmas para a causa que bem defendes, vá a luta provando o seu valor, guardado no inesgotável acervo de conhecimento do universo politico regional, seja um redistribuidor de idéias, propostas e alternativas á este sofrido Rio Grande do Norte.







Escrito por aluiziolacerda às 10h52

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UM RESGATE A HITÓRIA DO VALE


FERNANDO RN.

FERNANDO CALDA - DEPUTADO ETADUAL - 23456, filiado PP, é uma das postulações para o palamento do RN.



Na verdade o popular Fanfa é uma criatura de muitos requisitos pessoais para ir a luta, nascido na taba-Açu originária, familia de conceituação histórica, exerceu na terra dos poetas mandato de vereador, sendo presidente do legislativo, possui uma reminiscência de amizade calcada nos critérios de uma juventude inteligente e salutar.



Fanfa, sempre se utilizou de uma comunicação respeitável, tratando com cordialidade aliados e desafetos, sua retórica tem aprofundamento da cultura e do saber, faz na atualidade um resgate cultural, das boas coisas do vale, sempre reproduzindo lindos contos, belas poesias, mostrando com satisfação a grandeza dos nossos talentos, essencialmente dos que fizeram parte desta história, lembrando sempre daqueles que o destino cumpriu o sagrado dever de levar para o hemisfério dos que vivem em plano superior.



Escritores, poetas, cordelistas, educadores e politicos, são personagens do seu trabalho, fazendo diuturnamente em seu blog a "História Viva do Vale do Assu".



Receba amigo Fanfa nosso fraternal abraço, desabroche com coragem e abnegação a potecialidade do seu ideal, continue sendo o grande menestrel das nossas riquezas, seja o vapor efervecente da fornalha inteligente dos adeptos da sua geração, prossiga sua caminhada em busca do alvorecer idealista, sonhando com realidades suceptiveis de bonança, progresso e desenvolvimento.



Fanfa continue insistindo na contribuição democrática, exercendo sua cidadania em pé de igualdade com as diferentes matrizes do processo eleitoral, não se preocupe com resultado, não se intimide com efeitos, bata sempre palmas para a causa que bem defendes, vá a luta provando o seu valor, guardado no inesgotável acervo de conhecimento do universo politico regional, seja um redistribuidor de idéias, propostas e alternativas á este sofrido Rio Grande do Norte.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Mossoró




Histórico da cidadeMossoró de Santa Luzia



A cidade de Mossoró se apóia nas tradições e num passado ilustrado de histórias que demonstram resistência, para espelhar um futuro promissor. Antecipou-se à libertação da escravatura, combateu o bando do cangaceiro Lampião e foi berço da primeira eleitora da América Latina. A princípio, era apenas uma fazenda,"Santa Luzia", pertencente antes de 1739, ao Capitão Teodorico da Rocha. Por volta de 1770, a posse estava com o português Antônio de Souza Machado. A fixação demográfica foi iniciada pela criação de gado, oficina de carnes e extração do sal. segundo a tradição, a primeira exploração de Mossoró teria se dado no correr do ano de 1633. Embora baseada na tradição, a informação merece atenção segundo alguns historiadores, visto que em 1612 o povoamento chegou até o Rio Assu, caminho natural para o Jaguaribe, que, obrigatoriamente, passava por Mossoró.



Os Primeiros Habitantes



Os índios monxorós, primeiros habitantes da região, eram, segundo o historiador Luiz da Câmara Cascudo, cariris. Há quem os designassem como da família dos potiguares e até mesmo como tapuias. Os monxorós eram de "tipo baixo, ágil, platicefalo, com hábitos de guerra e espírito taciturno", características dos cariris, adianta o etnólogo norte-rio-grandense. No começo do século XVIII, foram os monxorós evacuados para a serra dos Dormentes, em Portalegre, sendo em 1749, vencidos pelos paiacús, auxiliados por Carlos Barromeu e Clemente Gomes de Amorim, dispersados e finalmente absorvidos por outras tribos mais fortes.



O Nome



Cascudo diz que o topônimo provém dos cariris monxorós ou mossorós. Para Antônio Soares, Mossoró é corruptela de mô-çoroc, vocábulo indígena que significa fazer roturas, o que rasga, rompe ou abre fendas. "Aplica-se bem ao rio Mossoró, que rasgou ou rompeu a terra marginal em diversos pontos, formando camboas". No mesmo trabalho, cita Miliet de Saint Adolfhe para quem o nome teria vindo de uns índios aldeados nas proximidades da foz do Apodi, que seriam os Macarus (ou Maçarus). Cita ainda Saldanhas Marinho, para quem "Mossoró" era corruptela de mororó, árvore muito flexível, resistente e vulgar no norte.



Emancipação Política



Mossoró foi primeiro um distrito de paz do Termo da Vila da Princesa, da Província e Comarca do Rio Grande do Norte; depois distrito de paz do Termo do Apodi, da Comarca do Assu até 1852.



Em 13 de fevereiro de 1852 "foi lida na Assembléia Provincial uma representação dos habitantes da freguesia de Santa Luzia do Mossoró pedindo que se elevasse a povoação à categoria de Vila e município." A lei n. 246 de 15 de março de 1852 (segundo Câmara Cascudo) e 15 de março de 1850 (segundo Manuel Ferreira Nobre) elevou o povoado a categoria de vila, com o título de Vila de Santa Luzia de Mossoró. Em 9 de novembro de 1870, a Lei Provincial n. 620, de autoria do vigário Antonio Joaquim Rodrigues, conferiu-lhe as honras de cidade.



Aspectos da RegiãoMossoró tem localização bastante privilegiada. É situada entre duas capitais (Fortaleza e Natal), podendo ser alcançada pelas BR' s 110, 304 e 405, além de rodovias intermunicipais. Pelo pregão turístico, é conhecida carinhosamente como "a terra do sol, do sal e do petróleo". Apesar de localizar-se no sertão, possui fácil acesso às praias, sendo Tibau a mais próxima, seguida por Areia Branca com Upanema (48 Km), Ponta do Mel (53 Km), Morro Pintado (50 m). Limita-se ao norte como Estado do Ceará e o Município de Grossos, ao sul com os Municípios de Governador Dix-Sept Rosado e Upanema, ao leste com Areia Branca e Serra do Mel e a oeste com Baraúna.



Seu clima é semi-árido, com temperaturas:



- médias mínimas de 22,5 graus e,

- médias máximas de 33.3 graus.



População



213.841 habitantes (Censo 2000 - Fonte IBGE - Escritório Regional)

Área urbana: 199.181 habitantes

Zona Rural: 14.760 habitantes 111.018 mulheres 102.823 homens



Distância entre Mossoró e as capitais nordestinas



Aracaju (SE) - 878 Km

Fortaleza (CE) - 260 Km

João Pessoa (PB) - 428 Km

Natal (RN) - 277 Km

Maceió (AL) - 815 Km

Recife (PE) - 540 Km

Salvador (BA) - 1.359 Km

São Luiz (MA) - 1.324 Km

Terezina (PI) - 894 Km



Distância de Mossoró às principais cidades da Região



Alto do Rodrigues - 117 Km

Angicos - 101 Km

Apodi - 76 Km

Areia Branca - 45 Km

Assu - 68 Km

Baraúnas - 40 Km

Caraúbas - 72 Km

Francisco Dantas - 172 Km

Governador Dix-set Rosado - 34 Km

Grossos - 46 Km

Itaú - 108 Km

Lajes - 142 Km

Macau - 140 Km

Martins - 142 Km

Olho D`Água dos Borges - 99 Km

Patu - 116 Km

Pau dos Ferros - 159 Km

Portalegre - 146 Km

São Francisco do Oeste - 148 Km

Serra do Mel - 70 Km

Tibau - 42 Km

Umarizal - 114 Km

Upanema - 52 Km



A EconomiaA fruticultura tropical irrigada é um dos filões da economia de Mossoró. A região polarizada pela cidade é reconhecida pelo Ministério da Agricultura, desde 1990, como Área Livre da praga Anastrepha Grandis,mais conhecida como "Mosca da Fruta". Essa condição facilita a entrada dos produtos em mercados consumidores mais exigentes, como a Comunidade Europeia, Estados Unidos e Japão. O destaque fica com o melão. O Rio Grande do Norte é responsável por 90% da produção brasileira da fruta que é exportada.



Em 2004 a região de Mossoró produziu 194 mil toneladas de melão. 84,5% dessa produção, o equivalente a 164 mil toneladas, foi exportada. O restante (30 mil toneladas) atendeu ao mercado interno brasileiro. As exportações de melão movimentaram um volume de recursos da ordem de US$ 64 milhões.



O setor também é um dos grandes geradores de emprego em Mossoró e região. De acordo com o Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte (COEX) atualmente a fruticultura irrigada gera 24 mil empregos diretos e outros 60 mil de forma indireta.



Mossoró está assentada sobre uma "superfície de relevo plano de altitudes modestas composto por tabuleiros sedimentares de origem cretácia, cortados pelos vales dos rios Assu, Apodi e Umari, que representam largas várzeas com lagoas residuais. Os solos que predominam são de origem sedimentares, com dominação dos cambisolos que se apresentam com fertilidade natural alta. É a combinação da qualidade do solo com o benefício da irrigação que torna possível a produção em grande escala de frutas tropicais.



A área polarizada por Mossoró inclui os municípios de Baraúna, Apodi, Governador Dix-Sept Rosado, Tibau, Grossos, Areia Branca e Caraúbas. As duas maiores empresas que exploram a fruticultura irrigada, desde a produção até a exportação, são a Nolen e a Del Monte, mas há um número considerável de médias e pequenas empresas.





Fonte: Prefeitura de Mossoró

HISTÓRICO DA CIDADE MOSSORÓ DE SANTA LUZIA

A cidade de Mossoró se apóia nas tradições e num passado ilustrado de histórias que demonstram resistência, para espelhar um futuro promissor. Antecipou-se à libertação da escravatura, combateu o bando do cangaceiro Lampião e foi berço da primeira eleitora da América Latina. A princípio, era apenas uma fazenda,"Santa Luzia", pertencente antes de 1739, ao Capitão Teodorico da Rocha. Por volta de 1770, a posse estava com o português Antônio de Souza Machado. A fixação demográfica foi iniciada pela criação de gado, oficina de carnes e extração do sal. segundo a tradição, a primeira exploração de Mossoró teria se dado no correr do ano de 1633. Embora baseada na tradição, a informação merece atenção segundo alguns historiadores, visto que em 1612 o povoamento chegou até o Rio Assu, caminho natural para o Jaguaribe, que, obrigatoriamente, passava por Mossoró.

Os Primeiros Habitantes

Os índios monxorós, primeiros habitantes da região, eram, segundo o historiador Luiz da Câmara Cascudo, cariris. Há quem os designassem como da família dos potiguares e até mesmo como tapuias. Os monxorós eram de "tipo baixo, ágil, platicefalo, com hábitos de guerra e espírito taciturno", características dos cariris, adianta o etnólogo norte-rio-grandense. No começo do século XVIII, foram os monxorós evacuados para a serra dos Dormentes, em Portalegre, sendo em 1749, vencidos pelos paiacús, auxiliados por Carlos Barromeu e Clemente Gomes de Amorim, dispersados e finalmente absorvidos por outras tribos mais fortes.

O Nome

Cascudo diz que o topônimo provém dos cariris monxorós ou mossorós. Para Antônio Soares, Mossoró é corruptela de mô-çoroc, vocábulo indígena que significa fazer roturas, o que rasga, rompe ou abre fendas. "Aplica-se bem ao rio Mossoró, que rasgou ou rompeu a terra marginal em diversos pontos, formando camboas". No mesmo trabalho, cita Miliet de Saint Adolfhe para quem o nome teria vindo de uns índios aldeados nas proximidades da foz do Apodi, que seriam os Macarus (ou Maçarus). Cita ainda Saldanhas Marinho, para quem "Mossoró" era corruptela de mororó, árvore muito flexível, resistente e vulgar no norte.

Emancipação Política

Mossoró foi primeiro um distrito de paz do Termo da Vila da Princesa, da Província e Comarca do Rio Grande do Norte; depois distrito de paz do Termo do Apodi, da Comarca do Assu até 1852.

Em 13 de fevereiro de 1852 "foi lida na Assembléia Provincial uma representação dos habitantes da freguesia de Santa Luzia do Mossoró pedindo que se elevasse a povoação à categoria de Vila e município." A lei n. 246 de 15 de março de 1852 (segundo Câmara Cascudo) e 15 de março de 1850 (segundo Manuel Ferreira Nobre) elevou o povoado a categoria de vila, com o título de Vila de Santa Luzia de Mossoró. Em 9 de novembro de 1870, a Lei Provincial n. 620, de autoria do vigário Antonio Joaquim Rodrigues, conferiu-lhe as honras de cidade.

Aspectos da RegiãoMossoró tem localização bastante privilegiada. É situada entre duas capitais (Fortaleza e Natal), podendo ser alcançada pelas BR' s 110, 304 e 405, além de rodovias intermunicipais. Pelo pregão turístico, é conhecida carinhosamente como "a terra do sol, do sal e do petróleo". Apesar de localizar-se no sertão, possui fácil acesso às praias, sendo Tibau a mais próxima, seguida por Areia Branca com Upanema (48 Km), Ponta do Mel (53 Km), Morro Pintado (50 m). Limita-se ao norte como Estado do Ceará e o Município de Grossos, ao sul com os Municípios de Governador Dix-Sept Rosado e Upanema, ao leste com Areia Branca e Serra do Mel e a oeste com Baraúna.

Seu clima é semi-árido, com temperaturas:

- médias mínimas de 22,5 graus e,

- médias máximas de 33.3 graus.


População


213.841 habitantes (Censo 2000 - Fonte IBGE - Escritório Regional)

Área urbana: 199.181 habitantes

Zona Rural: 14.760 habitantes 111.018 mulheres 102.823 homens


Distância entre Mossoró e as capitais nordestinas


Aracaju (SE) - 878 Km

Fortaleza (CE) - 260 Km

João Pessoa (PB) - 428 Km

Natal (RN) - 277 Km

Maceió (AL) - 815 Km

Recife (PE) - 540 Km

Salvador (BA) - 1.359 Km

São Luiz (MA) - 1.324 Km

Terezina (PI) - 894 Km


Distância de Mossoró às principais cidades da Região


Alto do Rodrigues - 117 Km

Angicos - 101 Km

Apodi - 76 Km

Areia Branca - 45 Km

Assu - 68 Km

Baraúnas - 40 Km

Caraúbas - 72 Km

Francisco Dantas - 172 Km

Governador Dix-set Rosado - 34 Km

Grossos - 46 Km

Itaú - 108 Km

Lajes - 142 Km

Macau - 140 Km

Martins - 142 Km

Olho D`Água dos Borges - 99 Km

Patu - 116 Km

Pau dos Ferros - 159 Km

Portalegre - 146 Km

São Francisco do Oeste - 148 Km

Serra do Mel - 70 Km

Tibau - 42 Km

Umarizal - 114 Km

Upanema - 52 Km


A EconomiaA fruticultura tropical irrigada é um dos filões da economia de Mossoró. A região polarizada pela cidade é reconhecida pelo Ministério da Agricultura, desde 1990, como Área Livre da praga Anastrepha Grandis,mais conhecida como "Mosca da Fruta". Essa condição facilita a entrada dos produtos em mercados consumidores mais exigentes, como a Comunidade Europeia, Estados Unidos e Japão. O destaque fica com o melão. O Rio Grande do Norte é responsável por 90% da produção brasileira da fruta que é exportada.

Em 2004 a região de Mossoró produziu 194 mil toneladas de melão. 84,5% dessa produção, o equivalente a 164 mil toneladas, foi exportada. O restante (30 mil toneladas) atendeu ao mercado interno brasileiro. As exportações de melão movimentaram um volume de recursos da ordem de US$ 64 milhões.

O setor também é um dos grandes geradores de emprego em Mossoró e região. De acordo com o Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte (COEX) atualmente a fruticultura irrigada gera 24 mil empregos diretos e outros 60 mil de forma indireta.

Mossoró está assentada sobre uma "superfície de relevo plano de altitudes modestas composto por tabuleiros sedimentares de origem cretácia, cortados pelos vales dos rios Assu, Apodi e Umari, que representam largas várzeas com lagoas residuais. Os solos que predominam são de origem sedimentares, com dominação dos cambisolos que se apresentam com fertilidade natural alta. É a combinação da qualidade do solo com o benefício da irrigação que torna possível a produção em grande escala de frutas tropicais.

A área polarizada por Mossoró inclui os municípios de Baraúna, Apodi, Governador Dix-Sept Rosado, Tibau, Grossos, Areia Branca e Caraúbas. As duas maiores empresas que exploram a fruticultura irrigada, desde a produção até a exportação, são a Nolen e a Del Monte, mas há um número considerável de médias e pequenas empresas.

Fonte: Prefeitura de Mossoró
(Do site Costa Branca)

VESPÚCIO NÃO SUBIU O RIO ASSU

Depois da publicação do Falsos Precursores de Cabral, do historiador Duarte Leite (1922) não apareceu resposta para defender a prioridade espanhola no descobrimento do litoral brasileiro. Diego de Lepe, Pinzon, Alonso de Hojeda continuam chegando à terra do Brasil para quem não leu o monumental trabalho do grau e pesquisador português. Não lhe deram resposta. Duarte Leite exibira documentação excepcionalmente valiosa pela interpretação científica excluindo, prática e realmente, as viagens dos castelhanos ao Brasil antes de 1500. Vamos convencionar que Alonso de Hojeda tenha atravessado a equinocial e molhado a proa de sua nau nas águas barrentas do rio Assu em junho de 1499. Estou certo que não se deu tal episódio mas combinemos na impossível veracidade do facto. A bordo da nau de Hojeda vinha o florentino Américo Vespúcio, a mais feliz e discutida figura de aventureiro de que há notícia naquele final do XV e começo de XVI século.

Este Vespúcio que não descobriu coisa alguma na sua vida deu nome ao continente inteiro. Colombo e Pedro Álvares Cabral não tiveram essa honra. Vespúcio é oficialmente o pai de uma criança inteiramente estranha às suas atividades. Aqui no Rio Grande do Norte há uma lenda, teimosa como jumento andaluz, dando mestre Vespúcio como descobridor do Apodi, imaginem, nem mais e nem menos que uma subida pelo rio Assu e fundação de feitorias lá em cima! Não há, naturalmente, uma só letra de verdade nessa tradição oral, invenção pura, mas sempre citada como verdadeira. O próprio Vespúcio escreveu quatro cartas, Lettera, aos amigos, contando as façanhas. Na segunda das Lettera conta que viu terra alagada e baixa, sulcada por grandíssimos rios que a inundavam. Debalde tentou Hojeda abordá-la. Não conseguindo, levantou âncoras e velejou entre levante e sudeste pela costa adiante, isto é, para o sul e por espaço de quarenta léguas tentaram desembarcar, mas foi tempo perdido. Estou copiando as frases do mestre Vespúcio na segunda Lettera. Onde está a documentação de Vespúcio subindo o rio Assu? Onde ficou registro da fundação e alguma coisa nessa parte norte rio-grandense onde o florentino não pode pisar? Não era tempo de acabar com essas visagens do outro tempo? A História é uma senhora extremamente séria...

Luís da Câmara Cascudo

Diário de Natal, 13 de outubro de 1947

A  TIA Por João Lins Caldas A tia velhinha Se   eu tenho essa tia Se viva ela mora Se canta baixinho Rendendo cantigas Serzindo lembranças A...