sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Dispositivo Espião Permite Rastrear Seus Pertenses Através do Seu Smartphone

Novo dispositivo menor que uma moeda permite encontrar até mesmo seu carro através do seu smarthpone. Veja na matéria:

http://dicasdesobrevivencia.com


Atualizado em 2 de junho de 2017
Todos nós em algum momento passamos pela situação de colocar as chaves do carro ou de casa em algum lugar e simplesmente esquecê-las… E quando mais precisamos delas, não encontramos de jeito nenhum, muitas vezes elas estão num lugar que nunca pensaríamos em procurar. Ou ainda a situação de, na correria diária, estacionar o carro e depois não conseguir lembrar em qual vaga o carro ficou. Você não é o único que passou por essas situações. Sabendo desses problemas de nosso cotidiano, um novo dispositivo foi desenvolvido, possibilitando que você localize seus pertences imediatamente, desde suas chaves ou carteira até o seu carro! Tudo com ajuda de seu celular smartphone.

Que dispositivo é esse?

Esse dispositivo é o RastreR. Após ter feito muito sucesso na Europa e Estados Unidos devido ao seu tamanho e a sua confiabildade, o RastreR chegou agora no Brasil.

Como o RastreR funciona?

Usar o RastreR é bem simples. É só baixar o aplicativo gratuito (disponível para iPhone e para Android) e conectar o dispositivo seguindo as instruções. Uma vez conectado, você só precisa colocar o RastreR em seus pertences. Sua funcionalidade não se resume a apenas registrar a localização onde estava conectado, podendo ainda ser usado como alarme, tanto para evitar furtos como ajudar na busca de seus pertences.

Outras funcionalidades

De acordo com o fabricante, o RastreR é usado também por aquelas pessoas que vivem esquecendo onde deixaram a carteira, as chaves e até mesmo o celular. É também útil para encontrar a sua bagagem, bicicleta ou qualquer outro item pessoal. Para aqueles que possuem filhos ou também um animal de estimação, o RastreR também é uma forma eficiente de ser alertado caso eles resolvam se afastar muito de você.
Segundo instruções do fabricante, o RastreR não é apenas utilizado por pessoas que costumam perder chaves e carteira ou até mesmo celular, ele é usado ainda para evitar a perda de malas, bolsas e qualquer variedade de pertence.

Benefícios do RastreR:

  • Encontre seus pertences em segundos;
  • Alarme para encontrar até mesmo os itens mais escondidos;
  • O RastreR ainda o ajuda a encontrar seu celular, fazendo ele tocar, mesmo em modo silencioso
  • Sua bateria que dura em média 1 ano - você nunca precisará recarregar.

Testamos o Rastrer:

Ficamos curiosos com as funcionalidades do RastreR e resolvemos comprar 5 unidades para teste através do site oficial. Após alguns dias, recebemos o produto em uma embalagem de ótima qualidade. É incrível o quão leve e portátil o produto é, sendo bem prático colocá-lo em suas chaves ou carteira. Conectá-lo em nosso smartphone foi muito fácil, não levou sequer um minuto!

Resolvemos simular uma situação cotidiana de perder um pertence. Escondemos o produto em nosso escritório e não levamos mais que 10 segundos para encontrá-lo: a função busca emite um alarme bem alto, sendo impossível de perder os seus pertences. Esse alarme é um ótimo aliado em assaltos, pois o barulho atrai a atenção para o ladrão.

A precisão é outro fator positivo. Após estacionar o carro com o RastreR em uma rua no Rio de Janeiro, nos afastamos da região e procuramos o carro através do smartphone utilizando a função de localização. Ele estava exatamente no local mostrado pela aplicação!

Quanto Custa

Apesar de várias vantagens e funcionalidades, é fácil pensar que o Rastrer custa caro. Ficamos surpresos quando soubemos que a fabricante lançou o produto no Brasil por apenas R$129,90 (com possibilidade de parcelar até 6 vezes). Ainda tem uma promoção de lançamento, ao comprar 2 unidades do RastreR você leva 1 grátis!. Segundo o fabricante, essa oferta não deve durar muito, uma vez que o estoque é limitado.

Conclusão

Com tantas evidências de que funciona e o grande problema que o RastreR resolve, é difícil não recomendar o RastreR. Com tantas funcionalidades e um ótimo preço, o RastreR é um produto extremamente recomendado. Entramos em contato com o fabricante e conseguimos uma incrível promoção de lançamento, basta você clicar logo abaixo:

Promoção exclusiva para nossos leitores: Compre RastreR em 6x com até 75% de desconto!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Lembrando Rubem Alves, Suassuna e João Ubaldo

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Pedro Otávio

Hoje, "perambulando" pelas ruas de meu Assu, perto do fim da tarde, me detenho a essa paisagem. Vejo essa casa tão linda, onde um dia fora a sede da Pharmacia Amorim, hoje o seu sótão está assim. Atualmente, nela "faz morada" o aristocrático bar e ponto de encontro para amigos, Bar de "Nêgo" João.

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

CALDAS, UM GRANDE POETA BRASILEIRO

 Por Fernando Caldas

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No dia 1º de agosto de 1888, há exatamente 129 anos, nascia em Goianinha, região agreste ao sul do litoral do Rio Grande do Norte, o menino que veio a se chamar João Lins Caldas. Seu pai também chamado João Lins Caldas explorava a agricultura em terra goianinhense, bem como chegou a ser nomeado interinamente Promotor Público da Comarca daquele importante município, e sua mãe Josefa Leopoldina Lins Caldas natural de Goianinha era de tradicional família (Torres Galvão).

Caldas viveu o sudeste do Brasil (Rio de Janeiro e Bauru-SP) entre 1912 a 1933, convivendo com grandes vultos das letras nacionais como, por exemplo, José Geraldo Vieira, considerado um dos precursores do romance moderno brasileiro.

Autor compulsivo, sem ter conseguido publicar-se, retorna em 1933 a cidade de Assu-RN, terra dos seus ancestrais paternos, onde antes teria vivido parte da sua infância e começo da juventude, para viver parte da sua vida adulta e morar com sua mãe e depois sozinho até morrer numa manhã de 19 de maio de 1967.

Em 1936, já estando em terra assuense é surpreendido por José Geraldo que o colocou como personagem principal, na segunda fase do seu romance urbano intitulado Território Humano, encarnado no personagem 'Cássio Murtinho'.

Outro fato importante que engrandece a sua trajetória ocorreu, salvo engano, na década de quarenta, pois o célebre poema de sua autoria sob o titulo “Minha dor na grande guerra” teria sido irradiado pela rádio britânica BBC, um feito que orgulhou o poeta e a terra potiguar.

Por fim, sobre o referenciado poema, depõe o poeta norte-rio-grandense João Celso Neto conforme transcrito adiante:

“Sempre soube que um de seus poemas fora lido na BBC de Londres, “A minha dor na grande guerra”. É causa de admiração constatar que aquele poeta, nos rincões perdidos do Nordeste, demonstrava sua cultura, como dizer que maior que a dor pela segunda grande guerra era a que sentia pelo fim que levara Chénier, guilhotinado pelos que ajudara a fazer a Revolução Francesa.”

Vejamos, para o nosso deleite, o referenciado poema:

“A minha não é, na grande guerra, a dor de todo o sangue que foi derramado.
Nem a das casas desmoronadas,
Nem a dos barcos perdidos
Nem dos bois, os campos talados,
Nem a do trigo,
Nem a dos ferros em sacrifícios sacrificados,
Cruzes ao chão, os cemitérios estilhaçados.
Nada, não.
A minha dor nas dores da grande guerra, não é,
na verdade, a dor de todo o sangue que foi derramado,
Nem a dos inocentes que foram imolados,
Nem a das virgens que foram violadas,
Nem a dos velhos,
Nem a dos moços,
Nem a da fome pelos estômagos enfraquecidos e depauperados,
Nem a dos afundados no mar,
Nem a dos que, estilhaçados, ainda para
Se despedaçarem na terra,
Nem a de todos os filhos,
Nem a de todas as mães,
Nem a de todas as noivas nos seus anseios e nas suas saudades,
Nem a da irmã para o irmão,
Nem a do amigo para o amigo,
Nada, não.
A minha dor nas dores da grande guerra, não é,
Verdadeiramente, a dor de todo o sangue que foi derramado.
Nem na sede, a das ressequidas gargantas cheias de febre,
Nem a do frio, sob as trincheiras,
Os homens para se verem tiritantes e desabrigados...
Nada, não.
Chénier decapitado pela maldade dos homens,
Pela inconsciência da maldade dos homens,
Pela inveja, no desvario todo de toda sua maldade,
E a ignomínia de sua avareza,
E a sua pobreza toda de espiritualidade,
Nada em nada da menor grandeza;
A minha dor nas dores da grande guerra é a
Dor dos cérebros que foram trucidados,
Dos Chénier que nada deram e que tudo sentiram para dar,
Daqueles que sentiam o mar,
Daqueles que sentiam a terra,
E que sentiam o céu, o céu para todo deles se desdobrar,
O céu que era neles tudo de todas as estrelas,
E que deles para se refletir como as estrelas se refletem para o mar.”

segunda-feira, 31 de julho de 2017

"MAS, O QUE VOCÊ FEZ, CHICO BRANCO?"

Francisco Gomes Ferreira - Chico Branco (75), na ultima sexta-feira (28-7)  tombou ferido de morte, na sua própria casa, a pauladas deferidas por um certo jovem frio e covarde. Chico era uma figura popularíssima e querida por todos da então pacata cidade de Assu. Era filho do vaqueiro chamado Henrique do Tejo que eu cheguei ainda a conhecê-lo. Tipo baixo, magro, andar ligeiro, gestos nervosos. Desde menino, Chico Branco começou a trabalhava de afazeres domésticos nas casas de famílias ilustres, moradores do largo da igreja matriz de São João Batista (Centro Histórico do Assu). Com a sua partida, o folclore do Assu fica mais pobre. Afinal, na qualidade de seu conterrâneo e amigo, quero deixar registrado nesta página, a minha indignação e revolta.

"Mas, o que você fez, Chico Branco?" Eu acredito que nada, dado o seu seu temperamento pacifico que lhe era peculiar.

Fernando Caldas

Fotografia de: Focoelho.

 Rua Aureliano Lôpo, Assu/RN.