sábado, 5 de julho de 2025
EX-ASSÚ, ZAGUEIRO POTIGUAR É DESTAQUE EM CLASSIFICAÇÃO DO FLUMINENSE NO MUNDIAL DE CLU
sexta-feira, 4 de julho de 2025
quinta-feira, 3 de julho de 2025
domingo, 29 de junho de 2025
O AVIÃO TECO-TECO DE JOÃO PINHEIRO
Outra foto do avião Teco-Teco de João Pinheiro. Se não me engano, foi ele, João Pinheiro, pioneiro no setor de tax aéreo no Rio Grande do Norte. Fez muitas viagens entre Natal e Assu, com Olavo Montenegro. Com Costa Leitão e Francisco Fonseca (Tururu), para jogar cartas (baralho), no Natal Clube, uma casa de jogo de cartas (baralho) mais famosa da cidade, inclusive comigo mesmo quando eu tinha três anos de idade, acometido por varíola conhecido popularmente como bexiga. Se meu pai não tivesse fretado aquele avião, não teria eu chegado à Natal com vida. Foi em 1958. Naquele tempo o campo de poso em Assu era no JK. Na fotografia da direita para esquerda: João Pinheiro e ?. Por sinal, João Pinheiro era irmão de dona Neide Galliza Montenegro. esposa do deputado Olavo Lacerda Montenegro. Há informações também que aquele avião teria sido requisitado por várias vezes, pelo comerciante em Assu, Leonardo Pinheiro, primo de João Pinheiro, segundo informações de seu filho Luiz Gonzaga. Fica o Registro.
Fernando Caldas
terça-feira, 24 de junho de 2025
De: Assu Antigo
Fotografia do inicio da década de sessenta: Da esquerda para direita: Dedé Caldas, Nazareno Tavares (Barão), Andiere Abreu (Majó), José Antônio da Fonseca (Detônio ou Detnho) e Francisco Germano (Chico Germano). Fotografia tirada Praça Getúlio Vargas numa noite dos festejos de São João Batista.
O poema abaixo, intitulado 'Minha Terra, Minha Gente', é parte integrante de um dos livros, com aquele mesmo título, do poeta potiguar do Assu chamado Andière Abreu (Majó), como era chamado carinhosamente. É de autoria dele, Majó, o poema: Vejamos adiante, para o nosso deleite.Minha terra é boa, nobre,Uma grande área cobrePara o verso da morada.E a alta tecnologiaMostra a parte da euforiaNa agricultura irrigada.Dos conterrâneos antigosOnde tinha bons amigosAos que se foram lamento,Deles sinto muita falta,Com as memórias em alta,Este é o meu julgamento.E tudo em mim se ebaralha,O raciocínio falhaAo lembrar Anderson Abreu,Sempre ao chegar no AssuPenso no grande GuruQue vida e tudo me deu.E respiro tristes aresPor não ver um João SoaresE o nosso Chico Germano,Melé, Purueca, Barão,Dói fundo no corçãoTraz tristeza e desengano.E não me impeçam que faleDo grande líder do ValePrimo e amigo Arnóbio Abreu,Ele ainda está presentePois do Vale toda genteAina não o esqueceu.Aí a memória estiraPois vem Alves e TraíraTodos dois Sebastião,Manoel Rodrigues de féUm irmão que bebia em péSó que, no pé do balcão.Também saíram de cenaO amigo Batista SenaE o outro Batista o Nogueira,Homens simples e corretos,Bons companheiros, completosDesses para a vida inteira.Quero lembrar o "Baixinho"O meu mestre FrancisquinhoE o amigo violão,Que mostra ter sete vidasVencendo todas bebidastornando-se um campeão.Só não fico mais tristonhoPor ter ainda o DetonhoPra eu rezar nos seus altares,E também me dá prazerUm bom mel borges beberCom Mariano Tavares.Com Dedé CaldasjantarNa Acauã conversarSentindo aquele véntinhoÉ algo maravilhoso,Mas também é bem gostosoDialogar Com Zé Pretinho.Tem gente que é um achado:Nibinha, Carlos MachadoAo chegar vou procura-los,Têm o cheiro da boêmia,Só dão prazer e alegria,É bom poder encontra-los.Praças, Rios, Piató.Muitos amigos, Chicó,Ver o Cônsul da cidade,O Vale, a carnaubeira,Risos, o culto à besteira,A velhice, a mocidade.Assu é a que nós conhecemos,A ela tods nós demosValor, Orgulho, Riqueza,Terra plena de valoresCultuando versos, amoresÁ dádiva da natureza.Os cinco amigos e conterrâneos citados acima fizeram parte da vida social, cultura e economica do Assu. Os cinco viveram uma vida priviegiada, os cino morreram. Fernando Caldas
Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.



