domingo, 17 de agosto de 2025

 "Quando eu for um dia

levada pelo vento
Quero deixar
Flores e pensamentos
Aromas e sentimentos
De amizade e de amor
Quero deixar boas lembranças
Quem sabe, um rastro de saudade
E levar comigo a certeza
Que meu viver
Não foi em vão
Quando eu for um dia
O que por certo eu irei
Quero apenas olhar para trás e dizer:
Que até onde pude eu vivi
Eu cantei, sorri, chorei e lutei
Mas que acima de tudo
Até onde pude
Eu amei."
🖋Iria Helena Dondoni

sábado, 16 de agosto de 2025

JOAQUIM DE SÁ LEITÃO
(21.03.1844 - 22.11.1910)
PATRIARCA DA FAMÍLIA SÁ LEITÃO DE AÇU-RN




Nasceu na cidade de Aracati no Estado do Ceará no dia 21 de março de 1844 e faleceu na cidade de Açu no Estado do Rio Grande do Norte no dia 22 de novembro de 1910.
Filho de José de Sá Leitão (Natural de Iguaraçu-PE e faleceu em Aracati-CE 21/jul/1879) e Carlota Maria Saboia de Sá Leitão (Natural de Aracati-CE e faleceu em Aracati-CE 05/jan/1849). O pai de Joaquim é o patriarca da família Sá Leitão em Aracati, deixando dez filhos. Joaquim de Sá Leitão é o oitavo filho.
Joaquim de Sá Leitão, nasceu em Aracati-CE a 21 de Março de 1844 e seguiu para o Recife em 1862. Ao principio foi caixeiro do seu irmão José e depois sócio. Desde que extinguiu-se a sociedade, ficou residindo no Açu, onde tinha ido a negócio.
Em Açu era comerciante e casou em 1876 com D. Anna de Araújo Furtado, que veio a falecer em 1894, deixando cinco filhos. Em um segundo casamento com Maria Sinhorinha Caldas de Sá Leitão (faleceu em 1968) teve mais oito filhos. Tornando-se assim, o patriarca da família Sá Leitão de Açu-RN.
Em Açu além de comerciante foi incentivador da cultura trouxe o drama pastoril “Lapinha” sendo encenada pela primeira vez na cidade do Açu, em 1898, que até hoje permanece na lembrança do povo do Vale do Açu.

Por Cleandro Cortez Gomes Filho

 Assu Antigo

ASSU PERDE ZULEIDE DE SÃ LEITÃO AOS 102 ANOS DE IDADE
Fico triste com o encantamento da minha querida amiga Zuleide. Foi na vida uma privilegiada. Era Zuleide, importante para a comunidade assuense, uma figura de minha admiração só não, porém de todo o povo do Assu. Com sua partida, fica o Assu mais pobre de figuras ilustres e representativas, perde a educadora de muitas gerações. Afinal, mais uma estrela a brilhar no céu!
Fernando Caldas

sábado, 9 de agosto de 2025

Styvenson lidera para o Senado, e Coronel Hélio cresce como opção para o 2º voto, diz EXATU

https://agorarn.com.br/

Redação
08/08/2025 | 07:18

Levantamento realizado em Natal pelo Instituto Exatus, que integra o GRUPO AGORA RN, traz números atualizados da corrida para o Senado. Em 2026, terá duas vagas em disputa e Styvenson Valentim (PSDB) aparece como o nome mais forte. Ele é o mais citado nas intenções tanto para o primeiro quanto para o segundo voto. Vale lembrar que, nesse tipo de eleição, são eleitos os mais votados somadas as duas votações.

Na primeira opção de voto, Styvenson Valentim tem 42,49% das menções. Na sequência aparecem Fátima Bezerra (PT), com 15,26%; a senadora Zenaide Maia (PSD), com 12,09%; e o presidente do PL em Natal, Coronel Hélio, com 6,35%. Outros 17,46% disseram que não votariam em nenhum e 6,35% não souberam responder.

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Styvenson lidera para o Senado, e Coronel Hélio cresce como opção para o 2º voto - Foto: José Aldenir/Agora RN
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Em maio, Styvenson tinha 33,9%; Fátima Bezerra, 14,69%; Zenaide Maia, 13,1%; e Coronel Hélio, 4,16%. Ou seja: apenas os dois candidatos de direita tiveram crescimento acima da margem de erro nesta pesquisa. Fátima Bezerra teve uma queda nas intenções de voto e Zenaide Maia oscilou para cima, mas apenas 1 ponto.

Segundo voto

Para o segundo voto, Styvenson também lidera, agora com 13,80%. Lembrando que o eleitor não pode votar duas vezes no mesmo candidato. A surpresa está na segunda colocação: Coronel Hélio tem 12,45%, o que indica que ele tem sido considerado como uma opção de candidato de direita por eleitores que já votarão em Styvenson na primeira opção de voto. Depois de Hélio, aparecem Zenaide Maia (10,87%) e Fátima Bezerra (8,06%). Nesta pergunta, 45,18% declararam que não escolheriam ninguém e 9,65% não souberam.

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Em maio, Styvenson tinha 16,03%. Zenaide era a segunda colocada, com 10,28%, seguida de Fátima Bezerra, com 9,06%. Naquela pesquisa, Coronel Hélio era apenas o quarto colocado, com 8,2%.

Dados da pesquisa

A pesquisa ouviu 819 eleitores entre os dias 29 e 30 de julho na capital potiguar. Tem margem de erro de 3,43 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

A pesquisa de maio foi realizada entre os dias 13 e 15 daquele mês, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro também era de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

 


 AS FLÔ DE PUXINANÃ - ZÉ DA LUZ


Severino Andrade da Silva é o nome de batismo do famoso bardo paraibano de Itabaiana, nascido no ano de 1904 e falecido no Rio de Janeiro em 1965, mais conhecido como Zé da Luz . O seu célebre poema intitulado 'As flô de Puxinanã' (Puxinanã é um pequeno municipio do Estado da Paraíba) está espalhado por todo o Brasil. Conta-se que é uma paradódia de 'As flô de Gerematáia', poema de autoria do poeta e jornalista cearense de Uruburetama, Ceará, Napoleão Meneses (1903-33). As flô de Puxinanã é uma história (irònica e satírica) sobre três irmãs. Senão vejamos para o nosso deleite: 

 

Três muié ou três irmã,

três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.

A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.

A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.

Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.

A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.

Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.

Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.

(Postado por fernandocaldas110@gmail.com)

segunda-feira, 21 de julho de 2025

 "Quero apenas cinco coisas

A primeira é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são seus olhos
Não quero dormir sem teus olhos
Não quero ser... sem que me olhes
Abro mão da primavera para que continues me olhando."

Pablo Neruda

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.