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Um poema do eclético poeta Renato Caldas nominado o imortal. Vejamos abaixo: Eu não irei morrer, Não. Irei sempre viver, Como tenho vivido. Os tecidos que desçam e apodreçam, alimentando germes no jazigo. Não sou matéria. Sou centelha. Sou a vida da vida que há milênios de séculos na caminhada etérea da função, reanimo corpos, dando-lhes expansão A centelha é eterna É infinita. Tudo vive... – Nas pedras de uma igreja, Nos bancos da taberna, Viceja e habita à luz da Vida Eterna!!! Eu não irei morrer. Não há consumação para a vida imortal. Na minha trajetória sideral, irei resplandecer e deixarei meus rastros, nos cometas e nos astros, até chegar um dia à perfeição. Eu? Eu não irei morrer.
  Almanaques de farmácia: uma época que deixou saudades                                            Podem esquecer os almanaques do Professor Pardal, Zé Carioca, Luluzinha, Tio Patinhas, da Disney e isso e mais aquilo. Eles não chegam aos pés dos antológicos “Almanaques de Farmácia”. Reconheço que ao fazer essa afirmação, serei contestado pela geração teen posterior à minha, muito mais acostumada a ler os chamados almanaques contemporâneos. Pena que essa galera não nasceu na época de ouro dos antológicos almanaques do Biotônico Fontoura,  Elixir Nogueira, Saúde da Mulher, entre tantos outros. Eles eram distribuídos gratuitamente nas farmácias ou então como brindes para atrair a assinatura de grandes jornais. Os almanaques de farmácia fizeram tanto sucesso, mas tanto ...
  Assu Antigo r o p S s e d t n o 8 u f l g 2 h u 7 0 4 3 l 3 f m 3 i c 2 h h 5 n i m 7 8 l   i 9 2 g f 2 l u c 5 3 3 t 7 a 1 l i g 1    ·  ROQUE, O HOMEM DA HORA CERTA Tipo magro (só tinha o couro e o osso), alto, de cor negra e vestia camisa de manga comprida ensecada na calsa branca. O calçado era uma sandália tipo franciscana. Toda manhã saia de casa sozinho, que ficava no bairro Vertentes, então periferia da cidade, com destino ao Centro da cidade para pedir as pessoas um trocado para o seu sustento diário. Parece que estou vendo e ouvindo pedir um trocado: “Seu Mariano tem alguma coisa pra mim?” Roque indigna-se quando alguém lhe soltava uma pilhéria. Reagia na hora exigindo respeito. Afinal, Roque Teodoro da Silva, nome singelo e sonoro, imortalizou-se pelas mãos habilidosas do pintor/artista plástico Gilvan Lopes, numa enorme arte mural ao lado do Banco do Brasil. Por isso, Roque está para o povo do Assu, vivinho da Slva, no dizer popular. Fica, portanto...
DO AMOR QUE PASSA Receba, nesta flor, minha proposta que, parecendo tímida, é insistente. Daquelas fantasias que mais gosta, pretendo partilhar, discretamente... Mais que sorriso, espero por resposta, aquele suspirar que, então, pressente cada arrepio, quando alguém lhe encosta, na morna flor do corpo, um beijo ardente. Mas, além da paixão, não queira laços de saudade ou remorso e, sem dilema, esqueça a flor, os versos, os abraços... E aceite, assim sem juras, este amor que apenas dura, intenso qual poema, enquanto passa, frágil como flor. Bartolomeu Correia de Melo (1945-2011), poeta potiguar
  Luizinho Cavalcante CARNAUBAIS DE MINHA INFÂNCIA, será lançado em 3 de maio do corrente ano. Tenho trabalhado intensamente na conclusão do trabalho de pesquisa do nosso 5º Livro, intitulado CARNAUBAIS DE MINHA INFÂNCIA - Amor por nossa terra, paixão pelo nosso povo. O trabalho menciona mais de 320 nomes de ilustres carnaubaenses, que deram sua contribuição a nossa história nas mais diversas áreas e classes sociais. O livro será prefaciado pela conterrânea jornalista, Bruna Wanderley. Com as bençãos divinas espero está com saúde para no dia 3 de maio do corrente ano, reunir familiares, amigos e conterrâneos no Espaço da Lore, para um grande momento de nossa história, o lançamento desse trabalho, que tem me deixado em êxtase diante de reunir tantos dados e informações de uma parte de nossa história. Pois compreendo que ainda termos muito a pesquisar e trazer a luz da atual e posterior gerações. É um livro histórico que reúne uma boa parte de nosso passado da economia, cultura, e ...
 
Notícia Sobre o lançamento do livo de Renato Caldas intiutulado Fulô do Mato, na importante revista O Malho, antiga revista do Rio de Janeiro.