Um poema do eclético poeta Renato Caldas nominado o imortal. Vejamos abaixo: Eu não irei morrer, Não. Irei sempre viver, Como tenho vivido. Os tecidos que desçam e apodreçam, alimentando germes no jazigo. Não sou matéria. Sou centelha. Sou a vida da vida que há milênios de séculos na caminhada etérea da função, reanimo corpos, dando-lhes expansão A centelha é eterna É infinita. Tudo vive... – Nas pedras de uma igreja, Nos bancos da taberna, Viceja e habita à luz da Vida Eterna!!! Eu não irei morrer. Não há consumação para a vida imortal. Na minha trajetória sideral, irei resplandecer e deixarei meus rastros, nos cometas e nos astros, até chegar um dia à perfeição. Eu? Eu não irei morrer.