segunda-feira, 20 de abril de 2009

ASSU ANTIGO

Praça Getúlio Vargas, na década de sessenta. A fotografia como podemos conferir fora tirada de frente para o Mercado Público.
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domingo, 19 de abril de 2009

COMENTÁRIO

"Olá Fernando sou Udson poeta e escritor da cidade de Icó no Ceará. Adoro a cidade de Assu já morei aim e queria parabenizar por belo trabalho para com os poetas daí, continue com ess trabalho, e queria deixar meu contato para termos informações (...)".

Obrigado Udson pelos elogios ao meu trabalho sobre o Assu e seus poetas. Obrigado também por gostar de Assu. "O Assu é +".

sexta-feira, 17 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

ASSU ANTIGO

Praça Getúlio Vargas na década de sesenta. A fotografia podemos observar que foi tiurada de frente para o Mercado Público.
Antigos casarões que ficava de frente para a praça Pedro Velho que deu lugar a um parque de diversão nos anos sessenta e depois o Banco do Nordeste até hoje, A esquerda podemos ver o sobrado de Sebastião Cabral (como chamam os mais antigos do Ass) onde hoje está instalado a Betys Boutique. A fotografia é possivelmente da década de 20.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

SOBRE O ASSU DE ANTIGAMENTE

Gonçalo Lins Wanderley foi o primeiro proprietário de automóvel de luxo. Era um veículo de luxo, tinha segundo informações dos mais antigos assuenses cortinas de seda. Foi ele também o primeiro presidente da Câmara Municipal do Assu, ainda no regime monárquico quando a câmara dos vereadores tinha o poder de legislar e executar o município. A câmara foi o primeiro regime de governo local do Assu.

A poetisa e educadora sinhazinha Wanderley conta que em Assu existiu um pequeno museu com aves e cobras descecadas, além de um pedaço do osso do cangaceiro Jesuíno Brilhante.

As primeiras iluminações públicas eram feitas de vela de cera de carnaúba, de azeite de peixe dentro de um caco e, depois, com clássicos lampiões a querosene. A iluminação era no casarões dos velhos coronéis (da cera de carnaúba).

O primeiro poço tubular fora instalado na propriedade denominada "Arranhenta" de propriedade de Luiz Gomes de Amorim. Luiz adquiriu o equipamento nos Estados Unidos, fabricado pela Aermotor Campany, de Chicago. Chegou no Assu a 11 de fevereiro de 1916, depõe Francisco Amorim.

O telégrafo fora instalado a 11 de dezembro de 1890, na então rua São Paulo, atual Minervino Wanderley.

O primeiro cinema foi o Cine Theatro Pedro Amorim, trazido por Luiz Correia de Sá Leitão com a colaboração do Cel. Francisco Martins Fernandes que foi em terras assuenses, comerciante bem sucedido e agente do Banco do Brasil.

O primeiro avião a pousar no Assu foi um C-30 militar, no dia 24 de agosto de 1938. Tinha a denominação de "Mucuripe".

O primeiro Vigário do Assu foi Manuel de Mesquita e Silva, em 1726.

O primeiro promotor público do Assu foi o Manuel da Silva Ribeiro.

O primeiro tabelião público do Assu foi Manuel de Melo Montenegro Pessoa, avô do dr. Edgard Borges Montenegro.

O primeiro médico do Assu e do Rio Grande do Norte foi Luiz Carlos Lins Wanderley, formado na Bahia. Além de ter sido o primeiro romancista do Rio Grande do Norte. E, se não foi o primeiro foi um dos primeiros poetas do Assu.

O primeiro farmacêutico do Assu foi Pedro Soares de Araújo Amorim, diplomado na Bahia em 1857.

O primeiro dentista do Assu foi Francisco da Câmara Caldas, formado na Bahia, em 1929.

O primeiro engenheiro civil do Assu foi Raul de Sena Caldas, formado no Rio de Janeiro para onde, ainda jovem, na década de trinta, regressou aquela terra carioca. No Rio, Raul Sena era engenheiro do Departamento de Águas e Esgotos e, ainda naquela década, fora convidado pelo Conselho Britânico a conhecer a Inglaterra. Raul era proprietário de terras no município de Ipanguaçu.

O primeiro professor normalista do Assu foi o dr. Luiz Antônio Ferreira Souto dos Santos Lima.

O primeiro bairro habitacional do Assu é o bairro dom Eliseu.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

NOTA

Meu caro leitor Leônidas Neto: Li o seu comentário neste blog referente a minha matéria intitulada "Um Pouco da História da Cerval". Se você ler novamente vai encontrar sim, o nome do nosso José Maria Macedo Medeiros como um dos presidentes daquela cooperativa. Zé Maria para mim é uma pessoa de minha amizade e admiração. Não teria razões para omitir o seu nome. Quanto ao nome do grande João Leônidas não constar como sócio fundador da CERVAL naquele artigo de minha autoria, não foi omissão de minha parte, não. Até porque para que o texto não ficasse enfadonho, eu citei apenas alguns sócios fundadores daquela instituição,não me veio na memória naquele instante em que eu produzia a referida matéria, o nome de João Leônidas. Afinal, eu falei apenas "um pouco da Cerval". Na proxima matéria que eu escrever sobre aquela cooperativa vou lembrar o nome do seu avô João Leônidas de Medeiros. Por sinal, quando eu fui vereador pelo nosso querido Assu, eu votei a favor para que o nome de João Leônidas fosse dado a uma praça da nossa cidade, em reconhecimento pelos seus relevantes serviços prestados ao Assu e região.

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

ASSU ANTIGO


Assu na década de trinta. A fotografia é do acervo do engenheiro Tarcísio Amorim. Dê um clic na fotografia.
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GETÚLIO VARGAS NO ASSU

Em 1933, o presidente Getúlio Vargas, de passagem para Mossoró/Rn esteve na cidade de Assu. Ezequiel Fonseca Filho era  intendente/prefeito daquele município. Ezequiel mandou embandeirar a Rua Frei Miguelinho até a sua residência (Sobrado da Baronesa onde atualmente funciona a Casa de Cultura e a Academia Assuense de Letras). Getúlio colocou o chapéu na chapeleira, tomou champanhe e prosseguiu viagem para Mossoró, importante cidade do oeste potiguar. Na fotografia acima, podemos conferir aquele estadista (com uma taça na mão) ao lado de Dix-sept Rosado. entre outros. Há informações que o presidente Vargas exigia que em todas as cidades brasileira fosse dado o seu nome, a um um logradouro (praça). Naquele instante fora reivindicado por Ezequiel Fonseca, a construção da Ponte Felipe Guerra sobre o Rio Piranhas/Açu. Fica o registro.

Fernando Caldas

ASSU BICAMPEÃO

Quando o Assu foi bicampeão de futebol de salão (hoje futsal), em 1966, no Palácio dos Esportes, em Natal. Vejamos a taça (daquele campeonato interiorano) erguida por Nazareno Tavares "Barão". E a festeira cidade de Assu virou carnaval. Lembro-me bem de uma modinha que os assuenses cantavam naquele dia festivo, que diz assim: "Assu bicampeão, do litoral até o sertão (...). Era tecnico daquela seleção Edson Queiroz que foi funcionário do Banco do Brasil, agência de Assu. Seus jogadores se não falha a memória eram Rui, Anchieta, Leleto, Mazinho, Lambioi, Maninho, Mauro e Agapito que eram cearenses. Fica esse registro de muita importância para o esporte assuense. L

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DURVAL SOARES DE MACEDO

Durval era tipo baixo, voz rouca, bom de copo. Eu era ainda menino quando o conheci pelas ruas do Assu vendendo cabo de vassoura, espanador e outros utensílios domésticos que fabrica na sua casa. Certa vez, se dirigiu a casa do médico Ezequiel Fonseca Filho, seu cliente. Ao chegar na residência daquele clínico, declamou de improviso estes versos adiante transcritos:

Quem tiver cavilação
Se apodera de doente
Dizendo pra toda gente
Não tenho melhora, não.
Mande fazer meu caixão
Cavar minha sepultura
Me disse uma criatura
Foi dia da Conceição
- A medicina não cura
- A dor da separação.

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 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.