terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Informática - Atendimento diferenciado é ponto-chave para cativar clientes

Atualmente, um dos maiores problemas enfrentados pelos consumidores é a questão da assistência técnica especializada e o rápido envio de profissionais para solucionar problemas apresentados no produto comprado. E, um dos ramos onde esse empecilho é mais observado é no da informática. São constantes as reclamações de consumidores insatisfeitos com o atendimento prestado e a demora no serviço, que muitas vezes não satisfaz o cliente. Um problema antigo e que já deixou muita gente na mão e muitas empresas com o nome sujo perante o público consumidor.

É por isso que na escolha de onde será melhor comprar aquele computador ou acessório, não basta pesquisar o menor preço e as facilidades de parcelamento, mas verificar se a assistência técnica será eficaz na hora em que o produto apresentar um possível defeito. E isso é uma marca que todo consumidor deve perceber.

Um dos profissionais que já passou por maus bocados por conta de uma assistência técnica ineficaz foi o publicitário Dácio Azevedo. Segundo ele, em uma determinada ocasião, a empresa onde trabalhava precisou que seus computadores passassem por uma revisão. Com isso, foi chamada a assistência técnica que já prestava serviços ao grupo onde o publicitário trabalhava. Depois de várias tentativas de contato, com os seus clientes reclamando, a empresa mandou um técnico que se mostrou desleixado com o serviço. “Foi um verdadeiro caos da informática. Toda a nossa agência parou nesse período e muitos de nossos trabalhos foram prejudicados. E o pior: quando o técnico apareceu, não fez nada”, ressaltou Azevedo.

No Nordeste, uma das boas notícias surgidas nos últimos anos foi a Inteligência Digital (ID). Uma parceria que reuniu 13 empresas de informática com o intuito de fomentar um serviço de alta qualidade e que se mostra, desde outubro de 2007, em uma fonte de segurança e atendimento especializado para os consumidores mais exigentes.

De acordo com Derossi Mariz, um dos criadores da ID, a proposta maior é a qualidade em serviços e a capacitação sempre constante dos funcionários que trabalham para o grupo. “Temos 17 lojas espalhadas por várias cidades do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, e já estamos batalhando para entrar em outras praças. Mas tudo isso, nossos serviços e produtos diferenciados, só são possíveis por conta de nosso corpo de profissionais sérios e capacitados”, lembrou Mariz.

Aneinfo

Outro ponto relatado pelo empresário é a questão da criação da Associação Norteriograndense de Empresas de Informática (Aneinfo). Fundada em maio de 2007, e contando com a participação de 14 empresas de tecnologia da informação, a Aneinfo é o braço que integra e dá suporte as empresas do setor. “Uma associação que luta pelos direitos do comércio legal e que estimula a exigência da nota fiscal”, finalizou Mariz.

Com reportagem de Paulo Correia
 
AGÊNCIA ECO DE NOTÍCIAS
 
Leonardo Sodré                         João Maria Medeiros
Editor Geral                                  Diretor de Redação
9986-2453                                                       9144-6632
 
Nosso blog
www.ecoimprensanatal.blogspot.com
 
Nosso e-mail

Atualmente, um dos maiores problemas enfrentados pelos consumidores é a questão da assistência técnica especializada e o rápido envio de profissionais para solucionar problemas apresentados no produto comprado. E, um dos ramos onde esse empecilho é mais observado é no da informática. São constantes as reclamações de consumidores insatisfeitos com o atendimento prestado e a demora no serviço, que muitas vezes não satisfaz o cliente. Um problema antigo e que já deixou muita gente na mão e muitas empresas com o nome sujo perante o público consumidor.

É por isso que na escolha de onde será melhor comprar aquele computador ou acessório, não basta pesquisar o menor preço e as facilidades de parcelamento, mas verificar se a assistência técnica será eficaz na hora em que o produto apresentar um possível defeito. E isso é uma marca que todo consumidor deve perceber.

Um dos profissionais que já passou por maus bocados por conta de uma assistência técnica ineficaz foi o publicitário Dácio Azevedo. Segundo ele, em uma determinada ocasião, a empresa onde trabalhava precisou que seus computadores passassem por uma revisão. Com isso, foi chamada a assistência técnica que já prestava serviços ao grupo onde o publicitário trabalhava. Depois de várias tentativas de contato, com os seus clientes reclamando, a empresa mandou um técnico que se mostrou desleixado com o serviço. “Foi um verdadeiro caos da informática. Toda a nossa agência parou nesse período e muitos de nossos trabalhos foram prejudicados. E o pior: quando o técnico apareceu, não fez nada”, ressaltou Azevedo.

No Nordeste, uma das boas notícias surgidas nos últimos anos foi a Inteligência Digital (ID). Uma parceria que reuniu 13 empresas de informática com o intuito de fomentar um serviço de alta qualidade e que se mostra, desde outubro de 2007, em uma fonte de segurança e atendimento especializado para os consumidores mais exigentes.

De acordo com Derossi Mariz, um dos criadores da ID, a proposta maior é a qualidade em serviços e a capacitação sempre constante dos funcionários que trabalham para o grupo. “Temos 17 lojas espalhadas por várias cidades do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, e já estamos batalhando para entrar em outras praças. Mas tudo isso, nossos serviços e produtos diferenciados, só são possíveis por conta de nosso corpo de profissionais sérios e capacitados”, lembrou Mariz.

Aneinfo

Outro ponto relatado pelo empresário é a questão da criação da Associação Norteriograndense de Empresas de Informática (Aneinfo). Fundada em maio de 2007, e contando com a participação de 14 empresas de tecnologia da informação, a Aneinfo é o braço que integra e dá suporte as empresas do setor. “Uma associação que luta pelos direitos do comércio legal e que estimula a exigência da nota fiscal”, finalizou Mariz.

Com reportagem de Paulo Correia
 
AGÊNCIA ECO DE NOTÍCIAS
 
Leonardo Sodré                         João Maria Medeiros
Editor Geral                                  Diretor de Redação
9986-2453                                                       9144-6632
 
Nosso blog
www.ecoimprensanatal.blogspot.com
 
Nosso e-mail

TODA MERDA AGORA É ARTE!


 

(Máxima de Fábio de Ojuara, artista plástico e filósofo do Ceará-Mirim. Presidente perpétuo da Associação dos Cornos Potiguares, autor do manual Sabendo Usar… Chifre Não É Problema edição esgotada) 


M O T E :


Tem poeta pra caralho
fazendo merda em Natal



G L O S A S :


I)


Grandessíssimo escangalho,
escoalha, ruma de bosta…
Só babão aplaude e gosta
- tem poeta pra caralho!
É ua feira de mangalho,
mediocridade abismal!
Um puto de um carnaval
de asnáticos completos
- um mundão de analfabetos
fazendo merda em Natal!



II)


Bebem água de chocalho,
obram versos todo dia,
traduções de fancaria
- tem poeta pra caralho!

A Capital é o serralho,
o coito, o carrapatal,
o esconderijo feital
da canalha deletéria
que anda pintando miséria
- fazendo merda em Natal!



Laélio Ferreira


Postado por Fernando Caldas

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Um ponto que era grande

Leonardo Sodré*

A lembrança mais antiga que tenho do meu pai era quando ele vinha do trabalho. Vestia-se quase sempre com ternos de linho branco que depois do expediente ficava elegantemente amassado. Ele trabalhava no Grande Ponto, também conhecido por Cidade Alta, naquele tempo, em Natal. Era gerente de uma loja de tecidos, “As Nações Unidas” e tinha orgulho de trabalhar naquele lugar atendendo, como ele dizia, “a fina flor da cidade”.

Não tinha carro e vinha caminhando até a rua Manoel Dantas, em Petrópolis, onde morávamos. Depois, em 1974, colocou seu próprio negócio, o Sodré Armarinho, na rua Coronel Cascudo, em homenagem ao sobrenome de minha mãe. Chamava-se José de Siqueira Leite, apenas Siqueira para os amigos e faleceu em 1986.

Depois, quando cresci mais um pouco, comecei a conhecer mais o Grande Ponto. Estudava no Colégio Marista e meu pai finalmente havia conseguido comprar um carro. Na verdade, um verdadeiro automóvel, inglês – Anglia -, fabricado em 1948. Era preto e parecido com o que usado pelos “Irmãos Metralha”, das revistas da Disney. Ele ia me buscar no colégio e, impreterivelmente, passava na Confeitaria Cisne para uma cervejinha com o dono do estabelecimento, seu compadre e amigo, Múcio Miranda.

A Confeitaria Cisne ficava na Rua João Pessoa e tinha um reservado que servia de bar para a maioria dos boêmios daquele tempo. Lá encontrava outros amigos: Jurandir Pontes, gerente da loja “Quatro e Quatrocentos”, Lobrás, que ganhou esse nome depois de uma promoção de vendas, Leão, que consertava máquinas de escrever e calcular e que era exímio jogador de sinuca, Eudo Leite, professor José Melquíades, o músico e comerciante Gumercindo Saraiva, Mário Lima, Tota Zeroncio, Chiquinho da mercearia da rua Coronel Cascudo e Edson Perez, entre outros.

O garçom era José Américo, que também fazia parte do grupo e era tão popular que chegou a se candidatar a vereador. Tinha sempre resposta para tudo, menos para o fato de algumas aranhas conseguirem montar teias tão rápidas nas garrafas consumidas que eram encostadas nos cantos de parede para feitura da conta nos finais de farra. Vez por outra descia para Ribeira e encontrava outro grupo, capitaneado por Luiz Tavares de Souza, José Alexandre Garcia e Luis da Câmara Cascudo.

Quanto a mim, fazia pequenas incursões no reservado, mas passava a maior parte do tempo sentado na calçada da confeitaria vendo o movimento e me deliciando com a enorme variedade de chocolates que o meu padrinho vendia. Para os outros, pois para mim ele fornecia de graça...

Depois fomos morar na região do Grande Ponto, na rua General Osório.

O passeio de domingo, depois da praia, terminava sempre na lanchonete ki-Show, na rua João Pessoa, onde a juventude se reunia num ambiente comercialmente futurista. Tudo era novo e até a conta se pagava através de boletos individuais na saída da lanchonete. Os filhos de pais ricos ficavam circulando em modernos Aero-Willys de um lado para o outro. Ninguém tinha carteira de motorista e o Jeep do Detran, pilotado por um militar que tinha um bigode imenso tinha muito trabalho perseguindo esse pessoal.

À noite passeávamos pelas calçadas da avenida Rio Branco e João Pessoa vendo as vitrines. Papai mostrava todo orgulhoso a que ele montava. Outras como as da Casa Duas Américas e Casa Rio chamavam a atenção da sociedade. Tudo era limpo e ordeiro e não havia assaltos. Tinha até lugar para estacionar onde quiséssemos.

O Grande Ponto tinha grupos. Tinha a turma do Café São Luiz, pessoal diurno. Tinha os especialistas em política que se reuniam nas madrugadas na esquina da João Pessoa com a Princesa Isabel. Tinha a turma do escondidinho e a turma dos finais de farra da lanchonete Dia e Noite, palco de memoráveis brigas e acordos políticos.

Existiam personagens incríveis. “Alberis”, por exemplo, vendedor de jornais, referia-se ao Diário de Natal como “Diaris” e fabricava suas próprias manchetes. Uma vez o peguei gritando:

-  Extra! Vejam a notícia da mulher que engoliu um papagaio e arrotou um peru.

Tinha o pintor Grilo, responsável por, praticamente, cem por cento das fachadas de lojas do Grande ponto, sempre de branco, sempre de bom humor, cantando ou assobiando com um imenso chapéu. Parecia um mexicano. Tinha Milton Siqueira, incrível poeta que morava em um barraco na beira da praia onde hoje é o início da Via Costeira e sobrevivia vendendo poesias no Grande Ponto.

O Grande Ponto foi palco da maior festa popular que já aconteceu em Natal. A comemoração do tricampeonato de futebol, em 1970. Naquele tempo ninguém descia para praia. O Grande Ponto era o orgulho dos natalenses e tudo convergia para lá.

Depois, em nome do progresso e consequente favorecimento dos shoppings, ruas foram fechadas, fachadas antigas foram derrubadas e muito da história foi se perdendo. Mas o Grande Ponto continua palco de grandes manifestações culturais e políticas e o Café São Luiz, por exemplo, continua a ser um excelente instituto informal de pesquisa sobre qualquer assunto.

O Grande Ponto, que já foi moderno, hoje tem História. E, melhor do que grande, diante do crescimento da cidade, virou um ponto que foi grande fisicamente e se tornou maior ainda pela memória que guarda e preserva.

*Jornalista e escritor
Do livro/Antologia “Cantões, Cocadas, Grande Ponto Djalma Maranhão, página 109”, Dezembro 2002.
Modelo inglês do primeiro carro que meu pai comprou

domingo, 2 de janeiro de 2011

Chico Elion: um homem eternamente apaixonado pela vida

O olhar do poeta que enxergou o essencial num Ranchinho de Paia: a felicidade

Por Elizabeth Rose

Ele vem da terra conhecida como berço dos poetas e traz no canto a doce mensagem de um pássaro cantador, que entoa sua poesia e seus amores com a simplicidade de quem sabe fazer e não precisa se perder no labirinto do rebuscamento. Estamos falando de Chico Elion.
Nascido Francisco Elion Caldas Nobre, seu nome foi escolhido como uma combinação premonitória, pois Francisco Elion é um músico nobre que derrama em caldas seu sentimento de poetinha, como é carinhosamente chamado pelos amigos e admiradores de seu requintado trabalho. Do alto de sua longevidade, a receita é simples para o êxito pessoal e profissional: amar o próximo e cantar as boas coisas da vida.
Sobrinho de Renato Caldas, Chico Elion é um orgulho para o povo de Assu e para o Brasil (Elizabeth Rose/Fotec)


Sobrinho de Renato Caldas, Chico Elion é um orgulho para o povo de Assu e para o Brasil (Elizabeth Rose/Fotec)
Chico é autor de belas canções que já foram gravadas por ele mesmo e por diversos cantores. Sua filha mais famosa chama-se Ranchinho de Paia e foi lançada até na França mostrando que o talento de Chico Elion extrapola os limites geográficos e sua poesia comunica o amor, de forma vibrante, aos mais diferentes corações, em qualquer parte. Moinho d’Água, outra canção de Chico muito reverenciada, recebeu uma bonita versão na voz do cantor Fávio José.

Elion presidiu a Ordem dos Músicos do Brasil, em Natal e foi responsável por lançar vários artistas no bar que abriu para seu filho Emanuel Augusto, na casa de seu próprio pai. Lá no Beco da Música, como era chamado o bar que na época recebia a nata da cidade, acontecia eventos como a Noite de Ouro, onde toda segunda-feira eram feitas homenagens aos artistas consagrados. De Caetano Veloso a Sandra de Sá, regado a whisky e muita paçoca com queijo, o local era naquele tempo algo que falta até hoje em Natal: um espaço que congregue pessoas e sirva de espaço cultural pra receber turistas e fortalecer a cena musical da cidade revelando artistas e dando oportunidade de mostrar seu talento.

No Beco da Música havia em torno de 5 mil assinaturas de pessoas de fora da cidade que vinham a Natal e iam prestigiar a capacidade musical grandiosa de Chico Elion e de seus convidados. No bar, que funcionava na Av. Alexandrino de Alencar, despontaram cantores como Pedro Mendes, Cleide Braga, Babal, Paulo Tito, Silvinha e Ana Maria, que arrebatou o coração do compositor e se tornou sua musa até hoje. As paredes do local eram decoradas com autógrafos de cantores e assinaturas dos visitantes em geral. Na casa existiam os 10 mandamentos e a lei era manter a alegria e gostar de boa música. Lá, a única coisa censurada veementemente era a falta de respeito ao músico; em hipótese alguma a platéia podia vaiar alguém.


Chico e Aninha: cumplicidade em uma parceria que deu certo (Elizabeth Rose/Fotec)


Chico e Aninha: cumplicidade em uma parceria que deu certo (Elizabeth Rose/Fotec)

Essa era a proposta de Chico Elion para a cena musical natalense. Ele passeava pelo universo de gente como a cantora Elis Regina, mas nunca deixou de contribuir com o crescimento da nossa cultura; nunca desistiu de acreditar que Natal poderia se firmar no cenário brasileiro se os artistas tivessem mais união e contassem mais com o apoio do poder público. Um dos sonhos de Chico é criar uma Fundação Cultural que fomente nas crianças, desde cedo, o amor pela arte e pelo nosso estado. Para contribuir com isso, pretende disponibilizar todo seu acervo para ajudar na realização do sonho de ver o Rio Grande do Norte valorizar seus artistas ao ponto de terem as músicas executadas nas rádios e consumidas pelo público.
Elion é sem dúvida alguma um sujeito inteligente e galanteador; parafraseando Roberto Carlos, do tipo amante à moda antiga. Dono de um senso crítico apurado, sua língua que canta o romantismo de forma tão singela torna-se uma verdadeira metralhadora quando o assunto é a música de mau gosto feita e veiculada pela mídia nos dias atuais. Ele é taxativo e não esconde a falta de paciência com o que não tem qualidade. E ele está certo. Ele é conhecedor do ofício e maneja bem os instrumentos para realizá-lo. Graças a Deus, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente esse astro. Mas, foi por telefone que o poetinha me deu algumas informações que escrevo aqui e ao ouvir seu relato não consegui reprimir o pensamento de que não se faz mais a boa arte como antigamente. Nem a arte, nem as pessoas. Ainda bem que temos e podemos ouvir Chico Elion e suas histórias.
A voz grave e melodiosa permanece bela e afinada (Elizabeth Rose/Fotec)


A voz grave e melodiosa permanece bela e afinada (Elizabeth Rose/Fotec)

Eu recordo (e abro um parêntese para confessar) que gravei seu nome e senti a força de sua poesia ainda quando criança, num LP, que existia lá em casa, do cantor Giliard. A descrição daquela casinha tão feia que abrigava a felicidade ao som do vento, num ranchinho de paia à beira-mar, pintou em minha mente um quadro terno que até hoje permeia meus sonhos e me dei conta de que talvez esteja a esperar a materialização daquela imagem... De fato, parece que não há felicidade fora do ranchinho de Elion

sábado, 1 de janeiro de 2011

O DISCURSO DE POSSE DE ROSALBA CIARLINE

MEUS QUERIDOS IRMÃOS E IRMÃS DO RIO GRANDE DO NORTE,

O FUTURO DA NOSSA TERRA COMEÇA AQUI E AGORA, COM A PROTEÇÃO DE DEUS E PELA VONTADE SOBERANA DA MAIORIA, QUE ESCOLHEU ACREDITAR, QUE ESCOLHEU AVANÇAR, QUE ESCOLHEU FAZER O RIO GRANDE DO NORTE ACONTECER!
VENCEMOS A DESESPERANÇA, VENCEMOS O CONFORMISMO, VENCEMOS OS PRECONCEITOS, VENCEMOS AS PEQUENAS E AS GRANDES BAIXARIAS DOS MAUS PERDEDORES.

VENCEMOS A MENTALIDADE DERROTISTA, QUE NÃO CONSEGUIU VER NEM REALIZAR O SONHO DE TANTAS GERAÇÕES, QUE LUTARAM E LUTAM PARA CONSTRUIR UM LUGAR COM A GRANDEZA QUE A NOSSA TERRA TRAZ NO NOME E NO DESTINO.

RESPEITO A TRADIÇÃO E VALORIZO A EXPERIÊNCIA, PELAS VIRTUDES QUE ENSINAM E PELOS ERROS QUE AJUDAM A EVITAR. MAS O TEMPO DE FAZER NÃO ESTÁ NO PASSADO. POR ISSO, AFIRMO: MEU TEMPO É O MESMO DE VOCÊS. O NOSSO TEMPO É O PRESENTE, E É O FUTURO.

NÃO O FUTURO ASBTRATO DOS HORIZONTES FANTASIOSOS, O FUTURO INALCANÇÁVEL DOS TEÓRICOS. O NOSSO TEMPO É O FUTURO QUE SE FAZ PRESENTE A CADA DIA – HOJE, AMANHÃ, DEPOIS DE AMANHÃ.

ESTA É A NOSSA TAREFA A PARTIR DE HOJE: COLOCAR O RIO GRANDE DO NORTE NO CAMINHO DO FUTURO, REALIZANDO POTENCIAIS E VOCAÇÕES, CRIANDO OPORTUNIDADES, TIRANDO PROVEITO DO CENÁRIO POSITIVO QUE O BRASIL VIVE.
É INADMISSÍVEL QUE, ENQUANTO O PAÍS CRESCE, ENQUANTO ESTADOS VIZINHOS – OS MAIORES E ATÉ OS MENORES – AVANÇAM, O NOSSO EMPAQUE OU FIQUE PARA TRÁS.
MAS, PARA AVANÇAR, SERÁ PRECISO SOLIDIFICAR AS BASES SOBRE AS QUAIS VAMOS
ASSENTAR O NOVO TEMPO QUE TODOS ALMEJAMOS.

E ISSO SIGNIFICA RECONSTRUIR O QUE O DESCASO E A OMISSÃO NEGLIGENCIARAM, A PONTO DE TRANSFORMAR O GOVERNO DO ESTADO EM SINÔNIMO DE INOPERÂNCIA E DE OUTROS MALES AINDA PIORES.

VAMOS RECONSTRUIR OS SERVIÇOS PÚBLICOS – A SEGURANÇA, A EDUCAÇÃO, A SAÚDE, A INFRAESTRUTURA – PARA QUE ELES CUMPRAM COM EFICIÊNCIA E DIGNIDADE O PAPEL DE MELHORAR A VIDA DE QUEM PRECISA DELES.

VAMOS RECONSTRUIR AS FINANÇAS DO ESTADO, HOJE EM COMPLETO DESEQUILÍBRIO, POR FALTA DE ESPÍRITO REPUBLICANO DE QUEM DEVERIA ZELAR PELA COISA PÚBLICA.
VAMOS RECONSTRUIR A CREDIBILIDADE DO ESTADO, ABALADA PELO ENDIVIDAMENTO IRRESPONSÁVEL E PELA INCAPACIDADE DE HONRAR ATÉ OS COMPROMISSOS MAIS SAGRADOS, COMO O PAGAMENTO EM DIA, SEM SUFOCO, DOS VENCIMENTOS DO FUNCIONALISMO.

CHEGA DO ESTADO-PREGUIÇA E DO GOVERNO-MENDIGO, QUE FIZERAM O RIO GRANDE DO PERDER OBRAS E INVESTIMENTOS, TIRANDO DOS POTIGUARES OPORTUNIDADES E EMPREGOS. ESSE TIPO DE ESTADO, ESSE PERFIL DE GOVERNO, NÃO TÊM MAIS LUGAR NA HISTÓRIA E NO DESEJO DA POPULAÇÃO, QUE SE CANSOU DE EXPECTATIVAS CUMPRIDAS E DE PROMESSAS QUEBRADAS.

O CANSAÇO FICOU MUITO CLARO NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES, QUANDO A MAIORIA DOS POTIGUARES ESCOLHEU A MUDANÇA QUE NÓS ENCARNAMOS, COM OS NOSSOS PROJETOS, AS NOSSAS IDÉIAS, SINTONIZADAS COM UM ESTADO E UM GOVERNO DIFERENTE DO QUE TEMOS TIDO.

VIVEMOS UM TEMPO DE ESTABILIDADE E DE CRESCIMENTO ECONÔMICO NACIONAL, MAS TAMBÉM DE ALTA COMPETIÇÃO ENTRE ESTADOS E REGIÕES, POR RECURSOS PÚBLICOS E POR INVESTIMENTOS PRIVADOS.

ESSE AMBIENTE ACIRRADO EXIGE DOS GOVERNOS ESTADUAIS UM NOVO PERFIL, COM ENERGIA POLÍTICA E DINAMISMO ADMINISTRATIVO ACIMA DA MÉDIA. QUEM NÃO PERCEBER A NECESSIDADE DESSE NOVO ESTADO, CONTINUARÁ NO ATRASO DO CRESCIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO, SEM RESPONDER ÀS DEMANDAS CADA VEZ MAIORES – E SEMPRE JUSTAS – DA POPULAÇÃO.

PORQUE É ELA QUEM SABE ONDE O SAPATO APERTA. É ELA QUEM SABE QUE A HORA É DE URGÊNCIA E DE AÇÃO. A SAÚDE E A SEGURANÇA NÃO PODEM MAIS ESPERAR. O PROFESSOR E O ALUNO; OS JOVENS E OS TRABALHADORES; QUE AS CRIANÇAS, AS MULHERES, OS IDOSOS; A FOME, O EMPREGO, O DESENVOLVIMENTO NÃO PODEM ESPERAR.

O RIO GRANDE DO NORTE NÃO PODE ESPERAR. CHEGAMOS A UM PONTO EM QUE QUASE TUDO ESTÁ POR FAZER OU, NA MELHOR DAS HIPÓTESES, POR REFAZER.
MAS, NÃO FUI ELEITA APENAS PARA RECONSTRUIR O QUE NÃO ESTÁ DIREITO OU PARA DAR UM JEITO NO QUE PARECE NÃO TER JEITO.

EU FUI ELEITA, PRINCIPALMENTE, PARA AVANÇAR. PARA TRANSFORMAR EM CRESCIMENTO SOCIAL, COM BENEFÍCIOS PARA TODOS, AS RIQUEZAS NATURAIS E VOCAÇÕES PRODUTIVAS. PARA FAZER DO RIO GRANDE DO NORTE O ESPELHO DO SEU POVO – FORTE, CORAJOSO, TRABALHADOR.

E PARA FAZER ISSO ACONTECER, É PRECISO TER A NOÇÃO CLARA DE QUE O NOSSO ESTADO É DIFERENTE DO QUE ERA.

JÁ NÃO SOMOS O ESTADO DO SAL, DO ALGODÃO, DO GADO E DA SCHEELITA. TEMOS NOVAS FRONTEIRAS ECONÔMICAS A CONSOLIDAR OU A DESBRAVAR, AGREGANDO-LHES VALOR E GERANDO OPORTUNIDADES PARA AS PESSOAS.

O TURISMO, A FRUTICULTURA, A MINERAÇÃO, A ARTE E A CULTURA, A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, A GERAÇÃO DE ENERGIA, A CARCINICULTURA E A PESCA – SÃO NOVAS FONTES DE TRABALHO E RENDA QUE PODERIAM ESTAR MUITO MAIS DESENVOLVIDAS SE NÃO TIVÉSSEMOS EMPACADO OU ANDADO PARA TRÁS NOS ÚLTIMOS ANOS.

ESSA REALIDADE EM MUTAÇÃO, MUITO MAIS COMPLEXA E DINÂMICA, PEDE NOVAS MENTALIDADES, NOVOS PADRÕES DE GESTÃO.

CHEGAMOS A UM PONTO EM QUE FAZER O NOVO NÃO É SIMPLESMENTE ADERIR AO CULTO DA NOVIDADE NEM DESENHAR UM GOVERNO NOVIDADEIRO. FAZER O NOVO É RESGATAR, COMO JÁ AFIRMEI AQUI, A FUNÇÃO SOCIAL E O PAPEL ECONÔMICO DO GOVERNO. É FAZER AS COISAS FUNCIONAREM. É TRABALHAR DURO PARA INDUZIR O DESENVOLVIMENTO. É RESPEITAR O CIDADÃO EM SUAS VONTADES E NECESSIDADES. É COLOCAR O INTERESSE COLETIVO ACIMA DE PEQUENAS AMBIÇÕES, DE VAIDADES PESSOAIS, DE CONVENIÊNCIAS POLÍTICAS.

NÃO ESPEREM DE MIM NADA ALÉM DO QUE EU SOU: UMA MULHER NASCIDA EM FAMÍLIA DE CLASSE MÉDIA, QUE APRENDEU DESDE CEDO O VALOR DO TRABALHO, DA HONESTIDADE, DA SOLIDARIEDADE COM OS MAIS NECESSITADOS.

UMA MÉDICA QUE APRENDEU NO DIA-A-DIA DOS HOSPITAIS PÚBLICOS A IMPORTÂNCIA DE ACOLHER E CUIDAR DAS PESSOAS.
UMA MÃE QUE SABE O VALOR E A IMPORTÂNCIA DO AMOR, DA UNIÃO, DA FAMÍLIA, EM QUALQUER LUGAR E EM QUALQUER TEMPO.

UMA PREFEITA QUE SOFREU NA PELE AS DIFICULDADES DOS MUNICÍPIOS E SABE COMO É IMPORTANTE PARA ELES TER NO GOVERNO DO ESTADO UM PARCEIRO DE CONFIANÇA.

UMA SENADORA QUE PERCORREU E CONHECE BEM CADA RECANTO DO NOSSO ESTADO, CADA DEMANDA DO NOSSO POVO.

POR TUDO ISSO, POSSO DIZER TRANQUILAMENTE QUE SEREI A GOVERNADORA DE TODAS AS REGIÕES, SEM PRIVILEGIAR E SEM DISCRIMINAR, PORQUE O RIO GRANDE DO NORTE É UM SÓ.

SE OS NOSSOS MUNICÍPIOS TÊM CARACTERÍSTICAS VARIADAS, SE O NOSSO POVO TEM UMA DIVERSIDADE CULTURAL QUE NOS ENRIQUECE, ELES SE PARECEM NA NECESSIDADE DE UM GOVERNO QUE OLHE PARA TODAS COM O MESMO CARINHO, A MESMA DISPOSIÇÃO DE TRABALHAR PARA MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS.

E ISSO EU VOU FAZER, PORQUE FIZ A MINHA VIDA PÚBLICA INTEIRA.
AGRADEÇO PUBLICAMENTE AO VICE-GOVERNADOR ROBINSON FARIA, PARTÍCIPE DESTA LUTA E DAS MUITAS QUE VIRÃO.

AOS SENADORES GARIBALDI ALVES E JOSÉ AGRIPINO, AOS DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, PREFEITOS E VICES, LIDERANÇAS E CANDIDATOS, TODOS IGUALMENTE IMPORTANTES PARA A VITÓRIA DO FUTURO, DO AVANÇO, PARA FAZER O RIO GRANDE DO NORTE ACONTECER.

MAS AGRADEÇO, ACIMA DE TUDO, A VOCÊS QUE TOMARAM AS RUAS E AS PRAÇAS, SEM ÓDIO E SEM MEDO, PARA DEFENDER O NOSSO NOME. A CADA UM DE VOCÊS QUE CONFIOU, QUE LUTOU, QUE TRABALHOU, QUE DEU UM VOTO DE CONFIANÇA AO FUTURO.

AGRADEÇO E CONVOCO A TODOS PARA TRABALHARMOS JUNTOS NESSA DIFÍCIL TAREFA DE COLOCAR O RIO GRANDE DO NORTE NO LUGAR MERECIDO. O LUGAR DA JUSTIÇA SOCIAL, DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, DAS OPORTUNIDADES DE TRABALHO E RENDA PARA TODOS.

A HORA É DE RECONSTRUIR UNINDO, DE AVANÇAR SOMANDO. VAMOS JUNTOS, PORQUE O RIO GRANDE DO NORTE DEPENDE DO ESFORÇO DE CADA UM PARA SER A TERRA DOS SONHOS DOS DE TODOS NÓS.

VIVA O RIO GRANDE DO NORTE! VIVA O POVO POTIGUAR!

LOGOMARCA OLIMPIADAS RIO 2016


BORDADOS DE CAICÓ

Queima de fogos foi principal atração do réveillon

Marco Carvalho - repórter

Pela primeira vez a queima de fogos do ano novo ocorreu na Ponte Newton Navarro. E não decepcionou. Durante quinze minutos, a população pôde ver um espetáculo de luzes e cores, que se misturavam e traziam alegria e festa para todos que assistiam. A  chegada de 2011 foi celebrada por muitos nas proximidades da ponte, como nas praias do Forte, dos Artistas e do Meio. Não faltou champagne para estourar e amigos e familiares para confraternizar.

Fogos na ponte Newton Navarro.


A avenida Getúlio Vargas, próximo à Ladeira do Sol, já estava lotada, com carros praticamente estacionados em todas as faixas, quando o show começou à meia-noite em ponto. Muitos procuraram aquela região por ser um local privilegiado de visão da ponte.

Mesmo com o alto número de pessoas presentes, não houve nenhuma confusão. Segundo o coronel Alarico Azevedo, comandante do policiamento metropolitano, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) não registrou ocorrências de natureza grave. “Foi repassado por todos os capitães dos pontos fixos da Polícia Militar em Natal que não existiu casos graves de ocorrências policiais. Sendo assim, a virada do ano foi bastante tranqüila”, afirmou o coronel Alarico. Ao todo, 200 homens da Polícia Militar foram destacados para trabalhar durante o réveillon

DIX-SEPT ROSADO/ROSALBA CIARLINE

Há exatamente 60 anos, o mossoroense Dix-Sept Rosado era empossado Governandor do Rio Grande do Norte. Quis o destino depois de seis décadas, a sua Nora Rosalba Ciarline( também natural do "País de Mossoró") fosse empossada hoje Governadora da Terra Potiguar. Dix-Sept tombou morto no desastre aviatório do Rio do Sal, em Aracaju, em 12 de julho de 1951, junto com alguns secretários e amigos, inclusive meus avós maternos Fernando Tavares e Maria Celeste Tavares, de Açu-RN) que tinham o privilégio de gosar da amizade daquele governante. Nesta oportuniade desejo sucesso a nossa nova governadora, na sua administração que se inicia hoje.

Fernando Caldas

Queima de fogos em Ponta Negra foi mais curta que o esperado

Apesar da chuva, muitas pessoas continuaram no local para celebrar a chegada de 2011


Fonte: Tribuna do Norte

O espetáculo de queima de fogos na praia de Ponta Negra foi mais curto que o esperado.  O show de luzes durou apenas 6 minutos, menos da metade do que o tempo de 13 minutos estipulado inicialmente pela Prefeitura de Natal, responsável pela programação de ano novo no local. Insatisfeitas com o que viram, algumas pessoas reclamaram e foram embora no meio da apresentação.

 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.