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| Postado por Fernando Caldas [Texto enviado por Mário Amorim] |
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Filho de Ipanguaçuense é destaque no Taekwondo
Com apenas 15 anos de idade, o garoto Helisson Bruno, filho de Helio Albano da Base Física, já conquistou mais de 30 medalhas, conquistando vários títulos, entre eles Brasileiro, Copa America e Estadual.
Ele foi selecionado entre os 12 melhores atletas do Rio Grande do Norte de Taekwondo, para disputar o campeonato Brasileiro na categoria juvenil, nos dias 9 e 10 de julho em Rondônia. Quero aqui parabenizar o professor Fábio, pelo excelente trabalho no Taekwondo Assuense. Ipanguaçu do Bem deseja boa sorte a Helisson em nome de toda Ipanguaçu.
Postado por IPANGUAÇU DO BEM
[Do Blog de Juscelino França]
quarta-feira, 29 de junho de 2011
UTILIDADE PÚBLICA
"A PLACA DO SEU CARRO MOSTRADA POR QUEM ESTÁ LHE ULTRAPASSANDO NO OUTRO CARRO - URGENTE, ASSALTO!
UM ALERTA PARA TODOS - NOVA FORMA DE ROUBO
A imaginação dos marginais não tem limites...
Esperam num estacionamento, e depois de você sair do carro, eles tiram sua placa, assim não tocam o alarme e ficam à espera de seu retorno.
Depois, seguem você, na ultrapassagem mostram a sua placa pela janela, como se ela tivesse caído do carro.
Talvez você fique um pouco espantado por ver a placa do seu carro ali na mão do passageiro do carro do lado mas, sem desconfiar e porque acha que ela caiu, resolve parar para recebê-la de volta e agradecer a quem tão "generosamente" deseja devolvê-la porque você nem reparou que tinha caído...
Parar é tudo o que eles querem que você faça e aí já é tarde
demais e terá sorte se não for violentamente tratado, raptado, ferido ou morto (que ironia: seria ótimo se fosse apenas um assalto).
Não pare, seja por que motivo for. Uma placa não é nada,
comparada com a sua integridade física.
Pense no que poderá acontecer antes de agir.
Os criminosos são espertos e podem ser extremamente violentos
quando querem conseguir alguma coisa.
A imaginação dos marginais não tem limites...
Esperam num estacionamento, e depois de você sair do carro, eles tiram sua placa, assim não tocam o alarme e ficam à espera de seu retorno.
Depois, seguem você, na ultrapassagem mostram a sua placa pela janela, como se ela tivesse caído do carro.
Talvez você fique um pouco espantado por ver a placa do seu carro ali na mão do passageiro do carro do lado mas, sem desconfiar e porque acha que ela caiu, resolve parar para recebê-la de volta e agradecer a quem tão "generosamente" deseja devolvê-la porque você nem reparou que tinha caído...
Parar é tudo o que eles querem que você faça e aí já é tarde
demais e terá sorte se não for violentamente tratado, raptado, ferido ou morto (que ironia: seria ótimo se fosse apenas um assalto).
Não pare, seja por que motivo for. Uma placa não é nada,
comparada com a sua integridade física.
Pense no que poderá acontecer antes de agir.
Os criminosos são espertos e podem ser extremamente violentos
quando querem conseguir alguma coisa.
Repasse essa mensagem para defesa de todos."
postado por Fernando Caldas
A manhã era clara, refulgente.
Abriu mais uma flor em cada haste.
Teve mais brilho o sol, fez-se mais quente.
E eu inundei-me dessa luz ardente.
Depois não sei mais nada. Olhei... Olhaste...
E nunca mais te vi... - Raro contraste! –
A madrugada transformou-se em poente.
Luz que nasceu e apenas cintilou!
Deixou-me triste assim que se apagou,
às vezes fecho os olhos; vejo-a ainda...
E há tanto sol dourando esses trigais!
Olhaste, olhei, fugiste... Ai, nunca mais,
nunca mais tive outra manhã tão linda.
Virgínia Vitorino [1895-1967]
terça-feira, 28 de junho de 2011
UMA POESIA DE FLORBELA ESPANCA
ORAÇÃO DE JOELHOS
Bendita seja a mãe que te gerou!
Bendito o leite que te fez crescer!
Bendito o berço aonde te embalou
A tua ama pra te adormecer!
Bendito seja o brilho do luar
Da noite em que nasceste tão suave,
Que deu essa candura ao teu olhar
E à tua voz esse gorjeio d’ave!
Benditos sejam todos que te amarem!
Os que em volta de ti ajoelharem
Numa grande paixão, fervente, louca!
E se mais, que eu, um dia te quiser
Alguém, bendita seja essa mulher!
Bendito seja o beijo dessa boca!
Postado por Fernando Caldas
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Por Celina Marinho [Do Facebook de Themis Marinho]
Falar sobre Djalma Marinho, meu pai, é sempre uma emoção grandiosa que toma conta de mim. Cada dia que passa, sinto um privilégio imenso de ter convivido e conhecido tão de perto uma criatura única!
A história política brasileira foi marcada por esse homem sensível e corajoso. Não se pode negar sua passagem ímpar. Djalma, mesmo sendo g...rande, era simples e suas atitudes, em momentos tão delicados, mostravam que ele era um liberal democrata, que amava a justiça e acreditava em um parlamento forte.
Para mim, sua filha caçula, o momento mais marcante foi na ocasião da renúncia à presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados – que hoje tem seu nome -, quando citou a frase de Pedro Calderón de La Barca, dramaturgo espanhol, “ao rei tudo, menos a honra”, em discurso realizado ao plenário da Câmara relacionado ao pedido de licença para cassação do mandato do Deputado Márcio Moreira Alves. Logo após esse corajoso discurso, o líder do então MDB, Deputado Martins Rodrigues exclamou: “de pé, para aplaudir um homem!”, no que foi prontamente atendido pelas galerias da Câmara, entoando o Hino Nacional. Mesmo muito jovem, fui tomada por um sentimento de orgulho e felicidade com essa manifestação única, de tamanha comoção. Percebi, então, que meu pai – sim, esse era o meu pai! -, fazia a diferença na política do Brasil e sua perda continua, ainda, sendo sentida.
Como pai, ele foi a primeira pessoa que me falou sobre a força do perdão e olhar o próximo com compaixão. Ele dizia ser preciso respeitar as diferenças, lembrando que o homem é apenas um ser vulnerável. Cresci dentro desse contexto, o que me fez e faz sempre buscar ser uma pessoa melhor.
Márcio Marinho, meu irmão, se vivo estivesse diria: “ele é grande e nas suas mãos eu me seguro”.
Minha irmã Hebe sempre diz: “Meu pai era sábio, amoroso, amigo, presente, sempre com a palavra certa no momento que dela precisávamos. Valorizava a amizade, a fé e a crença em Deus e nas pessoas. Com a voz mansa falava com serenidade sobre a ética, amor, vida, igualdade e solidariedade. Nosso pai era humano e humanitário.”
Minha irmã Tânia costuma lembrar que, todas as vezes que nosso pai a visitava, ela sentia uma “enorme vontade de jogar um tapete vermelho com pétalas de rosa e depois se jogar em seus braços protetores”.
Valério, também meu irmão, diz: “falar sobre meu pai é como falar de um rio de águas azuis e transparentes, onde sempre procuramos dessedentar nosso sofrimento, buscando a proteção contra todos os males”.
Minha filha Daniela diz que seu avô era simplesmente “tudo para ela, pois agia como avô, herói, confidente, parceiro de peraltices e brincadeiras. Enfim, sua total referência de família e um amigo com quem sempre podia contar”. Ela afirma que sua convivência com ele, conquanto tenha sido breve, porque a morte do avô tenha ocorrido aos seus oito anos, foi de tal maneira tão especial que se tornou eterna, não havendo um dia sequer em todos esses anos que não o tenha lembrado com um enorme carinho no coração.
Ilce, sua neta e minha sobrinha, diz que “"embora não tenha convivido muito com vovô Djalma, já que morávamos em cidades diferentes, ele em Brasília e eu em Natal, tinha por ele um sentimento especial, misto de amor, admiração, carinho e respeito. Sua riqueza cultural me fascinava.
A nação brasileira reconhece que seus padrões morais e intelectuais eram elevados. Sua nobreza também refulgia na família. Ele foi um exemplo de esposo, pai e avô. Sua lembrança enternece-me o coração, reaviva a consciência de minha identidade familiar e impulsiona-me a honrar o privilégio de ser sua descendente."
Meu pai tinha um coração sempre aberto para nos acolher. Compreendia, como ninguém, a natureza humana e sua fragilidade, sempre com uma palavra para desculpar desvios ou ingratidões. Era, sem dúvida, um homem que se reinventava com os netos e tudo fazia para concretizar ou, ao menos, não destruir os sonhos daquela geração. Não fazia distinção para com seu amor. Quando em momentos de vitórias delas compartilhava, valorizando a todos indistintamente e naqueles de infortúnio procurava assumir a dor para suavizar a dos outros.
Este era o meu pai, Djalma Aranha Marinho.
Postado por Fernando Caldas
Por Cristina Costa
Sou tudo,
E ao mesmo tempo
Sou quase nada.
Desfaço-me e refaço-me.
Tenho sonhos
Maiores que eu.
Tenho medos, maiores que eu,
Mas menores que os meus sonhos.
Leio muito, escrevo muito,
Mas na verdade
Às vezes preciso de solidão,
Para me encontrar.
Sou mulher
Com coração de menina.
Amo, incondicionalmente.
Perco-me em abraços, sorrisos, beijos, poesias.
Tenho de verdade
apenas os meus sentimentos.
Ainda não sou
aquilo que sonhei ser.
Sinto tanta,
mas tanta saudade!
Até do que nunca tive.
Ás vezes até de mim.
Sou intensa, sou mãe,
Sou menina, sou mulher.
Sou tudo aquilo
que me disponho a fazer!
Falando de fé e de gratidão
Por *João Celso Neto
O poeta norte-rio-grandense Jorge Fernandes, em momento de bela inspiração, escreveu:
“Deus lembrou-se de mim, lembrou-se
ungindo-me de bondade e de amor!
Martirizou-me pra tornar-me santo
E deu-me asas pra fugir da dor....”
O poeta não imaginava o quanto e a quantos iria descrever naquela pequena estrofe (consta ser um fragmento de um poema maior), inclusive a mim, que não o conheci. Os versos, possivelmente, foram escritos antes de meu nascimento.
Longe de mim querer me tornar santo (no meu livro de cabeceira, Orações de Poder IV, tem uma prece, “Oração de quem se sente envelhecer”, que diz: “Guardai-me razoavelmente “doce”; não quero ser um santo – é tão difícil conviver com alguns santos! –“), mas não posso nem devo negar que Deus continua me dando asas para escapar dos momentos menos felizes, estes, caminho que necessito trilhar na busca da evolução espiritual e remissão dos erros passados.
Outra coisa que aprendi é que devo agradecer pela graça divino desde o momento em que minha petição foi recebida. Está tramitando, e será provida na hora certa, quando me for mais útil, quando eu estiver pronto para usufruir do bem que pretendo alcançar, se é que eu tive méritos para tanto. Deus é que sabe se eu mereço, quando mereço, o quanto mereço.
[Artigo do seu blog Falando o que penso, escrito em 11.12.2010]
*João Celso Neto é poeta potiguar do Assu, advogado previdenciário em Brasília-DF.
Por *João Celso Neto
O poeta norte-rio-grandense Jorge Fernandes, em momento de bela inspiração, escreveu:
“Deus lembrou-se de mim, lembrou-se
ungindo-me de bondade e de amor!
Martirizou-me pra tornar-me santo
E deu-me asas pra fugir da dor....”
O poeta não imaginava o quanto e a quantos iria descrever naquela pequena estrofe (consta ser um fragmento de um poema maior), inclusive a mim, que não o conheci. Os versos, possivelmente, foram escritos antes de meu nascimento.
Longe de mim querer me tornar santo (no meu livro de cabeceira, Orações de Poder IV, tem uma prece, “Oração de quem se sente envelhecer”, que diz: “Guardai-me razoavelmente “doce”; não quero ser um santo – é tão difícil conviver com alguns santos! –“), mas não posso nem devo negar que Deus continua me dando asas para escapar dos momentos menos felizes, estes, caminho que necessito trilhar na busca da evolução espiritual e remissão dos erros passados.
Dou a isso o nome de fé inabalável. Confiança total, entrega incondicional. Jamais esqueço daquela oração em que alguém reclama do Pai “poxa, sempre vi seus passos juntos aos meus,mas na hora em que mais necessitei, não vi seus passos”, e ouviu como resposta: “naquela hora, eu te carreguei nos braços”.
Outra coisa que aprendi é que devo agradecer pela graça divino desde o momento em que minha petição foi recebida. Está tramitando, e será provida na hora certa, quando me for mais útil, quando eu estiver pronto para usufruir do bem que pretendo alcançar, se é que eu tive méritos para tanto. Deus é que sabe se eu mereço, quando mereço, o quanto mereço.
Ainda daquele livro de preces, da “Oração universal”, extraio esta minha profissão de fé e reconhecimento: “Senhor, quero o que quereis, porque o quereis, como o quereis e quanto o quereis” (ah, como repete o Pai-Nosso com o “seja feita a Vossa vontade”). E acrescento “se o quiserdes e quando o quiserdes”.
Superei todas as minhas maiores agruras com a fé. Recuperei bens que pareciam perdidos e que tinham enorme importância para mim. Deus lembra-se de mim a cada dia, e eu não me esqueço nunca de procurar fazer tudo o que Seu filho Jesus nos ensinou.
[Artigo do seu blog Falando o que penso, escrito em 11.12.2010]
*João Celso Neto é poeta potiguar do Assu, advogado previdenciário em Brasília-DF.
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO
