segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Hoje perdi-me
no caminhos dos teus braços
o mundo desabava lá fora
enquanto eu me encontrava-me
no aconchego dos teus braços

Perdi-me nesse caminho,
achei-me nessa ilusão
teu abraço transportava-me
para longe da minha razão
 
Por Cristina Costa
C e d e r

Por que será que nos
lamentamos tanto quando nos
decepcionamos,
perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando
nos enganamos;
ele muda, talvez,
de direção.

Mas precisamos tirar partido
dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto,
coerente, sem falhas?

As quedas fazem parte
da vida e do nosso
aprendizado dela.

Que dói, dói.
Ah! Isso não posso negar!
Dói no orgulho, principalmente.
E quanto mais gente envolvida,
mais nosso orgulho dói.

Portanto,
o humilhante não é cair,
mas permanecer
no chão enquanto a vida
continua seu curso.

O problema é que julgamos
o mundo segundo
nossa própria maneira
de olhar e nos esquecemos
que existem milhões e
milhões de olhares
diferentes do nosso.

Mas não está
obrigatoriamente errado
quem pensa diferente
da gente só porque pensa
diferente.
E nem obrigatoriamente
certo.

Todo mundo é livre de ver
e tirar suas próprias
conclusões sobre a vida
e sobre o mundo.

Às vezes acertamos,
outras erramos.
E somos normais assim.

Então,
numa discussão,
numa briga,
pare um segundo e pense:
"e se eu estiver errado?"
É uma possibilidade na qual
raramente queremos
pensar.

Nosso "eu" nos cega
muitas vezes.
Nosso ciúme,
nosso orgulho e até,
por que não,
nosso amor?

Não vemos o lado do outro
e nem queremos ver.

E somos assim,
muitas vezes injustos tanto
com o outro quanto
com a gente mesmo,
já que nos recusamos a
oportunidade de aprender alguma
coisa com alguém.

E é porque tanta gente se
mantém nessa
posição que existem desavenças,
guerras, separações.

Ninguém cede e as
pessoas acabam ficando
sozinhas.

E de que adianta ter
sempre razão,
saber de tudo,
se no fim o que nos resta
é a solidão?

Vida é partilha.

E não há partilha sem humildade,
sem generosidade,
sem amor no coração.

Na escola,
só aprendemos porque
somos conscientes de que
estamos lá porque não
sabemos ainda;
na vida é exatamente a
mesma coisa.

Se nos fecharmos,
se fecharmos nossa alma
e nosso coração,
nada vai entrar.

E será que conseguiremos nos
bastar a nós mesmos?

Eu duvido.

Não andamos em cordas
bambas o tempo todo,
mas às vezes é o único
meio de atravessar.

Somos bem mais resistentes
do que julgamos;
a própria vida nos ensina
a sobreviver,
viver sobre tudo e
sobretudo.

Nunca duvide do seu poder
de sobrevivência!
Se você duvida,
cai.

Aprenda com
o apóstolo Pedro que,
enquanto acreditou,
andou sobre o mar,
mas começou a afundar
quando sentiu medo.

Então,
afundar ou andar
sobre as águas?

Depende de nós,
depende de cada um
em particular.

Podemos nos unir em força
na oração para ajudar alguém,
mas só esse alguém pode
decidir a ter fé,
força e coragem para continuar
essa maravilhosa jornada
da vida.

TEXTO: Letícia Thompsom

C e d e r

Por que será que nos
...
lamentamos tanto quando nos
decepcionamos,
perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando
nos enganamos;
ele muda, talvez,
de direção.

Mas precisamos tirar partido
dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto,
coerente, sem falhas?

As quedas fazem parte
da vida e do nosso
aprendizado dela.

Que dói, dói.
Ah! Isso não posso negar!
Dói no orgulho, principalmente.
E quanto mais gente envolvida,
mais nosso orgulho dói.

Portanto,
o humilhante não é cair,
mas permanecer
no chão enquanto a vida
continua seu curso.

O problema é que julgamos
o mundo segundo
nossa própria maneira
de olhar e nos esquecemos
que existem milhões e
milhões de olhares
diferentes do nosso.

Mas não está
obrigatoriamente errado
quem pensa diferente
da gente só porque pensa
diferente.
E nem obrigatoriamente
certo.

Todo mundo é livre de ver
e tirar suas próprias
conclusões sobre a vida
e sobre o mundo.

Às vezes acertamos,
outras erramos.
E somos normais assim.

Então,
numa discussão,
numa briga,
pare um segundo e pense:
"e se eu estiver errado?"
É uma possibilidade na qual
raramente queremos
pensar.

Nosso "eu" nos cega
muitas vezes.
Nosso ciúme,
nosso orgulho e até,
por que não,
nosso amor?

Não vemos o lado do outro
e nem queremos ver.

E somos assim,
muitas vezes injustos tanto
com o outro quanto
com a gente mesmo,
já que nos recusamos a
oportunidade de aprender alguma
coisa com alguém.

E é porque tanta gente se
mantém nessa
posição que existem desavenças,
guerras, separações.

Ninguém cede e as
pessoas acabam ficando
sozinhas.

E de que adianta ter
sempre razão,
saber de tudo,
se no fim o que nos resta
é a solidão?

Vida é partilha.

E não há partilha sem humildade,
sem generosidade,
sem amor no coração.

Na escola,
só aprendemos porque
somos conscientes de que
estamos lá porque não
sabemos ainda;
na vida é exatamente a
mesma coisa.

Se nos fecharmos,
se fecharmos nossa alma
e nosso coração,
nada vai entrar.

E será que conseguiremos nos
bastar a nós mesmos?

Eu duvido.

Não andamos em cordas
bambas o tempo todo,
mas às vezes é o único
meio de atravessar.

Somos bem mais resistentes
do que julgamos;
a própria vida nos ensina
a sobreviver,
viver sobre tudo e
sobretudo.

Nunca duvide do seu poder
de sobrevivência!
Se você duvida,
cai.

Aprenda com
o apóstolo Pedro que,
enquanto acreditou,
andou sobre o mar,
mas começou a afundar
quando sentiu medo.

Então,
afundar ou andar
sobre as águas?

Depende de nós,
depende de cada um
em particular.

Podemos nos unir em força
na oração para ajudar alguém,
mas só esse alguém pode
decidir a ter fé,
força e coragem para continuar
essa maravilhosa jornada
da vida.

TEXTO: Letícia Thompson
 

Do FB de TCD
E eu tenho fé na vida. E eu tenho fé no amor. E eu tenho fé na bondade. E eu tenho fé em mim. E eu tenho fé na dignidade. E eu tenho fé no amanhã. E eu tenho fé na honestidade. E eu tenho fé na vontade de crescer, de mudar, de renascer, de me querer melhor hoje do que fui ontem. E eu tenho fé em alcançar a cada dia um pouco mais de paz, de humildade, de caridade e de simplicidade. E eu tenho fé de amar sempre, de respeitar sempre, de agradecer sempre, de estar com Deus sempre. E eu tenho fé.
 

MC

ASSÚ: PASSEIO CICLÍSTICO AOS BAOBÁS E A LAGOA DO PIATÓ ENCANTA PARTICIPANTES

 

Realizado neste sábado (03), 1º PEDAL NOS BAOBÁS DO ASSÚ, um evento da Organização Baobá com o apoio da Prefeitura do Assú, surpreendeu aos participantes, especialmente aos vindos da capital, pela exuberância da beleza natural do entorno da Lagoa do Piató.
O passeio que largou às 09:50 horas, partido da avenida João Celso Filho, em frente ao l0º Batalhão de Policia Militar em direção a fazenda Curralinho, para visita aos Baobás, percorreu algumas ruas do centro da cidade, com a primeira parada defronte a Biblioteca Pública Sebastião Alves Martins, onde ocorreu a doação de livros pelos representantes da Org. Baobá.
Em sequencia o grupo visitou o centro histórico e partiu em direção a Rádio Princesa do Vale, visitou um exemplar da árvore símbolo da África e que cede o nome a organização, existente no jardim externo da emissora.
O grupo pedalou até o Posto Florestal de onde, em ônibus, se dirigiu à Fazenda Curralinho, abrigo da maior concentração de baobás por m² em todo território nacional.
Já por volta das 16:30 horas o grupo visitou a comunidade de Porto Piató, de onde houve palestra e apresentação de vídeos sobre qualidade de vida, e também foi possível contemplar o belo por do sol, às margens da estonteante Lagoa do Piató
Para os organizadores esse se constitui num dos mais interessantes “PEDAL”, pelo riquíssimo santuário de belezas naturais existentes no entorno da Lagoa, “são cenários naturais apaixonantes, dignos de contos delirantes que precisam ser apresentados ao mundo do turismo, aos investidores”, ratificou Haroldo Mota, ambientalista e presidente da Ong Baobá.

Nelson Dantas – Secretaria de Comunicação – PMA.

Postado por Registrando

Do Blog de Aluiziolacerda

domingo, 4 de setembro de 2011

Hino do Rio Grande do Norte


 
PRECE

Senhor, fazei com que os lírios voltem para os campos,
E que a noite serena volte à minha alma.
Senhor, fazei que viva em mim, o Espírito do Evangelho,
E que as tempestades se acalmem para sempre.
Senhor, fazei-me atingir a paz dos contemplativos,
E tende piedade de vossos filhos, dos que não negaram,
Nem o Pai, nem o Filho, nem o Espírito Santo.
Senhor, fazei que vossos filhos vençam o mundo,
Olhando para Vós, em silêncio, rumo ao Infinito.

Por Walflan de Queiroz, poeta potiguar de São Miguel
 
 

PIADINHA PRA CONTAR NO BAR HOJE

Dois portugueses conversam no bar...- Diga-me, Manoel, tua mulher faz sexo com você por amor ou por interesse?
- Olha, Joaquim, eu acho que é por amor, porque ela não demonstra nenhum interesse!!
 



gifs


"Recebemos apenas o que merecemos. A palavra dita com carinho volta com gentileza. O que desejamos de bom para alguém retorna para nós em forma de bênçãos. Se emitimos o bem, teremos o bem de volta. Tudo o que fizermos com respeito, com honestidade e sinceridade de propósitos estará também nos beneficiando e teremos da vida uma resposta positiva, de amor. Nada fica sem volta. Se enviamos sol, receberemos luz, se enviamos vento, receberemos brisa, se enviamos chuva, receberemos tempestade."

MC



sábado, 3 de setembro de 2011

Francês é condenado por não ter relações sexuais com sua mulher

 Do UOL Notícias

Em Paris                    

Um homem de Nice, no sudeste da França, foi condenado a pagar a sua mulher uma indenização de 10 mil euros (cerca de R$ 23,2 mil ) ao término de um processo de divórcio por não haver mantido relações sexuais com ela durante anos, publicou neste sábado o jornal "Le Parisien".

A sentença condenou este homem, agora com 51 anos e de quem o periódico deu apenas o nome e a inicial do sobrenome, Jean-Louis G., por "ausência de relações sexuais durante vários anos".

O tribunal não aceitou suas alegações no sentido que "as relações simplesmente tinham se espaçado com a passagem do tempo", tinha "problemas de saúde" e sofria de "uma fadiga crônica gerada pelos horários de trabalho".

"Jean-Louis G. não justificou os problemas de saúde que o faziam totalmente incapaz de ter relações íntimas com sua esposa", responderam os juízes na sentença.

A esposa, por sua parte, tinha insistido que a ausência de sexo entre ambos estava na origem de sua separação, e que isso mesmo tinha contribuído em grande medida à deterioração da relação do casal, o que foi referendado no veredicto a seu favor.

A mulher não quantificou com que frequência gostaria de manter relações, ressaltou o "Le Parisien", que lembrou também que a lei francesa não oferece detalhes sobre esse aspecto, o que deixa a apreciação do caso nas mãos dos juízes.

ASSU PREPARA-SE PARA SEDIAR 1. PESSEIO DE BICICLETA NOS BAOBÁS DO VALE DO ASSU


O evento ”Bicicletas nos baobás do vale de Açú”, que ocorrerá sábado (3), é um projeto da Organização Baobá, em parceria com a Prefeitura do Assú, com o objetivo de incentivar o “ecocicloturismo”, o esporte e principalmente promover a bicicleta como meio de transporte não poluente e promotor da saúde.

O grupo é composto por 30 ciclistas e sairá de Natal no dia 03 de setembro de 2011, sábado, às 6:00 horas da loja AGAÉ, vizinho ao Natal shopping, com retorno à capital previsto para o dia seguinte, domingo, após o café da manhã.

O ROTEIRO

O grupo chegará à cidade por volta das 9 horas da manha deste sábado e será recepcionado em frente ao batalhão; percorrerá a cidade; os casarios antigos do centro ; seguindo para a rádio Princesa do Vale onde será entrevistado; Dalí segue para o destino principal: OS BAOBÁS. Na parte da tarde o grupo trá como destino o Porto Piató e sua bela paisagem integrada à Floresta Nacional do Assú, considerada a maior lagoa de água doce do estado. Já às 19 horas o grupo fará uma palestra na praça J kelly.

Os integrantes visitarão a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves; os casarios antigos do centro da cidade; a lagoa de Piató que é integrada a Floresta Nacional do Assú, considerada a maior lagoa de água doce do estado e os seus baobás gigantescos, região considerada como a maior concentração de baobás por m² deste porte no país.

O município do Assú, localizado no sertão potiguar, mais precisamente na região do Vale do Açu, está distante 210 quilômetros da capital potiguar. Com uma população de 54 mil habitantes, sua economia se baseia na indústria ceramista, na agricultura irrigada, no comercio, na pecuária, exploração de petróleo e na pesca, abrigando ainda riquíssimo potencial turístico nos segmentos rural e religioso. Assú também é a Terra-Natal da bem-aventurada Irmã Lindalva.

“Os motivos que levam as cidades criarem estruturas cicloviárias são diversos. Cidades de países desenvolvidos, por exemplo, tradicionalmente justificam a implantação de planos cicloviários com base na questão ambiental e no uso excessivo do automóvel. Nesses casos, a bicicleta tem um papel de elemento estruturador, e não de mero ator coadjuvante”. Do livro A bicicleta e as cidades, do Instituto de Energia e Meio Ambiente.

Programação/Noite

Haroldo Mota: palestra sobre meio ambiente e a importância das árvores
Dra Victória Regia: a saúde bucal com apresentação de teatro de mamulengos.
Raimundo Bezerra: professor de biologia, falará sobre as árvores de baobás.
Benilton Lima: Bicicleta e inclusão social

Filmes

Para finalizar a programação da noite, serão exibidos dois documentários: “A Revolta”, documentário de 7 minutos falando sobre a vida do grande artista e ecologista Frans Krajcberg, e o outro “Ecociclo” com 25 minutos, projeto de inserção sócio cultural e ambiental ambos do ambientalista Haroldo Mota.

Ação Social
Alguns livros serão doados pelo participantes às Bibliotecas do município.
Postado por Nelson Dantas/ Assesoria de Comunicação da Prefeitura Municipal do Assu
[Do Blogdealuiziolacerda]

sexta-feira, 2 de setembro de 2011



Triste é não saber perder. Triste é um coração revoltado. Triste é a mágoa. Triste é o ódio. Triste é acusar. Triste é não conseguir perdoar. Triste é ferir. Triste é não saber respeitar. Triste é não se respeitar. Triste é mentir. Triste é usar o outro. Triste é a ingratidão. Triste é a intolerância. Triste é a falsidade. Triste é não mais ver a Deus.


MC

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO