domingo, 6 de maio de 2012

CÁRCERE

Por Andiére Majó Abreu, poeta potiguar assuense

Torpor, lamúria, desolação,
Em cada recanto o sofrimento,
Em cada ser o arrependimento,
Mágoa, tristeza, e desilusão.

Ouve-se também uma oração,
Gritos d'alma, soluços, gemidos,
Vê-se no chão corpos carcomidos
Implorado ao seu Deus a Salvação.

Vê-se em cada rosto o desespero,
Vê-se em cada gesto um exagero,
Vê-se em tudo uma real crueza.

Vê-se a solidão e atriste sina
De quem em breve será pó, termina,
Resta-lhe somente esta certeza.

Postado por Fernando Caldas


ABC X AMÉRICA - "DIGA NÃO A VIOLÊNCIA"



A banda 2polos prega pela paz nos estádios. Diga não à violência, futebol é apenas diversão. Torçam pelos seus times, curtam, vibrem, comemorem, mas não esqueçam que após o apito do juiz toda a rivalidade acaba.

Esquecendo a rivalidade e unidos pela amizade, os integrantes da banda 2polos (tanto abcdistas quanto americanos) prepararam uma surpresa para as duas maiores torcidas do estado do Rio Grande do Norte. Acessem os links abaixo e curtam as versões rock dos hinos dos dois clubes.

Hino do ABC
http://www.youtube.com/watch?v=ljstAFGRzog

Hino do América
http://www.youtube.com/watch?v=3N5ol9Yu-CI

sábado, 5 de maio de 2012

PAUL NO ARRUDA




Por Gustavo Krause

A realeza inglesa (é rima e solução) chegou à Rua das Moças e ao
coração das moças, dos moços e idosos com direito a pagar meia entrada
para assistir a um espetáculo inesquecível.

Ele, Paul, integralmente aristocrático: branco, “sir”, cidadão-súdito
da mais tradicional monarquia do mundo e membro da dinastia
músico/cultural Beatles.

A Rua das Moças, endereço da República Independente do Arruda e com
bandeira tricolor que nem a França (só para contrariar), bairro que os
ingleses do século XIX chamariam de “burgos podres”, recebia o nobre
visitante, tropicalmente, mestiçamente, afetuosamente e cheia de amor
para dar.

E mais, com um toque de desordem sem maiores consequências, senão
apenas para reconhecer a firma de um país, complexo, contraditório que
mistura a chatice linear da régua e do compasso com a descontração do
compasso do samba e o descompasso acrobático do frevo. A feijoada deu
um sabor especial ao rosbife. Paul e a Rua das Moças se fundiram na
comunhão da cultura universal.

Do espetáculo, já se disse tudo, até o inverso do que aconteceu. Coisa
de gente entediada e mal-humorada. De verdade, tudo aconteceu na
medida certa.

Profissionalismo. Um Paul sem a frescura de certas estrelas (?) e um
artista incansável que não interrompe três horas de show para beber
água, segundo ele, em respeito ao público que paga caro para vê-lo.

Emoção e participação. Atenção: Paul McCartney integrou o santíssimo
quarteto, óbvio? Não. Como os grandes sucessos dos jovens de Liverpool
traspassaram gerações, havia a expectativa de um repertório mais
conhecido e que pudesse ser cantado pelo público. E houve. Pouco mais
de uma dezena de canções. Paul tem o seu próprio e renovado
repertório. Com o público, se comunicou com a música que mexe com o
feixe de nervos e músculos cardíacos e, de modo simples, por meio de
mensagens devidamente escolhidas e usando o mais representativo
símbolo da nossa terra que toca na alma nativista: a bandeira de
Pernambuco. Ao meu lado, um cara enorme, sarado, acompanhado de uma
mulher escultural, repetia aos berros “Eu já posso morrer!”. Resta
saber se de “susto, de bala ou vício, num precipício de luzes”, ou,
gloriosamente, nos braços da companheira.

O que aconteceu no Recife nos marcantes dias 21 e 22 de abril
[Tiradentes e a descoberta do Brasil (?)] não foi um espetáculo
musical, interpretado por um artista genial. Foi muito mais, pois, ali
estava o personagem e o intérprete de uma era.

De fato, Paul é um filho do século XX que representa os milhões de
órfãos, vítimas emocionais de guerras mundiais, de guerras regionais
transformadas em espetáculos cinematográficos e televisivos ou da
louca ameaça dos chefes de Estados em promover guerras quentes ou
frias.

Ali estava um baby boomer, nascido na década de quarenta sob o peso
das tragédias passadas, carregando o fardo de heranças tirânicas e, o
que é mais grave, a angústia existencial de uma vida sem sentido. Mas
com ele, nascia a luz que afrontava cartilhas políticas, mandava às
favas verdades estabelecidas, pregava um individualismo libertário e
assumia um paradigma desafiador cujos sinais estão descritos, em
admirável síntese, no romance da Vargas Llosa, “As travessuras da
menina má”: “Em Londres nasceram a minissaia, os cabelos compridos e
as roupas extravagantes que consagraram os musicais Hair e Jesus
Christ Superstar, a popularização das drogas, a começar pela maconha
indo até o ácido lisérgico, a fascinação pelo espiritualismo hindu, o
budismo, a prática do amor livre, a saída do armário dos homossexuais
e as campanhas de orgulho gay, assim como uma rejeição em bloco do
stablishment burguês não em nome da revolução socialista, à qual os
hippies eram indiferentes, mas sim de um pacifismo hedonista e
anárquico, matizado pelo amor à natureza e aos animais e por uma
renegação da moral tradicional”.

Na Rua das Moças, vi, vivi, revivi retalhos de lembranças,
entrecortado pela nostalgia e pela esperança que outros “arretados”,
como Paul e os personagens do tempo fértil da década de sessenta
ressurjam, protestando em favor de “paz e amor”.

TODO DIA EXISTE DEUS...

 
Todo dia existe Deus... Na harmonia das cores, na natureza esquecida, Na fresca aragem da brisa, na própria essência da vida...
Todo dia existe Deus... No regato cristalino, pequeno servo do mar, Nas ondas lavando as praias, na clara luz do luar...
Todo dia existe Deus... Na escuridão do infinito, todo ponteado de estrelas, Na amplidão do universo, no simples prazer de vê-las... Todo dia existe Deus... Nos segredos desta vida, no germinar da semente, Nos movimentos da Terra, que gira incessantemente... Todo dia existe Deus... No orvalho sobre a relva, na natureza que encanta, No cheiro que vem da terra, e no sol que se levanta... Todo dia existe Deus... Nas flores que desabrocham perfumando a atmosfera, Nas folhas novas que brotam anunciando a primavera...

Deus é capaz, Deus é paz, Deus é a esperança, é o alento do aflito, O Criador do Universo, da luz, do ar, da aliança... Deus é a justiça perfeita, que emana do coração. 
 
De: Tereza Cristina Diehl
(Minha aniga em Facebook)

terça-feira, 1 de maio de 2012

  

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais este e aquele, o outro e a toda gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disse que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar.

E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que eu saiba me perder... pra me encontrar...

De: Florbela Espanca, poetisa portuguesa


(... )

Noite... e dentro da noite a solidão...
A solidão é um pássaro da noite...
Quem não te busca, pálido tresnoite,
A alma fria da noite, pelo chão...?
Amo a noite do amor, amo este açoite,
Solidão, solidão...

(... )

De: João Lins Caldas, lírico modernista que se tivesse publicado a sua obra literária multifária, certamente teria se consagrado um dos maiores ícones da poesia universal! Que me perdoe o ufanismo!

sábado, 28 de abril de 2012

Ministério do Esporte inicia etapa de capacitação para lançamento de programa em Assú

O acordo de parceria e cooperação firmado entre a prefeitura do Assú e o Ministério do Esporte possibilitará a implantação no município do Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC). O PELC é um programa do Governo Federal por meio do Ministério do Esporte, que busca democratizar o acesso às práticas esportivas e de lazer e universalizar o direito social ao esporte e ao lazer.
Em Assú, a primeira fase do programa ocorrerá no período de 30 de abril a 3 de maio com a etapa de capacitação dos Agentes Sociais e Coordenadores de Núcleos e será ministrada pela professora Carmen Lilia, da Universidade Federal do Pará (UFPA). 
Passarão pela capacitação visando a implantação do projeto, servidores do município lotados nas secretarias de Juventude, Esporte, Eventos e Turismo; de Saúde; de Desenvolvimento Social; de Planejamento e da Liga Assuense de Desportos (LAD).
Os Agentes Sociais e os Coordenadores de Núcleos terão a responsabilidade de desenvolver ações educativas, esportivas, culturais e de lazer, proporcionando o bem estar à população e favorecendo o desenvolvimento humano e a inclusão social. O programa atenderá em Assú cerca de 400 pessoas.
(Artigo enviado por AD Comunicaçõies)

Postado por Fernando Caldas

NATAL QUE MANOEL DANTAS NÃO VIU

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 (Transcrito do FB de Eduardo Alexandre Garcia)

Por João Gothardo Dantas Emerenciano

A cidade do Natal, no ano de 1959, estava longe de ser a “metrópole do Oriente da América” que Manoel Dantas (1867-1924) previu na sua histórica conferência Natal daqui a cinqüenta anos, proferida no salão nobre do palácio do Governo do Estado, no dia 21 de março de 1909, e que segundo o poeta Jota Medeiros constitui o marco do Futurismo, antecedendo o manifesto de Marinetti.

Com uma população de aproximadamente 167.202 habitantes distribuídos em doze bairros – Santos Reis, Rocas, Ribeira, Cidade Alta, Petrópolis, Tirol, Alecrim, Lagoa Seca, Lagoa Nova, Dix-Sept Rosado, Quintas e Mãe Luiza – Natal apresentava insuficiência urbanística caracterizada pela modéstia das edificações, precariedade da malha viária, transportes coletivos obsoletos e, sobretudo, ausência de indústrias.

A administração do município, que tinha 489 logradouros públicos (avenidas, ruas, travessas, praças e vilas), era coordenada por três secretarias (Finanças, Negócios Internos e Jurídicos, Viação e Obras) reunindo vinte e seis repartições.

Tinha o suporte da Companhia Força e Luz Nordeste do Brasil, Serviço de Água e Esgoto de Natal, Serviço de Limpeza Pública e o Serviço de Transportes Coletivos que supervisionava as doze linhas de auto-ônibus (Rocas/Matadouro; Jaguarari; Petrópolis/Grande Ponto; Tirol/Grande Ponto; Circular; Lagoa Nova/Alecrim; Avenida 4; Avenida 10; Rocas/Igapó; Grande Ponto/Praça Augusto Leite; Circular via Alexandrino de Alencar; Natal/Parnamirim) e treze linhas de auto-lotação e micro-ônibus, considerados coletivos de primeira categoria, atendendo no horário das 5 às 22 horas com pequenas modificações no percurso realizado pelos auto-ônibus que funcionavam das 5 às 24 horas.

A educação era ministrada por oito estabelecimentos de ensino superior (Escola de Engenharia, Escola de Serviço Social, Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Atuariais, Faculdade de Direito, Faculdade de Farmácia e Odontologia, Faculdade de Filosofia, Faculdade de Medicina, Instituto Filosófico São João Bosco); quatorze cursos secundários (Colégio Imaculada Conceição, Colégio N. Senhora das Neves, Colégio Santo Antônio, Escola Doméstica, Escola Industrial, Escola Normal, Escola Técnica de Comércio Alberto Maranhão, Escola Técnica de Comércio de Natal, Escola Técnica Visconde de Cairu, Ginásio São Luiz, Ginásio 7 de Setembro, Instituto de Educação do Rio Grande do Norte, Seminário e Instituto Batista Bereiano, Seminário Menor de São Pedro); cento e sessenta escolas mantidos pelo Governo do Estado e noventa e oito “escolinhas” mantidas pela Prefeitura, além de vinte e um cursos particulares.

O sistema de saúde tinha o atendimento de trinta e seis estabelecimentos (hospitais, casas de saúde e ambulatórios) sendo o principal deles o Hospital Miguel Couto, atual Hospital Universitário Onofre Lopes.

O cemitério do Alecrim continuava a ser o nosso único Campo Santo, “onde o cipreste chora noite e dia a música dorida de saudades pungentes”.

A inexistência de supermercado forçava a população a fazer suas compras nos quatro mercados (Cidade Alta, Alecrim, Quintas e Ribeira) e nas mercearias e bodegas.

O lazer era feito nos vinte e cinco clubes recreativos existentes, no Teatro Alberto Maranhão, e nos cinemas, Rex, Rio Grande, Nordeste, São Luiz, São Pedro, São Sebastião, São João e Potengi, além do passeio de barco a motor e a vela até a praia da Redinha, com saída do porto flutuante do Canto do Mangue.

Os jornais “A República”, “Diário de Natal”, “Jornal de Natal”, “O Poti”, “Tribuna do Norte”, e as estações de rádio, Cabugi, Nordeste, Poti e Emissora de Educação Rural, disputavam os leitores e a audiência da população que tinha poucos divertimentos.

Afora os equipamentos e serviços citados existiam em Natal, “no ano da Graça de 1959”, dez bancos, três bibliotecas, nove cartórios, seis consulados, doze cooperativas, dez agências de correios e telégrafos, treze hotéis, seis pensões, quarenta e sete templos católicos, vinte templos protestantes, dezessete centros espíritas, quatro lojas maçônicas, oito “praças” de automóveis de aluguel, trinta e um sindicatos, nove agências de transportes fluvial (Natal/Redinha), vinte e uma agências de transportes rodoviário e a Rede Ferroviária do Nordeste, que fazia o tráfego com municípios dos Estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, além da cidade do Recife.
Postado por Fernando Caldas

quarta-feira, 25 de abril de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

VELHAS ESTÓRIAS DA POLÍTICA DE ALTO DO RODRIGUES

1 - O ex-prefeito de Alto do Rodrigues, chamado João Tereza, odiava discursar em público. Certo dia, comício na praça pública daquela importante cidade do Vale do Açu-RN, alguém insistira para que ele falasse ao seu povo. Dito e feito. Tereza, nervoso e desajeitado, pegou no microfone e soltou essas breves palavras: Trabalhadores do campo e trabalhadores rurais. (sic). E papo encerrado. Padre Zé Luiz, presente no palanque, indagou: Ô João Tereza, porque no seu discurso você disse: trabalhadores do campo e trabalhadores rurais? Ora essa, Padre Zé Luiz! Trabalhadores do campo é quem trabalha no roçado, e trabalhadores rurais, é quem trabalha na rua!

2 - Nos idos de sessenta, Padre Zé Luiz ouvia atentamente uma pessoa conhecedora da política do Alto do Rodrigues, combater a compra de votos numa certa eleição, pelos chefes políticos daquela localidade. E foi mais adiante aquela pessoa, que não me recordo o nome, dizendo indgnado: Padre, o que pesou mesmo não foi a compra de votos. Foi a recompra no dia da eleição.

3 - O vereador apesar de ser o político que está mais próximo do povo, aquele que resolve diretamente os  problemas da população, penso eu, é o mais atingido pela sátira. Pois bem, na cidade de Alto do Rodrigues existia ou existe ainda, uma figura chamada Zé Frederico. Ele era espirituoso e quando bebia odiava ouvir falar em Burro, Jumento, Jegue ou qualquer outra denominação dada a esse pobre animal. Era dia de sessão na Câmara dos Vereadores daquele lugar quando Zé Frederico já embriagado, montado em seu Jerico, passeando pelas ruas da cidade, ouviu de certo vereador a seguinte pergunta: Seu Zé, como se chama esse Burro? Frederico sem nem pestenejar, respondeu: Vereador!

Fernando Caldas

ANTES DE JULGAR ALGUÉM...

Um médico entrou num hospital apressado, depois de ter sido... chamado para uma cirurgia urgente. Ele respondeu à chamada imediatamente, e mal chegou trocou-se e foi direto para o bloco operatório. Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para frente à espera do médico. Quando o viu, o pai gritou:


- Porque demorou este tempo todo a vir? Não sabe que a vida do meu filho está em perigo?Você não tem o mínimo de sentimento e de responsabilidade?

O médico sorriu e respondeu serenamente:

- Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim assim que recebi a chamada. Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.

- Acalmar-me? E se o seu filho estivesse dentro do bloco operatório, você também ficaria calmo? E se o seu filho morresse o que faria? - disse o pai visivelmente agitado.

- Ficar nesse estado alterado e de nervos não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho. Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo dentro das minhas capacidades, disse o médico.

- Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito. - murmurou o pai entre dentes.

Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.

- A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho! Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.

Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado. O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:

- O médico é mesmo arrogante. Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral do meu filho?

A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:

- O filho do doutor morreu ontem num acidente rodoviário. Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho. Agora que a cirurgia terminou e o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral para prestar a última homenagem ao filho dele.

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É muito fácil sairmos julgando todos, criticando, apontando os erros, colocando a culpa no outro... Mas como é difícil conversar e tentar entender o lado da outra pessoa, como é difícil estender a mão para ajudar alguém, como é mais difícil achar uma solução do que achar um culpado...

Não faça as suas escolhas pelas coisas fáceis e sim pelas coisas certas!

Não sabemos a qual situação podemos enfrentar amanhã sejamos sempre Humildes...

Um amigo certa vez disse-me: Hoje me veem como estou e em uma posição melhor e sinto que alguns até têm inveja e até há quem me critica. O interessante é que não viram o que passei e o que fiz para chegar na posição onde estou.

CC

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO